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E quase três meses depois do teaser, o trailer completo de "Black Panther" (Pantera Negra):


No topo do post, o novo poster.
[Via MCU Exchange]
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A espera pelo trailer acabou. Já está online o trailer da segunda entrega da trilogia que começou com "The Force Awakens": o Episódio VIII "The Last Jedi". O Trailer de "Star Wars: The Last Jedi":

 


Agora continua a espera pela estreia em Dezembro....
E temos também poster novo:

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The Flash | Season 4 Poster

#theflash #flash #thecw #poster #barryallen #blog






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Agents of SHIELD | Season 5 Poster.
Espaço, a última fronteir....




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Star Wars Rebels | Poster



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Por coincidência, na véspera da primeira versão deste texto, publiquei no Instagram uma imagem de um calendário de bolso do filme, Teenage Mutant Ninja Turtles II: The Secret Of The Ooze/Tartarugas Ninja II O Segredo da Lama Verde (1991) que decerto já mencionei, é especial para mim -  não por ser uma obra prima - mas por ter sido a primeira fita que assisti numa sala de cinema e estreou em 22 de Março de 1991, por coincidência a data em que se comemora  a primeira sessão de cinema, pela mão dos irmãos Lumière (em 1895).
Segundo o IMDB, a película chegou a Portugal em Agosto de 1991.
Alguns dos meus exemplares da colecção oficial de calendários de bolso.
Tenho ainda na minha posse alguns dos calendários de bolso que coleccionei na altura, por entre uma grande quantidade de merchandising dos "Tarta-heróis" disponível desde o sucesso da série animada e das figuras de acção.
O Trailer de Tartarugas Ninja II O Segredo da Lama Verde (1991):  
A "lama verde" do título refere-se à substancia mutagénica que esteve na origem da transformação das Tartarugas Leonardo, Raphael, Michelangelo e Donnatelo (e o seu mestre Splinter) nas suas formas humanóides; e que o vilão Shredder pretende empregar para criar um exército de criaturas ás suas ordens. 
Nesta segunda aventura em imagem real (numa mistura de homens em fatos de tartaruga com elementos animatrónicos), o nível de violência foi muito suavizado, comparado com o primeiro filme, que era mais inspirado na banda desenhada original (não aquela publicada entre nós entre 1991 e 1992 com o título "Os 4 Jovens Tarta-Heróis - Turtles Aventuras") apesar de elementos retirados da série animada; e foram escolhidos novos actores para as vozes de Raphael e Donnatelo, e para o papel da repórter April O'Neil, Paige Turco (Person Of Interest) substituiu Judith Hoag. Um bom upgrade, na minha opinião! Como esperado, o filme foi censurado no Reino Unido, por causa dos nunchakus - a arma do brincalhão Michelangelo - apesar de por exemplo na sequência inicial ser simulado o seu uso com - salsichas!; e por exemplo na Alemanha acrescentaram ruídos de desenhos animados nas sequências de lutas. Se alguém se lembram qual versão passou nos nossos cinemas, deixe comentário. Curiosamente, a dupla de vilões trapalhões preferida dos fãs, Bebop (o mutante javali) e Rocksteady (o mutante rinoceronte) não pode ser usada por motivos de direitos de autor e voilá, foram criados Rahzar e Tokka para os substituir.
A nível de música, o grande sucesso da banda sonora foi o "Ninja Rap" (também conhecida pelo refrão "Go Ninja, Go Ninja!", interpretado pelo futuro reformador de casas Vanilla Ice, na época um dos rappers mais famosos do planeta. Além do videoclip abaixo, Vanilla Ice tocou o tema numa cena do filme, durante uma luta no espectáculo [ver aqui].
 
Capa da adaptação oficial a BD.

Publicado originalmente na Enciclopédia de Cromos "Tartarugas Ninja II O Segredo da Lama Verde (1991)".
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"The Beastmaster", "O Guerreiro Sagrado" em Portugal e o muito melhor "Senhor das Feras" no Brasil. Estreou nos EUA a 20 de Agosto de 1982 e em Portugal só em 1 de Junho de 1984, (segundo o IMDB) com classificação de 12 anos, idade de sobra para ver cadáveres empalados e maminhas.

A sinopse deste épico filmado na California é um mix da Jornada do herói ao estilo "Choque de Titãs" (1981) e "Conan e os Bárbaros" (1982), e as mitologias do mundo real que inspiraram estes filmes de fantasia. Aliás, "The Beastmaster" estreou alguns meses depois do ícone realizado por John Milius e ás vezes parece uma versão contrafeita do mesmo.

As parecenças não serão inocentes visto que a produção da famosa franquia Conan para imagem real foi demorada e só não estreou antes por recortes na violência feitos à ultima da hora. "The Beastmaster" é uma adaptação extremamente livre de "The Beast Master", um livro de ficção científica dos anos 50 que nem foi mencionado nos créditos, segundo a Wikipedia. 
Um poster mais fiel aos visuais da fita.


Resumindo, umas bruxas boazonas em bikini mas com cara de ameixa seca mutante têm a profecia que o filho por nascer do Rei Zed vai matar no futuro o maléfico sacerdote Maax e destruir a sua seita de fanáticos que adoram o deus Ar. Um dos seus enviados transfere o bebé do ventre da rainha para o ventre uma vaca e depois de fugir da cidade, retira a criança do animal e marca-o com um ferro em brasa. 



O sacrifício é interrompido por um aldeão que foge com o bebé e o cria como seu filho. 
Já adulto, Dar é o único sobrevivente da aldeia, massacrada pelos selvagens Jun, seguidores de Tulsa Doom, perdão, Maax. 


Parte então numa viagem rumo à cidade em busca de vingança. Graças aos seus poderes de comunicação com animais, Dar vai conquistando aliados na forma de uma águia (Sharak), um par de fuinhas ou furões (Kodo e Podo) e o tigre Ruh


Como qualquer jovem, mas todo bombado em esteróides (não vi nenhum ginásio na aldeia), a primeira coisa a fazer é ordenar a Kodo e Podo que roubem a roupa a uma escrava - Kiri - que se banhava no rio e depois tentar impressioná-la e viola-la. Um sábado à tarde, portanto. 

Obviamente além de se vingar dos Jun e de Maax, Dar agora tem também que libertar a escrava. E as tarefas ainda não acabaram...



Logo de arranque a banda sonora dos créditos - da autoria de Lee Holdridge - parece um mix da "Battlestar Galactica" clássica e Indiana Jones, uma impressão que se mantém ao longo da metragem.

Como do filme só conhecia  é praticamente o poster (muito  ao estilo de John  Carter de Marte) quase metade do filme estive à espera que surgisse a pantera negra do poster. Um tigre pintado de preto também serve.


Portanto, na falta do grande Eusébio, o Pantera Negra, a quota de diversidade foi preenchida por um individuo de alto índice de melanina, grande e musculoso que também corria pelo ecrã envergando a bela da tanga de cabedal fantasia-medieval, o actor John Amos ("Raízes"). Outra cara e voz familiar é a do vilão de serviço Maax, o actor Rip Torn ("Aeroplano II", "MIB - Homens de Negro").

O protagonista Marc Singer participou em vários episódios da série "The Beastmaster" de 1999 noutro papel. A investigar para este artigo reparei que a cara dele não me era estranha devido à sua participação como "Mike Donovan", um dos líderes da resistência humana nas séries mini-séries e série de "V". Várias vezes esperei que Dar, o personagem de Singer, erguesse a espada no ar, gritasse "Eu tenho o PODER!!" e cavalgasse o seu tigre qual He-Man de baixo orçamento.

A beldade da fita, Tanya Roberts, a escrava/ninja Kiri, andou desfilando em trajes menores por vários filmes, ou até sem trajes, como "Sheena, a Rainha da Selva" (1984). "The Beastmaster" foi realizado por Don Coscarelli, o artesão da saga de terror Phantasm.

A falta de química, as coreografias manhosas e actuações de qualidade duvidosa, levaram a que para mim os momentos mais emocionantes fossem as mortes dos animais. Qualquer contador de histórias que se preze já há muito aprendeu que podem mostrar a destruição e massacre de uma aldeia inteira, mulheres e crianças empaladas e queimadas just for fun, que o espectador só deita a lagrimita solitária se um animal queriducho for magoado pelos maus da fita, autorizando moralmente o protagonista a proceder a uma limpeza de sarampo geral até eliminar da face da terra a espécie dessa bandidagem.
Assim que terminei o visionamento, escrevi no Letterboxd que "The Beastmaster" é uma fita de "sword and sorcery" (espadas e feitiçaria) com muitas sequências patetas, compensadas por algumas cenas de mamas e rabos.
Depois, dormi sobre o assunto e contextualizando a época e os meios, mesmo as cenas mais bizarras já me parecem fazer mais sentido, no universo da fita, e é de louvar a utilização de miniaturas! E devem ter gasto boa parte do orçamento a construir (?) aquela pirâmide dos sacrifícios humanos e a miniatura da cidade.

Já disse que sou fã de miniaturas, por mais óbvias que sejam? E não faz mal a ninguém alguma violência gratuita. O que seria de um filme de vingança sem uma aldeia destruída para dar motivo ao protagonista?
Se eu tivesse visto isto em plenos anos 80 teria delirado e de certeza desgastado a fita VHS em certas cenas... É fácil perceber como se tornou um filme de culto no género, apesar do fraco retorno de bilheteira. Tornou-se um clássico exibido na TV e gerou duas sequelas; "Beastmaster 2: Through the Portal of Time" (1991) e "Beastmaster III: The Eye of Braxus" (1996) com Singer a repetir a personagem Dar; e uma série com 3 temporadas: "BeastMaster" (1999-2002).
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As primeiras figuras de acção que apresentaram He-Man e os Mestres do Universo ao Mundo (e que têm uma conturbada história de origem, que ainda hoje não é totalmente clara) chegaram ás prateleiras das lojas de brinquedos em 1982, incluindo o fenomenal play set do Castelo de Grayskull. A primeira série animada , "He-Man and The Masters Of The Universe" esteve no ar entre 1983 e 1985, enquanto novas figuras continuavam a chegar ao mercado, mas o filme só chegou ás salas de cinema já numa fase descendente de popularidade.
Um belíssimo poster ilustrado pelo mestre Earl Norem.
Nos Estados Unidos a estreia foi no dia 7 de Agosto de 1987, e só chegou a Portugal quase um ano mais tarde, em 1 de Julho de 1988 ( depois da mostra no Fantasporto em Fevereiro de 1988), classificado para "Maiores de 6 anos" (segundo o IMDB e o Diário de Lisboa) e com um dos nomes porque a saga era conhecida entre nós: "Masters do Universo". Podiam ter escolhido Mestres do Universo (como no Brasil), Donos do Universo... ou como decerto a petizada dizia, o "filme do He-Man".
"Diário de Lisboa" [01-07-1988]
Sendo o "filho mais novo" de uma propriedade super-popular parida no Império Americano, a crítica do Diário de Lisboa só poderia ser negativa. "Os "heróis" de "Masters of Universe" continuam imbativelmente maus, sob todos os aspectos..." dizia-se na secção das Estreias da Semana:
"Diário de Lisboa" [01-07-1988]
E quando vi o filme, já no inicio do século XX (num aluguer de uma gasta fita VHS no extinto videoclube do Centro Comercial Al Hain),  a minha opinião também foi muito negativa. Além da expectativa de que o He-Man merecia um filme mais épico com valores de produção a condizer, na época senti logo como batotice desviar a acção da fita para o Planeta Terra e os seus vulgares subúrbios norte-americanos em vez dos cenários mate-paintings extraterrestres de Eternia...só isso e alguns personagens que não conhecia dos desenhos animados arrefeceram-me logo os ânimos.
Mas espero que num próximo visionamento, poder apreciar melhor o que foi feito nas condições possíveis. A Cannon teria esperanças de criar um novo filão à la Star Wars para ordenhar, mas o fraco box office depressa desfez essa ideia. Nos EUA nem conseguiu cobrir os custos de produção, que se estimam em 22 milhões de dólares (mais ou menos o mesmo que outros filmes de 1987 como "A Mais Louca Odisseia No Espaço" ou "O Micro-Herói"). A banda sonora esteve a cargo de Bill Conti ("Rocky", "Karate Kid") e a realização de Gary Goddard.
Sinopse:
No planeta Eternia, o vilão com cara de caveira Skeletor (Frank Langella) concretizou o seu objectivo de conquistar o Castelo de Grayskull e planeia usar os seus segredos para aumentar o seu poder. Quando o que sobra dos defensores de Grayskull se reunem para contra-atacar, o hiper-musculado herói He-Man (Dolph Lundgren,"Rocky IV", "The Punisher (Fúria Silenciosa)"), Man-At-Arms (John Cypher) e Teela (Chelsea Field) usam um aparelho de teleporte criado por Gwildor (Billy Barty) para entrar à socapa no Castelo e resgatar a Feiticeira. A operação corre mal e ao fugirem pelo portal criado pela invenção de Gwildor os heróis ficam retidos no planeta Terra, nos Estados Unidos, obviamente, onde os cenários são mais baratos. A engenhoca é perdida à chegada e recuperada por dois teenagers Julie (uma jovem e bela Courteney Cox, no seu segundo papel no cinema e na época na TV era a namorada de Michael J. Fox em "Quem Sai aos Seus" ) e Kevin (Robert Duncan McNeill, "Star Trek: Voyager"). A segunda em comando de Skeletor, Evil-Lyn (Meg Foster) detecta o sinal do aparelho e envia para a terra os capangas Beast Man, Saurod, Blade e Karg. Os heróis têm que auxiliar os jovens terráqueos e conseguir voltar a Eternia para impedir Skeletor de aumentar o seu poder.  
O Trailer: A crítica redutora de Rodrigues da Silva:
"Diário de Lisboa" [08-07-1988]
Nota ainda para a crítica de Jorge Leitão Ramos, que além dos parágrafos sobre o filme e a sua curiosa origem (geralmente os filmes inspiram os bonecos e não o contrário. Outro exemplo semelhante é o "Transformers: The Movie" do ano anterior, mas em animação), dedica algumas linhas à situação das salas portuguesas e a "periclitante situação financeira" da produtora deste filme, a mítica Cannon, responsável por um universo de filmes de baixo e médio orçamento e que fechou portas 1994).

"Diário de Lisboa" [08-07-1988]
Quem sabe o que poderia ter sido se produzido por um grande estúdio? Um video sobre a atribulada produção de "Masters Of The Universe", excerto do documentário "Toy Masters":
Imagens do filme retiradas do site He-Man.Org.
Recordem na "Enciclopédia de Cromos" também alguma publicidade nacional ao "Castelo de Grayskull - Enciclopédia de Cromos", fotos do Castelo (aqui), a série animada e o resto da franquia: "He-Man e os Mestres do Universo". E o artigo sobre os "Calendários das Pastilhas Elásticas Dutlim: He-Man e os Masters do Universo". 

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O ano era 1987. O ano em que o Porto ganhou a sua primeira Taça dos Campeões, Ayrton Senna venceu o Grand Prix do Mónaco, os U2 lançam o álbum "Joshua Tree" e Michael Jackson "Bad", Portugal e a China chegavam a acordo sobre a mudança de Macau para mãos chinesas, nasciam Maria Sharapova e Aaron Carter, morreu Andy Warhol e Dalida; e a população do planeta Terra alcançou os 5 mil milhões.
O ano em que uma pedrada atingiu o charco da sétima arte. Não vou falar dos hábitos intoxicantes das estrelas de Hollywood, mas de um clássico do cinema de acção : "RoboCop", do realizador holandês Paul Verhoeven ("Desafio Total", "Instinto Fatal", "Starship Troopers").
Na minha opinião um dos melhores filmes de acção de sempre, com forte componente de sátira e crítica social. Este post estava em rascunho quase desde o começo da Enciclopédia de Cromos.
A sinopse é rápida: Alex Murphy (Peter Weller, de "As Aventuras de Buckaroo Banzai na 8ª Dimensão"), pai de famíla e um bom polícia, é brutalmente assassinado pela escória criminosa que assola a cidade de  Detroit num "futuro próximo" (na época). O que resta do seu corpo é reconstruído pela omnipresente corporação OCP como um organismo cibernético, meio homem, meio máquina, nascendo assim o "polícia do futuro". Mas nem tudo é diversão e rebentar testículos de meliantes: aos poucos RoboCop começa a recuperar as memórias de Murphy e até tem que combater a sua programação para eliminar os seus assassinos e os cúmplices na OCP.
Conta a lenda, que a ideia para o filme surgiu de uma inversão de "Blade Runner: Perigo Iminente", em que um humano* caça robots, e que o design original era uma cópia do personagem de culto Judge Dredd, um polícia humano mas inflexível como uma máquina. O filme é uma hábil mescla de ultraviolência, acção, crítica social, humor negro e questionamentos sobre a relação homem-máquina. Pode um polícia massacrado por um gang ser refeito num corpo cyborg para ser o agente de autoridade perfeito e obediente? Ou a consciência de um homem bom pode ultrapassar o código da programação, e transformar uma máquina em algo mais?
Em Portugal estreou a 23 de Outubro de 1987, com a classificação para "Maiores de 18 Anos", e bem, tal o nível de ultraviolência da fita. A atenção que lhe foi dada no "Diário de Lisboa" foi tão grande que nem lhe deram a pontuação em "estrelas" ou uma crítica além de parte da frase de promoção: "Meio Homem, Meio Máquina, Todo Polícia!".
"Diário de Lisboa" [23-10-1987]
O anúncio ao filme em formato VHS, é claro:
"Diário de Lisboa" [01-04-1989]
Há alguns anos participei no Podcast "VHS" dedicado ao "RoboCop", podem ouver aqui:
Ao filme seguiram-se duas continuações - "Robocop 2" e "RoboCop 3" em qualidade descrescente, um remake em 2014, "RoboCop"; adaptações a banda desenhada, videojogos (consta que a versão para ZX Spectrum era das melhores) e claro: "Robocop: The Series" (1994) e "RoboCop: Prime Directives" (2001) as séries de imagem real. 
Existiram até desenhos animados para os mais novos: "RoboCop: The Animated Series" (1988) e "RoboCop: Alpha Commando" (1998-99)!
A banda sonora este a cargo do mestre Basil Poledouris ("Conan e os Bárbaros", "Starship Troopers", "A Lagoa Azul", entre outros). Está inteira no Youtube: "RoboCop".
* Este aspecto depende da interpretação de cada espectador ou das várias versões do Blade Runner que existem...

Publicado originalmente na "Enciclopédia de Cromos: RoboCop - O Polícia do Futuro (1987)".
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No começo do meu Blog "Enciclopédia de Cromos" recuperei um artigo do CINE31 sobre este clássico da sci-fi dos anos 80 e que só na altura que o escrevi visionei pela primeira vez "Tron" ("TRON" na grafia original), apesar de há muito ler sobre ele e a revolução que foi para os efeitos especiais no cinema: "Tron" (1982) - Enciclopédia de Cromos. Mais tarde acrescentei no post um video que gravei de uma cassete VHS, aquando da sua exibição na Primeira Matiné em 1991. Tenho na minha colecção um pequeno livro para os mais jovens, que era acompanhado de uma cassete audio. Conto brevemente passar o livro no scanner e juntá-lo ao acervo da Enciclopédia.
Se a estreia americana foi em 9 de Julho de 1982, em plena época dos blockbusters, em Portugal a estreia foi no dia 16 de Dezembro de 1982, já com a pequenada em Férias de Natal. Digo pequenada, visto que era um filme da Disney - em imagem real, mas da Disney - que no entanto estreou com o carimbo "Não aconselhável a menores de 13 anos". Creio que apesar da crescente popularidade dos computadores pessoais e videojogos, boa parte do público - com menos ou mais de 13 anos - não terá percebido todas as metáforas e simbolismos da linguagem informática que permeiam o filme, uma aventura dentro de um computador.
A estreia na capital, no cinema "Monumental":
"Diário de Lisboa" [16-12-1982]
No suplemento "Sete Ponto Sete" do "Diário de Lisboa", "Tron" foi brindado com 2 estrelas, como "Poltergeist" ou "Annie" por exemplo. Curiosamente, a primeira aventura de Indiana Jones, "Os salteadores da arca perdida" foi pontuado com 3 estrelas (Bom) e "E.T. - o Extra-Terrestre" com o máximo de 4 estrelas (Excepcional).
"Diário de Lisboa" [24-12-1982]
Das que li neste jornal, pelo menos no que toca a blockbusters paridos do imperialismo americano, esta será das críticas mais construtivas, ao apontar os pontos fracos mas também a sublinhar o arrojo do conceito e da execução da película. 
Clicar na imagem para aumentar:
"Diário de Lisboa" [24-12-1982]
Uns dias mais tarde, a crítica foi bem resumida da seguinte forma, que subscrevo:
"Diário de Lisboa" [31-12-1982]
E décadas depois da sua estreia cá estamos a falar sobre ele. Como não encontrei ainda a versão nacional, o poster do topo do post é o espanhol.

Publicado originalmente na "Enciclopédia de Cromos: Tron (1982) A estreia em Portugal".
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