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Aquaman | EW First Look





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Depois do modo nhé como a clássica saga da Fénix Negra foi "adaptada" nos X-Men 2 e 3; depois da bodega de "X-Men: Apocalypse", imagino que muitos fãs estejam preocupados com este novo tratamento do famoso arco da banda desenhada. Estão agora online algumas imagens e a capa da revista ZZZZZZZZZZz e a sinopse refere que os X-Men vão viajar ao espaço. Menos mal...

Ai está a Sonsa Stark em pelota e em chamas. Johnny Storm iria aprovar.



Mais imagens aqui.

[Via EW]
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Ao ouvir a expressão "filme de natal" os nossos leitores (portugueses) devem imediatamente pensar em  pelo menos um ou todos desta pequena lista: "Sozinho em Casa", "E.T. O Extraterrestre" e "Música no Coração", os filmes aparentemente mais vezes exibidos no dia de Natal ou pelo menos durante a semana natalícia. Precisamente enquanto escrevo estas linhas anunciou na RTP-1 o "Música no coração", que curiosamente, apesar do número de vezes que foi exibido na televisão, apenas vi uma vez do inicio ao fim. Mas, antes de serem exibidos na TV o "Sozinho em Casa" (de 1990), "E.T. O Extraterrestre" (de 1982) que filmes passavam na nossa TV nesta época? Fui investigar. Sinceramente, esperava mais repetições. Nos EUA, um tradicional - a acreditar em filmes e séries americanas - é o "Do Céu Caiu Uma Estrela", e da recolha de dados que fiz da década de 80 e até meio dos 90, é precisamente  "Do Céu Caiu Uma Estrela" em 1982 e 1995.
O título original é "It's a Wonderful Life" (literalmente "É uma vida maravilhosa"; "A felicidade não se compra" no Brasil), de 1946, baseado no conto "The Greastest Gift", com realização de Frank Capra ("Peço a palavra", ) e James Stewart ("O Homem Que Sabia Demais", "Janela Indiscreta") no papel principal de um homem prestes a suicidar-se na véspera de Natal. Mas a intervenção do seu anjo da guarda, pode contemplar como seria a sua familia e comunidade de ele nunca tivesse nascido. Trailer de "Do Céu Caiu Uma Estrela":
Temos também o "Música no Coração" em 1988 e 1995. Este musical de 1965, "The Sound Of Music" ("A Noviça Rebelde" no Brasil), realizado por Robert Wise ("West Side Story", "O Caminho das estrelas: O Filme") dispensa apresentações. Mas, para os mais novos: saibam que foi adaptado do homónimo musical da Broadway, que por sua vez é baseado no filme "Die Trapp-Familie" (1956) e no livro "The Story of the Trapp Family Singers", as memórias de Maria von Trap - e a sua familia de cantores - encarnada no grande ecrã por Julie Andrews ("Mary Poppins"), e imortalizada décadas depois num dos mais famosos memes da Internet que canibaliza a mais famosa cena do filme, Maria a dançar e cantar nas verdejantes montanhas austríacas.
Não sou fã de musicais e este foi dos poucos que tolerei ver de inicio ao fim. Trailer de "Música no Coração":
Vamos então ver que filmes se viam na década de 80 e 90 entre fatias douradas e bolo-rei:
1980:
Descalços no Parque
1981:
Chapéu Alto
Ritmo Louco
Vamos Dançar?
Tristezas não pagam dívidas
Os Contos de Beatrix Potter
O Inimigo Público
1982:
Milagre por Um Dia
Muito Obrigado Sr. Scrooge
Do Céu Caiu Uma Estrela
1983:
A Taberna do Irlandês
Natal Roubado
Feliz Natal Sr. Krueger
1984:
Trapézio
1985:
As Noites Loucas do Dr. Jerry
Sansão e Dalila
1986:
Serenata à Chuva
1987:
Os Salteadores da Arca Perdida
O Leito Conjugal
Amor Proíbido
O Inquilino
1988:
Cântico de Natal
Natal - Tempo de recordar
O Homem Vestido de Pai Natal
O Feiticeiro de Oz
Música no Coração
Cammina, Cammina
Nostalgia
1989:
Prenda de Natal
Escuro no Cimo das Escadas
O Despertar
A Ourivesaria
Oliver!
Hello, Dolly
Police
Indiana Jones e o Templo Perdido
1990:
Viagens alucinantes
Os Piratas
O Grande Combate
O Homem Tranquilo
Há lodo no caís
O fascínio dos deuses
E o Sol também brilha
1991:
Estes Gloriosos Dias
As noivas de Cristo
A loucura do ritmo
Sombras no Paraíso
Fruto Proíbido
Cinema Paraíso
1995*:
Pestinhas ao ataque
Balada ao Luar
Do Céu Caiu Uma Estrela
Música no Coração
Libertem Willy
Dias de Tempestade
Três Homens e uma Menina
Que Paródia de Natal
SOS Fantasmas
A Maravilhosa História de Charlie
As Novas Aventuras de Heidi
Que Bem se Está no Campo
Os Túneis de Nova Iorque
A Bela Memphis
Samantha, uma Rapariga Endiabrada
Coração Americano
A Loja das Curiosidades
A Revolta do Aprendiz
Joseph
Querida Lili
Uma lista bem eclética, desde Indiana Jones a Tarkovski! * Obviamente, a partir do inicio dos anos 90, a oferta de filmes aumentou, com a chegada dos canais privados. Pelo menos, até serem substuidos por novelas e reality shows já no século XXI. Em alguns destes anos os filmes foram preteridos a favor de programas religiosos, musicais, dança ou teatro.
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"Avengers: Infinity War" tem direito a quatro capas distintas na revista Vanity Fair. Note-se que alguns dos personagens apresentam visuais diferentes ao que vão apresentar no filme, pelo menos no inicio. Quem sabe se entre as batalhas com os esbirros de Thanos o ex-Capitão América tem tempo para fazer a barba e retomar o uniforme, e SPOILERS Thor regenera um olho /SPOILERS. Talvez cortesia do Doutor Estranho? Vamos então ver as capas que juntam os diversos núcleos de super-heróis do Universo Cinemático da Marvel:


O Visão, Steve Rogers anteriormente conhecido como Capitão América, o Gavião Arqueiro, Máquina de Guerra e a Vespa.

Falcão, Homem de Ferro, Thor e Viúva Negra.

Bruce Banner/Hulk, Pantera Negra, Feiticeira Escarlate e Homem-Formiga.

O Puto-Aranha, Pepper Pots, Senhor das Estrelas e Doutor Estranho.

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Talvez uma forma de eu tentar explicar qual é a sensação de viver num tempo em que é possível ir ao cinema para ver uma versão em imagem real da Liga da Justiça, seja comparar á espectativa de um fã que vai finalmente conhecer um ídolo. Ás vezes ele é um idiota ou um onanisto-exibicionista em série, ou pode ser o gajo (ou gaja. Igualdade.) mais fixolas do mundo ( ou podes descobrir anos depois que é um onanisto-exibicionista em série. Moral da história: não tenham ídolos). Dai os meus anteriores desapontamentos com o "Man Of Steel" e "Batman V Superman", em que o meu principal problema com eles foi o tratamento da personagem do Super-Homem. Existem décadas de diferentes leituras do Homem de Aço e para minha desilusão as opções escolhidas foram infelizes em alguns momentos. E continuo a achar muito cedo para fazer o arco da "Morte do Super-Homem". Alías, o Honest Trailer da Wonder Woman resumiu muito bem o meu "problema" com os filmes anteriores do DCEU: "Do estúdio conhecido por confundir duração com a profundidade, complexidade com inteligência e deprimidos auto-absorvidos com heroísmo".
Mas voltando à alegoria/metáfora (nunca sei distinguir uma da outra sem consultar o Google) da sensação de conhecer o ídolo: é um gajo porreiro. Diferente do que estávamos á espera, divertido, um bocado bipolar, mas não nos apalpou o cú.

O DCUE passou no teste e continuou o bom trabalho do sobre-valorizado "Wonder Woman".
Sinopse rápida: depois da morte do Super-Homem em batalha contra Doomsday, o Mundo está na merda. Quer dizer, o que é hábito, mas em pior, mais fragilizado e exposto a ameaças externas. Batman e o seu sentimento de culpa procuram montar uma equipa de meta-humanos para fazer frente á próxima invasão extraterrestre. Não é uma história de origem de cada um dos heróis, serve mais para fornecer os motivos para unir uma equipa de diferentes indivíduos em torno de uma ameaça global, na forma de Steppenwolf, um general de Apokolips em desgraça que se quer redimir conquistando o planeta em nome de Darkseid. Mas para assegurar a vitória ele pretende recuperar três artefactos milenares, que quando juntos....adivinharam, podem destruir a Terra.
A primeira metade da fita, precisava de algum polimento, mas é bastante entretida, enquanto o plot vai avançando com poucos solavancos e vamos conhecendo melhor as personalidades dos membros da Liga que só tinham surgido em cameos no "BvS". Ainda há uns dias me queixei dos exércitos de drones fotocopiados, mas os Para-Demónios estão muito bem conseguidos, teria sido interessante se explicassem um pouco melhor a sua criação. A grande surpresa está relacionada com a ressureição do Super-Homem, que felizmente deixou de lado o aspecto messiânico de pacotilha das anteriores, mas foi por um caminho mais...mórbido. Por momentos quase esperava ver surgir no ecrã Buffy de estaca em punho. Tudo o relacionado com o Homem de Aço está mais próximo em estilo ao Super-homem tradicional o que contrasta com a versão de "MoS" e "BvS". E falando em mudanças de comportamento, além da Trindade, o Cyborg também me pareceu dentro do espectável, com o conflito homem-máquina-monstro lá, apenas com pouco tempo para aprofundar. As mudanças mais radicais são as do Flash e Aquaman, mas que funcionam ambos como o comic relief e badass de serviço. Mais bizarras são aquelas cenas que foram filmadas depois de Whedon tomar conta do leme e que obrigaram a retirar o bigode a Henry Cavil com efeitos especiais...Ugh. Tenho lido muitas críticas ao mau CGI do Steppenwolf, mas sinceramente não me pareceu pior que o habitual para blockbusters. Deu-me mais impressão a cara CGI do Super...

A segunda metade é basicamente a segunda metade de "Age of Ultron", mas creio que é um pouco inevitável a comparação com filmes similares, dado o tema "invasão extraterrestre com uma super-arma". O filme tem humor mas sem patetice, mas creio que os ultrafanboys vão ter dificuldade em justificar o amor por este, depois de todo o ódio escrito nos últimos anos sobre a fórmula Marvel. Ou então vão crucificar o Joss Whedon. No entanto, seria interessante ver a versão totalmente Zack Snyder (que como demonstram "Watchmen" e "300" é um realizador excelente quando tem material de origem forte), ou pelo menos com as cenas cortadas e a banda sonora a fazer pandan com a dos anteriores. Mas deu um gostinho especial que o Danny Elfman tenha repescado aqueles pequenos momentos dos temas dos heróis de encarnações anteriores.


O grande problema da película acaba por ser a convivência nem sempre pacífica do trabalho de dois realizadores, e imagino da interferência do estúdio. É um filme bastante agradável, com um elenco carismático e personagens com química entre sí. Senti uma grande alegria em pequenos momentos como a aparição de um Lanterna Verde em acção no flashback da anterior invasão de Steppenwolf. Assim fez valer mais um pouco a pena ter esperado tantas décadas por este filme, que é longe de estar perfeito, sem o apuro visual dos anteriores (e não estou a falar do filtro "default dark") e cenas de acção confusas em certos momentos, mas é um sólido passo em direcção ao futuro do DCEU, se o box office o permitir.

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Depois de quase 3 minutos de cães a tentar apanhar frisbees, e de letras dos créditos que ninguém lê, começa o filme propriamente dito. É o dia 4 Julho de 1978 e o jovem David (Joey Cramer) entra na mata ao anoitecer para ir buscar Jeff (Albie Whitaker), o irmão que já estava atrasado para a família poder ir lançar fogos de artificio. Portanto, no tempo que os putos podiam ir para casa sozinhos e manusear vários quilos de explosivos. Mas David perde-se entre as árvores, e cai num buraco. Quando recupera os sentidos e regressa a casa, tudo começa a correr mal, na casa de família vive agora um casal de idosos que não conhece. A polícia consegue reuni-lo com a família mas o choque é enorme quando descobre que esteve desaparecido durante oito anos e foi dado como morto. Ele continua a ter 12 anos mas a mãe, o pai e o irmão mais pequeno (agora o actor Matt Adler) estão quase uma década mais velhos. David está não em 1978, mas em 1986, o presidente americano já não era Jimmy Carter e ainda a Sarah Jessica Parker não tinha cara de cavalo. Entretanto, um OVNI é capturado depois de colidir com cabos de alta tensão. Os cientistas não conseguem penetrar no casco da nave, mas quando os médicos que estão a acompanhar David lhe fazem testes, torna-se óbvia a ligação deste a uma entidade exterior. David é levado para as instalações da Nasa com a desculpa de ser testado mas com o propósito de conseguirem informações sobre a relação que este tem com o veículo alienígena.

David tenta fugir com a ajuda de Carolyn (Sarah Jessica Parker) mas é a própria nave que lhe proporciona os meios de fuga, ou melhor dizendo, a Inteligência Artificial que conduz a nave, Trimaxion Drone Ship abreviado para Max (voz de Paul Reubens).  Entretanto já tinha sido esclarecido o pormenor intrigante da diferença temporal: David foi levado por Max na nave até outro planeta, e devido á velocidade da viagem mais rápida que a luz, para David passaram apenas cerca de 4 horas mas no planeta Terra já se tinham passado oito anos. Max precisa da informação armazenada no cérebro de David para recuperar as cartas de navegação e poder regressar ao planeta de origem.

Existem umas quantas cenas manipuladoras, em parece que vamos ver um OVNI, mas era só um frisbee, um zeppelin our um depósito de água (verdade seja dita. Até na minha zona há um velho depósito de água que parece um OVNI). Um pouco como os filmes de terror em que parece que o monstro vai atacar mas era só um gato a saltar do armário. Mas a primeira metade consegue manter uma boa tensão, algum mistério sobre o que aconteceu durante o desaparecimento, e o está a acontecer no laboratório, quais as intenções dos cientistas - liderados pelo Dr. Farady - que estudam a nave e David e até onde são capazes de ir. E até a inteligência artificial - que raptou David e o levou ao planeta Phaelon para ser analizado - apesar dos comentários divertidos, é por vezes ambígua... Das inevitáveis referências a outros filmes de ficção-cientifica, como "Encontros Imediatos do Terceiro Grau" ou "E.T. O Extraterrestre", a que achei mais divertida foi a do "He just said that wanted to phone home", quando David faz uma pausa na fuga para telefonar aos pais e conseguir orientações. 

O trailer:


Imagino que a nave cromada - criada em computador - também deve ter servido de inspiração para as naves da rainha de naboo nas prequelas de a Guerra das Estrelas. O puto não tem tanto carisma como outros em filmes da decada - ou pelo menos não tem uma personalidade tão excêntrica - mas desenrasca-se muito bem nas cenas mais emocionais, apesar de noutras parecer estar a fazer um grande frete. Fica a sensação que o filme podia ter ido um pouco mais longe, mas apesar do elemento sci-fi tentou manter  dentro do possível os personagens com os pés assentes no chão - apesar dos longos voos - e sem nunca deixar esquecer a família, mas sem ser muito lamechas. Aliás, a família de David deve ser das menos disfuncionais do cinema juvenil dos 80s, mas pronto, é um filme com a chancela Disney (apesar de basicamente a Disney só ter aceite distribuir a co-produção de Producers Sales Organization e a empresa norueguesa Viking Films).
Toda a banda sonora de Alan Silvestri ("Regresso Ao Futuro") foi criada electronicamente com um sintetisador e sampler Synclavier. A realização esteve a cargo de Randal Kleiser, também responsável pelos êxitos "Grease" ou "A Lagoa Azul". Como curiosidade, o protagonista Joey Cramer voltou a ser notícia 2016 quando foi preso por assaltar um banco no seu Canadá natal!
No IMDB não consegui encontrar informação de estreia em Portugal. A Wikipedia indica o título "O Voo do Navegante" e suspeito que tal como no Brasil tenha ido directamente para vídeo. Passei revista ás estreias entre 1986 e 1988 em Portugal e não encontrei vestígios dela nas páginas de cinema do "Diário de Lisboa". Se algúm leitor possuir mais informação, faça favor de partilhar nos comentários!

Resumindo, um simpático e perfeito filme para toda a família. Quando o escolhi da lista de "filmes-dos-anos-80-para-ver" tinha receio que fosse semelhante demais ao "Explorers" (1985), devido á temática similar de adolescentes a bordo de naves espaciais. Envelheceu bem, tem um pouco de aventura, mistério e aquele sentimento de excitação e deslumbramento que aparentemente só os filmes juvenis dos anos 80 podiam proporcionar.

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Finalmente foi revelado o look do novo - ou melhor, nova Doctor. E ao fundo a TARDIS também tem um visual ligeiramente retocado, ao contrário da mudança radical de protagonista para "Doctor Who" que pela primeira vez regenerou para o sexo feminino.
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Um poster invulgar para um (anti)herói invulgar, Deadpool e a sequela do overrated "Deadpool".
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"Explorers" - "Os Exploradores" em Portugal e "Viagem ao Mundo dos Sonhos" no Brasil (porquê?) estreou nos cinemas norte-americanos a 12 de Julho de 1985.
Incrivelmente, até consegue parecer credivel que miudos tenham construido uma nave espacial com um circuito, um computador e sucata. E é isso apenas a sinopse do filme.



Quase logo de início imagens do ataque dos marcianos no clássico "War of the worlds" toca numa TV no quarto de Ben, que entretanto têm um pesadelo em que flutua no que parece uma versão com gráficos melhorados do mundo computorizado de "Tron". Assim que desperta, desenha no papel um dos circuitos que viu no pesadelo e no dia seguinte mostra o desenho ao amigo inventor Wolfgang, que consegue construir um prótotipo funcional. E personagens nerds/geeks significam que inevitavelmente vai acontecer uma dose saudável de bulling em ambiente escolar. E é assim que o trindade fica completa, quando Darren defende Ben dos agressores e se junta ao grupo. Na cave de Wolfgang o aparelho consegue criar uma pequena bolha de um campo de força electromagnético, imune á inércia e que os rapazes mais tarde conseguem aumentar de tamanho para servir de transporte. Depois de resolverem o problema do oxigénio para respirar dentro da bolha, levantam voo rumo ao espaço a bordo da nave espacial que improvizaram com sucata em redor de uma cadeira de carrossel. E na cadeira, mas de realizador, esteve Joe Dante ("Piranha", "O Micro-Herói"), o "aprendiz de Spielberg" que no ano anterior entregou ás audiências os monstros mais queriduchos de sempre: "Gremlins". Consta que Dante em várias ocasiões terá mencionado que a versão que saiu para os cinemas não é a versão que ele desejava, mas a que lhe permitiram, com cenas cortadas e sem tempo para afinar as que ficaram. Recomendo este artigo do site "Branded in the 80s" que compara o filme e a novelização de George Gipe, que caracterizou com mais detalhe e menos pressa as relações entre os três rapazes, a familia, o bullie da escola e o crush de Ben, Lori: "George Gipe | Branded in the 80s".

Boa parte do encanto do filme está no carismático trio de protagonistas Ben (o primeiro filme de Ethan Hawke) o obcecado com ficção-cientifica, Wolfgang (River Phoenix, que devem recordar como o jovem "Indiana Jones" de "Indiana Jones e a Última Cruzada") o compenetrado jovem cientista e Darren (Jason Presson).

Mas a partir do momento que entram na nave dos ETs, apesar de alguma tensão inicial, perde-se o senso de aventura, e a curiosidade dá lugar á patetice que até parece pertencer a outro filme. Realmente, no interior da nave o que se passa é inesperado... mas não funcionaram para mim as piadas com os aliens obcecados com a TV terrestre. Apesar disso, é um bom divertimento. Além dos filmes que surgem na TV do protagonista, uma das várias referências a autores e trabalhos de ficção cientifica que reconheci foi o das imagens do filme projectado no drive in: "Starkiller", que é uma referência ao nome original de Luke Skywalker na Saga Star Wars.

Em criança eu teria adorado os primeiros 2 terços do filme, sempre fui um aspirante a engenhocas, sem jeito para trabalhos manuais e com poucos recursos e materiais para usar, mas quem sabe se não teria construído um foguetão no quintal.
O finalzinho é mesmo a preparar terreno para uma sequela, mas na época de estreia a atenção dos espectadores estava fora do grande ecrã, no Live Aid, e o filme saiu rapidamente das salas. Mais tarde, vendeu melhor quando saiu em video e foi-se tornando um filme de culto.



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Temos que falar sobre a onde de violadores em Hollywood. E para começar o staff do CINE31 elaborou a lista definitiva* sobre os filmes que tens que banir da tua colecção ou deixar de ver e comprar. Banir, não, destruir! Deitem fogo ás caixas, destruam os ficheiros com um martelo no disco rígido. Quem quer ter nas prateleiras de DVDs, Blu-Ray ou VHS filmes realizados ou protagonizados por predadores sexuais? Certo? São acusações, algumas até impossíveis provar o que quer que seja, mas o que isso interessa? O T.O.P. (Tribunal da Opinião Pública) decretou o veredicto, vai já buscar um saco do lixo e começa a enchê-lo.


American Beauty - Predador sexual a interpretar um predador sexual? O Óscar mais fácil de todos os tempos! (Será que podem retirar Óscares?)
Os filmes em que o Spacey é o vilão podes ficar com eles, mas não deixes á vista. Já atirei para a cave a edição especial em caixa de metal do "Superman Returns"....

Brett Ratner (á esquerda).
X-Men 3 e Colecção Rush Hour: A sério, para que raio tens os Rush Hour na prateleira? Dão quase todos os fins de semana na SIC.


328 Filmes produzidos pelo Harvey Weinstein. Podem consultar a lista do que o rapaz andou a ajudar a filmar entre 1981 e 2017. Nem os do Tarantino podem guardar!!!

El Topo 

Pois é, o filme favorito do pessoal "sou tão alternativo e meto ácido quando vou ao cinema" é para atirar pela primeira janela que encontrarem, porque o realizador contou num livro que violou mesmo a actriz. [Fonte]


2 filmes daquele gajo com ar creepy que o Corey Feldman acusou, ah, John Grissom.

Na imagem uma galinha é molestada por Charlie Sheen. Chiquinha não quiz prestar declarações.
Charlie Sheen. [Filmografia] Oh não. Oh não, os meus DVDs de "Ases Pelos Ares"!! [Fonte]


Roman Polansky. 37 filmes como realizador por ele e ainda por cima o gajo tem a mania de entrar nos próprios filmes. Podem salvar o "Por Favor Não Me Mordam o Pescoço" porque é comédia. Como é publico, Polansky confessou ter sexo com uma menor e fugiu para a Europa em 1978.

Woody Allen (á direita).
Woody Allen. Outro que gosta muito de entrar nos próprios filmes. Terei encontrado aqui um padrão? (Põe-te a pau M. Night Shyamalan). Allen foi acusado nos anos 90 de abuso de uma filha adoptiva e voltou a ser noticia por casar com uma filha adoptiva da sua companheira Mia Farrow. A relação terá começado ainda na adolescência da rapariga. Vão lá deitar o Manhattan e Annie Hall no Ecoponto.


Marlon Brando. E têm que deixar de comprar manteiga também. [Filmografia][O escândalo da manteiga na cena de violação de "Last Tango in Paris".]

"What's up, doc?"
Steven Seagal. [Filmografia] E consta que o Estevão Gaivota também gostava de conhecer mais intimamente as colegas de trabalho. O que é que faço agora ás minhas 200 cassetes da Saga "A Força Em Alerta"?

Allison Mack. [Filmografia] Pensavam que as mulheres também ficavam fora deste regabofe regado a drogas e segredos que é Hollywood?? Ainda bem que não comprei as 435 boxs com as temporadas de "Smallville" em que esta jovem trabalhou antes de alegadamente ser a segunda em comando de uma seita sado-maso.


Jeffrey Tambor. [Filmografia] Nem sabia o nome deste senhor. Foi acusado de alguma coisa que não percebi o quê e li o artigo duas vezes. Oh não! Ele entra no Hellboy :( Lá vai a minha rica edição especial....


Sugestão: Também podem usar as caixas mais resistentes como suporte para mesas ou móveis com problemas de estabilidade.

Nota: Se não fores um tótó que não sabe separar arte da vida real, ou se tiveres problemas com isso, simplesmente não vejas, não compres, procura terapia. Mas não incomodes os outros que querem manter a colecção inteira ou continuar a apreciar a sétima arte. Ainda ninguém me exigiu ou pediu para boicotar certos filmes, mas é uma questão de tempo. A indústria cinematográfica está bastante infestada, mas tenho a convicção que a conduta pessoal ou profissional de um membro de uma vasta equipa de centenas ou milhares de pessoas que trabalham para construir um filme ou uma série de TV não anula o mérito de um projecto, apesar de também me custar a encarar certos "profissionais" quando surgem no ecrã. Situações como essas acontecem a milhares de pessoas, aspirantes a actrizes, secretárias, da sacristia à padaria, ao teu vizinho do lado, pessoas que se vêm obrigadas a calar por vergonha ou para manter um emprego. É bom que finalmente os boatos tenham algumas caras a acompanhar as denúncias.
E estou aqui a rezar para que o Peter Jackson e o Spielberg tenham mantido a pila dentro das calças durante as filmagens....

*Temporária. Façam o favor de comentar civilizadamente na caixa de comentários aqueles que me esqueci!
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Foi colocado online um video de bastidores das filmagens em estilo de trailer da sequela do filme "Stargate" de 1994 e prequela da série "Stargate SG-1", alguns meses depois do teaser.


[via Stargate Command]
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Muitas vezes, enquanto vasculho o arquivo do extinto jornal "Diário de Lisboa", a pesquisar material para a Enciclopédia de Cromos, encontro algumas pequenas pérolas ou apenas artigos interessantes.
"A regra do jogo", da secção Videorama de 27 de Março de 1987. Videorama era uma das secções do suplemento semanal "Cartaz" e falava sobre as novidades no mercado de vídeo e também criticas a filmes lançados em home video.
Este artigo em concreto é um recado a publicações que supostamente incluem criticos que dão notas positivas a filmes - ou videogramas - "com estrelinhas e tudo" para agradar aos anunciantes. Felizmente que 30 anos depois, situações dessas não acontecem.


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Em termos de mitologia nórdica, o conceito de Ragnarok assinalava o final e o começo de um ciclo. A destruição e o renascimento do Mundo. Não aprendi isso em alguma aula, mas numa banda desenhada de Thor lá para os anos 80 ou 90
O filme é realmente engraçado, mas falta tensão real nas lutas, exceto na Thor X Hulk (numa versão minimalista da saga "Planet Hulk". Será que um dia Skaar vai bater á porta do pai Banner?). Eu sei que é um filme de histórias aos quadradinhos, mas o obrigatório "exército drone CGI" está ficando realmente chato. Cate Blanchett, como o resto do elenco, parecia que estava se divertindo muito. Além disso, óptimos cameos! E espero que vejamos o Grandmaster outra vez no MCU, seria uma pena não aproveitar os talentos do Sr. Goldblum.
No MCU, a "deusa da Morte" Hela não é filha de Loki, mas creio que foi escolhida uma boa opção, que na sua simplicidade acaba por justificar a sua conquista de Asgard. O primeiro "Guardiões da Galáxia" trouxe um pouco de cor e exotismo ao Universo Marvel que desde o inicio optou por manter uma paleta muito urbana e contemporânea, e o espaço nunca foi tão colorido como no planeta onde Thor, Loki e Hulk acabam desterrados, com pouca esperança ou vontade de voltar a casa. A banda sonora é anacronicamente deliciosa e caótica. No geral, acho que o filme merecia ter marinado mais um pouco na sala de edição, mas no conjunto é um bom divertimento que não tem vergonha - nem deveria ter de se justificar - de usar o humor para ser estúpido ou surpreender quando menos o espectador esperava. No entanto, esse mesmo humor precisava de em dois ou três momentos ter sido mais contido. É uma comédia, e com várias cenas com consequências gravosas merecia um "momento de silêncio" para pesar essas mesmas consequências. Pessoalmente, se fosse um filme isolado ou uma nova franquia não me incomodava, mas "a coisa" toda do MCU é ser um universo partilhado e dá-me um bocado de espécie ver certos personagens ou momentos despachadados tão sem cerimónias... Mas, decerto que o filme beneficiará num segundo visionamento! E foi uma maravilha ver Surtur em acção!




Nota: Uma lista com os easter-eggs:
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