The Dark Knight Rises

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The Dark Knight Rises - todas as novidades, vídeos e fotos sobre o novo filme do Batman!!
Man of Steel (2013)

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Man of Steel - todas as novidades, vídeos e fotos sobre o novo filme do Super-Homem (Superman)!! Estreia em 2013.
The Avengers / Os Vingadores - Trailers, fotos, filmagens e tudo sobre o filme que reúne os maiores heróis da Marvel.

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Tudo sobre os heróis da Marvel: IronMan, Thor, Captain America, Hulk, Black Widow e Hawkeye.
Immortals / Imortais [2011]- Review by Sofia

Immortals [2011]

Immortals / Imortais [2011]. A crítica por Sofia.
Transformers: Dark Of The Moon. A crítica por Cine31. The Review by Cine31

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X-Men First Class

As Aventuras de Tintim - O Segredo do Licorne" (The Adventures of Tintin)

As Aventuras de Tintim - O Segredo do Licorne"- Trailer, fotos, etc. Estreia a 27 de Outubro.
Mission: Impossible - Ghost Protocol [Missão Impossível: Operação Fantasma]

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The Girl with the Dragon Tattoo / Millennium 1 - Os Homens Que Odeiam as Mulheres [2011] - Crítica por Sofia/ Review by Sofia

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Super 8 - A Crítica por Cine31 / The review by Cine31.

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The Hobbit

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Immortals / Imortais [2011]- Crítica por Cine31 - Review by Cine31

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Anonymous (2011) A Crítica por Sofia / Review by Sofia.

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Christian Bale - O Camaleão


Christian Charles Philip Bale (obrigado Wikipedia) - faz hoje (30 de Janeiro) 38 anos.
Inglês de nascença, brilha nos EUA desde os 13 anos com o filme  Empire of the Sun (1987) de Steven Spielberg


Apaixonado por literatura e por teatro é actualmente um dos actores mais respeitados do cinema (com os seus altos e baixos - como qualquer actor), não só pelas interpretações que faz, mas por sujeitar muitas vezes o seu próprio corpo a alterações profundas e camaleónicas. Não estão em causa alterações de corte ou cor de cabelo, nem de colocação de lentes de contacto ou coisas semelhantes, estão em causa transformações radicais, muitas vezes num curto espaço de tempo e que podem colocar a sua saúde em causa. Na sua carreira já conta com muitas nomeações e alguns prémios. 



Eis alguns momentos da carreira do actor:

Empire of the Sun 
Velvet Goldmine
American Psico
Reign of Fire
The Machinist
Batman Begins
Rescue Dawn
The Prestige
Public Enemies


The Fighter


E assim são... Os Dias do Cinema

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Immortals [2011] por Cine31


O luxuriante visual é mais aparentado com os padrões orientais do que os que habitualmente identificamos como tipicamente gregos, ou seja, mais dentro da imagem de marca dos anteriores trabalhos do realizador Tarzem Singh (The Cell, The Fall). Todos os planos estão construídos ao milímetro, extremamente apelativos ao olho. Os clássicos livros de mitologia foram pela janela fora, e a história de Teseu é reinventada. Eu sempre gostei da mitologia grega, das aventuras de heróis como Ulisses, Hércules, etc, mas sinceramente os detalhes já se foram. A idade não perdoa!

Independentemente de preciosismos, históricos ou mitológicos, o melhor do filme são as cenas protagonizadas pelos imortais do título, os deuses do Olimpo, que - surpresa - desta vez não são velhos enrolados em togas, mas sim belos jovens no pico do vigor físico, extremamente poderosos em batalha.

O ponto mais fraco do filme é o plot, mais que batido, mas nota-se o esforço para desenvolver minimamente as personagens, mesmo dentro dos padrões arquétipos que simbolizam: o jovem herói, a virgem, o conselheiro,  o mauzão, etc.


O protagonista Henry Cavill é Teseu, o lendário herói grego. O actor prova que está apto para o papel fisicamente exigente de Super-Homem no "Man of Steel" de Zack Snyder. Teseu tem uma vida simples numa pequena vila, na companhia da sua mãe e de um mentor idoso. A calma acaba quando a horda do rei Hyperion (Mickey Rourke) chega para lançar o caos e destruição, em busca do mítico Arco de Épiro, uma arma devastadora. Hyperion pretende usar o arco para libertar os Titãs, os vencidos da antiga guerra em que os deuses do Olimpo saíram vencedores. 

Depois de Hyperion matar a sua mãe e de o escravizar, Teseu conhece Fedra (Freida Pinto), a oráculo virgem e o colega escravo Stavros (Stephen Dorff), que o auxiliam na obtenção da vingança.  Entretanto, os deuses assistem de camarote ao desenrolar dos acontecimentos, proibidos por Zeus (Luke Evans) de intervir na vida dos humanos. Zeus, como bom líder, obviamente não segue as suas próprias regras. Descrente nos deuses, Teseu depressa se "converte" e luta por vingança e pelo feito de impedir Hyperion de desfigurar a civilização humana e imortal. Outra cara do elenco conhecida dos nerds é Isabel Lucas (a Decepticon pretender de "Transformers: Revenge of the Fallen"), como a deusa Atena.
Bem melhor que o recente "Clash of the Titans" [ler crítica], com temática semelhante, "Immortals" vale pela visão diferente dos deuses gregos, pelo apetitoso banquete visual e cinético do caos dos corpos e das batalhas, com muito suor e sangue CGI pelo meio. E acaba com um bom gancho para uma sequela!

A minha sócia já tinha falado sobre o filme: "Immortals" por Sofia.
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The Descendants (2011) por Sofia

[spoiler]

O realizador Alexander Payne o mesmo de Sideways e About Schmidt já nos habituou a colocar na tela assuntos / histórias que abordam temas aparentemente banais. No entanto na banalidade dos temas, consegue dos actores que escolhe como protagonistas interpretações incríveis, tornando na verdade os enredos tudo, menos banais.



A história é basicamente a seguinte: um casal - o homem mergulhado no trabalho e com pouco tempo para se relacionar com as filhas e para "alimentar" o casamento. A mulher adultera está em coma. As filhas  são rebeldes e com graves problemas no que diz respeito à autoridade. 
O que é que há de novo aqui? Nada. já vimos esta história vezes sem conta - no cinema, na televisão, em literatura e até na casa dos vizinhos do lado. Então o que é que torna este filme tão aclamado pela crítica, considerado por muitos um dos dos "melhores de 2011" e - agora já sabemos - nomeado para cinco Óscars nas categorias de Melhor Filme, Melhor Actor Principal, Melhor Realizador, Melhor Montagem e Melhor Argumento Adaptado





Porque toda a simplicidade e banalidade da história em causa é espelhada na interpretação incrível de George Clooney. O actor usa e abusa da sua fisicalidade e até mesmo da sua aparente ausência de expressão facial - com ela mostra-nos sentimentos, estados de espírito e sobretudo o ridículo humano de que todos padecemos. O filme tira-nos um sorriso nervoso no meio de uma situação depressiva ou dramática e faz-nos ficar pensativos no meio de uma cena em que devíamos rir.

Se Clooney é deslumbrante como Matt King, as duas novatas Shailene Woodley (como Alexandra King) e Amara Miller (como Scottie King) dão um toque de graça e complementam de forma correcta e eficaz a soberba interpretação do protagonista. 
É a aura simplista do filme que cativa a atenção do espectador. É um filme sobre relações, traição, amor, ódio, perdão, descoberta, respeito e justiça. Também é possível pensar também no filme como uma lição de vida sobre a morte - aquela que todos esperamos um dia, mas para a qual dificilmente estamos preparados para a receber e aceitar. O toque de génio do filme é que é para ser visto com um sorriso na cara, mas ao mesmo tempo com uma lágrima inevitável e fácil.


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The Girl with the Dragon Tattoo (2011) por Sofia

[spoiler]

Sentei-me no cinema totalmente ausente de informações detalhadas. Não li os livros de Stieg Larsson, não vi as adaptações suecas e esforcei-me (como sempre) por não ler criticas (negativas ou positivas) sobre o filme. Mas tinha as expectativas altas, tudo me fascinou na publicitação ao filme - os trailers, os posters, as fotografias, as entrevistas dos protagonistas. As expectativas estavam ainda mais elevadas por Daniel Craig estar no elenco.



Dificilmente alguém entenderá este filme se não perceber aquilo que caracteriza os suecos, de forma resumida e sem entrar em grandes detalhes - contenção, impaciência, ironia, independência, fascinados por regras e viciados em noticias. Terra de Vikings e de suposta neutralidade na Segunda Guerra Mundial. A história por detrás do filme, é crua, violenta e tem na personagem Lisbeth Salander (interpretada por Rooney Mara) a prova da fragilidade aparente de um sistema de institucionalização e salvaguarda de "menores" oca e cheia de erros profundos. 

É uma história de investigação policial. Com um cheirinho a Poirot, Sherlock, Hitchcock e até Jessica Fletcher da série Murder, She Wrote. O cenário-crime no seio de uma família numerosa é sempre uma receita fantástica. Um desaparecimento, várias mortes. Todos são suspeitos, todos são testemunhas, todos são inocentes. Um enigma por desvendar, um puzzle por completar. As peças estiveram anos e anos à frente de todos, mas poucos as souberam ver e interpretar.




No decorrer do filme são lançadas várias pistas para a investigação e as personagens principais começam a ser misturadas no enredo, e ao mesmo tempo, são esmiuçadas as suas vidas, formas de ser e de estar. 
Mikael Blomkvist (Daniel Craig) um jornalista de investigação e sócio da revista Millenium, está envolvido num escândalo juridico e mediático com um alto elemento do mundo das finanças.
Lisbeth Salander (Rooney Mara) é uma espécie de "detective particular" inteligente e irreverente. Com uma história de vida dura, só, sobrevivente, lutadora, aparentemente desequilibrada, justiceira, vingativa, astuta e destemida. Será a companheira de Mikael na investigação do "crime familiar"
Henrik Vanger (Christopher Plummer) um empresário reformado, membro de uma familia conturbada e obcecado com o desaparecimento da sobrinha Harriet há 40 anos. Contrata Mikael para investigar este desaparecimento / morte. 
Martin Vanger (Stellan Skarsgård) sobrinho atento e preocupado de Henrik é um dos herdeiros da família Vanger e responsável pela empresa da família. 




David Fincher está habituado a personagens complexas, com problemas do foro psicologico, conteúdos violentos e personagens pouco sociais. Voltou a conseguir esse feito e conseguiu colocar no filme as características "tão suecas que os suecos têm". 
Tudo o que envolve a personagem Lisbeth é pensado ao detalhe - tatuagens, roupas, brincos, forma de ser, de estar, até de andar -  faz sentido com a carga que a personagem tem. Algumas cenas que a envolvem são de uma violência fria e cruel - fazendo lembrar momentos de Irréversible e até de The Accused. Violência esta que dificilmente é ignorada pelo espectador. 

Tenho que fazer destaque ao genérico inicial - é absolutamente fantástico. Faz lembrar um video de Woodkid ou algo produzido por Swizz Beatz para Jay-Z, por exemplo.
Sai do cinema com a sensação "quero mais". Quero ver esta dupla (Craig - Mara ou melhor dizendo Blomkvist-Salander) novamente.




Convido a visitarem o fabuloso site oficial do filme - aqui


Nota extra: a Daniel Craig até o cardigan mais simples fica brutalmente bem !
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Star Wars Uncut: Director's Cut


Finalmente está reunida para o público a versão definitiva do projecto colectivo "Star Wars Uncut: Director's Cut".
O objectivo foi dividir o clássico "Star Wars Episode IV - A New Hope" em centenas de cenas de 15 segundos de duração, e cada um dos incritos no projecto, de todo o mundo, e com liberdade total de técnicas - desde o stop-motion, animação, live action, etc, escolhia uma ou mais cenas de 15 segundos para as recriar à sua maneira. As  versões de cada cena mais votadas foram integradas na forma final do filme, que entretanto foi passando em festivais, ganhando notoriedade e um Primetime Emmy em 2010.
Participei no projecto em finais de 2009, recriando a cena 165, entre os minutos 42:16 e 42:30 da metragem, usando miniaturas, pode ver algumas imagens do making off aqui. É sem dúvida uma das coisas mais nerds em que tenho o orgulho de ter contribuído.

A Cena 165 [chegada do landspedder a Mos Eisley]:

Pode ver o filme completo no Youtube:


E no Vimeo:



Mais info sobre o projecto de Casey Pugh:



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Transformers 3 [2011] por Cine31

Por Cine31.




Como o povo costuma dizer: à terceira é de vez. Ou seja, depois de ver Transformers 3 pela terceira vez, finalmente decidi-me a terminar o rascunho desta crítica. Mas, pergunta o leitor enquanto joga as mãos à cabeça, incrédulo: "És louco? Submeteres-te voluntariamente à tortura cacofónica  de 2h30m de robots gigantes a destruírem-se uns aos outros? E em dose tripla?". E respondo: "Calma. Não vi as três vezes de seguida." Obviamente depois de ver na estreia em 2D, e dos meus amigos me "arrastarem" dias depois para a versão 3D. E passados estes meses todos lá me resolvi  a rever o capítulo final da trilogia.

Transformers 3, de título original "Transformers : Dark Of The Moon" devia ter-se chamado "Transformers : A Redenção de Michael Bay". Não quero dizer com isto que o filme seja uma obra prima, longe disso, é melhor que "Transformers: Revenge of the Fallen" (não deve ser difícil fazer melhor que este festival de enganos, mas que está na minha lista de guilty pleasures), mas não alcança o patamar erguido pelo primeiro "Transformers" (2007), o inicio da incursão de Michael Bay no universo Transformers, povoado pelos robots que ficaram conhecidos por Bayformers, devido ao visual marcadamente diferente das anteriores encarnações dos robots vivos de Cybertron.  O plot apesar de ter herdado os buracos do filme anterior, baixou os níveis de humor rasteiro, aumentou exponencialmente a quantidade de explosões por metro quadrado e introduziu uns elementos de teoria da conspiração, presentes no inicio da fita, relacionados com o verdadeiro motivo da corrida ao espaço nos anos 60: os EUA e a URSS queriam alcançar uma nave cibertroniana que se despenhou na nossa Lua. Delicioso o rápido cameo do antigo astronauta Buzz Aldrin como ele próprio, para confirmar o seu envolvimento na missão secreta da Apollo 11. E desta vez, até temos direito a um plot twist sinceramente inesperado e surpreendente, ainda mais para fãs. Mas e o personagem de Ken Jeong, WTF? O que foi aquilo? Ridículo. E o John Malkovich, o novo patrão de Sam, tão desaproveitado, e uma escolha surpreendente - tal como Frances McDormand - para um filme de acção.
Um ponto polémico, de que muito se falou durante as gravações, foi o despedimento de Megan Fox ( apesar do seu agente afirmar que saiu por iniciativa própria, as más linguas juram que foi por Fox ter comparado Bay a Hitler. Sim, o Adolfo... ) e a sua substituição por Rosie Huntington-Whiteley, no papel da nova namorada de Sam [Shia LaBeouf], a louraça Carly, uma personagem herdada da série clássica dos Transformers. Huntington-Whiteley não é tão carismática como Fox, mas para um papel tão reduzido, a modelo da Victoria Secret até não se safou mal. É sempre bom rever Alan Tudyk, aqui no papel de Dutch, o assistente do ex-agente Simmons (John Turturro), que retornou ao elenco, tal como os militares Lennox e Epps. Entre as novidades do elenco destaca-se Sentinel Prime - o antigo mentor de Optimus Prime e líder dos Autobots -  encarnado pelo mítico Leonard Nimoy, o Spock da Star Trek original, que curiosamente já tinha dado voz ao vilão Galvatron, no "Transformers - The Movie" de 1986. Gostei de algumas referências directas à série clássica, como por exemplo quando Megatron ocupa o trono no Lincoln Memorial [ veja mais no artigo: "Guiños a la serie animada..."].
O Sam Witwicky está mais velho, terminou os estudos, mas o seu envolvimento na crise do filme anterior dificulta-lhe a procura por um emprego [segundo a atitude do pai de Sam, parece que na América capitalista não ter emprego é um pecado capital. É melhor o senhor não vir a Portugal]. Depois de salvar o mundo duas vezes, e ser medalhado por Barack Obama, Sam sente-se inútil e vive às custas da namorada, mas felizmente vai ser salvo do tédio quotidiano pela iminente invasão Decepticon. Nada como robots gigantes assassinos para fazer esquecer os problemas. 


Algo que já me tinha irritado solenemente no "Revenge of the Fallen", e que ouço muito pouca gente mencionar, são as personalidades dos Autobots, que durante os combates não são compatíveis com a "personalidade padrão" de Optimus Prime ou Bumblebee, por exemplo. Nestes filmes, nas batalhas, em vez de guerreiros, protectores, são autênticas máquinas de matar, tão impiedosos como os Decepticons, sem preocupação em evitar danos colaterais. Cenas em que um Autobot esmaga um Decepticon contra um carro que passava na autoestrada, ou quando Optimus arrancou a cara do "The Fallen" no filme anterior, eram desnecessárias e out of character. Os cibertronianos são organismos vivos, não máquinas, têm mentes, personalidades e sentem dor. E apesar do foco destes filmes ser a acção, acho que foi nesse departamento que falharam mais. A banda sonora segue a cartilha dos anteriores, e os efeitos especiais continuam state of the art, com algumas flagrantes excepções: o JFK digital? Que horror. 
Na minha modesta opinião de quem viu poucos filmes em 3D, posso afirmar que o efeito 3D de Transformers 3 é melhor que o de Avatar. Ainda antes, quando vi o filme no bom e velho 2D, notei logo as diferenças no estilo de filmagem de Michael Bay, necessárias para se adaptar à nova tecnologia. Temos assim planos de mais longa duração, e com a imagem mais estável, para tirar mais proveito da técnica. Os robots estão melhor definidos contra o plano de fundo que nos filmes anteriores; e a distribuição dos personagens pelos cenários é mais clara, resultando em que as lutas são menos confusas. 
A trilogia é encerrada com um grande bodycount, várias cenas de acção impressionantes, mas definitivamente o resultado final sairia beneficiado com uma duração geral mais curta, mais destaque nas relações e personalidades dos robots, e consequentemente menos humanos.

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Sundance 2012

Começa hoje (de 19 a 29 de Janeiro) um dos mais aclamados festivais de cinema independente americano - Sundance Film Festival. Os prémios mais importantes deste festival são o de Melhor Filme e o Melhor Documentário. No ano passado nestas mesmas categorias os vencedores foram o filme Like Crazy e o documentário How To Die In Oregon.


Este ano estão em competição 58 filmes divididos por quatro áreas (fonte tvPrime)

EM COMPETIÇÃO – Ficção:

‘Beasts of the Southern Wild’ (EUA), de Benh Zeitlin
‘The Comedy’ (EUA), de Rick Alverson
‘The End of Love’ (EUA), de Mark Webber
‘Filly Brown’ (EUA), de Youssef Delara e Michael D. Olmos
‘The First Time’ (EUA), de Jonathan Kasdan
‘For Ellen’ (EUA), de So Yong Kim
‘Hello I Must Be Going’ (EUA), de Todd Louiso
‘Keep the Lights On’ (EUA), de Ira Sachs
‘Luv’ (EUA), de Sheldon Candis
‘Middle of Nowhere’ (EUA), de Ava DuVernay
‘Nobody Walks’ (EUA), de Ry Russo-Young
‘Safety Not Guaranteed’ (EUA), de Colin Trevorrow
‘Save the Date’ (EUA), de Michael Mohan
‘Simon Killer’ (França/EUA), de Antonio Campos
‘Smashed’ (EUA), de James Ponsoldt
‘The Surrogate’ (EUA), de Ben Lewin

EM COMPETIÇÃO – Documentário:

‘Ai Weiwei: Never Sorry’ (EUA), de Alison Klayman
‘The Atomic States of America’ (EUA), de Don Argott e Sheena M. Joyce
‘Chasing Ice’ (EUA), de Jeff Orlowski
‘Detropia’ (EUA), de Heidi Ewing e Rachel Grady
‘Escape Fire: The Fight to Rescue American Healthcare’ (EUA), de Matthew Heineman e Susan Froemke
‘Finding North’ (EUA), de Lori Silverbush e Kristi Jacobson
‘The House I Live In’ (EUA), de Eugene Jarecki
‘How to Survive a Plague’ (EUA), de David France
‘The Invisible War’ (EUA), de Kirby Dick
‘Marina Abramovic: The Artist Is Present’ (EUA), de Matthew Akers
‘Me at the Zoo’ (EUA), de Chris Moukarbel e Valerie Veatch
‘The Other Dream Team’ (EUA), de Marius Markevicius
‘The Queen of Versailles’ (EUA), de Lauren Greenfield
‘Slavery by Another Name’ (EUA), de Sam Pollard
‘Love Free or Die: How the Bishop of New Hampshire is Changing the World’ (EUA), de Macky Alston
‘We’re Not Broke’ (EUA), de Karin Hayes e Victoria Bruce

Cinema Mundial  EM COMPETIÇÃO – Ficção:

’4 Suns’ (República Checa), de Bohdan Slama
‘About the Pink Sky’ (Japão), de Keiichi Kobayashi
‘Can’ (Turquia), de Rasit Celikezer
‘A Cadeira do Pai’ (Brasil), de Luciano Moura
‘L’ (Grécia), de Babis Makridis
‘The Last Elvis’ (Argentina), de Armando Bo
‘Madrid, 1987′ (Espanha), de David Trueba
‘My Brother the Devil’ (Inglaterra), de Sally El Hosaini
‘Teddy Bear’ (Dinamarca), de Mads Matthiesen
‘Valley of Saints’ (Índia/EUA), de Musa Syeed
‘Violeta Se Fue a los Cielos’ (Chile/Argentina/Brasil/Espanha), de Andres Wood
‘Wish You Were Here’ (Austrália), de Kieran Darcy-Smith
‘Wrong’ (França), de Quentin Dupieux
‘Young & Wild’ (Chile), de Marialy Rivas

Cinema Mundial  EM COMPETIÇÃO  – Documentário:


’1/2 Revolution’ (Dinamarca/Egipto), de Omar Shargawi e Karim El Hakim
’5 Broken Cameras’ (Palestina/Israel/França), de Emad Burnat e Guy Davidi
‘The Ambassador’ (Dinamarca), de Mads Brugger
‘Big Boys Gone Bananas!*’ (Suécia), de Fredrik Gertten
‘China Heavyweight’ (Canadá/China), de Yung Chang
‘Gypsy Davy’ (Israel/EUA/Espanha), de Rachel Leah Jones
‘The Imposter’ (Inglaterra), de Bart Layton
‘Indie Game: The Movie’ (Canadá), de Lisanne Pajot e James Swirsky
‘The Law in These Parts’ (Israel), de Ra’anan Alexandrowicz
‘Payback’ (Canadá), de Jennifer Baichwal
‘Putin’s Kiss’ (Dinamarca), de Lise Birk Pedersen
‘Searching for Sugar Man’ (Dinamarca/Inglaterra), de Malik Bendjelloul





FORA DE COMPETIÇÃO e também divididos por quatro categorias (Fonte TVPrime)

SPOTLIGHT:

‘Corpo Celeste’ (Itália), de Alice Rohrwacher
‘Declaration Of War’ (Bélgica), de Valérie Donzelli
‘Elena’ (Rússia), de Andrei Zvyagintsev
‘Monsieur Lazhar’ (Canadá), de Philippe Falardeau
‘O Le Tulafale’ (Nova Zelândia), de Tusi Tamasese
‘The Raid’ (Indonésia), de Gareth Evans
‘Where Do We Go Now?’ (França), de Nadine Labaki
‘Wuthering Heights’ (Reino Unido), de Andrea Arnold
‘Your Sister’s Sister’ (EUA), de Lynn Shelton

PARK CITY AT MIDNIGHT:

‘Black Rock’ (EUA), de Katie Aselton
‘Excision’ (EUA), de Richard Bates, Jr.
‘Grabbers’ (Irlanda, Reino Unido), de Jon Wright
‘The Pact’ (EUA), de Nicholas McCarthy
‘Shut Up and Play the Hits’ (Reino Unido), de Dylan Southern e Will Lovelace
‘Tim and Eric’s Billion Dollar Movie’ (EUA), de Tim Heidecker e Eric Wareheim
‘V/H/S’ (EUA), de Adam Wingard, David Bruckner, Ti West, Glenn McQuaid e Joe Swanberg

NEXT:

‘Compliance’ (EUA), de Craig Zobel
‘I Am Not a Hipster’ (EUA) de Destin Daniel Cretton
‘Kid-Thing’ (EUA), de David Zellner
‘Mosquita y Mari’ (EUA), de Aurora Guerrero
‘My Best Day’ (EUA), de Erin Greenwell
‘Pursuit of Loneliness’ (EUA), de Laurence Thrush
‘Sleepwalk With Me’ (EUA), de Mike Birbiglia e Seth Barrish
‘That’s What She Said’ (EUA), de Carrie Preston
‘Twenty-Eight Hotel Rooms’ (EUA), de Matt Ross

NEW FRONTIER:

‘Bestiaire’ (Canadá, França), de Denis Côté
‘An Oversimplification of Her Beauty’ (EUA), de Terence Nance
‘The Perception of Moving Targets’ (EUA), de Weston Currie
‘Room 237′ (EUA), de Rodney Ascher
‘whiteonwhite:algorithmicnoir’ (EUA), de Eve Sussman

Serão exibidos como ANTESTREIAS:

FILMES:

’2 Days in New York’ (França), de Julie Delpy
Elenco: Julie Delpy, Chris Rock, Albert Delpy, Alexia Landeau, Alex Nahon.

‘Arbitrage’ (EUA), de Nicholas Jarecki
Elenco: Richard Gere, Susan Sarandon, Tim Roth, Brit Marling, Nate Parker.

‘Bachelorette’ (EUA), de Leslye Headland
Elenco: Kirsten Dunst, Isla Fisher, Lizzy Caplan, James Marsden, Adam Scott, Kyle Bornheimer.

‘California Solo’ (EUA), de Marshall Lewy
Elenco: Robert Carlyle, Alexia Rasmussen, Kathleen Wilhoite, A Martinez, Danny Masterson.

‘Celeste and Jesse Forever’ (EUA), de Lee Toland Krieger
Elenco: Rashida Jones, Andy Samberg, Ari Graynor, Chris Messina, Elijah Wood, Emma Roberts.

‘For A Good Time, Call…’ (EUA), de Jamie Travis
Elenco: Ari Graynor, Lauren Anne Miller, Justin Long, Mark Webber, James Wolk.

‘Goats’ (EUA), de Christopher Neil
Elenco: David Duchovny, Vera Farmiga, Graham Phillips, Justin Kirk, Ty Burrell.

‘Lay The Favorite’ (EUA), de Stephen Frears
Elenco: Bruce Willis, Catherine Zeta-Jones, Rebecca Hall.

‘Liberal Arts’ (EUA), de Josh Radnor
Elenco: Josh Radnor, Elizabeth Olsen, Richard Jenkins, Allison Janney, John Magaro, Elizabeth Reaser.

‘Price Check’ (EUA), de Michael Walker
Elenco: Parker Posey, Eric Mabius, Annie Parisse, Josh Pais, Cheyenne Jackson.

‘Red Hook Summer’ (EUA), de Spike Lee
Elenco: Clark Peters, Jules Brown, Toni Lysaith, James Ransone, Thomas Jefferson Byrd.

‘Red Lights’ (EUA), de Rodrigo Cortés
Elenco: Cillian Murphy, Sigourney Weaver, Robert De Niro, Elizabeth Olsen, Toby Jones.

‘Robot and Frank’ (EUA), de Jake Schreier
Elenco: Frank Langella, Susan Sarandon, James Marsden, Liv Tyler. (Filme de Gala Salt Lake City)

‘Shadow Dancer’ (Reino Unido), de James Marsh
Elenco: Andrea Riseborough, Aiden Gillen, Domhnall Gleeson, Gillian Anderson, Clive Owen.

‘The Words’ (EUA), de Brian Klugman e Lee Sternthal
Elenco: Bradley Cooper, Jeremy Irons, Dennis Quaid, Olivia Wilde, Zoe Saldana. (Sessão de Encerramento)

DOCUMENTÁRIOS:

‘About Face’ (EUA), de Timothy Greenfield-Sanders
‘Bones Brigade: An Autobiography’ (EUA), de Stacy Peralta
‘The D Word: Understanding Dyslexia’ (EUA), de James Redford
‘Ethel’ (EUA), de Rory Kennedy
‘A Fierce Green Fire’ (EUA), de Mark Kitchell
‘Something From Nothing: The Art of Rap’ (EUA), de Ice-T
‘Untitled Paul Simon Project’ (EUA), de Joe Berlinger
‘West of Memphis’ (EUA), de Amy Berg
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Avatar: The Legend Of Korra - 3 cenas


Depois de em Julho de 2011 ter saído na Comic Con um interessante trailer [ver] da esperada série de animação "Avatar: The Legend Of Korra", somos agora brindados com três clipes de cenas dos primeiros episódios.




"Avatar: The Legend Of Korra" é a continuação da série de êxito "Avatar: The Last Airbender", uma animação surpreendentemente madura e complexa, para uma produção norte-americana mainstream, com uma interessante e coerente mitologia e sociedade, aliada a um belo sentido de humor e excelentes cenas de acção. Esta sequela segue as aventuras da nova Avatar, um ser capaz de manipular os 4 elementos, 70 anos depois dos acontecimentos de "Avatar: The Last Airbender".

[vídeos via Nerdbastars]

Trailer de "Avatar: The Legend Of Korra"

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CINE31 nomeado "Blogs do ano 2011"


O CINE31 - tal como outros blogs da área - está nomeado para "Blogs do ano 2011", na categoria "Cinema". O organizador dos prémios é o blog "Aventar"*, que escolheu os nomeados pelo ranking nacional ou recomendação dos leitores.

"O Aventar organiza pela primeira vez um concurso de blogs com o objectivo de promover e divulgar o que de mais interessante se faz na blogosfera portuguesa e de língua portuguesa. É um concurso aberto a todos os que queiram participar."

As votações para a 1ª Eliminatória decorrem até 21 de Janeiro. Se quiserem ajudar o CINE31 a alcançar a 2ª Eliminatória podem votar e ler o regulamento: http://aventar.eu/blogs-do-ano-2011/

[Clique para votar - Até 21 de Janeiro]

Além disso, existem muitas outras categorias para poderem votar nos vossos blogs favoritos!
*O "Aventar" é um blog colectivo de opiniões sobre a actualidade e a sociedade, que se define "um blogue de e para livres pensadores".

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Globos de Ouro 2012 - Os Vencedores



Na 69ª cerimónia de entrega dos Globos de Ouro, pela HFPA (Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood) os vencedores apurados foram os seguintes:

CINEMA
  • Melhor Filme DramaThe Descendants (Ad Hominem Enterprises; Fox Searchlight Pictures)
  • Melhor Realizador: Martin Scorsese – Hugo
  • Melhor Filme de Animação: The Adventures Of Tintin (Paramount Pictures/Columbia Pictures/ Hemisphere Capital/Amblin Entertainment/Wingnut Films Production/ Kennedy/Marshall Production A Steven Spielberg Film; Paramount Pictures and Columbia Pictures)
  • Melhor Filme Língua Estrangeira: A Separation (Irão)
  • Melhor Argumento: Woody Allen - Midnight In Paris
  • Prémio Cecil B. DeMille:  Morgan Freeman
  • Melhor Actriz - Drama: Meryl Streep – Iron Lady
  • Melhor Actor - Drama: George Clooney – The Descendants
  • Melhor Filme - Comédia ou Musical: The Artist (a La Petite Reine - Studio 37 - La Classe Americaine - JD Prod- France3 Cinema - Jouror Production-uFilms coproduction; The Weinstein Company)
  • Melhor Actriz - Comédia ou Musical: Michelle Williams – My Week With Marilyn
  • Melhor Actor - Comédia ou Musical: Jean Dujardin – The Artist
  • Melhor Actriz Secundária: Octavia Spencer – The Help
  • Melhor Actor Secundário: Christopher Plummer – Beginners
  • Melhor Banda Sonora Original: Ludovic Bource - The Artist
  • Melhor Canção Original: "Masterpiece" – W.E.(Music & Lyrics By: Madonna, Julie Frost and Jimmy Harry)


TELEVISÃO:

  • Melhor Série - Drama: Homeland (SHOWTIME)
  • Melhor Actriz em Série Dramática: Claire Danes – Homeland (SHOWTIME)
  • Melhor Actor em Série Dramática: Kelsey Grammer – Boss (STARZ)
  • Melhor Série - Comédia: Modern Family (ABC)
  • Melhor Actriz em Série de Comédia ou Musical: Laura Dern – Enlightened (HBO)
  • Melhor Actor em Série de Comédia ou Musical: Matt LeBlanc – Episodes (SHOWTIME)
  • Melhor Mini-Série ou Telefilme: Downton Abbey (Masterpiece) (PBS)
  • Melhor Actriz em Mini-Série ou Telefilme: Kate Winslet – Mildred Pierce (HBO)
  • Melhor Actor em Mini-Série ou Telefilme: Idris Elba – Luther
  • Melhor Actriz Secundária: Jessica Lange – American Horror Story (FX)
  • Melhor Actor Secundário: Peter Dinklage – Game Of Thrones (HBO)
Como habitual, os Globos de Ouro - este ano novamente apresentados por Rick Gervais - são encarados como uma preview dos vencedores dos Óscares. Na secção "Cinema" destaca-se "The Artist" (que tem um belo trailer e boas críticas) com 3 prémios. Será que este ano confere?


Mais detalhes, fotos e vídeos no site oficial: http://www.goldenglobes.org/nominations/
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West of Memphis - Trailer do documentário produzido por Peter Jackson


Pouco depois de ser revelado o poster, está online o primeiro trailer do documentário produzido por Peter Jackson e Fran Walsh "West of Memphis", realizado por Amy Berg. O documentário segue a investigação para descobrir os reais culpados de um triplo assassinato e para provar que os 3 acusados e condenados à morte (West Memphis Three) são vitimas do sistema que se recusa a reconhecer os erros de investigação e judiciais, por mais flagrantes que sejam.

Trailer:



Poster:




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Music Of The Movies - Trailer Edition # 2 - "Moonrise Kingdom"


Fiquei encantado com o trailer de "Moonrise Kingdom", e além da estética visual chamou-me a atenção a música francesa que dá ritmo à parte central do trailer.


O titulo da canção é "Le Temps De L'Amour", retirado do primeiro álbum de estúdio da famosa cantora pop Francoise Hardy, "Tous les garçons et les filles", de 1962. A letra é de Lucien Morisse e André Salvet, e a música de Jacques Dutronc (futuro marido de Francoise Hardy). Curiosamente o tema foi editado primeiro por "José Salcy et ses Jam's", semanas antes do EP de Francoise Hardy "C'est à l'amour auquel je pense".

O trailer:
 

Francoise Hardy - Le Temps De L'Amour (1962) [Download - Musicforants]


Uma das versões do tema é da autoria de April March, mais conhecida por outro cover, "Chick Habit/Laisse Tomber Les Filles", incluída na banda sonora de "Death Proof", de Quentin Tarantino.

April March -  Le Temps De L'Amour (1995)



Ou uma versão mais moderna de Sarah Nixey [ouvir], ou por Silvie Vartan [ouvir], por exemplo.

No ultimo terço do trailer também se ouve um tema de "The Moor's Revenge", de Henry Purcell [ouça versão dirigida por Benjamin Britten]. Se alguém identificar o tema do inicio do trailer, avisem!

Os outros "Trailer Edition":

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Star Wars Episode I: The Phantom Menace 3D - Novos posters


Finalmente novos posters para o relançamento em 3D do primeiro capítulo da saga: "Star Wars Episode I : The Phantom Menace". Não estou a deitar foguetes como no  Geek Tyrant, de onde retirei as fotos, porque não me parecem tão espectaculares assim, mesmo comparados com o vilipendiado primeiro poster [veja] que saiu há uns meses. O filme em 3D estreia em Portugal a 9 de Fevereiro.

Se ainda não viu, espreite o trailer do relançamento:


E os posters [clique para aumentar:]





Estão a pensar ir (re)ver?

[via Geek Tyrant]
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