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O primeiro trailer para a sequela de "Ant-Man" (2015): "Ant-Man and the Wasp" está online:


 E também já temos novo poster:

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Captain Marvel | Brie Larson em uniforme. Em poucas horas a imagem correu a Internet e naturalmente há fãs preocupados com a cor diferente do uniforme tradicional* e com a falta de rabo da actriz. Consta que com CGI vão sobrepor o da Scarlet Johansson ao de Brie.





Nota: Obviamente, connaisseurs de banda desenhada sabem que os tons verde são do uniforme dos alienigenas Kree, provavelmente no terço final do filme a Capitã Marvel adopta as cores vermelho e azul e tudo estará bem no Mundo.

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"Kingsman: The Golden Circle" é um bom bocado de diversão, salpicado com alguma boa ultraviolência. Obviamente não tem a frescura do primeiro, mas felizmente não foi estragado pelos trailers e ainda conseguiu retirar algumas surpresas da manga. A acção é frenética, mas felizmente dá para acompanhar o que se está a passar no ecrã, num meio termo entre a acção epilética estilo "Bourne" e "John Wick" que recuperou o prazer que poder apreciar a sinfonia de destruição, com planos mais longos e edição mais contida. SPOILERS para quem não viu, o plot centra-se no plano da carismática e louca Poppy Adams (Julianne Moore) para sair das sombras e se tornar a rockstar do tráfico de droga e pagar impostos. Primeiro destroi os Kingsman, a elite de agentes secretos britânica. E depois de infectar milhões de drogados com vírus nas drogas que vendia, faz um ultimato: para salvar a vida dos infectados, o presidente dos EUA acaba com a "guerra ás drogas" e dá-lhe imunidade. Mas, o presidente tem outros planos, e cabe ao trio sobrevivente dos Kingsman salvar o Mundo outra vez. No entanto, para o fazer precisam do auxílio e recursos dos Statesman, o equivalente norte-americano dos Kingsman. Apesar de gostar do personagem de Harry (Colin Firth) - o mentor de Eggsy (Taron Egerton) que no filme anterior foi dado como morto - acho que se perdeu tempo demais a fazer tentá-lo recuperar a memória, em detrimento dos agentes dos Statesman, que apesar de importantes para o avançar do plot não são desenvolvidos. E pelas promoções podiamos pensar que o agente Tequila (Channing Tatum) teria um papel bem mais importante, quando na realidade foi o agente Whisky (Pedro Pascal, sim o gajo do Game Of Thrones) que calçou essas botas. Infelizmente, desta vez não tivemos direito a um breve vislumbre do rabiosque da princesa Tilde (Hanna Alström), apesar de uma cena atrevida para colocar um tracker GPS numa suspeita...bem, é melhor verem...O Eggsy ainda teria muito a aprender do James Bond porque apesar de badass, continua a comportar-se como um puto em missões mais...sensíveis...
E se a Poppy se tivesse lembrado de exterminar os Stateman - de surpresa como fez aos Kingsman - o filme tinha acabado mais cedo!

Achei irónico que no final dos créditos esteja o disclaimer a jurar que não receberam dinheiro para ter personagens a fumar tabaco, mas não têm nenhum disclaimer a jurar que não receberam dinheiro das tabaqueiras para promover o "legalize it" que ia beneficiar as tabaqueiras que entrariam abertamente no negócio das drogas. Mas, product placement e propaganda aparte, é interessante a leve crítica à "guerra ás drogas" e á atitude dos orgãos governativos mais conservadores.
Em suma, bom entretenimento que não fere o cérebro, mas diverte.


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Lembro-me bem quando estreou o "Jumanji" original, em 1995, mas acabei por nunca o ver completo, apenas excertos na TV anos depois. Não sei se por alguma antipatia com o estilo de comédia do Robin Williams ( e no entanto acho que vi o "Flubber", dois anos depois) mas nunca tive grande interesse pelo filme. No entanto, há alguns anos até gostei de ver a espécie de remake espacial "Zathura". Por acaso, fui ver, "Jumanji: Welcome To the Jungle", esta sequela 22 anos depois com o espírito: "mais um filme para passar na SIC no fim de semana à tarde". E é mesmo isso que o filme é, mas em bom, dentro do género "comédia com acção e fantasia". Basicamente é o "The Breakfast Club in the Jungle", com o grupinho de esterótipos obrigatórios: o atleta burro, o tótó inteligente, a popular fútil, a impopular não muito bonita. Durante uma tarde de castigo na escola, são engolidos para dentro de um jogo de aventura na selva. 

Para sair do jogo de volta ao mundo real, têm que recuperar um MacGuffin e devolvê-lo ao Covil dos Thundercats. A sério.

Portanto, um filme bastante linear, com personagens diferentes e que vão ter que aprender a confiar e trabalhar em grupo para concluir o objectivo, mas o resultado final é melhor que o espectável, as sequências de acção não chegam a maçar e o sentido de humor acerta quase sempre, sem resvalar muito na escatologia, e até dois actores que geralmente me deixam de pé atrás - Jack Black e The Rock - conseguiram um registo auto-paródico com alguns bons momentos. E tenho que dar pontos extra pela presença da Karen Gillan, que sigo "com interesse" desde o tempo de Doctor Who.

Perderam o oportunidade de fazer deste filme um punjente panfleto feminista de denúncia ao drama das personagens femininos de aventura na selva que são vestidos pelo patriarcado em trajes menores e inadequados para aventuras na sela. E sobre os afro-descendentes que nas aventuras são sempre os carregadores da tralha dos exploradores de renome. 

Nota: Já é o terceiro filme que vejo com este título, e o segundo com este título com o The Rock. E eu sou um novato nas coisas relacionadas com videojogos, mas estava-me a incomodar que o Jumanji se transformou num jogo para uma consola estilo Atari 2600 mas o raio dos gráficos dos menus de seleçção de jogadores 



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Numa galáxia muito próxima, nos anos 80, continuava a vontade de ordenhar o filão da Guerra das Estrelas, ou pelo menos de aventuras espaciais. Este "Spacehunter: Adventures in the Forbidden Zone" foi mais um a tentar a sorte, com resultados mistos.
O plot é simples, uma nave é destruida por um incidente astronómico, e três mulheres aterram no planeta mais próximo. Imediatamente encontram estranhos nativos sobreviventes da epidemia que devastou a colónia de humanos. Tudo foi para o raio que o parta e o planeta está cheio de rejeitados do Mad Max, mais algumas criaturas bizarras que incluem uma espécie de anões que cantam em coro e atiram cocktails Molotov, vampiros obesos nús a descer os tubos do Aquaparque, mini-dragões... 
Han Solo e Lando Calrissian vão competir para encontrar as míudas e devolvê-las para receber a recompensa. Vão ser ajudados pelo Jar Jar Binks, que depois de um banho forçado numa poça imunda se transforma na futura namoradinha dos anos 80: Molly Ringwald pré-"Sixteen Candles" e "Breakfast Club". Quer dizer, acho que foi mais ou menos isto, já era tarde quando comecei a ver a fita. Obviamente, o overlord do planeta é o Overdog (Michael Ironside), um gajo muito mau, que está sempre a mandar fazer experiências genéticas e químicas nos sobreviventes, quando não está ocupado com atirar pessoas para labirintos mortais. Aliás, é das sequências que conseguiu melhor alguma tensão, quando a Molly, perdão, Niki tenta sobreviver no labirinto cheio de armadilhas. Imagino as lágrimas que o Michael Ironside verteu no interior da sua máscara de latex, enquanto gesticulava e exclamava "Ha" de dentro da fatiota que parece o resultado de uma noite de sexo do Barão Harkonnen com um Go-Bot. Ele depois limpou as lágrimas com o cheque. Melhor momento dramático do filme: o Overdog é apresentado ás novas cativas, e ordena a um dos capangas: "Despe-a!" para surpreender todos quando segundos depois acrescenta, vigorosamente: "Devagar...". Um Óscar retro-activo para o modo pervertido mas sensível como um homem envolto em latex e maquinaria com braços de robot industrial conseguiu actuar assim. A espécie de Han Solo, Wolff (tipo, "lobo solitário", cappice?) foi interpretado por Peter Strauss, que levei o filme todo a pensar que era uma cara conhecida, mas não me recordava de onde. Continuo na mesma. O seu mercenário rival e mas amigo da malta foi desempenhado pelo Caça-Fantasma que ninguém se lembra o nome (racistas!), Ernie Hudson.

"Spacehunter: Adventures in the Forbidden Zone" é de 1983 e estreou como "Caçadores no Espaço" em Portugal (16 Março de 1984), enquanto no Brasil se manteve o subtítulo: "Caçador do Espaço: Aventura na Zona Proibida". Foi realizado por Lamont Johnson e produzido por Ivan Reitman (o realizador dos "Caça-Fantasmas"). Boa banda sonora de Elmer Bernstein ("Os 10 Mandamentos", "Os 7 Magníficos"). O filme foi originalmente exibido com algumas sequências naquela tecnologia do futuro, o 3-D!
Fiquei com vontade de ver o filme quando há uns anos encontrei o poster num anúncio nos arquivos do extinto jornal "Diário de Lisboa". E até no ano anterior á estreia em Portugal, o suplemento "Sábado" do Diário de Lisboa dedicou uma página ao filme, com base na expectativa pelo regresso dos filmes em 3-D, o "renascer da Fénix" nos anos 80.
 Como ainda faltava para a estreia portuguesa, é usado a semi-tradução literal do filme como "Spacehunter: Aventuras na Zona Proibida".


Em suma, não envelheceu graciosamnete, mas para o que é, vê-se bem.


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Não é qualquer agente secreto que consegue sacar a Rainha das MILFS com movimentos como "matei o teu marido mafioso, o funeral foi bonito, toca lá a despir-te aqui no meio dos cadáveres dos assassinos. Bela decoração". E ele não estava a falar dos candelabros. Aprende, Ethan Hunt. (Agora a sério: agente que seduz ou é seduzido pela víuva do gajo que limpou o sebo...acho que já vi isso algures...)
E mesmo assim...com o Bond de Craig a maio caminho do brutamontes de "Casino Royale" e o charme dos filmes "antigos", conseguiram fazer um filme do James Bond ainda mais banal e aborrecido que o anterior [link]. O filme safa-se pelas cenas de acção, a fotografia, banda sonora, o habitual, mas que raio foi aquele Blofeld? Xiça, o Dr. Evil era mais credível como Blofeld. "Ah, e tal, tinha um gato e tudo, um covil numa cratera de meteorito, e um actor talentoso...". Pára já ai, foi merdoso mesmo SPOILERS: "Ai, gostava de ser filho único e o meu pai acolheu um órfão! Vou matar o meu pai, fazer-me de morto, estagiar no McDonalds a fritas batatas e depois ser promovidoa a chefe dos chefes dos vilões! Bhua-ah-ah!" SPOILERS Porra, o Bautista foi mais interessante e mal falou...
Vamos ver que tal será o próximo, se pagarem o suficiente para o Daniel Craig não ameaçar cortar os pulsos, outra vez.
Desabafo inicial: "SPECTRE - Letterboxd".

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