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Mais um filme animado da DC Comics, "Justice League Vs Teen Titans".

Trailer:

Quando ainda era um jovem imberbe tive um crush pela "Starfire" - "Estelar" nos quadrinhos brasileiros - dos Teen Titans (Novo Titãs) também pudera, pelo traço do George Perez:



[via Distrarindo]

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A polémica do dia - excepto para si, leitor do futuro, que está a fazer download deste texto directo para o cérebro ao mesmo tempo que circula no seu automóvel voador - é a tempestade gerada pelos nomeados branquinhos aos Óscares deste ano. Isso mesmo, os nomeados a melhor actor são todos arianos criados em laboratórios pelos judeus-neo-nazis-do-espaço que dominam Hollywood. Ou algo assim.


Aparentemente, os actores dos filmes que a "opinião pública" e os lobbys decidiram ser dignos de Óscares não foram nomeados. Bú-hú, azar, para o ano têm mais sorte. 
(Andava há anos para usar este gif)
Mas calma, que não ficou por aqui. É que os Óscares são racistas. Não as estatuetas per si, mas a Academia de velhos judeus-neo-nazis-do-espaço-brancos-heterossexuais. 

Num pequeno aparte, há mais de dez anos que  tenho tanto entusiasmo pelos Óscares como tenho por ir fazer a barba. 

É uma chatice, mas tem que ser. E ao menos é só uma vez por ano. 


Apesar de abominar a passadeira vermelha, não posso no entanto negar que a entrega dos prémios faz parte do imaginário da cultura popular, é um evento de exposição ao que supostamente a indústria cinematográfica fez de melhor durante o ano anterior. Em termos de arte, "O melhor" será por natureza sempre subjectivo e contestável. 

Natural como a gripe no Inverno, todos os anos temos direito ao choradinho dos fãs que viram o seu ídolo ser ignorado nas nomeações. 


Quando se tornaram públicos os nomeados para os prémios deste ano, muita agente ficou indignada pela ausência de nomeações de actores afro-americanos. Os esquimós, aborígenes e nativos norte-americanos não se pronunciaram. Como auto-proclamado representante de Portugal estou indignado por nenhum português ter sido nomeado. 

Mais a sério, este ano o único filme nomeado que já vi foi o "Star Wars: The Force Awakens" portanto não quero e não devo fazer considerações sobre se as nomeações são ou não justas. Nem vi grande parte das toneladas de filmes que não são considerados. Mas isso não é impedimento para muitos "Maria-vai-com-as-outras".

Durante anos ouviram-se acusações de manipulações dos lobbys dos estúdios para ganharem votos através de ofertas (com recurso a uns micro-ondas o Major Valentim Loureiro havia de conseguir uns prémiosinhos cá para o burgo), portanto face a estas queixas imagino que os eleitores da Academia são agora todos honestos, mas racistas. Rapidamente chegaram as ameaças de boicote contra o sistema, da parte de famosas figuras afro-americanas desse mesmo sistema. 

O resultado ainda está por ver, mas esta situação só me incomodou pela quantidade de sites e gente que de modo acrítico saltou para o comboio desejosos de se venderem como os paladinos da justiça social para ganharem uns cliques. 

Outro exemplo recente é a histeria infundada com a suposta falta de action figures da Rey, a protagonista de "The Force Awakens".

A falta de diversidade nos áudio-visuais é um problema grave, mas boicotes pouco fundamentados como este, na minha opinião, trivializam a luta contínua e as conquistas das últimas décadas. Por padrão, sou contra esquemas de quotas. E então se estamos a falar de arte - esquecendo por segundos que  Hollywood é uma indústria - nomeações deveriam ser fruto de mérito e não de "bem, já temos três brancos e um latino, vamos lá nomear o escurinho".... Ainda temos que caminhar muito até que as questões raciais sejam uma non issue... Já se mexem engrenagens para mudar as pessoas que escolhem os nomeados, numa tentativa de apagar o carimbo do racismo. Diversificar apenas os eleitores da Academia não vai mudar nada se os próprios filmes não forem mais diversificados. Pelo menos os feitos de encomenda para Oscar....

Acho realmente uma injustiça não terem nomeado o Michael B. Jordan pelo Fantastic Four...

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O "clássico" do final dos 80 "Masters Of The Universe" editado como o trailer de "Star Wars The Force Awakens" parece 500 vezes melhor do que é na realidade. OK, eu só vi o filme na idade adulta, mas se o tivesse visto na época que saiu ia ter delirado!! "I have the POWER!"


Só faltou mesmo os lightsabers! Porque TUDO fica melhor com lightsabers!

[via IO9]
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Suicide Squad | 2016 | Posters dos personagens.

Actualizado:







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Num tempo em que qualquer cidadão com um telemóvel na mão é um potencial papparazzi, é de estranhar quando certos projectos conseguem manter-se fora do radar sem qualquer tipo de informação vazar para o público. Um exemplo clássico é o "Cloverfield" ["Nome de Código: Cloverfield" - 2008] que apanhou toda a gente de surpresa quando o misterioso primeiro teaser foi lançado.


E pelo que vimos este "10 Cloverfield Lane" será uma espécie de sequela ou spin-off do mesmo Cloverfield. O produtor de ambos, J.J. Abrams (Lost, Star Trek, Star Wars: The Force Awakens) afirma que é um "parente de Cloverfield". 
Estou oficialmente intrigado e a bordo do hype. Also, Mary Elizabeth Winstead <3.



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Alan Rickman [1946-2016]
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A campanha de marketing irónico e irreverente para Deadpool continua com este poster romântico.


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Os 'TCN Blog Awards 2015' foram entregues hoje - dia 9 de Janeiro - e diz-me a minha fonte que toda a sala protestou quando o CINE31 não venceu em nenhuma das categorias para que estava nomeado. A assistência, depois de recuperar do choque, aplaudiu os premiados. Na segunda-feira de manhã vou ao banco mandar cancelar o cheque.


Quero parabenizar todos os vencedores, com especial destaque para a sócia Sofia Santos e a sua Girl On Film (A Original) e os compadres Pedro Cinemaxunga, Brain Mixer e os moços do VHS (em que tive a honra de participar em várias edições).

A lista completa dos vencedores:
"Vencedores TCN Blog Awards 2015" | Cinema Notebook 

Cumprimentos ainda ao Carlos Reis do Cinema Notebook. Lamento não ter podido estar presente na ultima edição dos TCN para conviver com a malta mais fixe da blogosfera nacional, mas estive lá em pensamento! Les TCN sont mort! Vive les TCN!
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"Heidi" é um sucesso que atravessou gerações, com cerca de uma dezena de adaptações ao cinema e televisão desde os anos 1920 até à actualidade. A que está mais na memória das últimas décadas é sem dúvida o êxito esmagador da série em anime dos anos 70, que até foi refeita recentemente em 3D.

Este - se  não me engano - é o sétimo filme em imagem real - não, afinal são mais - que conta a história que só um ermita não conhece: a pequena Heidi vai viver com o avô para os Alpes, pouco habituada à vida da montanha.


Torna-se amiga do pequeno pastor Pedro e até descongela o coração do rude avôzinho. Mas quando Heidi vai trabalhar para uma casa na cidade, longe das montanhas, vai ser ainda mais um peixe fora de água. O resto está no trailer, dobrado em português:
HEIDI - Trailer Dobrado from Cinemundo on Vimeo.

Sinopse e informação sobre o filme:
"No próximo dia 07 de janeiro, a Cinemundo lança em cinema o filme “Heidi” (título original: “Heidi”), com realização de Alain Gsponer e com Bruno Ganz, Katharina Schüttler e Jella Haase nos papéis principais. Baseado nos livros originais de Johanna Spyri, chega agora ao grande ecrã, nas salas de cinema de todo o país, a história intemporal que inspira gerações!
O filme é uma adaptação fiel dos livros, com maravilhosas paisagens e personagens que nos ficaram também na memória pela célebre série de animação. Temos agora a possibilidade de ficarmos a conhecer a verdadeira Heidi, num filme único dobrado em português e para toda a família.
Heidi, uma pequena órfã, vive uma alegre infância junto do seu avô nos Alpes Suíços. Com Pedro, o seu melhor amigo, Heidi passa os dias a tratar das cabrinhas e a passear livremente pelas colinas. As maravilhosas paisagens são o cenário perfeito para as aventuras desta dupla incansável. Até que um dia, a tia de Heidi leva-a para uma rica mansão de Frankfurt com a intenção de a colocar como dama de companhia de Clara, uma menina paraplégica que vive confinada a uma cadeira de rodas… Embora de mundos muito diferentes, Clara e Heidi mal podem imaginar que o primeiro encontro seria o início de uma marcante amizade!" [via Cinemundo] 


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Uns jeitosos posters Star Wars The Force Awakens para os cinemas IMAX, principalmente o do topo, em  que Finn enfrenta Kylo Ren na floresta da Base Starkiller.





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Apesar de um ano relativamente menos activo no CINE31 - eu ando sempre ocupado com a Enciclopédia de Cromos e o Bruno é agora o nosso embaixador no estrangeiro - o nosso Plano de Dominação Mundial (PDM - hum...) continua e a próxima operação é conseguir ganhar todos os TCN 2015, mesmo  naquelas categorias para as quais não fomos nomeados. Estou a terminar de embrulhar as Caixas Brinde Eusébio (1) para enviar à misteriosa ACADEMIA TCN (Illuminati? Maçonaria? Exército da Libertação de Nolan? Opus Dei?). Estão portanto, no papo. Fica já o aviso que o que interessa não é quem tem mais votos, mas quem tem mais deputados. (2)

Directo ao que interessa, o CINE31 foi nomeado para as seguintes categorias:


"Site / Portal / FB" [Grupo Oficial CINE31]

"Ranking / Top": "Prémios Whatever 2015"


Imagens roubadas ao "Cinema Notebook" - de Carlos M. Reis - onde podem ver a lista de todos os nomeados em todas as categorias, incluindo as estreias deste ano: "TCN BLOG AWARDS 2015 - CINEMA NOTEBOOK".

Registo com agrado que iniciativas em que participámos - e algumas que prometi que participava mas afinal não enviei o texto a tempo(3) - também estão nomeados, bem como diversa malta amiga da blogosfera/facebookesfera(4).

Os nomeados e vencedores das edições anteriores: "TCN Blog Awards".

(1) Uma referência futebolística, caro Leitor do Futuro que já não recorda esta polémica nacional.
(2) Agora uma referência política. Este post vai ficar mais datado que os manhosos efeitos especiais do "The Hobbit".
(4) Palavra nova?
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Nova imagem oficial da equipa feminina das Caça-Fantasmas em acção.






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 Infelizmente não é esse tipo de história que vos venho contar.

 A não ser que queiram muito.

 O David deu-me mais duas sacas de arroz do que costume (é, ultimamente anda muito bonzinho. Claramente quer tirar-me o lugar para a nova estagiária) com a missão de internacionalizar o CINE31 pela Europa. Inteligente como sou, decidi começar pelos calores da Dinamarca, onde o meu suor diário é deveras farto.

 Não se alarmem, pois eu vim preparado.




 Como devem imaginar, até me instalar como deve ser no novo polo do CINE31, não tenho tempo nem para ter comichões, quanto mais coçar-me. O cinema para mim tem sido uma experiência muito escassa. Tive a minha dose em Outubro onde vi uma quantidade valente tanto deste ano como do anterior (adorei o teu trabalho, Wes), mas foi tudo graças ao videoclube. Não percebo porque é que a Blockbuster encerrou quando ainda há uma clara demanda por aluguers. Enfim. 

 Entretanto chegámos a Dezembro e os meus companheiros (longa história) debatiam sobre a curta independente, Star Wars: O Despertar do Merchandise, onde admiti não poder ir ver por ser uma experiência demasiado cara para as minhas prioridades. Não me lembro do valor correcto, mas é acima dos 10€ por bilhete. Isto se quisermos ver no antiquado formato 2D. Maneiras que o plano era aguardar pelo aluguer. Neste caso literalmente (antes também, atenção), pois pode-se alugar filmes de borla na biblioteca local.

 E não é que, mais tarde, fui surpreendido com uma prenda de Natal? Um pacote que equivale a 2 bilhetes mais dois baldes de pipocas mais duas bebidas?

Digam o que quiserem do aspecto deles, mas têm coração!
 E assim, peguei na minha mulher e levei-a ao cinema para, afinal, vermos o novo Star Wars. Entretanto tive que a pousar pois as minhas costas não são o mesmo de há uns anos.

Eu tinha recebido um conselho prévio: Tenta chegar antes de faltarem 30 minutos se não queres pagar um extra. Chegámos ao balcão de atendimento e a primeira pergunta foi se tinhamos reserva. Tivemos sorte, pois havia um número decente de lugares disponíveis. Escolhi os melhores lugares que haviam na segunda fila da frente que equivale ao IMAX dos pobres. Fui, no entanto, informado que o meu "vale" só servia para filmes até 2 horas. Infelizmente o Star Wars tem créditos que duram 10 minutos e mais 5 minutos para a cena extra em que o Kylo Ren é visitado pelo Nick Fury, pelo que por 15 minutos a mais tive que pagar 20 Kr por bilhete. Continuou a ser incrívelmente barato, no entanto.

 A senhora era simpática.

Subimos umas escadas e temos que mostrar logo os bilhetes.

O senhor era simpático.

Aqui, estamos dentro de todo um lobby exclusivo. Senti-me nos Maias, mas com menos incesto. O espaço estava cheio e a única zona onde podiamos caminhar era à frente das televisões onde havia quem estivesse a jogar o Battlefront na PS4 enquanto aguardava pela sessão. Visto que foi depois do Natal, certamente havia quem já tivesse visto o filme, pelo que era uma zona de risco de spoilers. Felizmente, eu só sei dizer "Grátis"* em dinamarquês, por isso não percebi nada.

Era então altura de nos metermos na fila para as pipocas e bebidas. Funciona um pouco como o IKEA. Quando a fila avança o suficiente, é hora de pegarmos no copo com a dose certa do vale e encher com a bebida predilecta. Aguarda-se um pouco pela oportunidade de dar mais dois passos e estamos numa vitrine com baldes de pipocas. É só pegar na medida certa e retirar o balde. Mete-se tudo no balcão e cantamos:

"Não pagamos!
Não pagamos!
Não pagamos, não pagamos!"

E podemos sair dali.

A moça não era muito simpática.

"First, they take our jobs, then, they take our popcorn!"
E está na hora de irmos então para a sala.

Nós fomos para a sala onde estava o Star Wars, mas podiamos ter ido para um filme qualquer pois aparentemente ninguém volta a certificar os bilhetes, dando até a oportunidade de sair e ver outro. O nível de confiança que os Dinamarqueses depositam é de louvar. Sei que em alguns cinema portugueses é possível fazer o mesmo mas tomara nós saírmos daquele inferno de adolescentes quanto mais entrar noutra sala.

A sala é bastante acolhedora, tendo um aspecto premium sem o ser (dependendo do ponto de vista pois os bilhetes são mesmo caros). Ao invés de tudo em preto, é tudo em vermelho, tipo a carpete dos Globos de Ouro da Sic antes dos pombos a encherem de merda. Depois de encontrarmos os nossos lugares numa ordem que é tudo menos numérica, sentamo-nos e sentimos um relaxamento na espinha. "São confortáveis querida... conseguimos! Já não estamos naqueles bancos do Monumental. São confortáveis! Eia, eia!", exclamei baixinho, emocionado. Baixinho porque não queria interromper a distração da malta para o que tava no ecrã. Enquanto que em Portugal vemos trivia do IMDb com mais de 5 meses disfarçado de notícias antes da chegada dos trailers, aqui joga-se lotaria. Não no formato da Marisa Cruz mas num video jogo à base de SMS. "Que horror!" - pensei - "A Jamba! voltou!"

É hora de provar as pipocas. Um pormenor interessante é que na secção do IKEA não havia forma de saber se eram doces ou salgadas. A minha mulher prefere pipocas doces, eu prefiro não comer pipocas porque detesto incomodar (não faças o que não gostas que façam a ti) mas se tenho que comer, pois que sejam salgadas. E vai-se a ver e ganhei. Mais tarde perguntei a um amigo dinamarquês sobre isso e confirmou-me que aqui, no geral, só se come pipocas salgadas. Não param de me surpreender!

PAREM DE ME CONQUISTAR!

Começo a desligar o telemóvel e faço aquele esforço de o meter no bolço das calças de ganga apertadas. É aqui que, sem querer, descubro que o banco é inclinável. Brilhante! Não deixa de haver espaço suficiente para se estar confortável. Os apoios são almofadados como todo o banco parecendo um colchão de espuma. Em momento algum durante o filme me ajeitei. A zona própria para segurar as bebidas também estava afastada o suficiente de forma a impedir que a minha mão se enfiasse por lá à procura desesperadamente por conforto onde não existe. Tudo cinco estrelas.

A publicidade começa e é uma brisa fresca para a minha cabeça. Não percebo nada do que dizem nem sem quem é aquela gente. Finalmente, publicidade que não me irrita! Quase que dá para dormir sem incómodo. Por outro lado, tenho saudades da publicidade 3D da Vodafone que resulta melhor que qualquer filme em 3D que passe a seguir. Os trailers aparecem e começo a lidar com a experiência de ter legendas em dinamarquês. Felizmente tenho muita prática em ver filmes alugados com legendas asiáticas nas caras dos actores, pelo que não me incomodou. Nisto surge um trailer de um filme dinamarquês onde eu desejava que tivesse legendas. Mesmo assim, conseguiu o meu interesse sem eu perceber nada e não deixa de ser mais agradável do que ver o trailer do Leão da Estrela Redux.

E, então, o filme começa.

Não vou falar neste artigo o que achei sobre o filme (basicamente gostei mas podia ser melhor... e isto não se aplica a mais filme nenhum), mas não posso deixar de mencionar a magia que é ver o título e a icónia música a acompanhar, em pleno cinema. É a primeira vez que experiêncio isto. Aproveito para dizer que a minha mulher está grávida (ah é verdade), pelo que é também a primeira banda sonora do meu filho. Ou filha. Logo se vê. A minha mulher nunca viu um Star Wars antes e, para primeiro, gostou. Pelo que, mesmo que o filme pudesse ser melhor, acabou por marcar um significado especial para a nossa família. Fosse daqui a uns meses e teria sido a ver o Batman e a ouvir-se Hans Zimmer, mas a Natureza trabalha em formas misteriosas.

Durante o filme, as legendas acabaram por me distrair um pouco. Não que eu estivesse a tentar ler mas não pude deixar de reparar periféricamente a constante palavra dinamarquesa "fart". Confuso, no mínimo.

Um último detalhe sobre a sessão em si... adorei os dinamarqueses. Parecia um visionamento de imprensa mas cheio. Quero com isto dizer, ninguém falou durante o filme, ninguém tirou selfies, ninguém se levantou constantemente, nem houve intervalo. Foi perfeito. Toma nota Portugal, é assim um país desenvolvido. Depois disto não sei como voltar a ver um filme no meu país junto de animais soltos. Ficarei mal habituado.

No final do filme, acendem as luzes para a saída. Lá vamos nós e qual não é o nosso espanto quando estamos directamente no parque de estacionamento. Uma saída destas é extremamente útil para aquelas sessões da meia noite. É ver o filme e meter-nos logo no carro. 

E foi assim a minha primeira ida ao cinema na Dinamarca. Uma experiência a repetir-se, moderadamente. Mais do que termos gostado do filme, gostámos da nossa ida em sí. E lá fomos nós, ao... calor... para a nossa casa, depois de uma matiné como antigamente. De mão dada, a debater as crises familiares em galáxias muito, muito distantes...


Fin(n)



*Diz-se assim: Gratis
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