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A mostrar mensagens de abril, 2026

Capitães de Abril (2000)

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Além de promos apenas tinha visto alguns clips durante alguma exibição na TV, mas só agora tive oportunidade e interesse para ver de uma ponta a outra o filme português  "Capitães de Abril" a reconstrução dos acontecimentos do maior dia de Portugal no século XX, o dia da Revolução dos Cravos , o 25 de Abril de 1974 .  Maria de Medeiros ("Henry & June", "Pulp Fiction") realizou, co-escreveu e actuou em  "Capitães de Abril" , vertendo experiências pessoais na estória da História de Portugal; que serviu ao espectador sem ingenuidade e com contrariedades na medida certa para ser emocionante mas sem fotocópias ou  fangirling das Figuras Históricas. Li por ai nas opiniões auto-importantes num qualquer agregador de críticas, que na película faltou mostrar o ponto de vista d '"o outro lado" , e claro: sem influências ideológicas de esquerda, mostrar todo o caos que se seguiu, a descolonização "sem planeamento"  e toda a rest...

O Último Clube de Vídeo Português

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O Último* Clube de Vídeo em Portugal - Videoclube DL ( Montemor-O-Novo ). Depois de uma reportagem da TVI sobre o Último Videoclube de Portugal fui rever uns videos dos camaradas do VHS e CINEBLOG sobre o ultimo resistente do aluguer (e venda) de cassetes de video VHS , com um catálogo que inclui blockbusters, Oscar bait, cobóiada e pérolas adultas como "Max e os seus belos cús" ou "Influências Anais Indecentes" .  Não podiam faltar também os DVDs (os tais "filmes em CD" da reportagem da TVI, duvido que sejam VCDs ou CDi ) , CDs e num toque de "modernidade": os Funko POP . O Videoclube DL foi fundado ainda no final dos anos 80, mas mudou-se para Montemor-O-Novo em 21 de Julho 1992 , com VHS e música em discos de vinil e CDs. A loja tem sido aguentada pelo Sr. Laurindo Grenha  navegando contra a corrente global de abandonar as mídias físicas. O video do canal VHS (Vilões, Heróis e Sarrabulho) : E o do CINEBLOG  de J.B. Martins (não somos ...

Project Hail Mary (2026)

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O hype era enorme, mas decidi que, mesmo assim, precisava assistir a um filme de ficção científica que não fosse uma franquia e que não tivesse medo de usar cores. Bem, eu entretanto tinha criado vários parágrafos, mas parece que esqueci de salvá-los...E vamos lá:  Enfim, ainda não li o livro que serviu de base para o filme, mas a estrutura da obra é um pouco estranha. Começa in media res , de uma forma bem sombria, e progride com flashbacks que minam o esforço do personagem para simplesmente sobreviver sozinho em uma nave espacial vazia. Depois de quase uma hora, as cores começam a clarear e a esperança renasce. As sequências de montagem abreviam o pesadelo linguístico de se comunicar com um ser alienígena a um nível tolerável para o espectador comum. Não é ruim, só apressado. Eu adoraria se algumas cenas épicas fossem um pouco mais longas, para que pudessem ser apreciadas com mais calma. Segundo o que tenho lido, aparentemente ficou muita fita (metafórica) no chão da sala de ediç...