Find us on Google+


Talvez o filme menos conectado ao "Marvel Cinematic Universe" até ao momento, mas não digo isso como algo negativo. Tem espaço para ser seu próprio micro-universo, e trata precisamente do isolacionismo e as implicações do seu fim. O herói não é tão exuberante - e divertido - como os vilões, mas ele tem seus momentos. E fico feliz que a figura de Killmonger, embora humana e vulnerável, não tenha sido demasiado romantizada, mas mostrada como ele é: um candidato a genocída. E eu aposto que no mundo real, os candidatos a genocída e construtores de muros (assim como seus seguidores) que viram o filme, temem agora que seus vizinhos de pele escura sejam agentes secretos de uma misteriosa nação estrangeira. Nação essa, que ironicamente - ou não - é uma versão high-tech da América sonhada por Trump, mas com saúde universal grátis. Claro, o filme tem uma mensagem de unidade, mas, felizmente, não é muito pregador. E o Killmonger não é o herói da mudança como tenho lido por ai, teve um papel importante mas como catalista.
O exuberante visual que casou tecnologia futurista com tradição africana funcionou e o extenso elenco está no ponto, e embora a maioria desse elenco represente várias tribos que nunca deixaram África, creio que a comunidade de descendentes de escravos pode-se orgulhar desse "blockbuster" que os representa - e à luta pela igualdade - na tela grande, para uma audiência global... Agora, sobre os pontos menos realizados, alguns dos efeitos especiais são muito mal-feitos, e as filmagens nocturnas e de luta uma confusão. Eu queria que todos os filmes de ação copiassem as sequências de acção de John Wick, por exemplo, em vez do estilo Jason "Parkinson" Bourne que já deu o que tinha a dar, há muito tempo. No cômputo geral é um blockbuster que se vê com agrado e que provavelmente vai trazer um personagem pouco conhecido do grande público que não lê BD para a ribalta.

Bem, tinha que publicar esta montagem para destruir a dignidade deste post, e além disso, Portugal já teve um Pantera Negra:

Ler Mais ...

0 comentários


“Solo: A Star Wars Story”, novo poster com o elenco principal reunido.





Via Tumblr do CINE31 http://ift.tt/2Eqtd4l
Visite também o Grupo Oficial do CINE31 no Facebook, o Twitter, o Google+ e o Youtube do CINE31. via IFTTT
Ler Mais ...

0 comentários


Deadpool 2 - Novo poster a fazer referência à icónica cena do "chuveiro" do clássico "Flashdance":






Via Tumblr do CINE31 http://ift.tt/2nGn2yI
Visite também o Grupo Oficial do CINE31 no Facebook, o Twitter, o Google+ e o Youtube do CINE31. via IFTTT
Ler Mais ...

0 comentários


Sinopse: Num futuro próximo, um grupo de cientistas que quer salvar o Mundo da crise energética que os coloca à beira de uma Guerra Mundial, ignora os avisos de um teorista da conspiração que nem tem a 4ª classe, e activa um avançado gerador a bordo de uma estação espacial. Obviamente, a teoria da conspiração era real e a Terra desaparece. Oops.
Opinião:
Depois de duas excelente entregas em géneros distintos, á terceira foi de vez: cagaram e bem cagado.
Tudo neste filme - excepto os bons efeitos especiais - soa a falso, até o "amor é a maior força do universo" do Interstellar era mais credível, talvez pela quantidade de lágrimas e ranhoca do Matthew MacCoise. 
Para os mais desavisados, se parece que pegaram num filme "merda que corre mal em submarino/navio/nave/estação espacial" e à posteriori plantaram umas sementinhas para ligar ao suposto "universo cinemático"  Cloverfield, terá sido mesmo isso que fizeram. É o tipo de coisa que se for bem feita torna a experiência de continuidade ou referências mais interessante (o "Starship Troopers" de 1997 começou como um filme não associado ao livro de Heinlein, por exemplo). Se o filme ficar pago e a sequela anunciada for mesmo em frente, talvez o 5º volume seja o "Romeo e Julieta" com cameos do Cloverfield.
É uma pena ver situações e actores desaproveitados, como o Barão Zemo (cada o vez que o via só me lembrava "Mission report! December 16th! 1991!") ou o gajo do I.T. que é o comic relief. Ás vezes o carisma do elenco compensa a fraqueza de um argumento ou da direcção, mas na fita rareiam até os momentos de empatia, principalmente a protagonista e o seu drama familiar cliché a tiracolo. Ponto positivo: está explicada a origem de tudo estranho que se passou nos filmes anteriores. Mas algumas das coisas que se passaram neste não tem grande sentido em certas sequências...talvez alguma das dimensões que se misturaram fossem mágicas? Enfim.
Vai ficar no rodapé da História do Cinema/"TV á la carte" por ter sido lançado no mesmo dia que saiu o primeiro trailer e apanhar toda a gente de surpresa, mas resultou num filme "meh" e previsivel que se encaixa no estilo de coisas que passam periodicamente num canal generalista domingo á tarde, mas com menos personalidade.


* numa Terra que aparentemente não é a do primeiro Cloverfield (2008).

Relacionado:

Ler Mais ...

0 comentários



Depois da amostra do intervalo do Super Bowl 2018, um trailer completo de "Solo: A Star Wars Story":




 E 4 posters dos personagens principais.





Estou a gostar do look oldschool da coisa, a manter a consistência com a trilogia original.
Ler Mais ...

0 comentários



Se já em 2017 eu comentava que os ânimos estavam mais calmos em relação á expectativa dos trailers que os fãs esperam ver nos intervalos da competição, este ano ainda noto mais essa ausência de espectativa.
E verdade seja dita, apenas me interessam os trailers do Missão Impossível 6 e a possibilidade remota do teaser para "Solo: A Star Wars Story" dar as caras. Como compensação provavelmente veremos material promocional de "Jurassic World: Fallen Kingdom", "Avengers: Infinity War", "Ant-Man and The Wasp", "Black Panther"...
Á medida que forem colocados online, vamos actualizando o post.

"Solo: A Star Wars Story" (2018)
Afinal o boato das ultimas horas confirmou-se e tivemos direito a um teaser do spin-off de Han Solo:

"Avengers: Infinity War":

"The Cloverfield Paradox" (2018)
O trailer do terceiro Cloverfield, que estreia já hoje no Netflix! Netflix got balls!


"Mission: Impossible - Fallout" - Tom "Homem-de-Borracha" Cruise está de volta.

"Jurassic World: Fallen Kingdom"

"Skyscraper"


"Red Sparrow" - O filme da Black Widow, sem a Scarlett Johanson.

"A Quiet Place"


"Westworld" - Trailer da 2ª Temporada:



Relacionado:
Ler Mais ...

0 comentários



Krypton - Poster






Via Tumblr do CINE31 http://ift.tt/2DWafhD
Visite também o Grupo Oficial do CINE31 no Facebook, o Twitter, o Google+ e o Youtube do CINE31. via IFTTT
Ler Mais ...

0 comentários


O primeiro trailer para a sequela de "Ant-Man" (2015): "Ant-Man and the Wasp" está online:


 E também já temos novo poster:

Ler Mais ...

0 comentários








Captain Marvel | Brie Larson em uniforme. Em poucas horas a imagem correu a Internet e naturalmente há fãs preocupados com a cor diferente do uniforme tradicional* e com a falta de rabo da actriz. Consta que com CGI vão sobrepor o da Scarlet Johansson ao de Brie.





Nota: Obviamente, connaisseurs de banda desenhada sabem que os tons verde são do uniforme dos alienigenas Kree, provavelmente no terço final do filme a Capitã Marvel adopta as cores vermelho e azul e tudo estará bem no Mundo.

Via Tumblr do CINE31 http://ift.tt/2DEKPJr
Visite também o Grupo Oficial do CINE31 no Facebook, o Twitter, o Google+ e o Youtube do CINE31. via IFTTT
Ler Mais ...

0 comentários



"Kingsman: The Golden Circle" é um bom bocado de diversão, salpicado com alguma boa ultraviolência. Obviamente não tem a frescura do primeiro, mas felizmente não foi estragado pelos trailers e ainda conseguiu retirar algumas surpresas da manga. A acção é frenética, mas felizmente dá para acompanhar o que se está a passar no ecrã, num meio termo entre a acção epilética estilo "Bourne" e "John Wick" que recuperou o prazer que poder apreciar a sinfonia de destruição, com planos mais longos e edição mais contida. SPOILERS para quem não viu, o plot centra-se no plano da carismática e louca Poppy Adams (Julianne Moore) para sair das sombras e se tornar a rockstar do tráfico de droga e pagar impostos. Primeiro destroi os Kingsman, a elite de agentes secretos britânica. E depois de infectar milhões de drogados com vírus nas drogas que vendia, faz um ultimato: para salvar a vida dos infectados, o presidente dos EUA acaba com a "guerra ás drogas" e dá-lhe imunidade. Mas, o presidente tem outros planos, e cabe ao trio sobrevivente dos Kingsman salvar o Mundo outra vez. No entanto, para o fazer precisam do auxílio e recursos dos Statesman, o equivalente norte-americano dos Kingsman. Apesar de gostar do personagem de Harry (Colin Firth) - o mentor de Eggsy (Taron Egerton) que no filme anterior foi dado como morto - acho que se perdeu tempo demais a fazer tentá-lo recuperar a memória, em detrimento dos agentes dos Statesman, que apesar de importantes para o avançar do plot não são desenvolvidos. E pelas promoções podiamos pensar que o agente Tequila (Channing Tatum) teria um papel bem mais importante, quando na realidade foi o agente Whisky (Pedro Pascal, sim o gajo do Game Of Thrones) que calçou essas botas. Infelizmente, desta vez não tivemos direito a um breve vislumbre do rabiosque da princesa Tilde (Hanna Alström), apesar de uma cena atrevida para colocar um tracker GPS numa suspeita...bem, é melhor verem...O Eggsy ainda teria muito a aprender do James Bond porque apesar de badass, continua a comportar-se como um puto em missões mais...sensíveis...
E se a Poppy se tivesse lembrado de exterminar os Stateman - de surpresa como fez aos Kingsman - o filme tinha acabado mais cedo!

Achei irónico que no final dos créditos esteja o disclaimer a jurar que não receberam dinheiro para ter personagens a fumar tabaco, mas não têm nenhum disclaimer a jurar que não receberam dinheiro das tabaqueiras para promover o "legalize it" que ia beneficiar as tabaqueiras que entrariam abertamente no negócio das drogas. Mas, product placement e propaganda aparte, é interessante a leve crítica à "guerra ás drogas" e á atitude dos orgãos governativos mais conservadores.
Em suma, bom entretenimento que não fere o cérebro, mas diverte.


Ler Mais ...

0 comentários


Lembro-me bem quando estreou o "Jumanji" original, em 1995, mas acabei por nunca o ver completo, apenas excertos na TV anos depois. Não sei se por alguma antipatia com o estilo de comédia do Robin Williams ( e no entanto acho que vi o "Flubber", dois anos depois) mas nunca tive grande interesse pelo filme. No entanto, há alguns anos até gostei de ver a espécie de remake espacial "Zathura". Por acaso, fui ver, "Jumanji: Welcome To the Jungle", esta sequela 22 anos depois com o espírito: "mais um filme para passar na SIC no fim de semana à tarde". E é mesmo isso que o filme é, mas em bom, dentro do género "comédia com acção e fantasia". Basicamente é o "The Breakfast Club in the Jungle", com o grupinho de esterótipos obrigatórios: o atleta burro, o tótó inteligente, a popular fútil, a impopular não muito bonita. Durante uma tarde de castigo na escola, são engolidos para dentro de um jogo de aventura na selva. 

Para sair do jogo de volta ao mundo real, têm que recuperar um MacGuffin e devolvê-lo ao Covil dos Thundercats. A sério.

Portanto, um filme bastante linear, com personagens diferentes e que vão ter que aprender a confiar e trabalhar em grupo para concluir o objectivo, mas o resultado final é melhor que o espectável, as sequências de acção não chegam a maçar e o sentido de humor acerta quase sempre, sem resvalar muito na escatologia, e até dois actores que geralmente me deixam de pé atrás - Jack Black e The Rock - conseguiram um registo auto-paródico com alguns bons momentos. E tenho que dar pontos extra pela presença da Karen Gillan, que sigo "com interesse" desde o tempo de Doctor Who.

Perderam o oportunidade de fazer deste filme um punjente panfleto feminista de denúncia ao drama das personagens femininos de aventura na selva que são vestidos pelo patriarcado em trajes menores e inadequados para aventuras na sela. E sobre os afro-descendentes que nas aventuras são sempre os carregadores da tralha dos exploradores de renome. 

Nota: Já é o terceiro filme que vejo com este título, e o segundo com este título com o The Rock. E eu sou um novato nas coisas relacionadas com videojogos, mas estava-me a incomodar que o Jumanji se transformou num jogo para uma consola estilo Atari 2600 mas o raio dos gráficos dos menus de seleçção de jogadores 



Ler Mais ...

0 comentários



Numa galáxia muito próxima, nos anos 80, continuava a vontade de ordenhar o filão da Guerra das Estrelas, ou pelo menos de aventuras espaciais. Este "Spacehunter: Adventures in the Forbidden Zone" foi mais um a tentar a sorte, com resultados mistos.
O plot é simples, uma nave é destruida por um incidente astronómico, e três mulheres aterram no planeta mais próximo. Imediatamente encontram estranhos nativos sobreviventes da epidemia que devastou a colónia de humanos. Tudo foi para o raio que o parta e o planeta está cheio de rejeitados do Mad Max, mais algumas criaturas bizarras que incluem uma espécie de anões que cantam em coro e atiram cocktails Molotov, vampiros obesos nús a descer os tubos do Aquaparque, mini-dragões... 
Han Solo e Lando Calrissian vão competir para encontrar as míudas e devolvê-las para receber a recompensa. Vão ser ajudados pelo Jar Jar Binks, que depois de um banho forçado numa poça imunda se transforma na futura namoradinha dos anos 80: Molly Ringwald pré-"Sixteen Candles" e "Breakfast Club". Quer dizer, acho que foi mais ou menos isto, já era tarde quando comecei a ver a fita. Obviamente, o overlord do planeta é o Overdog (Michael Ironside), um gajo muito mau, que está sempre a mandar fazer experiências genéticas e químicas nos sobreviventes, quando não está ocupado com atirar pessoas para labirintos mortais. Aliás, é das sequências que conseguiu melhor alguma tensão, quando a Molly, perdão, Niki tenta sobreviver no labirinto cheio de armadilhas. Imagino as lágrimas que o Michael Ironside verteu no interior da sua máscara de latex, enquanto gesticulava e exclamava "Ha" de dentro da fatiota que parece o resultado de uma noite de sexo do Barão Harkonnen com um Go-Bot. Ele depois limpou as lágrimas com o cheque. Melhor momento dramático do filme: o Overdog é apresentado ás novas cativas, e ordena a um dos capangas: "Despe-a!" para surpreender todos quando segundos depois acrescenta, vigorosamente: "Devagar...". Um Óscar retro-activo para o modo pervertido mas sensível como um homem envolto em latex e maquinaria com braços de robot industrial conseguiu actuar assim. A espécie de Han Solo, Wolff (tipo, "lobo solitário", cappice?) foi interpretado por Peter Strauss, que levei o filme todo a pensar que era uma cara conhecida, mas não me recordava de onde. Continuo na mesma. O seu mercenário rival e mas amigo da malta foi desempenhado pelo Caça-Fantasma que ninguém se lembra o nome (racistas!), Ernie Hudson.

"Spacehunter: Adventures in the Forbidden Zone" é de 1983 e estreou como "Caçadores no Espaço" em Portugal (16 Março de 1984), enquanto no Brasil se manteve o subtítulo: "Caçador do Espaço: Aventura na Zona Proibida". Foi realizado por Lamont Johnson e produzido por Ivan Reitman (o realizador dos "Caça-Fantasmas"). Boa banda sonora de Elmer Bernstein ("Os 10 Mandamentos", "Os 7 Magníficos"). O filme foi originalmente exibido com algumas sequências naquela tecnologia do futuro, o 3-D!
Fiquei com vontade de ver o filme quando há uns anos encontrei o poster num anúncio nos arquivos do extinto jornal "Diário de Lisboa". E até no ano anterior á estreia em Portugal, o suplemento "Sábado" do Diário de Lisboa dedicou uma página ao filme, com base na expectativa pelo regresso dos filmes em 3-D, o "renascer da Fénix" nos anos 80.
 Como ainda faltava para a estreia portuguesa, é usado a semi-tradução literal do filme como "Spacehunter: Aventuras na Zona Proibida".


Em suma, não envelheceu graciosamnete, mas para o que é, vê-se bem.


Ler Mais ...

0 comentários


Não é qualquer agente secreto que consegue sacar a Rainha das MILFS com movimentos como "matei o teu marido mafioso, o funeral foi bonito, toca lá a despir-te aqui no meio dos cadáveres dos assassinos. Bela decoração". E ele não estava a falar dos candelabros. Aprende, Ethan Hunt. (Agora a sério: agente que seduz ou é seduzido pela víuva do gajo que limpou o sebo...acho que já vi isso algures...)
E mesmo assim...com o Bond de Craig a maio caminho do brutamontes de "Casino Royale" e o charme dos filmes "antigos", conseguiram fazer um filme do James Bond ainda mais banal e aborrecido que o anterior [link]. O filme safa-se pelas cenas de acção, a fotografia, banda sonora, o habitual, mas que raio foi aquele Blofeld? Xiça, o Dr. Evil era mais credível como Blofeld. "Ah, e tal, tinha um gato e tudo, um covil numa cratera de meteorito, e um actor talentoso...". Pára já ai, foi merdoso mesmo SPOILERS: "Ai, gostava de ser filho único e o meu pai acolheu um órfão! Vou matar o meu pai, fazer-me de morto, estagiar no McDonalds a fritas batatas e depois ser promovidoa a chefe dos chefes dos vilões! Bhua-ah-ah!" SPOILERS Porra, o Bautista foi mais interessante e mal falou...
Vamos ver que tal será o próximo, se pagarem o suficiente para o Daniel Craig não ameaçar cortar os pulsos, outra vez.
Desabafo inicial: "SPECTRE - Letterboxd".

Ler Mais ...

0 comentários

Para terminar 2017 em beleza, o TOP 10 5 Melhores Filmes de 2017 Que Vi Com Estes Olhos Que A Terra Há De Comer. Espera, vi poucos filmes deste ano. A maioria foi dos anos 80 e do ano passado...por isso, TOP 2017 misturado com outros anos:

Oh, enganei-me, o Split não era para ter ficado tão à frente. Oh well, para o ano há mais....
Ler Mais ...

0 comentários




Ainda não foram confirmadas oficialmente [NOTA: Foi confirmado que não são.], mas agora que faltam cerca de 5 meses para a estreia, aparentemente caíram na Net as primeiras imagens dos personagens principais do spin-off "Solo", as aventuras do jovem Han Solo, Chewbacca, Lando Calirisian, a "mãe dos dragões" e o que interessa, uma versão novinha do "Millenium Falcon" (mais uma variante para os fanboys comprarem em LEGO e afins).
Enquanto não chegar uma versão oficial em HD, podem levar esta que editei ligeiramente:


Ler Mais ...

0 comentários