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 Nolan no espaço.

 Dava uma bela t-shirt.





 Interstellar é o filme mais ambicioso do Nolan até agora e sendo o homem responsável por Inception, é uma frase e tanto. Não é segredo para ninguém que Nolan é dos realizadores mais estimados pela critica. Além de em apenas 5 anos ter mudado a indústria (para o bem e para o mal) o que vindo de um fulano relativamente desconhecido é impressionante, os seus filmes nunca causam indiferença. Não vamos apenas ver um filme, vamos ver um Nolan. É uma benção e uma maldição pois todas as suas obras são envolvidas numa nuvem de hype como só se vê, actualmente, com os Avengers. Mas se já existem críticas negativas e fortes cépticos à Grandiosa Arte do Visionário Nolan, então Interstellar irá pôr à prova o seu talento, talvez mais que outro filme, agora fora das infames correntes dos super-heróis. Este é o filme que poderá dividir o público pois mesmo tendo imensas surpresas e truques que nunca vimos em blockbusters, tem todos os clichés do próprio Senhor que nos deu este 11º mandamento à Terra. Com críticas abaixo do costume para Nolan, e sem ninguém saber como será este filme aceite pela audiência, as perguntas são:

- O filme é bom, ó Bruno?
- Farás uma crítica sem dizer que o filme é Alright, Alright?
- Conseguirás pôr o teu fanboyismo de parte para eu ler sem revirar os olhos constantemente?

 Ora, não posso prometer quanto aos vossos olhos e lá se vai a pergunta do meio também. Resta a primeira.


 E sim.

O filme é bom.


O filme é muito bom.


Mas não é perfeito.

Desculpa Amor.
Não és tu, sou eu.


 A história, sem ser spoiler, é mais ou menos assim:
"Certo dia, Matthew McConaughey diz para o fantástico Jon Lithgow:
- Epá eu tou a subir na carreira maneiras que era giro eu subir de uma vez para o céu e tal.
- Mas o Clooney fez isso ainda o ano passado. Não será um pouco redundante tarmos já a levar outra vez com mais celebridades no espaço em apuros e não sei quê?
- Então olha, em vez de andarmos às voltinhas ao pé da Terra, vamos dar voltinhas pelo espaço através de coisas bonitas e cenas assim.
- Mas isso não seria altamente improvável?
- Epá dizemos que 'ah não sei quê, vocês não sabem porque nunca lá estiveram, de maneiras que isto pode ser assim como estamos a dizer'.
- Está bem mas não sei se vai ser muito bem aceite. Pões-te com merdas maradas, ainda por cima no espaço, e os gajos começam logo a deixar comentários desagradáveis no Wareztuga. Tudo o que tiver mais de 15 segundos sem diálogo ou explosões é o suficiente para se sentirem perdidos no filme. Já leste os comentários na página do 'Koyaanisqatsi'. Credo, quase que dizem tudo o que eu acho sobre o futebol.
- Eu sei, eu tenh
- E se não tiver carros rápidos com gajas boas também não devem dizer 'Um filmaço! 10/10! Obrigado equipa Warez, que venha de lá o 8!'
- Pois. É assim, carros, eu não sei se consigo meter lá algum Lincoln, tenho que falar com os gajos primeiro. Mas gajas boas... eu penso que a Anne Hathaway conta. Mas como eu tava a di
- Anne Hathaway?.. Eh, pode resultar. Ela aparece numa roupa preta ajustada?
- Ajustada não prometo. Posso pô-la numa roupa preta nem que seja ao início, sim. Mas digamos que deve passar o filme todo num fato de astronauta. Visto que é para estarmos no espaço e essas cenas. Mas olh
- Então não sei. Não tem carros altamente, não tem gajas boas, não tem história que seja simples e que o twist seja aparecer um gajo conhecido ou aquele que apareceu no 3 e que na altura ninguém gostava dele. Olha Matty..
- Matthew.
- ...tens que perceber que já não estás nos anos 70. Estás a lidar com malta que diz que não vê a Casa dos Segredos mas aparece sempre no meu mural que comentou na página oficial que o Alberto foi arrogante para a Liliana quando recusou lavar a louça. Se não fores tu a pôr no prato e aquecer no microondas esta malta não quer saber pá.
- Temos o Christopher Nolan.
- Não, é que depoi....espera, o Nolan?
- Yep.
- Estás a dizer que o filme vai ter toneladas de diálogos com exposição de enredo e nas alturas mais complicadas haverá uma personagem secundária a questionar a personagem principal de forma a que esta explique o que está e/ou o que estará prestes a acontecer de forma a estender a mão à audiência para atravessarem a estrada?
- Nem mais.
- A explicar tudo sem deixar muita coisa à interpretação de cada um como se fosse um resumo dos Maias que se encontra facilmente na internet para nos ajudar no teste e esfregarmos a boa nota na cara dos outros mesmo que depois se nos pedirem para desenvolvermos o nosso pensamento não saibamos responder mais do que duas linhas?
- Sim, já percebi! Porra! Pareces..
- O Nolan?
- ..."

 A nível de história, de facto, concordo até certo ponto com as críticas feitas. Não é nada de outro mundo (desculpem por esta) mas é competente. O final é um pouco desleixado e a certo ponto esperado, talvez desde o segundo acto, mas faz o seu trabalho. Atenção, não é que a história seja má, pelo contrário, é boa, mas podia ser melhor executada tanto a nível de escrita como pela própria realização. Não estraga completamente a experiência e como digo, o filme é bom, simplesmente não alcança o potencial de ser algo mais.

 Enquanto que a história não surpreende por completo, as actuações sim. Foram vários os momentos que quase me fizeram chorar. São momentos genuínos e com performances fantásticas. De forma a evitar possíveis spoilers, não vou mencionar quem está presente nestas cenas dramáticas mas posso dar os parabéns a todo o elenco (bem, há aqueles que estão lá só para serem peças da história mas percebem o que quero dizer). Mas vou sim destacar um actor.

Matthew McConaughey


 Como é que este gajo passa dos actores que mais detesto ver para as minhas personalidades favoritas sem eu dar por isso? Renaissance indeed. Ele acenta que nem uma luva no papel. Os maneirismos por vezes irritam um pouco por não parecer enquadrarem muito bem com a cena mas não me posso queixar. Se vamos ter um filme de 3 horas carregado de diálogo sobre ciência, que seja dito por um gajo cheio de carisma. Manuseia muito bem o fazer rir e chorar quando é preciso e embora não seja nem de perto o melhor que ele já fez, não deixa de ser uma performance fantástica com destaque para uma cena merecedora de um Oscar. Não que ganhar um Oscar hoje em dia seja grande significado mas merece nem que seja aplausos.



 Se me permitem, eu vou ter que trazer o The Dark Knight Rises para aqui. Eu sei, é cliché da minha parte mas tem de ser, vá.

 The Dark Knight Rises há-de ser o pior filme do Nolan. Tomara a muitos poderem dizer que é esse o seu pior filme. Eu, como sabem (e seria de esperar), adoro o filme mas sei admitir que está cheio de problemas. Acredito que o que tem de bom, no fim, acaba por ultrapassar tudo e será isso que irei relembrar. Não que eu precise de me relembrar pois revejo o filme 500 vezes por ano mas quero dizer que apesar dos defeitos (cortes "à despacha", inconsistência de edição, câmaras IMAX a intrometerem-se no filme, plot-holes e conveniências no enredo) eu consigo encontrar mais do que suficiente para adorar.

 Posso dizer que, felizmente, Interstellar é do mais polido que o Nolan já fez. Não é perfeito, mas por lá..orbita...




 O filme foi editado com mais cuidado, possívelmente por ter uma pós-produção mais exigente. Há cenas mais filmadas à guerrilha mas no geral foi tudo muito melhor pensado que no Rises, chegando a haver elegância na edição. Vejam a cena da descolagem e percebem o que quero dizer. Há toda uma nuance que embora óbvia, deixa espaço para interpretação. Uma das minhas cenas favoritas do filme. Infelizmente o filme explica mais do que devia à lá Inception, o que acentua que o único problema do filme reside no guião. Quem é o culpado de estrag..


Shit. Bem, a culpa só pode ser do Jonathan.




 Vi em IMAX e há cenas de fazer o queixo desaparecer. Não faz cair, não, faz desaparecer por completo. Por momentos estamos sem queixo na sala de cinema. Por mais metafórico que isso pareça, a verdade é que são segundos em que ficamos com as pipocas na mão em frente aos lábios e sem nos lembrarmos do que estávamos prestes a fazer com elas. Tudo tem textura, tudo o que em outros filmes não passaria de uma casca oca, parece palpável aqui. É o poder dos efeitos práticos que Nolan nos habituou. Continua a puxar os limites daquilo que um homem sensato nos dias de hoje faria em CGI. Há, obviamente, coisas impossíveis de se fazer mas que me caia um raio na cabeça neste preciso momento se ele não arrisca e faz o impensável. Tudo bem que estou a escrever no quarto e acima está o sótão mas daqui a pouco quando eu for ao Pingo Doce comprar fettuccine para o jantar que me caia então o tal raio.



 Mas não é só as imagens que são fantásticas, aliás, nem são o mais impressionante em IMAX. O que faz valer a pena o preço é o som. Imaginem aquelas cadeiras do cinema 4D que oscilam para todos os lados... agora imaginem isso mas sem qualquer tipo de motor. A imersão é fantástica e se há filme que vos justifique o preço acrescido (neste caso, 10€ por bilhete) é este. Mas de qualquer maneira, é um filme para ser visto no cinema. Não saquem. O filme aguenta-se muito bem onde quer que o vejam mas foi claramente pensado com o cinema em mente. É uma das provas que o 3D não é assim tão necessário para criar imersão. É divertido, sem dúvida, mas um filme bem feito consegue o mesmo efeito sem nós nos apercebermos e honestamente é aí que reside a essência do bom cinema.

 Quem também brilha é o Hans Zimmer. É a sua melhor banda sonora desde há muito e com certeza que entra para o seu top 5. Hans tende a imitar-se muito mas encontrou aqui um motivo para fazer algo diferente do que está habituado. Eu diria que há muita inspiração ao Koyaanisqatsi, o que adoro. A banda-sonora fará parte da minha estante mal seja possível. Zimmer estava mesmo a precisar de um trabalho destes depois do que saiu em Amazing Spiderman 2 que, embora com boas intenções, não é nem de perto o seu melhor.



 Então, o que aprendemos hoje? Tudo bem, a história não é a melhor de sempre mas faz o seu trabalho bem o suficiente. Felizmente o filme é acompanhado por visuais incríveis e uma banda-sonora soberba. Está aqui um filmaço!



 Certo Bruninho?




 Bruno?





Ahem, bom. É assim meus amigos.


 Vai depender de como encaram o filme.

À semelhança do que aconteceu com o Inception, não nos apresentam (literalmente) um mundo diferente mas sim um "universo cinematográfico" com regras diferentes das nossas, isto é, há eventos que funcionam de forma diferente neste mundo. Mais concretamente, em Inception entrar e manipular o sonho de outra pessoa é uma verdade. Ou como se diz na gíria, é "à filme". A partir daí, nós não julgamos o quão irrealista é essa regra de manipular o sonho mas sim se quebram ou não as regras impostas para este universo, o que nos leva à inconsistência e pode estragar tudo levando ao célebre momento cinematográfico "éh! ganda treta!".

 Tal como Inception, Interstellar pede muito de nós. Mas tem uma tarefa mais complicada pois todo o filme é baseado numa mistura de factos e teorias. Falamos aqui não só de teorias físicas e quânticas como relativas e a simples observação. Como sabemos que as regras no espaço funcionam realmente assim? Bem, não sabemos. Supomos de uma forma relativamente fundamentada mas a verdade é que o filme pede muito, mas muito suspension of disbelief e é aqui que pode ser o ponto fraco do filme. Estamos a falar de um filme que começa e dura num ambiente que nos é familiar e passa para uma viagem, bem, inter-estrelar. O filme trabalha com a teoria de um wormwhole e embora as próprias personagens não estejam completamente certas de como tudo funciona, o filme pede ao público que independentemente de funcionar ou não como previsto, aceitem. É tramado, até que ponto se pode ir sem dizer "é à filme! ganda treta!"? Inception apresenta-nos as regras ao inicio e a partir daí vemos a execução, mas Interstellar prepara-nos para o que pode vir aí sem nunca admitir o que vai acontecer. Funciona bem no contexto de viagem espacial mas o resultado pode não ser o que o público está à espera do filme.



 Interstellar é dos melhores filmes do Jesus Cristo e merece ser recordado no patamar dos filmes sobre o espaço. Trabalha muito com os conceitos típicos mas traz algumas ideias novas para a mesa, para não falar no que faz em termos cinematográficos. Nolan volta a fazer das suas mas, e tendo eu visto o filme com uma semana de antecedência ao resto do mundo, não sei prever como será aceite pelo público pois como disse exige muito suspension of disbelief. Mas se deixarem-se ir o filme leva-vos para uma jornada fantástica.


 É uma experiência a não perder. Se puderem vejam em IMAX ou pelo menos na melhor sala que conseguirem mas não deixem de o ver no cinema. Não é perfeito mas merece a vossa atenção.






 PS- Quero um TARS em casa.


Depois percebem.
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Num evento acompanhado em directo por fãs de todo o Mundo, a Marvel Studios revelou as datas e títulos dos filmes a estrear nos próximos anos. O bombástico "Avengers: Infinity Wars" dividido em duas partes; as sequelas 'Guardians Of The Galaxy 2', 'Captain America: Civil War' e 'Thor: Ragnarok'. Além da confirmação do "Doctor Strange", as surpresas são o anúncio de 'Black Panther', 'Inhumans' e 'Captain Marvel', que expandem ainda mais o universo da Marvel nos cinemas.
Finalmente online, um video decente com o teaser trailer de "Avengers: Infinity Wars":

Vejam as fotos e as datas em melhor qualidade no Tumblr do CINE31: http://cine31.tumblr.com/post/101190758061/marvel-cinematic-universe-news-avalanche-from

Entretanto, no episódio de ontem de "Agents Of Shield" foi exibido uma versão mais longa do trailer de "Avengers Age Of Ultron":
 
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Pois é fanboys da Marvel, se não estão a viver debaixo de uma pedra sem Wi-Fi já devem saber que a Renee Zellweger foi trocada por alienígenas e que o trailer completo dos Avengers 2, aka, "Avengers: Age Of Ultron" já está online antes do lançamento oficial. Para saberem e verem tudo antes que os agentes da Matrix apareçam, espreitem tudo lá no Grupo Oficial do CINE31 [aqui]. Obrigado ao Brain Mixer pelas noticias!

Actualização: Entretanto já está online a versão oficial e em alta qualidade! Excelsior!





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Começamos a rúbrica com um toque de classe:

(Toca mentalmente uma daquelas composições clássicas cliché) Uma série de fotos de Hiroshi Sugimoto, dedicadas a salas de cinema tradicionais e drive-in. As fotos foram obtidas deixando os obturadores da câmara abertos durante toda a projecção do filme. Vejam mais exemplos aqui: "Theater Series | Hiroshi Sugimoto".

Depois do momento de classe (corta a música clássica, toca o hip-hop mais azeiteiro que tens no telemóvel): Tartarugas Ninja
Apareceram a boiar nas águas da Internet algumas artes conceptuais para possíveis designs das Tartarugas e Shredder para o recente filme produzido por Michael Bay. E não é que têm muito melhor aspecto que os abortos escolhidos para a versão final? Vejam todos aqui: "So THIS Is What Michael Bay's Turtles Nearly Looked Like? [MoviePilot]".

Agora, momento nostalgia: Um bonito calendário de 1991, ilustrado com uma foto do interior de um Templo do Cinema Em Casa, vulgo Vídeoclube ou Clube de Vídeo. Um rebuçado bola de neve a quem identificar todas as capas das cassetes VHS. Desfrutem da foto em tamanho maior aqui: Enciclopédia de Cromos - Calendário Jota Video Clube (1991).

TRAILERS
"Interstellar"
Mais um espectacular trailer para a odisseia espacial de Cristo Nolan:


"Electric Boogaloo - The Wild, Untold Story of Cannon Films" 
Documentário sobre a maior produtora de obras primas da históiria do cinema: Cannon Films! 'nuff said!


"Justice League: Throne Of Atlantis"
Enquanto não chega o live action da Liga da Justiça, ficamos com mais uma animação da DC Comics:


"Ascension"
Um subgénero da ci-fi que sempre me interessou, as naves geracionais, fornece o cenário onde se desenrola a próxima série do SyFy:


"Taken 3" 
Here we go...again...

"Big Hero 6" 
Mais heróis da Marvel, agora em animação 3D:

"Jupiter Ascending" 
Há que louvar, um sci-fi que não é remake, adaptação, reboot:

Entretanto no FACEBOOK:


Acompanhem as últimas novidades no CINE31 Tumblr.

Revejam as outras edições do "Fast Rewind".
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A história de origem mais famosa será a do Super-Homem, mas creio que o duplo assassinato que despoleta a trágica vida do Batman é quase tão conhecido do grande público como a daquele menino que nasceu no Dia de Natal. Várias vezes encenada no grande e pequeno ecrã, a sangrenta morte do casal Wayne é o ponto de partida para "Gotham", publicitada como a série que vai revelar como era a cidade, os seus (poucos) heróis e principalmente os futuros vilões da galeria de inimigos do Batman. 


E além de valores de produção que oscilam entre o interessante e o banal, algum under e overacting, diálogos previsiveis e os clichés obrigatórios (herdados da BD e das histórias de crime), o que mais posso dizer? O que temia que esta série fosse: um melodrama que ilustrasse a tragédia do dia a dia do jovem pobre-rico órfão Bruce Wayne, e que o futuro Batman levasse a duração do piloto a projectar nas paredes sombras com orelhas pontiagudas... Felizmente, desde inicio fica claro que "Gotham" é sobre a odisseia de James Gordon (o futuro Comissário e aliado do Homem-Morcego) para sobreviver e destruir por dentro um sistema podre de corrupção e complacência. Atira referências e foreshadowing para todos os lados, salpicando os fãs sedentos de quotes para irem postar no Tumblr. Mas, apesar de muitos teases, não mostra nada realmente interessante, como aqueles filmes para adultos que passavam com imagem codificada num canal espanhol dos anos 90. E francamente, passados cinco minutos começou a ser irritante ver a ainda não nomeada Selina Kyle - futura Mulher-Gato - saltar e aterrar mais de 500 vezes ao longo do episódio...
Como outro ponto positivo, parece haver um esforço para criar um universo coerente e interligado, mas - baseando-me apenas no que vi neste primeiro episódio - ainda têm muito trabalho pela frente para tornar a série obrigatória. A quem quero enganar? Vou ver isto na mesma!

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Protagonizado por Whoopi Goldberg, "Do Cabaret Para o Convento" é daqueles filmes ideiais para uma sessão da tarde. O título original é "Sister Act" e foi realizado por Emile Ardolino (Dirty Dancing, Três Homens e uma menina.
O trailer:
Woopy estreia o filme um par de anos depois do êxito de "Ghost", que lhe valeu um Óscar de Melhor Actriz Secundária, e este "Sister Act" foi uma das comédias melhor sucedidas na bilheteira durante os anos 90. Aqui a protagonista é uma cantora de casino em Reno (cidade dos casinos), que depois de assistir a uma execução ordenada pelo seu namorado mafioso, é obrigada a fugir. O agente encarregue de a colocar no programa de protecção de testemunhas decide escondê-la até ao julgamento num local improvável: um convento católico num ghetto de São Francisco.
O filme em si apresenta a tradicional estrutura da história do "peixe-fora-de-água", Deloris (Whoopi Goldberg) é obrigada a fingir-se de freira - com o nome de irmã Mary Clarence - e a trocar a sua vida boémia por uma vida falsa de orações e outras coisas pouco excitantes. Apesar de alguns dissabores iniciais, e choques com a austera madre superiora, Deloris rapidamente se adapta ao ambiente novo, e ao ser encarregue de afinar o terrível coro do convento revoluciona a vida na instituição religiosa onde devia manter low profile. A "corrupção" das freiras é, tal como todo o filme, bem inocente e os problemas sociais do habitat do convento são abordados de forma muito ligeira, mas é um filme simpático, que apesar do humor pouco arriscado, tem um elenco carismático e consegue uns bons momentos de comédia e principalmente musicais.
Em 2006 arrancou um musical inspirado no filme: "Sister Act (musical). Além disso, logo no ano seguinte surgiu a sequela "Sister Act 2: Back in the Habit", com o singelo título tuga de "Do Cabaret Para o Convento 2". O videoclip com o tema "If My Sister's In Trouble", retirado da banda sonora.
Agradeço o link do video à Mafalda Martins.
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Publicado originalmente na Enciclopédia de Cromos: Do Cabaret para o Convento (1992)
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Há filmes que só deviam ser vistos em VHS. E foi o que fiz há umas noites, enquanto examinava algumas velhas cassetes de vídeo que me vieram parar ás mãos. A ideia era ver os conteúdos em fast forward, mas depois da imagem estabilizar deixei-me ficar a rever este clássico que volta e meia passava na televisão. Três cenas recordo-me desde que o vi há séculos: o assaltante que Dundee trava com um lata certeira na nuca, a comparação de facas, e o fio dental da Linda Kozlowski.
Michael "Crocodile" Dundee (Paul Hogan) vive numa zona remota da Austrália, caçando ilegalmente crocodilos. Depois de sobreviver ao ataque de um desses animais atrai a atenção de parte da imprensa norte-americana, na forma de Sue Charlton (Linda Kozlowski), a filha do editor de um grande jornal (nepotismo?) que parte em busca de Dundee para este lhe revelar como conseguiu sobreviver ferido numa área tão inóspita. Apesar de ao contrário da "lenda", Dundee ainda ter as duas pernas quase intactas, a troco de dinheiro ele e Sue partem numa pequena expedição. Dundee é fanfarrão e exibicionista, mas é um homem de bom coração, e imediatamente conquista Sue e o espectador. Depois da reportagem feita, começa o segundo acto, quando Sue convence Dundee a viajar, directamente dos pântano australianos para a selva urbana de Nova York. Obviamente, seguem-se várias situações de "peixe fora de água", em que várias vezes o solitário e ingénuo Dundee deve ter desejado estar de volta ás garras de um crocodilo em vez do gigantesco e luxuoso quarto de hotel ou as ruas apinhadas de formigas humanas.
O Trailer:
Obviamente o namorado da Sue é um idiota presunçoso, para o público não ter pena quando ela  inevitavelmente lhe puser os palitos com o exótico australiano vestido de couro de crocodilo. 
Travesti, prostitutas, chulos e droga aparentam ser coisas que não existem na Austrália, pelos menos naqueles desertos longínquos e poeirentos, mas abundam nos States. A cena na festa parece um mix de filme de época e freakshow. Como escrevi no inicio, uma das cenas mais fixes do filme é quando Dundee agarra uma vulgar lata (de feijão ou algo semelhante) para acertar a uma grande distância na cabeça do ladrão que acabara de roubar uma senhora anónima nas ruas da Grande Maçã. Ainda relativamente a confrontos com criminosos há a divertida sequência de comparação de tamanho de facas (o que Freud teria a dizer?). Confessem que ainda sonham um dia reproduzir a cena durante um assalto numa qualquer esquina escura de Lisboa. E devo acrescentar que o fio dental envergado por Linda Kozlowski junto a um lago infestado por (surpresa!) crocodilos, ainda me pareceu melhor do que me recordava. Toda a parte de comedia romântica é bem previsivel, mas agradável de ver, devido ao carisma de Dundee e à química da dupla protagonista, que depois extravazou para a "vida real" do casal de actores. Em suma, um belo exemplar de comédia dos anos cromos que ainda se vê muito bem!
Depois do êxito (na Wikipédia é indicado que um orçamento de menos de 9 milhões de dólares rendeu bem mais de 300 milhões), naturalmente chegaram as sequelas.
"Crocodile Dundee II", de 1988, trouxe de volta a dupla de sucesso, desta vez contra um mortal cartel de droga colombiano:
Crocodile Dundee II (1988) - Trailer
 Já no século XXI, mais concretamente em 2001, chegou o filme menos bem sucedido da trilogia, "Crocodile Dundee In Los Angeles":
Crocodile Dundee In Los Angeles (2001) - Trailer
Paul Hogan - que ganhou um Golden Globe pelo papel no original, sendo também responsável pela ideia e história - já era famoso na sua Austrália natal e no Reino Unido, mas depois - pelo menos no Mundo Ocidental - nunca mais se conseguiu livrar desta personagem, apesar de outros filmes como a comédia western "Ligthning Jack" (1944) e o remake "Flipper" (1966); e Linda Kozlowski desde então entrou em menos de uma dúzia de filmes, datando o último de 2001. Paul e Linda estiveram casados entre 1990 e 2013, quando se divorciaram. Entretanto, há uma série de anos que Hogan está envolvido numa gigantesca guerra legal relacionada com o não pagamento de impostos; e a sua ultima participação num filme foi em 2009.

Publicado originalmente na Enciclopédia de Cromos: "Crocodilo Dundee" (1986).
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Nunca acompanhei a série original "Lost In Space" (1965-68) e este é um filme com muitas falhas, no entanto, pertence á minha lista de guilty-pleasures. A história de "Perdidos no Espaço" é simples: em 2058 a familia de exploradores Robinson (perceberam a subtil referência?), embarcam na nave espacial Jupiter 2 em uma perigosa viagem para alcançar e colonizar o planeta Alpha Prime. Claro, nada correrá como planeado e um ataque terrorista causa que os Robinson fiquem...bem...perdidos no espaço. 
Trailer (com narração do grande Peter Cullen):
Outro trailer, com um resumo do filme praticamente todo:
Olha, outro trailer:
Todo o filme é previsivel, e apesar de personagens irritantes como os obrigatórios adolescente rebelde e mascote alienígena fofinho, acho que é uma película bastante entretida. Já não revejo há alguns anos, por isso não tenho a certeza de como terá envelhecido. Quer dizer, já em 1998 alguns dos efeitos especiais deixavam um pouco a desejar. 
No entanto, estreado antes do "The Matrix", "Perdidos no Espaço" teve direito a uma cena em bullet-time, a técnica aperfeiçoada nos filmes dos manos Wachowsky:
A nível de elenco, alguns veteranos misturados com caras jovens. William Hurt ("Viagens Alucinantes", "Os Amigos de Alex", "Dark City") encarnou o professor/pai pouco dedicado John Robinson; Mimi Rogers ("Austin Powers", "Ficheiros Secretos") a sua esposa, a Dr.ª Maureen Robinson. O mau da fita Dr. Zachary Smith foi interpretado pelo carismático especialista em vilões Gary Oldman ("Dracula", "O Quinto Elemento"). Os filhos do casal de cientistas foram o trio Heather Graham ("Twin Peaks", "Boogie Nights"), Lacey Chabert ("Adultos à força") e Jack Johnson; respectivamente Dr.ª Judy Robinson (a filha mais velha e dedicada), Penny Robinson (a rebelde sem causa) e Will Robinson (o puto inteligente que quer ser admirado pelo pai). A completar a tripulação da nave, o piloto militar Major Don West, interpretado por uma cara familiar do público televisivo, o Joey de "Friends": Matt LeBlanc. West, além de tentar conduzir a nave para segurança ao meio do caos, também está ocupado em tentar navegar para o leito de Judy (o famoso cliché "extremos que se atraem").
O elemento mais famoso da série de tv era o robot Robot - protector da familia Robinson, especialmente Will - que para o cinema sofreu uma remodelação a esteróides, mas no entanto contou com o mesmo actor de voz: Dick Tufeld. Como forma de homenagem, outros vários actores da série fizeram uma perninha no filme.
O seguinte artigo de uma revista "Bravo" faz um bom apanhado do filme:
Clique na imagem para a aumentar.
Só para que conste, a revista era da minha irmã, eu só canibalizava as partes sobre cinema e televisão!
O filme não fracassou na bilheteira, mas o êxito não foi o suficiente para fazer acontecer as sequelas. A crítica especializada massacrou a película, que foi nomeada para Framboeza Dourada de "Pior Remake ou Sequela", mas perdeu para o triptico Godzilla, Psycho e Os Vingadores.
Creio ter sido este que um amigo  tentou copiar com recurso a dois gravadores de vídeo, mas que por a cassete VHS do clube de vídeo estar protegida foi derrotado nesse intento de piratagem. Pelo menos até fazer outras ligações manhosas. Vá lá, para compensar comprei o DVD original. Numa promoção. Quer dizer, o meu amigo comprou.
Provavelmente como a maioria dos espectadores, o meu primeiro contacto com o filme foi o single retirado da banda sonora, que contava com um frenético videoclip:
O tema modernizava a clássica abertura da série - criada nos anos 60 pelo mestre compositor John Williams ("Jurassic Park", "Star wars", "Indiana Jones" e tantos outros) - pela mão - ou teclado - dos ingleses Apollo 440. A banda sonora incidental esteve a cargo de Bruce Brougthon ("Silverado", "Bigfoot e seus Amigos", "Milagre Em Manhattan"). O realizador Stephen Hopkins é o mesmo de "Predador 2" e "O Pesadelo em Elm Street 5".

Publicado originalmente na Enciclopédia de Cromos: "Perdidos no Espaço" (1998)".
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Um dos mais antigos trabalhos hollywoodescos de Roland Emmerich, naquele que é talvez o seu filme mais equilibrado, uma eficaz mistura de ficção cietifica com uns toques de arquelogia e mistério de civilizações perdidas....


Para mim, um curioso por arquelogia e egiptologia, e fã de sci-fi, este filme foi uma combinação irresistivel. Fui vê-lo em sala, e revejo sempre que dá na TV. Toda a base da saga "Stargate" está no nome, os stargates, as portas das estrelas, que permitem viajar instanteamente entre planetas distantes. Um deles foi descoberto no Egipto nos anos 20, e depois há um salto ao tempo actual - quer dizer, aos anos 90 - onde vamos conhecer o resto dos personagens. E em termos de personagens, para os espectadores nerds se identificarem: o doutor Daniel Jackson (James Spader)  o introvertido estudioso caixa-de-óculos que vai resolver o enigma que permite activar o stargate e fazer o filme avançar.
Depois dos tótós fazerem o trabalho mental, chegam os homens a sério, os G.I.Joes durões que vão explorar os novos mundos acompanhados de uma bomba nuclear, porque é a american way de lixar tudo o que tocam. Obviamente, as coisas não vão correr bem. O chefão em campo é o Jack O'Neil (Kurt Russel), o veterano que não soube guardar as armas em casa como deve de ser e perdeu o filho, causando um arrependimento tão grande que contempla o  suicidio até ser recrutado para liderar uma missão potencialmente..suicida. Tal como um Pokemon, o Kurt Russel ao ser exportado para a série de TV evolui para o MacGyver, também conhecido por Richard Dean Anderson. O resto da equipa de "exploração" são um bando de idiotas de bom coração e dedo no gatilho. 
O trailer:
O planeta é desértico, tem pirâmides, areia, camelos extraterrestres babosos, mais areia, uma cidade cheia de areia e uma gaja boa (Sha'uri, a actriz Mili Avital) que de forma hospitaleira é logo oferecida ao tótó que fala egipcio antigo. O rapaz tenta recusar a oferta, mas há que agradar aos anfitriões e lá faz o sacrificio. Entretanto, não oferecem nenhuma tipa ao Kurt Russel, mas ele aproveita o tempo livre para desenvolver amizade com um rapaz local menor de idade. Não é o que estão a pensar, o puto Skaara (Alexis Cruz, que regressaria ao papel para a série) serve para ele se identificar com a figura do filho falecido e fazer a paz com ele próprio. Ah, e os governantes do planeta são basicamente os deuses (astronautas) do Antigo Egipto, com tecnologia avançadissima (quem poderia adivinhar isso, ao atravessar um portal de tecnologia milenar desconhecida?) e uma pirâmide espacial gigante! E são maus, batem, escravizam e ocupam o corpo das pessoas e assim. E repare-se que não acharam graça ao encontrar uma bomba atómica na bagagem dos visitantes terrestres! O resto não conto, para quem for ver ainda ter algumas surpresas.
Agora mais a sério, é um dos meus filmes favoritos do género de aventura, com um delicioso toque de antiguidade e ficção cientifica. O elenco é carismático e bem competente, os efeitos especiais bons, bela fotografia e design de produção (o Stargate é uma peça extraórdinária, com uma grande riqueza de detalhes que parece mesmo maquinaria alienígena capaz de teletransporte. E o imaginativo "efeito aquatico" da activação ficou magnifico) e principalmente uma excelente banda sonora, da autoria do (ainda novato na composição para filmes) David Arnold, cujo belissimo tema principal foi reaproveitado para a continuação em série (e para toneladas de trailers de Hollywood), o "Stargate SG-1", a que só assisti enquanto deu em canal aberto. Além de alguns episódios soltos no cabo, só voltei a contactar com a franquia noutra série spin-of, o "Stargate Universe" cancelado ao fim de 2 temporadas, entre 2009 e 2011. Mas antes já tinha surgido outra série derivada, "Stargate Atlantis" que sobreviveu entre 2004 e 2009. Além dos dois telefimes "Stargate: The Ark Of Truth" (2008) e "Stargate: Continuum" (2008), a profílica franquia ainda se estreou no campo da animação com a série "Stargate Infinity" (2002-2003). O tema principal do filme:
No dia em que comecei este texto foi aparentemente confirmado o reboot da saga e a criação de uma trilogia de filmes, pela mão de Dean Devlin e Roland Emmerich, respectivamente o produtor e realizador do original de 1994 ( e a dupla de Independence Day, Godzilla, O Patriota). A ver vamos.

Texto publicado originalmente na Enciclopédia de Cromos: "Stargate" (1994).
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O "Fast Rewind" está volta! Yeahhh!

Contenham o entusiasmo por favor, e vamos ao que interessa:

POSTERS:

"The Hobbit: The Battle of Five Armies"


O capítulo final da trilogia Hobbit versão P. Jackson ganhou um banner/poster tão gigantesco que não cabe aqui no blog. (Parece que a parte final vai ser mais animada que os outros dois) Vejam em toda a sua glória no Tumblr: "The Hobbit: The Battle of Five Armies" - Huge Poster - CINE31.

TRAILERS:

"The Hunger Games: Mockingjay" - Trailer “The Mockingjay Lives”
Um trailer para a primeira parte do capítulo final marca a primeira aparição de Jennifer Lawrence Pós-The Fappening, agora com mais roupa e flechas e revoluções e assim:


"Attack On Titan - No Regrets"
Prequela para o fantástico anime "Attack On Titan" (Shingeki no Kyojin, adaptação do manga homónimo de Hajime Isayama), focado no passado do personagem Levi Ackerman. A sério, vejam a série, é dos poucos animes que comecei a acompanhar recentemente.

"Rosewater"

O debut cinematográfico de Jon Stewart, que tem muito bom aspecto. O trailer, não o Jon Stewart. Vá, o homem até tem charme e... Trailer:
Adaptação do livro de memórias "Then They Came For Me", de Maziar Bahari e Aimee Molloy.

"DOOMED! The Untold Story of Roger Corman’s The Fantastic Four"
Há 500 anos atrás falei deste filme falhado do Quarteto Fantástico, que nunca viu a luz do dia (oficialmente) no CINE31 (aqui). E como a malta gosta de bater no ceguinho, cá está um documentário sobre um dos filmes mais infâmes com personagens da Marvel:

"Twenty-Four by Thirty-Six" A Film About Film Poster Art 
E para quem adora posters de filmes como eu, só posso recomendar este trailer:

"Person Of Interest" Trailer 4ª Temporada 
Depois de magnificas 3 temporadas, estou tão ansioso pela estreia dos novos episódios:
Root <3 <3 <3
IMAGENS:
O Batmobile de "Batman V Superman". Uma foto mais detalhada do Batmóvel conduzido pelo Battleck:


Uma boa comparação dos personagens do anime clássico com o visual do novo filme em CGI. Veja todos no Tumblr: "Saint Seiya 1987 x 2014".

LINKS e NOTICIAS AVULSAS:


Para encerrar a edição de hoje, o áudio do trailer de "Guardians Of The Galaxy" editado com imagens que outra coisa que adoro: "Firefly":
Há uns anos fiz algo do género, com a música portuguesa do "Era Uma Vez... O Espaço", "Firefly No Espaço":




That's all folks!
Vão vendo as últimas novidades no CINE31 Tumblr:

Movie Legend and Heroes - de Vince Low
Revejam as outras edições do "Fast Rewind".
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"Eu sinto um grande distúrbio na Força, como se milhões de vozes gritassem de terror e subitamente se silenciassem. Eu sinto que alguma coisa terrível aconteceu." Assim como Obi Wan Kenobi sentiu a destruição de Alderaan, decerto as vitímas do "The Fappening" sentiram algo semelhante. E pergunta o leitor que não vinha à Internet há alguns dias, o que foi "The Fappening" (aka "Celebgate", aka "Fappocalypse")?
"The Fappening" foi o evento cinematográfico não autorizado de 2014, ou seja, o massivo vazamento de fotos intimas de várias celebridades, incluindo bastantes actrizes (Jennifer Lawrence, Mary Elizabeth Winstead, Brie Larson, Yvonne Strahovski, entre outras caras conhecidas), para maravilhamento de onanistas por todo o globo. 

Quando aconteceu, a 31 de Agosto de 2014, eu estava a ver o "Preço Certo" na RTP-1, e fui alertado para os acontecimentos através do perfil do tio CinemaXunga de uma fonte, que deseja permanecer anónimo.

"Onde é que tu estavas no Fappening?"
E vocês, onde estavam quando aconteceu o "The Fappening"? Sejam honestos. E também podem comentar sobre o fim da ilusão de privacidade, e afins... E aproveitem para dizer "Hello" aos senhores da NSA! 
"Hi!"
Sem dúvida, a melhor ilustração do que passou nessa noite por toda a Internet foi este gif, que vi reproduzido em vários sites:
F5-F5-F5-F5-F5!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quais serão as consequências deste massivo escândalo? Prisões? Multas? Uma epidemia de distensões musculares?

ATENÇÃO: Não metam aqui mais links para download do material, não tenho dinheiro para pagar multas! Vou apenas colocar uma das fotos, atenção, não aconselhável a menores de idade! 
Vejam no fundo do post, Jennifer Lawrence a brincar com ela própria:

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Está quase
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Mais para baixo
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Quase
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De nada!
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O cinema português atingiu um novo patamar*. Se os nuestros hermanos têm a versão marota do "Verano Azul", também é justo que os portugueses possam acompanhar as aventuras não contadas dos protagonistas das séries de sucesso do nosso pequeno ecrã, neste caso, o "Bem-Vindos a Beirais", transformado - num rasgo de génio - em "Bem-Vindos a Fodais", (com certeza uma aldeia vizinha de... ah, ha! Pensavam que ia fazer a óbvia piada com Coina?! Não gozem, os habitantes de Coina também têm sentimentos!) com 100% menos Pepe Rapazote (desconheço os níveis de droga) e mais elenco feminino. Por agora só consegui o belo do poster, que - se forem maiores de 18 anos - podem ver abaixo na versão não censurada:
A realização está a cargo de Max Cortes (o auteur de obras como as várias edições da saga de "Max, o Caçador de Turistas"), e a interpretação de Susana Melo, Rebecca Pinar (!) e Carol Ferrer (que podem conhecer de películas como "Pranchada à campeão" ou "O Patrão e a empregada"). O trailer NSFW: "Bem-vindos_a_Fodais"
Tudo vai bem enquanto não adaptarem "O Preço certo"! Se bem que a Lenka...bem...

Caros leitores, deixo o desafio: qual série/filme português (novos ou antigos) merecia o tratamento de paródia porno? Deixem sugestões de nome com sentido maroto obviamente! Depois publico os melhores aqui!

Se estavam á espera que pusesse aqui um link para download, enganam-se! Suportem o cinema nacional, comprem o VHS, Dvd ou o que quer que vendam hoje em dia... Para prémio de consolação, uma foto da "paródia" porno de "Verão Azul/Verano Azul":

Até o Chanquete se levantou dos mortos...já não há respeito por nada!

* - disse-me um passarinho que já existe em Portugal outra "adaptação" de série: "Mangalhos Com Açucar"....
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