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Há algum tempo atrás, numa galáxia da esquina, um sábio declarou:

"Não sei se vou ter tempo de fazer o TOP 10 no final do ano porque o meu irmão vai estar cá no Natal e como ele só vem poucos dias de França é capaz de ser apertado para mim por isso fica já despachado o meu Top. Assinado: Bruno Duarte".
Eis sem mais delongas o aguardada nova instalação videográfica de B. Duarte, um TOP que subverte e desconstrói a linearidade temporal da lista de preferências tradicional. E tem piadas.
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Jurassic World: Camp Cretaceous

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Stranger Things 3 | Poster


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Consta que o eternamente adiado novo remake/reboot do filme "Masters Of The Universe" (1987) já tem protagonista, já tem data de estreia e já tem um poster promocional que reproduzo acima; mas eu só acredito quando estiver sentado na sala escura do cinema a ver a segunda iteração das aventuras de He-Man no grande ecrã.
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Na Foto: Elton John a cantar The Nightmare Before Christmas. Cortesia de Tim Burton.


Já nem sei como é que se escreve. Acho que entrei na minha conta?

Quero começar esta crítica ao filme Rocketman respondendo desde já às três perguntas que muitos fizeram depois dos trailers:

- Como é que este filme faz ligação com o Universo Cinematográfico da Marvel?

R: Há uma cena em que eles fazem referência aos acordos de Sokovia, quando o Elton apanha o seu manager a ser "entrevistado"ao pé da piscina.

- Em que altura do filme devo ir à casa-de-banho?

R: Quando der a vontade.

- Existe alguma cena em que o Elton se transforma num foguete?

R: Sim.

 A cena em que o Elton John descola como um foguete é um bom resumo não só da sua carreira como do filme em si. É algo muito esperado. "É claro que vão fazer isso". E todo o filme é prevísivel nesse aspecto, não só pela característica de se tratar de uma biografia de um artista que a Fnac irá delirar para fazer uma campanha póstuma como, e sendo mais problemático, a sua execução bate todas as notas deste tipo de filme. A única surpresa aqui, e certamente irá fazer com que algumas pessoas se levantem da cadeira para pedir o reembolso, está no facto de o filme ser mais musical do que se espera. Quero dizer que além de o Elton cantar no piano em casa e de gravar num estúdio, também a sua família participa no acto. Todas as personagens começam a cantar excertos das suas músicas emblemáticas e, quando menos esperamos, estamos agora a ver todo um número musical coberto de figurantes, quando ainda nem há 5 minutos estavamos a ver as personagens a ligar para a NOS porque a SportTV estava sem sinal. Podemos nunca vir a saber se conseguiram acabar de ver a Seleção Sub-21 porque a meio do músical saltaram a infância toda.

Dito isto, apesar de ser bastante seguro, o filme eleva-se por ter bastante orgulho em si próprio. Nota-se que o Elton John é amado neste filme, sendo também esse o tema principal, o quão ele é ou não amado. Desde o primeiro frame em que vemos o seu vulto extravagante que percebemos que o realizador está ansioso para contar esta história. Dando crédito onde ele é merecido, apesar de também o início não ser nada de novo, consegue introduzir como que por imediato a personagem e tudo o que precisamos de saber para gostar dele. O filme nunca se afasta de o mais interessante ser o Elton, estando ele sempre presente em quase todos os planos e, quando não o vemos, sentimos sempre a sua presença. Esta é elevada pela performance brilhante de... pera aí que eu tenho de ver o nome no Google. Eu sei quem é o actor mas é a primeira vez que falo dele porque não vi o Kingsman. Só um segundo por favor...

Taron Egerton. Credo, é isso. Eu sabia que era uma personagem do Game of Thrones.

Raramente pensei que estava a ver o actor. Embora a maquilhagem convença muito bem, o que realmente vendeu foi a sua actuação, que merece no mínimo um prémio Sophia.

Embora ele seja o óbvio destaque, todo o elenco está bom à excepção da Bryce Dallas Howard. Não sei em que filme ela estava, mas não era o mesmo, e isso tornava-se cada vez mais evidente quando depois de vermos a sua actuação bizarra passávamos para o marido e para a mãe e percebiamos o que era actuar a sério. O contraste da qualidade foi tão chocante que ela, sozinha, quase conseguiu com sucesso afundar o filme para mim. Por norma simpatizo com a Bryce, especialmente naquele episódio do Black Mirror em que ela faz com que o Markl fale mal de um filme (é uma série de sci-fi), mas aqui ela estava numa novela da SIC dos anos 2000. Horrível.

O outro ponto que quase tornou o filme, para mim, mediocre, foi o final. Tal como tudo o que ocorreu anteriormente, não foi nada de novo, sendo talvez o cúmulo dos clichés. Contudo, este safa-se com uma cena que, apesar de também ser cliché e ser uma mensagem absurdamente directa, acaba por ligar-se ao início do filme e finalizar o arco da personagem num tom minimamente artístico, deixando-me satisfeito que baste. Nada por aí além, um final pensado por qualquer estudante de cinema (eu próprio escrevi um guião baseado no mesmo conceito), mas que acaba por satisfazer mesmo que, mais uma vez, seja muito seguro.

Em semelhança, todos os conflitos e ideologias do filme são absurdamente óbvios. Não há margem para se pensar em qualquer significado, é exactamente aquilo que parece e sei disso porque as personagens dizem muito literalmente qual a mensagem da cena em que estão. Ainda assim, as mensagens são boas o suficiente para fonte de inspiração e algumas até carregam o filme todo.

Devo confessar que embora eu sempre tenha gostado do Elton John, eu não o ouvia. Nunca tive nenhuma das suas faixas no meio da minha lista de música para jogging em Chelas, e pouco sabia sobre a sua vida além dos pormenores mais mediáticos ou das histórias que o Herman conta. Nesse aspecto, não sei se houve alguma escolha polémica para os fãs, mas conseguiu fazer de mim um deles, não só pela qualidade das músicas mas pela forma como me foram vendidas pelo... Terion... Te... opá o nome dele está lá em cima.

Apesar de eu sublinhar muito o quão o filme é seguro, devo referenciar o que quero dizer quando digo que tem orgulho da pessoa que retrata. A história toca em todos os pontos importantes, desde a sua homossexualidade e como os pais foram seres horríveis, ao uso e abuso de drogas e de manipulação sexual que sofreu toda a vida. Nunca chega a entrar pelo caminho sombrio, talvez com receio de quebrar o ritmo consistentemente frenético, mas bate o suficiente nestes pontos que caracterizaram a quase-destruição da pessoa. A única excepção será um dos casamentos que, embora mais uma vez seja óbvio a mensagem que quer passar, descarta sem a merecida exploração sobre o impacto que teve na sua vida.

Mesmo com os meus problemas reportados, principalmente no que toca à Bryce Dallas Howard que está aqui mais detestável do que no Spider-man 3 (o problema não é ser uma personagem que odiamos. O marido é completamente desprezível sem uma amostra de afecto, contudo tem a segunda melhor actuação), o filme tem sucesso na sua missão mais importante: a celebração da vida do Elton John, com todos os pontos negros. Saímos da sessão a sentir que sabemos tudo o que é preciso para compreender o percurso da carreira e quem é realmente este artista. E embora todas as situações que o caracterizam sejam tratadas de um modo embelezado ao estilo de video-clip, eu aceito por ser a pessoa que é. Faz todo o sentido a forma como a história é tratada, sendo o meu momento favorito quando é levado para o hospital para ser limpo da overdose. O momento é caracterizado por um músical digno da Broadway e do Casino do Estoril, mas aqui é elevado acima por tratar o que foram as portas da morte com beldade.

Rocketman é um filme que mostra dedicação não só à carreira como ao sofrimento do artista, sendo dada a enfâse, de forma acertada, ao lado negro da sua vida. Ainda que lhe falte o conceito subtil de narrativa, faz tudo o que é necessário para percebermos porque é que a personagem (e individuo real) chegou onde chegou, para o bem e para o mal. Por isto comento que é o mais próximo que teremos à versão do Bohemian Rhapsody pelo Sasha Baron Cohen, sendo que, naturalmente, não é tão bom como poderia ser mas é uma tentativa que merece melhor o nosso tempo do que o próprio Bohemian Rhapsody.

Recomendado para fãs do Elton John, recomendado para quem não se importaria de se tornar fã e recomendado para quem quer dizer que viu pelo menos um dos filmes nomeados nos Oscars.


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Dezenas de leitores escrevem-me a perguntar porque não faço muitas actualizações como antes ou porque não desisto logo e vendo o blog a uma corporação por milhões de euros? Mentira, só recebo cartas de propostas de parcerias que tenho que recusar por falta de tempo - e vontade - de manter este projecto a um ritmo diário. Coitados devem pensar que recebemos o nível de visitas de antigamente, antes das "redes sociais matarem a blogosfera". Sei que podia manter isto investindo em artigos sensacionalistas e clickbait, mas precisamos tanto disso como uma trepanação no crânio feita ás escuras e sem anestesia. Não acreditam? Leiam o artigo "Top 1000 momentos racistas do trailer do Spider-Man 2. O número 328 deixou-me de boca aberta.". Good stuff.
Enfim, passou mais um ano, e tudo o Mundo e o CINE31 completaram 14 rotações em redor do Sol, parabéns a nós e obrigado a todos os que ainda vêm visitar o estaminé!

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No caminho para o 2º piso - restaurantes, churrasco e cinemas - o ruído das peças do elevador fazia-me temer uma visita extra-rápida à cave do centro comercial, sem paragens. O chato, pensaria eu depois nos destroços do elevador era não chegar a tempo do inicio da sessão. Sala cheia de adolescentes e semi-adultos. Os sacrifícios que faço. Portanto, no filme anterior Thanos dizimou metade dos seres vivos do Universo. O nosso planeta - os EUA - ficaram na merda, e os heróis sobreviventes frustrados por falta de um modo de reverter essa catástrofe. Mas, como o filme tem mais de 3 horas, sabemos à partida que existe um plano para desfazer o genocídio perpetrado pelo vilão Thanos.
Foi uma sábia decisão deixar de fora do material promocional a maioria do filme, contrariando a moda dos trailers que contam toda a história da fita em 2 minutos. 
Neste caso, volto a dar a mão à palmatória a quem consegui cozinhar uma história coerente com tantos personagens. Mas a direcção das cenas de acção ficou inferior nesta continuação. As cores escuras, câmaras epilépticas rimam, mas não combinam, com batalhas épicas. Podiam ter tomado emprestado alguns slow motions do Zack Snyder para aproveitar melhor aqueles moneyshots que parecem saídos das splashpages da BD (3 anglicanismos na mesma frase! Esqueci-me de usar fanservice, termo colado ao manga e anime, mas, usado em profusão nas criticas que li ultimamente).  Há uma boa dose de plot twists, momentos divertidos e dramáticos. Já disse muitas vezes que me surpreende a forma como os estúdios Marvel tiveram pulso para em 22 filmes de estilos, géneros e fórmulas diferentes criar um universo coerente que até se estendeu para as pouco amadas séries de TV. Se fosse um gajo mais extrovertido tinha batido palmas de pé. E tenho a certeza que vai melhorar - para mim - num segundo visionamento.
Pertinho do final ouvi na sala escura alguns fungares e choros tímidos, mas pessoalmente, depois de meses de preparo mental para despedir das personagens, foi um pouco como quem tem familiares no hospital à espera da morte anunciada. Mais que as mortes custou-me ver os funerais. Não digam que é spoilers, porque era mais que sabido que iam acontecer mortes - a sério.
Em comum com a saga do Senhor dos Anéis - além da longa-longa-metragem - os múltiplos "finais", mas havia muitos nós por atar e passagens de testemunho por realizar. Gostei muito de ver que finalmente o Capitão América e o Bucky deram o nó. Uma cerimónia linda.
Temo que a decisão de colocar a Capitã Marvel como a figura de proa desta nova fase do MCU possa ser um grave erro. É uma figura com poder demais, como demonstra este e o final do seu filme solo. Sem uma personalidade mais carismática e histórias interessantes vai ser difícil ser mais que um deus-ex-machina. Mas, também me ri quando o Chris Evans foi escolhido para Capitão América, e o resto é história.



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Só a ficção podia trazer um padre (ou pastor) que é um predador - literalmente - mas do lado do Bem: "The VelociPastor". Ganha pelo menos o prémio de melhor luta em roupa interior.
Contemplem então o trailer de "Velocipastor":


O Velocipastor (com data de 2017 a 2019 conforme o site que consultar) é a versão longa da curtametragem em forma de trailer de exploitation "Velocipastor" de 2011, do mesmo realizador e escritor, Brendan Steere. Apesar da maior quantidade de meios, a fita continua propositadamente a parecer um exploitation baratuxo:


A premissa é a mesma, um pastor ganha a habilidade de se transformar num dinossauro e vira a sua sede de sangue para a comunidade criminosa. Da curta para a longa-metragem é visível a adição de ninjas! Os nazis devem ficar para a sequela!
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Depois de longos meses de agonia, foi finalmente revelado o Teaser Trailer para o "Episódio 9" da Saga principal da "Guerra das Estrelas" (Star Wars) no evente "Star Wars Celebration 2019".
Vamos então ver o teaser que vai manter os fanboys ocupados nos próximos tempos, "Star Wars: The Rise Of Skywalker ":



Por agora, estou a odiar o título. É uma bela bofetada na cara do Johnson que realisou o Last Jedi...
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Joker - Revelado o primeiro Poster de promoção desta invulgar adaptação da origem do aqui-inimigo do Homem-Morcego.



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Avengers: Endgame - 3 Posters





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Imagino que cá pelo burgo não se tenha usado o "Capitã Marvel" a que os portugueses estavam habituados nas BDs para evitar enfurecer o espírito de algum general que se ergueria do túmulo a sibilar "As patentes militares não têm género!!! Angola é nossssssaaaaa". Fica o Brasil com a Capitã e a ex-Presidente Dilma, e Portugal com a Capitão e o Presidente das Selfies.
Mas títulos à parte, começo por decretar que todos os que esperavam pelo gostinho do Mc-Feminismo mereciam um filme melhor. A diversidade é importante, mesmo a diversidade made in Hollywood, não me levem a mal. (Eu nem devia ter que me justificar, mas infelizmente sei como funciona o mindset dos extremistas que não admitem uma crítica.) Mas felizmente foi deixada de lado a abordagem "matar-os-homens-brancos-heterosexuais" para o preferido dos homens-brancos-heterosexuais-que-financiam-blockbusters: "we can do it". Felizmente - ponto positivo do filme - não se opta pelo sermão e a abordagem a esses temas é bem mais casual, tal como na sociedade o sexismo é casual e entranhado.
A realização (mais uma colaboração de Ryan Fleck e Anna Boden, habituados a filmes modestos) é muito frouxa, a concretização de certos momentos e principalmente sequências de acção deixa muito a desejar. No geral, o humor funciona - quase - sempre, a banda sonora não é memorável mas é mais vivaça que o habitual. Um dos pontos altos é a versão mais jovem de Nick Fury (futuro manda-chuva da SHIELD) o gato Goose e os SPOILERS relacionados com os Skrull. Apesar de uma abordagem radicalmente diferente do que décadas de BD condicionaram o fã a esperar, foi uma agradável surpresa. Mas nem a química de Fury, o gato e os Skrulls compensa pela irregularidade da protagonista, que apesar de ter os seus momentos, a actriz Brie Larson passa parte do filme tão inerte como a sua contra-parte dos lacticínios. Percebo o trauma, reencontrar elementos do passado que não causam reacções emocionais, porque as memórias afectivas não estão lá... Nem todos os personagens têm que ser palhaços esquisofrénicos, mas, vá lá... A acção do filme decorre nos anos 90, mas a produção foi tão contida nas homenagens nostálgicas que se não fosse a existência de lojas de Blockbusters e telefones fixos, algumas músicas e a inexistência do Google podíamos não ter dado por isso...o que não é objectivamente negativo. Outro elemento que se torna estranho pela sua ausência é o mínimo sinal de vida amorosa, tanto na sua vida vida na Terra como em Hala. Uma ausência que muitas vezes seria bem vinda num género onde geralmente esse elemento é metido à martelo. No entanto, é estranha a escolha de manter a "capitã" assexuada num filme que supostamente lida com o trauma de desconhecer a verdadeira identidade e recuperar as memórias de uma vida (SPOILERS: que felizmente não regressam no habitual cliché "I know Kung fu") . A minha teoria é que vão guardar o "interesse amoroso" para uma sequela, ou se quiserem causar uma onda de histeria entre os fanboys, podem admitir que Carol e o seu mentor andaram a... quebrar a protocolo... 
Em suma, todos, fãs hardcore, fãs casuais ou fãs de modinhas, merecíamos um filme melhor. Se estão a planear que a Capitã Marvel ocupe no Universo Marvel o lugar do Iron Man...vão ter que se esforçar mais...

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Stranger Things 3 Poster


#StrangerThings3 #poster #1985 #blog

Reposted from @netflixpt - 1985 não voltará a ser o mesmo. #StrangerThings regressa a 4 de julho de 2019.
https://www.instagram.com/p/BsFrxjhnBnO/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=x1d3rfsmlekk






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"Iron Sky: The Coming Race", um novo Trailer:


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Já se encontra online o fanfilme de homenagem aos clássicos filmes de acção e ninjas dos anos 80.
Podem ir ver, é de borla:




Recordem o trailer aqui: "Commando Ninja - Trailer"
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