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O Trailer "Final" de X-Men: Days Of Future Past :

As Featurettes: Magneto's Elmet: A Fitting Story:
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Novo spot de TV para o filme "Teenage Mutant Ninja Turtles". A novidade é o primeiro vislumbre de Splinter, o sábio Mestre - e figura paternal - das Tartarugas Ninja:

A cena é rápida, mas alguém no Facebook descreve Splinter como a versão em rato do Mandarin do Ben Kingsley (Iron Man 3). Mas com uma katana. Teremos que esperar para ver...
Recorde o teaser trailer: "TMNT - Teaser Trailer / Extended TV Spot".

[via TF]
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Bem vindos de volta à rubrica "Filmes Que não Vi"! Quer dizer, a rubrica é que está de volta. Enfim, para quem não se lembra, fica o Copy+Paste:

Basicamente, vamos falar/analisar/apontar o dedo** e gozar com filme que não vimos, usando como base o trailer, material promocional e boatos. Injusto? Processem-me! 

E o sortudo desta vez é um daqueles que não estou a pensar ver nem sob ameaça de tortura chinesa. A não ser que a chinesa fosse gira. Vamos então falar - prometo que brevemente, tenho que ir ali tirar a roupa da máquina de lavar - de "12 Years A Slave" ("12 Anos Escravo", na língua de Camões e Jaimão).

 
Alem da avalanche de excertos de vídeos durante a temporada dos Óscares, só vi o trailer completo recentemente. E esse trailer é uma colecção horripilante de situações e frases feitas e perfeito Oscar bait. Basicamente, um blockbuster dos dramas. Além de que desconfio sempre do factor "inspirado numa história real", acho que como toda a narrativa é repetidamente apresentada: "um negro livre que é raptado para ser vendido como escravo", acaba por desvalorizar a situação dos outros milhares de escravos - analfabetos e que não tocavam piano/violino, mas que também foram raptados e vendidos como gado, ou já nascidos em escravidão - que não tinham a vidinha perfeita american dream para o espectador a sorver pipocas se identificar com um homem que perde tudo o que tinha, menos a esperança de recuperar a liberdade. Mas além desse pormenor, tudo no trailer e material que tenho tido acesso me parece banal, próprio daqueles telefilmes de segundo escalão mas com melhor elenco e fotografia. Resumindo, a ideia de retratar um dos flagelos mais vergonhosos é louvável - e necessária - mas a execução não  me convence. A mim não me apanham.
"Ficas tão bonito à luz do candeeiro Salomão"

Estou enganado? Deixem os vossos comentários abaixo, ou no Facebook do CINE31
E veja todas as edições do "Filmes que Não Vi" aqui: "CINE31 - Filmes que Não Vi"
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Hoje venho trazer-vos algo diferente. Disse hoje não sei porquê, se estiverem a ler isto amanhã não tem nexo nenhum. Não sei, acho que tenho necessidade de ter um blog diário com as minhas passagens. Se calhar amanhã tento porventura publicar as refeições que consumi pondo uns efeitos cheios de contraste e com uma pequena diminuição de brilho para aguçar o apetite como se aquilo não estivesse mais salgado que as batatas do McDonald's.

 De qualquer forma, quando apresentei a 2ª Edição dos Cinema Bloggers Awards eu passei alguns vídeos para o público não ter de ficar muito tempo a olhar para mim. Um desses vídeos foi uma bonita homenagem sobre o Cinéfilo, ou a melhor dizer, o Blogger Cinéfilo. Como eu, como o meu patrão David e como os nossos carismáticos colegas. O vídeo também serve para dar a conhecer aos nossos leitores quem somos e como funciona realmente esta nossa tarefa, passando por algumas ilustrações do nosso dia a dia referindo algumas quadras emotivas da nossa história.

 Sem mais demora escrita, Senhoras e Senhores,
O Cinéfilo:

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Talvez já tenha aqui mencionado, mas os posts mais lidos de todos os tempo aqui no blog são do Twilight, Morangos Com Açucar e a "paródia" porno do filme do Super-Homem. Portanto, vampiros, teenagers inconscientes e pornografia de actores em cosplay. E para aumentar os pageviews, hoje não trago nada de sugadores de sangue que brilham ao sol, nem adultos a fingirem ser adolescentes borbulhentos. Adivinharam: mais uma paródia pornográfica, pela "mão" de Axel Braun. O herói da vez é o bandeiroso, o patriótico Capitão América. A obra de arte em questão: "Captain America XXX: An Axel Braun Parody".
 Além do Capitão América, podemos ainda ver outros heróis e vilões em acção: Sharon Carter, Falcon, Quicksilver, Diamondback, Baron Zemo, Sin, Crossbones e Batroc The Leaper.
"Acção de fazer ver estrelas!"
Para verem a capa traseira sem censura, e com mais informação técnica, sigam o link: "Excalibur Films . Captain America XXX: An Axel Braun Parody". E mais fotos aqui: "Carave Online". Não confundir com o "Captain America XXX" da Extreme Comixxx [trailer].
Axel Braun, filho do pioneiro do cinema para adultos Lasse Braun, é o premiado (4 vezes consecutivas AVN Award de Realizador do Ano) realizador italiano responsável por outras paródias porno de heróis como "Batman XXX", "Avengers XXX", "Man Of Steel XXX", Iron Man XXX, entre outros sucessos da linha Vivid Superhero, (e outras franchises como "Star Wars XXX") e acabou de apresentar ao público a sua "Snow White XXX" na Universidade da California. Decerto é mais animada que a versão de João César Monteiro!

O lançamento é directo para DVD a 15 de Abril. Algúm dos nossos leitores que o encomendar e se arriscar a fazer uma crítica, esteja à vontade para a mandar para o nosso e-mail cine31@gmail.com.

"Epic sexy spoof thath once again has better costumes, more geek cred, and bigger boobs than the original!"
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 Já é possível consultar a lista dos vencedores dos CBA destes ano, os "Cinema Blogger Awards 2014":
"Os Vencedores #CBA2014!"

http://cinemabloggersawards.blogs.sapo.pt/os-vencedores-cba2014-20733

Os CBA 2014, na sua segunda edição, foram organizados pelo André Marques e apresentados pelo Bruno "The Man" Duarte, no Cineclube de Telheiras.


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"From Dusk Till Dawn", o título original de "Aberto Até de Madrugada" foi daqueles filmes que calhei a ver sem saber ao que ia, talvez na TV ou em cassete de vídeo. E foi uma tão agradável e divertida surpresa que a película de Robert Rodriguez ainda hoje é um dos meus favoritos do género. Portanto, obrigatoriamente sugeria-a ao pessoal do podcast VHS, que para minha alegria a aceitaram concretizar. E nem tive que suborná-los!
Tenho em minha posse a box com a trilogia, mas ainda não os vi em maratona, em boa parte devido aos comentários que tenho lido sobre a extraordinária qualidade das sequelas. Vou guardá-los para a reforma, se o Governo de 2045 ainda não tiver acabado com isso.
Mas, voltando ao assunto, ouçam em mp3 ou vejam o vídeo do podcast "VHS - Aberto Até de Madrugada":

Estão convidados para aparecerem no Titty Twister, pago uma rodada de copos de leite fresco a toda a gente!

Mais uma vez, agradeço ao Paulo Fajardo e Daniel Louro pelo convite, e recomendo o podcast "VHS - Vilões, Heróis e Sarrabulho":

Recordem também as minha anteriores participações:

http://cine31.blogspot.pt/2014/02/vhs-podcast-do-robocop-1987-feat-david.html
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O quarto filme live action das Tartarugas Ninja já tem um trailer online. Let the hate begin!


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 Sejam todos muito bem-vindos à minha nova rubrica: "No Meu Tempo". É uma rubrica onde pretendo voltar às séries e filmes que via em pequeno e analisar para ver se resistiram ao feitiço do tempo. Mas tal como uma boa rubrica feita pelos cinéfilos portugueses, irei começar e ficar anos sem escrever mais nada. No fundo é uma rubrica de um só fascículo. Serei talvez dos primeiros bloggers a acabar toda uma rubrica. Ah, 2014 foi um bom ano para mim.

 Mas que se lixe a minha parvoíce, é hora de nos centrarmo-nos na parvoíce da minha série favorita de todos os tempos, mesmo que acabe por preferir outra entretanto.

 Era eu um Bruno pequeno (de agora a diante, será referido como Bruninho) que, ao deixar tudo no prato jantar depressa corria para o sofá e ver os programas que dessem na RTP2.



Kids, a RTP2 era o melhor canal que ninguém via.



Prefácio extenso e inútil:
O ano era, sensivelmente, 2002 (ou 2003) e um desses programas que eu adorava era o 3º Calhau a Contar do Sol. Também via uma sitcom com o John Cho mas não me recordo do nome e antes que o meu patrão me apanhe a escrever no blog em vez de fazer spam vou concentrar-me numa série só.

 Hoje está muito na moda ver-se séries. É meio esquisito eu achar que as séries tornaram-se mainstream visto que há anos que passam na televisão mas, sim, é mais ou menos isso. Há todo um culto em ver-se séries. House, Dexter, Game of Thrones, The Walking Dead e mais umas 200 fazem parte das conversas dos jovens de hoje em dia. Há quem veja todas as séries existentes. Consomem episódios e temporadas que nem Cheetos, chegando a ser, em muitos casos, ver por ver. Sim, o que era antes mudar de canal a correr para se apanhar o genérico do X-Files é agora a nova colecção de cromos. Antigamente, perguntava-se o clube de futebol ou se tinha droga para se ser socialmente aceite num grupo. Hoje, grita-se "Ah sim sim, eu também vejo essa!" enquanto partilha-se droga e instantaneamente há aceitação. Eu tenho umas quantas teorias sobre isto mas vou apressar para chegar a este ponto: Quando eu digo "Vi alguns episódios. É fixe. Mas a minha série favorita é o 3º Calhau a Contar do Sol" "Quem? Epa, se vais começar a ser outra vez pretensioso como naquele artigo que escreveste no CINE31 em que engonhavas até finalmente falares daquilo que fez as pessoas clicarem no link, então deixa-te de merdas! Ui, olha para mim que vejo cinema independente! Vês é filmes da Marvel independentemente de haver filmes bons! Desampara-te!"

 E de facto é verdade. Só tenho UM amigo que sabe do que falo. E ao longo dos anos conheci a Andreia Mandim e depois comecei a seguir o Close Up onde me apercebi que há 10 pessoas que conhecem, mas foram anos a falar só com o Vicente sobre a série.

 Bem, o tempo chegou! Passarei a usar este artigo para mostrar a todos o que faz desta série única e o porquê do John Lithgow ser uma pessoa incrível.

My work here is done


A História:


3rd Rock From the Sun conta-nos a história de quatro aliens que vêm à Terra (daí o título) para mais uma das suas inúmeras missões de estudo de espécies. Desta vez, passam alguns dias na Terra a conhecerem os Humanos e todas as suas... peculiaridades. Para tal, criam quatro corpos humanos, nomes e um apelido familiar bem como um enquadramento histórico que vai adaptando-se ao longo da série. No geral, são profissionais na sua tarefa mas não leva muito tempo até que os nossos costumes e os seus corpos lhes deem a volta (não vamos pensar muito nisso). No dia de partida, o Comandante fica tão fascinado pela nossa complexidade que, com o grupo contrariado, decide ficar por mais uns tempos para nos conhecer ainda melhor. O vício [constante] de conhecer acaba por ser só dele mas o grupo afeiçoa-se à Terra, cada um à sua maneira.


 As Personagens (Aliens):

Dick
 Dick Solomon é interpretado por John Lithgow. Se o nome e a foto acima não vos diz, misteriosamente, nada, então esta imagem deve ajudar:

 É uma transformação do caraças. Não que seja o seu primeiro vilão mas é uma transformação muito maior do que cerrar o olhar. Como é que alguém que faz as figuras de Dick Solomon consegue genuinamente intimidar como o Trinity Killer, não sei, mas deve envolver aqueles pós milagrosos dos ginásios. Ah e ainda é o pai do Barney. PORQUE É QUE ESTE HOMEM NÃO APARECE MAIS VEZES?!?!!?

Adiante,

Dick Solomon é o carismático comandante da equipa. Como disse acima, é o mais curioso e adora saber mais sobre os humanos bem como misturar-se entre eles... embora, como seria de esperar, nunca resulta a não ser que seja entre gente mais esquisita do que ele. E todos nós conhecemos gente assim.

Credo.
 É um professor de física numa universidade e o raio do "homem" é um génio. Não só sabe responder a todos os conceitos do universo (o que torna as aulas difíceis pois com o entusiasmo explica mais do que os próprios humanos sabem) como ainda troça da nossa ciência. Mas pelo meio sabe admitir quem é um génio.


Apesar disso, é dado a entender que toda esta sabedoria é como que cultura geral para a sua espécie o que explica a sua surpresa e troça das nossas crenças. Isto pode ser evidenciado pelo facto de os seus colegas alienígenas nunca se surpreenderem com o conhecimento de Dick e que o Tommy (já lá vamos) seja mais esperto ainda que o Dick em várias matérias. Portanto, na verdade, o Dick é um tipo bastante normal no seu planeta ou, até, abaixo da média.

 É, de longe, a minha personagem favorita da série. A sua incompetência em misturar-se connosco mas agir como se já tivesse absorvido cultura mais que suficiente proporciona momentos de pura histeria. Também há a possibilidade de vocês não se rirem ao verem os meus exemplos mas como eu estou a escrever na internet tenho, legalmente, o poder da verdade absoluta.


Dick apaixona-se pela sua colega Mary Albright (Jane Curtin, que nunca mais fez nada de jeito) o que traz logo uma forma hilariante de ver o amor entre humanos passando por tudo. Por. Tudo. Todas as etapas, todos os acontecimentos típicos (jantar, sexo, conhecer os pais,...)... por uma ordem aleatória. Acaba por ser a maior ligação de Dick com a Terra o que enfurece ainda mais os colegas que quando querem ir embora, Dick insiste sempre que é por uma razão que nada tem a ver com a Albright. E tem tudo a ver com a Albright, como eles bem sabem.

O irónico é que o Dick é tanto o melhor como o pior da série. À medida que a série avança, o Dick vai-se revelando cada vez mais como, bem, uma criança. Com isso vem a arrogância e o egoísmo, componentes mais que presentes no ser humano mas há uma temporada que bate muito nessa mesma tecla tornando no Dick em quase um vilão pois os episódios acabam sempre com tantos os aliens como os humanos a unirem-se para dar uma lição ao Dick. Isto dá-se numa temporada que não me recordo mas são vários episódios seguidos tornando um pouco redundante. Divertido, atenção, mas redundante. Felizmente, tal como uma criança, isto passa-lhe e a série volta a ser tão imprevisível como no início. Já agora, nunca pensei escrever tanta vez "Dick" na internet. O meu patrão David de certo que estará orgulhoso.

 Pode não ser o melhor comandante de sempre, mas quem conseguiria ter tempo para isso quando se tem que ser pai e marido ao mesmo tempo? Da mesma pessoa? O Woody Allen que o diga!




Sally


 Sally Solomon (Kristen Johnston) é a Tenente do grupo e é a mulher da família...porque perdeu. Antes que eu seja atacado por saltos agulha, é literalmente a explicação que dão no primeiro episódio.

 Ao ser a única mulher da família, tem uma importância extrema para a série pois como seria de esperar oferece uma análise única e talvez a mais detalhada sobre o ser humano. É a que menos compreende o corpo mas também é a que melhor aprende a gostar de si. Tal é feito de forma brilhante pois ao ser a Tenente e a especialista em segurança vê-se metida em imensos conflitos tipicamente masculinos causando alguma confusão a quem se mete com ela. Por outro lado, tão depressa é mais guerreira que a Xena como, para sua surpresa, tem momentos espontâneos de fragilidade. Toda esta falta de balanço mostra muito bem os prós e contras de ser mulher, bem como as vantagens e desvantagens de ser homem.

 Ao perceber como o mundo funciona (...tanto quanto pode) aprende a conseguir o que quer mas sem perder a ingenuidade. Só não consegue ser a Comandante como quer desde o início mas acaba por pelo menos ter essa oportunidade por um tempo limitado.

 Mas o ser humano não é perfeito e toda a força de She-Hulk eventualmente acaba por se perder ao ser confrontada com o maior inimigo dos humanos: o amor!

 Sally apaixona-se pelo NEWMAN!!!

Eh, podemos censurá-la?


Sally vê em Don o que entretanto tinha perdido. Um guerreiro que não se deixa intimidar por nada nem ninguém! E a farda também é sempre um bónus! Em sua defesa, de facto o Wayne Knight é a definição de sexy e tudo o que eu gostava de ser mas nunca consegui por ter feito más escolhas, mas na verdade Don é um grandessíssimo maricas. Só tem jeito para tratar da papelada da polícia e mesmo isso dá-lhe preguiça. Mas faz questão de se armar de forma hilariantemente exagerada aproveitando a confusão de Sally... ficando ele próprio confuso mas tanto faz, tem uma mulher!

 A relação dos dois é extremamente divertida e apesar das mentiras de Don e da ingenuidade de Sally, são verdadeiros um com o outro. De facto, amam-se, mesmo sendo os dois completos opostos. Don, mesmo assumindo uma farsa, tenta salvar a Sally de várias situações (e vice-versa) e tenta fazer com que esta veja que a vida não pode ser como ela vê. Eventualmente, Don admite tudo, abandonando a polícia por ser um cobarde e dedicando-se a algo mais... descontraído. Mas Sally acaba por lhe dar a volta tornando-o num guerreiro ainda melhor do que ela não só por ele precisar de ganhar confiança mas porque ela pode não estar sempre presente para o proteger.

 Sendo esta a segunda relação em paralelo, a série faz um bom trabalho em explorar outras questões que a relação do Dick com a Mary não explora. Enquanto que a relação do Dick e da Mary é essencialmente conjugal mas divertida pelos caracteres de cada um, Sally e Don são um casal puramente pela diversão. Centram-se mais em melhorar um ao outro do que a relação pois esta desde o início que funciona (apesar da improbabilidade) enquanto que Dick e Mary fazem todos os possíveis tanto para se juntarem como para acabarem e eventualmente juntarem-se de novo. E assim se escreve uma série.

 Sally é uma personagem importantíssima tanto para a série como para a televisão. É temível e bruta mas é também obrigada a lidar com a sua fragilidade e defeitos, acabando por as aceitar mas não deixando de dar ênfase às suas qualidades. Aprende que os homens serão sempre defeituosos por nascença mas (e aqui vem a parte refrescante) aprende também que as mulheres têm muita coisa a precisar de ser melhorada. Pelo final, aprende que o divertido está precisamente em haver esta diferença desastrosa mas por alguma razão resultar na mesma.





Ora.... como eu disse ao início, eu sou fã desta série desde criança. Como tal, sou fã do Joseph Gordon-Levitt.... e com o passar dos anos tornei-me fã de outra coisa... e não é que OH MEU DEUS!!!!


É COMO SE O CICLO DA MINHA INFÂNCIA SE FECHASSE OU UMA MERDA ASSIM!!!!



The Tommy Rises


 Quem iria alguma vez adivinhar que o pequeno "Joey" Gordon-Levitt, quem nós vemos a crescer ao longo da série, tornar-se-ia num dos mais versáteis actores da sua geração? Porra, isso era o que esperávamos do Frankie Muniz!

Bem, sejamos sinceros, com o pai metido na metanfetamina,
as coisas só podiam complicar
Tommy é o pré-adolescente do grupo. E, curiosamente, é o alien mais velho do grupo. Como tal, é o mais prudente e astuto dos quatro sendo o responsável por recolher informações durante a missão fazendo com que seja sempre útil consultá-lo antes de frequentarem cerimónias e outros eventos. Só há um pequeno detalhe.

 O homem está cheio, cheio, cheio de hormonas.

O que viria a explicar muita coisa
 Tínhamos o Pai, a Mulher/Mãe e como tal faz falta uma introspectiva à fase mais hilariante e triste da nossa vida, a adolescência.

 Tommy tenta ser a cabeça do grupo tanto quanto pode mas a distração hormonal mete-se constantemente no caminho. Com isso, acompanhamos o seu crescimento (literal) ao longo da série, passando por todas as fases desde a primeira namorada e experiências sexuais (o que é engraçado porque todos têm a sua primeira vez) à vida universitária.

 É interessante pois Tommy é exactamente o que seria ter a cabeça de um crescido num corpo de rapaz, tendo então já experiência mas não A experiência. Se é que isto fez sentido. Ele é racional e tenta ser sensato com as suas crenças, o problema é que ninguém pensa da mesma forma. Por vezes faz porcaria como é o caso da perda da sua virgindade (bem, dependendo da perspectiva) outras é legitimamente sensato e com uma inesperada razão mas as personagens não vêem da mesma forma e nós, público, percebemos porque não. Exemplo: a namorada do Tommy pergunta se ele vai convidá-la ao baile. Ele pergunta se ela quer ir e ela diz que não. O Tommy, obviamente, diz ainda bem porque também não queria ir. Nisto, a namorada chateia-se de imediato por ele não ter percebido que...huuuh...só isso, não ter percebido (o infame "you just don't get it!")

 Com isso, o Tommy deixa por vezes de parte o que acha sensato e tenta arriscar à maluca tal como lhe parece ser o que fazem. E dá bronca outra vez.

 Ele tem um estilo de humor diferente, não é propriamente um humor directo em que diz palhaçadas e veste-se de forma engraçada, a graça está nele não compreender os humanos (tal como os seus colegas) mas achar que os humanos estão errados e que não fazem sentido. No entanto, por já ser tão velho, não tá para se chatear mais e tenta o máximo que pode misturar-se na sociedade. Na verdade, é o que melhor se dá no planeta, há genuinamente momentos em que parece um miúdo normal... até a família eventualmente estragar tudo.





Portanto temos o Comandante a fazer de Pai/Marido, a Tenente-Segurança a fazer de Mulher/Mãe, o Informador (Ou algo assim) a fazer de Jovem com cio... e depois temos o Harry a fazer de...bem...Harry.




Harry



 Nas palavras do narrador da primeira temporada: "Dick, Sally, Tommy e... Harry... porque tinham um lugar livre".

 Harry é o alien que não é bom em nada e se já era inapto no seu planeta, na Terra então não se mistura minimamente. É fascinado por pequenas coisas que nós não damos importância (vá-se lá saber porquê) e não há nada que mais adore do que o seu casaco de Pimp de Caneças. É o mais imprevisível dos quatro. Bem, depende do ponto de vista. É previsível que vá sair dali parvoíce, só nos resta descobrir a intensidade na escala de Mercalli. O seu humor é... especial. Não me surpreende que hajam pessoas que não gostem dele pois de facto é extremamente.. peculiar. E enquanto que não acerte 100% nas piadas, seja por ser tão bizarro ou por ser irritante, eu diria que 95% resulta e proporciona alguns dos momentos mais memoráveis. Eu disse que ele não se mistura bem em lado nenhum mas surpreende ao entender melhor que ninguém como funcionam certos aspectos, especialmente como é ser Homem.

Um bom resumo
 Não só mete graça pelas parvoíces ingénuas mas os seus momentos mais engraçados são quando se mistura nas situações mais improváveis. Eis um link pois não consigo colar o vídeo:



Como é que um parvo como o Harry aprende os nossos dramas e costumes? Graças à televisão é claro! Acaba por aplicar o que aprende na televisão no seu dia-a-dia e, às vezes, resulta surpreendentemente. Outras vezes... bem, lembram-se de eu ter dito que Harry tinha os seus momentos bizarros?.... Lembram-se daquele bebé a dançar feito a computador nos anos 90 que, já para a altura, era assustador como o caraças?..

Exactamente, Harry Solomon era um dos Guardians of the Galaxy.

O momento em cima é, na verdade, uma visão da Vicky mas...  sinto-me desconfortável!


Acho que devo mencionar quem é a Vicky. Por alguma razão, é dito ao longo da série que Harry é visto como do mais sensual que há e portador do corpo perfeito, o que faz com que ele consiga engatar umas quantas mulheres. Vicky acaba por ser a sua maior relação e estão bem um para o outro pois é igualmente esquisita e exagerada. A relação deles os dois não é, minimamente, levada a sério. É como se a relação da Sally e do Don não tivesse desenvolvimento. É puramente por diversão e nada mais.

 French Stewart nunca catapultou para o estrelato sendo este o seu papel mais memorável. Ainda aparece por aí, incluindo no CSI e na Bones mas é frequentemente esquecido. É adorado nesta série, sim, mas nunca teve um sucesso de época como o Jaleel White e o seu Urkel. Honestamente, eu acho que ele tem potencial como actor, não necessariamente de comédia. Vejo-o em papéis muito específicos que podiam resultar bem. Eh, quando eu chegar a Hollywood falo com o seu agente.




A Série

A série debate todo o tipo de temas desde o amor à política. E bem sabemos como vai um grande caminho entre esses dois. Um episódio fala, por exemplo, sobre sentimentos, outro fala sobre a relação de pai e filho, outro fala sobre seguradoras (com bons pontos de vista), outro fala sobre IRS, outro fala especialmente sobre ser mulher, outro fala especialmente sobre sexo, outro fala sobre o ano novo, outro fala sobre envelhecer, outro fala sobre ter amigos... varia muito entre o que é mais inato em nós e as simples peripécias do nosso quotidiano, havendo tempo para episódios mais caricatos como quando o Dick é aprisionado e substituído pelo Evil Dick. A série segue uma muito fina continuidade sendo esta mais assente no que toca às relações e empregos. Por exemplo, o Dick e a Albright podem estar uns quantos episódios zangados até se reconciliarem e o Tommy vai subindo nos estudos e mudando de namorada de tempo em tempo. O episódio que referi sobre o Evil Dick é dividido em duas partes e, por norma, o final de cada temporada é constituído por uma história maior.

 A série tem várias cenas gravadas em estúdio com direito a um público o que explica não só algumas cenas em que os actores se desmancham a rir mas como o público riu-se tanto eles decidem aproveitar e, também, o facto de alguns cenários serem horrivelmente básicos como quando o Dick vai jogar golf. Há umas quantas folhagens e um fundo falso para simbolizar que o Dick está num campo. Mas também há cenas passadas na rua e em outros locais sem público ao vivo mas que assiste de alguma maneira para gravarem os risos. Felizmente, não são os stocks que a nossa televisão tem e que faz questão de espalhar por todo o episódio dos Malucos do Riso em que uma personagem dá um passo e as "pessoas" mal conseguem controlar os risos.

 Sendo uma série de ficção-científica, obviamente não podia deixar de fazer homenagens, referências e ter cameos. Senhoras e Senhores, Mr. George Takei a fazer dele próprio:



 Mas para verem a magnitude da espetacularidade desta série... Senhoras e Senhores, Mr. John Cleese como um alien (o que mesmo noutro contexto já era incrível) rival do Dick:





 E sabem quem é o chefe do Dick? O Big Giant Head?

Senhoras e Senhores, Mr. William Shatner:




 Entre outros cameos.

 Toda a primeira temporada vale a pena ser vista e embora as 6 temporadas sejam todas elas boas, eventualmente os episódios acabam por ser altos e baixos. Como referi lá para o início, muitos episódios centram-se na infantilidade do Dick o que acaba por se tornar um pouco maçador e previsível mas só dura alguns episódios. Outros episódios são simplesmente mais fracos em termos de desenvolvimento e de piadas mas a série, como um todo, continua a ser brilhante e sejamos sinceros, que série é que não tem eventualmente os seus podres?

Ahem.

Também sofre de algumas inconsistências. Por exemplo, logo ao inicio os Aliens sabem coisas sobre nós que são tão específicas que parece que nos conhecem há imenso tempo mas outras coisas que são ainda mais banais em nós faz com que fiquem totalmente surpresos como a utilização de alguns objectos ou os conceitos básicos do corpo. E, no entanto, sabem conduzir carros. Mas sejamos sinceros, a série é muito light-hearted, isto não é suposto ser uma ciência precisa como o Looper ou algo assim, ninguém quer saber disso, é só por diversão.



 Não consigo escolher episódios ou momentos preferidos pois, embora eu tenha tentado, são mesmo, mesmo demasiados para falar. Talvez eu destaque os momentos entre o Dick e o seu maior rival, Strudwick que é uma relação muito parecida à de Homer com o Flanders, com a diferença de o Strudwick também detestar o Dick mas sendo igualmente hilariante. Aliás, queixo-me de não haver ainda mais momentos entre os dois ao longo da série.


 Como se aguenta para os dias de hoje?

A vida antes dos contratos de fidelização da Vodafone


 Ao ser uma série dos anos 90/2000, é interessante ver como é que estes aliens reagem a coisas que na altura eram topo de gama como um computador com internet, coisa que, hoje em dia, sabemos que é algo vindo do inferno pois a internet é um sítio infestado de trolls e de artigos escritos por mim. Se fosse feita hoje, de certo que haveria episódios dedicados à nossa dependência por smartphones, tablets, leitores de mp3, apps, GPS, celebridades nascidas em séries infantis da Disney, por aí adiante. Mas ainda bem que foi feita na década de 90 pois sinceramente os aliens ao descobrirem que existe um planeta que idolatra o Justin Bieber de certo faria com que nem uma noite passassem cá, bem como a destruição do planeta antecipada pelo John Cleese. Na verdade, ainda tenho esperança quanto à última parte.

 Algumas temáticas já passaram o prazo e para as futuras gerações deixará de fazer tanto sentido mas um bom argumento é intemporal e 3rd Rock from the Sun aguenta mais que bem o teste do tempo pois os humanos continuam a ser os mesmo humanos: confusos e idiotas, com viscosidades ocasionais.

 Mas o forte da série é o olhar sobre o Homem, abraçando todos os nossos defeitos e realçando a nossa beleza, tanto pessoal como social. Destacando só mais um episódio, o Dick tenciona fazer uma operação plástica para ficar mais atraente mas a minutos de começar, vê-se sozinho a olhar para o espelho e a sentir imediatas saudades das linhas e contornos da sua cara apreciando serem estes os traços do tempo e símbolos de memórias felizes e não só do que ele era como também no que se tornou. Acaba por recusar a operação defendendo que ele é lindo (à maneira dele). Infelizmente eu devo mesmo fazer a operação pois não me pareço com o McLovin o suficiente mas é um resumo perfeito não só do que esta sociedade se tornou e no que precisa de se tornar. A série também mostra a vasta divergência de culturas e personalidades. Há gente ainda mais esquisita que os próprios aliens, há gente que se adapta ainda pior aos nossos costumes do que eles. E, apesar de tudo, os aliens não querem sair do nosso planeta no último episódio. O que nos torna extraordinários é mesmo todo esse conflito interno com o que somos e externo com a diferença presente nas outras pessoas, as nossas relações e o quão parvos e desajeitados conseguimos ser para as mantermos pois tal como tudo na nossa vida não compreendemos bem como funciona mas sentimos um forte desejo de conhecer cada vez melhor, valorizando pequenas e insignificantes coisas e defendendo o que para nós é mais precioso. E é isso que a série nos mostra e é isso que os aliens aprendem e se tornam.


 E tem o John Lithgow por isso vale sempre a pena ver!








Dedico este texto ao meu grande irmão Vicente pois arranjei-lhe a primeira temporada e já passaram uns 4 anos sem ter dado o resto. Quando comprar uma pen de 25 Gigas, eu levo-te!

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Estamos de volta à dissecação dos filmes favoritos dos nossos convidados especiais. E o ilustre de hoje é Paulo Fajardo, um nome que decerto já ouviram na vossa TV (IMDB). Vou então passar-lhe a palavra:

O Filme da Minha Vida
Por Paulo Fajardo


Aliens - O Recontro Final (1986) de James Cameron, é simultaneamente uma experiência traumatizante e inspiradora. Este poderá não ser o melhor filme de sempre, mas é o filme da minha vida, no sentido em que foi o filme que despertou o meu interesse pela sétima arte. Lembro-me que tinha oito anos quando o vi pela primeira vez, uma idade demasiado precoce para o género de filme que é. À partida, eu sabia que os meus pais nunca me autorizariam a ver o filme, por isso e como o filme começava por volta das 2h da manhã, esperei que toda a gente em casa adormecesse e depois sentei-me em frente à televisão com o volume no mínimo para não denunciar os meus planos. Nada me tinha preparado para o que iria ver, um clima de tensão e claustrofobia que me prendia a cada imagem e ao destino daquelas personagens, Ripley (Sigourney Weaver) em particular. 

Apesar do titulo (Aliens), só vislumbramos um alienígena a quase 1h do inicio do filme. Toda a narrativa funciona como uma espinha-dorsal que alimenta a imaginação do espectador e sustém toda a nossa atenção, fazendo com que todos os sentidos fiquem em estado de alerta. Aliens é a sequela de Alien - O 8º Passageiro (1979) e comparativamente ao primeiro filme, toma um rumo completamente diferente e assume uma escala muito maior. No primeiro filme, acompanhamos uma tripulação de sete passageiros que tenta encurralar uma criatura nas condutas de ar da nave espacial Nostromo. Em Aliens, uma comunidade de terraformadores fica incontactável, é então que entram os marines com todo o seu poderio bélico, mas o que eles não sabem, é que toda a tecnologia militar de nada vale contra os instintos assassinos de toda uma legião de Xenómorfos. É aqui que somos apresentados ao mundo dos Aliens, criaturas implacáveis com ácido em vez de sangue, dentes que se escondem por detrás de mais dentes, parasitas incubadores (Facehuggers) e uma rainha mãe que protagoniza o recontro final. 

"Get away from her, you bitch!"
Após o primeiro confronto, os humanos percebem que o seu pior pesadelo se tornou realidade, não passam de cordeiros enviados para o açougue. A única esperança de fuga reside num androide (Bishop) que tenta ser mais humano do que os humanos que o rodeiam. Por todas estas razões e mais algumas, Aliens - O Recontro Final é o filme da minha vida. Modificou a forma como hoje vejo cinema e de alguma maneira ajudou a definir-me como um profissional na área audiovisual. 



Estou muito agradecido ao Paulo por ter aceite o desafio! O Paulo Fajardo, além de fazer dupla com Daniel Louro (o nosso convidado anterior nesta rúbrica) no podcast VHS, é um profissional com ampla experiência em várias áreas do audio-visual nacional, desde a captura de imagem, produção, realização, etc. Mais detalhes : "IMDB - Paulo César Fajardo"; Canal Youtube.

http://cine31.blogspot.com/search/label/filme%20da%20minha%20vida


Leia também os textos dos outros convidados para a rúbrica: "O Filme Da Minha Vida".

Se o caro leitor quiser participar - de preferência se não tiver um blog ou site próprio, mas livre a todos os leitores - tem apenas que nos contactar e enviar os textos para o e-mail cine31@gmail.com.

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Exmos. Srs que fazem os trailers:

Olá, o meu nome é David, e gostava de agradecer por mostrarem todo o filme no trailer. Este "The Amazing Spider-Man 2" até me parece mais interessante que o primeiro, mas assim não preciso de gastar o meu rico dinheirinho em bilhetes. Obrigado. 

Com os melhores cumprimentos,

David



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Coragem, ou a falta dela, é parte integrante da vida, e como tal, um dos grandes temas da sétima arte.

Depois do sucesso da primeira edição da rúbrica "1 Tema, 3 Coordenadas, 1 Posição", com o tema "Amizade", o blog cinéfilo "Caminho Largo" voltou á carga com a segunda edição, agora com o tema "Coragem". Fui um dos convidados a partilhar a minha visão sobre 3 filmes e 1 realizador que de uma forma ou outra abordaram ou representaram a coragem no grande ecrã. Acho que há vários tipos de coragem e tentei representar alguns nas minhas indicações. Podem ler as minhas escolhas, e uma explicação para elas, no "Caminho Largo". Leiam e comentem!

Leiam as minhas opções mais ou menos a meio do artigo:
  • "1 Tema, 3 Coordenadas, 1 Posição (26)" - David Martins (CINE31)
http://caminholargo.blogspot.pt/2014/03/2-edicao-1-tema-3-coordenadas-1-posicao-26.html

Leiam (ou releiam) a minha participação anterior: "Amizade na Sétima Arte".

Obrigado ao Pedro e Jorge pelo convite, foi um prazer participar!
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Alguns dias atrás foi revelar uma espreitadela ao actor Grant Gustin com a máscara do herói "The Flash":

"The Flash" será o protagonista para a série homónima a ser preparada pelo canal CW, depois do sucesso de crítica e público "Arrow"; e consta que é oficial: aos fãs são brindados finalmente com o uniforme completo de Barry Allen/Flash:


É fixe, mas não tão fixe como o uniforme da série dos anos 90:

Ao menos esta nova fatiota deve ter onde guardar o maço de tabaco, if you know what I mean...
Quer dizer, podia ter sido muiiiiiito pior:

 E ser fiel demais ao uniforme clássico também não teria sido boa ideia:


[via GS]
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E a eternamente adiada sequela de "Sin City" (2005), "Sin City: A Dame To Kill For" tem finalmente um trailer, recheado dos ingredientes que fizeram sucesso: mulheres fatais (literalmente), o inconfundível visual das graphic novels Sin City criadas por Frank Miller e da óbvia inspiração dos filmes noir, Jessica Alba, e entre as novas caras, a "dame to kill for": a deusa Eva Green.
Além da adaptação da banda desenhada homónima (de 1993), nesta nova colaboração de Robert Rodriguez e Frank Miller vão ser incluidos partes de "Just Another Saturday Night" (1997) e outras duas histórias inéditas.











[via DimensionHorror]
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