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Além do habitual post com os destaques da San Diego Comic Con (de 2018), podem sempre consultar mais pormenores no no Tumblr do Cine31: "SDCC2018"e no Twitter.

CINEMA:

"Aquaman" 
O trailer mais aguardado do evento, o filme solo do Jason "Aquaman" Momoa. E devo dizer que estou impressionado, depois daquelas cenas subaquaticas meh do Justice League. Tem potencial, mas uma coisa é um trailer, outra é um filme. Aquela cena das criaturas da Fosso está épica!



"Godzilla: King Of The Monsters" 
Chega em 2019 a sequela do "Godzilla" de 2014 que, a avaliar pelo trailer, manda o modo low-profile pela janela e vai ser um festival de kaiju e destruição!



"Shazam!" O filme do Capitão Marvel que não pode ter esse título por causa d@ Capitã Marvel do MCU. (Cenas antigas da BD, dava para fazer um filme desses processos em tribunal). Basicamente, "Big" com super-poderes.



"Fantastic Beasts: The Crimes of Grindelwald" 
Sou fã da franquia HP no papel e no cinema, mas ainda nem li nem vi o "Fantastic Beasts 1".



"Glass" 
O Mr. "Motherfucker" Glass está de volta e agora tem um novo amiguinho.

TELEVISÃO:

"Star Trek: Discovery" 
A continuação directa do novo capítulo Star Trek promete um estilo diferente da anterior temporada. Já imagino os ataques cardíacos dos haters habituais.



"Young Justice: Outsiders" 
As esperadas novas aventuras dos jovens super-heróis da DC Comics. Mesmo que não esteja à altura das temporadas anteriores, provavelmente será superior aquela série live-action com os dark-edgy-Titans-Fuck-Batman.



"Titans" 
Lembram-se de ter falado naquela série live-action com os dark-edgy-Titans-Fuck-Batman? É isto aqui. Boa sorte para não serem tão maus como os "Inhumans".



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The Predator | SDCC Poster






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Aquaman | Poster “Home is calling” para o filme solo do Rei da Atlântida, versão surfista hardcore do MCU.
Apresento em exclusivo, variações do poster principal.

Poster com o filtro "Zack Snyder":


Poster com o filtro "adolescente":

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Depois do Starscream com as cores G1 visto no trailer, uma imagem oficial com mais dois Decepticons do filme solo do "Bumblebee":

Podem clicar na foto para ver melhor.
[via Entertainment Weekly]

Recorde o "Teaser Trailer": "Bumblebee".
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Godzilla: King of Monsters | First Look





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Wonder Woman 1984 | First Pictures





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Como é meu hábito já há alguns anos, evitei ler as criticas da blogo-twittosfera, mas não consegui escapar aos habituais sound-bitaitesTM dos tais velhos do Restelo mascarados de vanguardistas e esperava o pior: uma cópia, o fim do mundo em cuecas, o habitual. Meus filhos, se não sabem lidar com uma pequena referência aqui e ali, reformem-se. Se não sabem lidar com a empatia que os espectadores desenvolvem com franquias e personagens, apanhem um foguete para Marte e vão pregar aos micróbios.

A experiência de visionar o filme seria decerto mais interessante se o próprio trailer não tivesse spoilado meses atrás um dos plot-twist. Depois da aventura nostálgica do primeiro acto, a corrida contra o tempo para salvar alguns dinossauros da erupção do vulcão da Isla Nublar (belo acto de marketing viral, as erupções reais no Hawaii e Chile, já agora. Dêem um bónus à malta da publicidade.) entramos em terreno de "casa de terror" (o realizador, o espanhol J.A. Bayona tem experiência no género. Gostei bastante d'"O Orfanato") e no lugar de um fantasma ou alien, o pináculo da ganância humana, um pobre animal desenhado para matar, que como todos nós não pediu para nascer. O  body-count até foi surpreendentemente baixo, mas houveram uns bons momentos de violência, não demasiado gráfica. O regresso em força dos animatronics trouxe consigo um pouco da magia do original de há 25 anos, depois da overdose digital do primeiro "Jurassic World".
Existe pelo menos uma cena francamente ridícula - e cientificamente errada - envolvendo lava e tranquilizantes. Mas pelo menos é bem divertida, e um contraponto ao holocausto animal que se passava ao redor. Como fã desde 1993, foi duro assistir ao desmoronar do reino dos dinossauros,(principalmente "na cena" com o braquissauro, que faz ligação "à cena" com o ... braquiossauro, que maravilhou espectadores há 25 anos quando fomos apresentados ao Parque). Estive uma vez numa situação semelhante (excluindo os dinossauros e o vulcão) assistindo impotente à destruição da ilha onde cresci, mas felizmente não me recordei disso nesse momento ou as lágrimas teriam afogado toda a audiência da sala - todos os cinco. E se fizeram uma piada mental com a palavra "impotente" da frase anterior, sois uns merdas sem coração.

Apesar de ser um blockbuster, ainda foram reservados alguns momentos para apontar dedos, e meditar sobre responsabilidades. Vá, meditar é uma palavra um pouco forte. Em suma, um dos raros blockbusters "com coração". Pegaram no que funcionou melhor no "Jurssic Wolrd" e desenvolveram a partir dai.



Nota: Descobri que havia uma pequena cena pós-créditos com a chegada de Galactus a Nova York.

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Teaser trailer para uma prequela com cheiro a reboot. Finalmente os robots parecem robot e não montes de lixo com forma antropomórfica. Pelo menos o protagonista Bumblebee tem um visual a meio caminho entre o clássico cartoon da Geração 1 e do "Transformers Prime". E um Starscream também em cores G1! De resto, todos os clichés do "coming of age with an outcast/monster", mas claro que vou estar lá nos cinemas.

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Quem diria que Han Solo antes de conhecer a Princesa Leia dirigia um bordel, traficava crianças para lutas de gladiadores e era secretamente um Jedi sobrevivente da Ordem 66? Estava a brincar, mas imagino que seja algo do género desejado pelos Velhos do Restelo. Ver a macacada a exigir mudanças radicais em capítulos da mesma saga faz-me recordar aqueles filhos de meretrizes que fazem as caixas de dvds ou capas de livros com lombadas diferentes e que depois ficam ali mal na prateleira. Nada contra mudanças, mas na altura certa, se faz favor. O Han Solo era um contrabandista com coração de ouro em Star Wars Ep. 4, isto é só sobre o que ele andou fazendo uns anos antes, não é o raio do Padrinho. A Mother of Dragons está no filme mas isto também não é Game Of Thrones. Era ingénuo esperar algo arriscado com um personagem tão famoso, a apenas um década da versão que o celebrizou e que mudou logo no filme de estreia.
A partir do momento que foi anunciado o veterano Ron Howard como substituto da dupla de jovens criativos da moda, 90% das críticas ao filme escreveram-se sozinhas, "seguro", "académico", blah, blah, wiskas saquetas, blah....Bem, e depois da fita vista, "Solo" cumpre o template?

O segundo dos filmes "stand alone" de Star Wars, excluindo os filmes de TV Ewoks. No geral, as cenas de ação foram excitantes, mas foi só isso. O primeiro Star Wars superou as suas falhas com uma montagem perfeita. A edição de todos os elementos foi fundamental. Mas, em "Solo", pelo menos no primeiro vizionamento, a maior parte era muito desleixada. Eu disse já muitas vezes que comecei a odiar a acção "borrada", e existem alguns desses momentos mais confusos, mas eu acho que o ponto mais fraco do filme foi o modo como todos os elementos e sequências não fluem sem esforço. Eu sei que tenho a tendência de ignorar alguns pedaços que, em uma segunda visualização, ajudam a juntar tudo (e, pelo menos, minha projeção - em antigo 2D - era muito escura e com pouco contraste). Menos "acenos e piscadelas de olho" do que o esperado - pelo menos para mim, um fã não-tão-hardcore - e obrigado por isso. Ou talvez eles tenham passado por cima da minha cabeça ... Sobre os atores, "Chewie" foi perfeito, "Han" estava bem, eu não senti nada da imitação forçada que algumas pessoas estavam falando, provavelmente sem assistir ao filme. Essencialmente, "Solo" é apenas um conto de como Han, Chewie e o Millennium Falcon se tornaram amigos, mais um filme de assalto do que uma ópera espacial, e eu estou bem com isso, não há necessidade de que toda história seja uma saga de 6 filmes ("Star Wars: Porteiro da Estrela da Morte - Episódio 1") Surpreendentemente, a conexão com the bigger picture - a rebelião - não foi embaraçosa ... Além disso, "L3" faria um belo duo com "Chopper"! Talvez se Ron Howard tivesse tido mais tempo para colocar tudo junto, estaríamos a olhar para um produto mais polido. Ou talvez não, eu vi apenas 2 ou 3 dos seus filmes (pelo menos 6, afinal...). E falando em tarefeiros "seguros", mais valia terem passado ao Chris Colombus...
Resumindo, é um filme agradável, bom para uma tarde de fim de semana em frente à TV.
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Oh valha-me a Nossa Senhora da Nostalgia! Há algures na Net, procurem se quiserem, um vídeo da produção desta visionária re-imaginação de um clássico cartoon dos anos 80: Thundercats. Lá um gajo garante que adorava o original e com muita paixão, humor e humor criou isto:

Porra, provavelmente o desenho animado original não era tão bom como na época eu achava, o remake de 2011 era soberbo mas teve um final prematuro. Fico a esperar pelo próximo remake, em estilo Teletubbies. Porra, então é assim que se sentem aqueles velhos que reclamam de tudo
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Não era  minha versão favorita da Lois Lane, mas era um ícone da cultura-pop. Faleceu com 69 anos.

Notícia:  https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/margot-kidder-a-lois-lane-de-superman-morre-aos-69-anos-diz-site.ghtml
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"O 5º Elemento" (ou "O Quinto Elemento". "Le Cinquiéme Element", "The Fifth Element"), filme francês mas falado em inglês e com estrelas internacionais estreou no país natal a 7 Maio de 1997 e em Portugal a 29 de Agosto de 1997. O Trailer:
Este filme de ficção cientifica de finais dos anos 90 é dos meus favoritos do género. Realizado por Luc Besson, é um assumido pastiche de inúmeras obras (que Besson começou a construir em 1975, quando ainda era adolescente) mas com um cunho visual próprio, marcado muito pelos estilos de Jean Giraud (Moebius) e Jean Claude Mezieres (um dos criadores de "Valerian", adaptado ao cinema em 2017 por Luc Besson) e o guarda roupa de famoso estilista de alta-costura Jean Paul Gaultier.
Creio que foi uns meses antes de ir ao cinema assistir a "O 5º Elemento" vi numa cassete VHS que comprei numa feira de velharias o primeiro sucesso de Besson, "Vertigem Azul" (1988) antes dos mais conhecidos "Nikita - Dura de Matar" (1990) e "Leon: O Profissional" (1994).
O século XXIII, onde a maioria do filme decorre, é tecnológico e sujo, mas apesar de toda a poluição abunda a cor e diversidade, e o argumento não tem medo de recorrer ao humor. A sinopse é simples, no futuro surge no espaço um antigo Mal percorre o sistema solar rumo ao planeta Terra. Os Mondoshawans, os bizarros guardiões dos cinco elementos essenciais para derrotar essa monstruosidade são atacados pelos guerreiros Mangalores e mais tarde a única sobrevivente é reconstruída por cientistas terráqueos.
Desorientada, a poderosa Leeloo (Milla Jovovich, "Regresso à Lagoa Azul") foge das instalações em Nova Iorque onde renasceu e envergando pouco mais que umas ligaduras brancas salta de um arranha-céus para o táxi aéreo de Korben Dallas (Bruce Willis, "Assalto ao Arranha Céus", "Modelo e Detective"). 
Depois da confusão inicial Korben conduz LeeLoo a Cornelius (Ian Holm, "Alien, O Oitavo Passageiro") o padre que é o contacto dos Mondoshawans na Terra.
Leeloo revela que ela é o quinto elemento e que as pedras contendo os outros elementos estão a bordo de um luxuoso cruzeiro espacial. Korben é instruído pelo seu antigo superior militar para viajar disfarçado e recuperar as pedras. 
Claro que o plano não corre bem e vai ser uma corrida contra o tempo e as forças do pérfido (e divertido) Jean-Baptiste Emanuel Zorg (Gary Oldman, "Dracula", "Perdidos no Espaço") e dos Mangalores, para impedir que o Mal triunfe. 
Outra das referências - ou coincidências - é que tal como no desenho animado "Capitão Planeta" (1990-96) aos quatro elementos tradicionais junta-se outro, no Capitão Planeta o "Coração" e no "Quinto Elemento" o "Amor".
Durante um segundo ainda esperei ver sair da união dos cinco elementos o próprio Capitão Planeta....
E claro, o Jar-Jar Binks do filme, o irritante animador Ruby Rhod (um ainda desconhecido Chris Tucker). Pronto, ao principio estranha-se, mas depois entranha-se. Salvo seja.
Resumindo, um fita bem divertida, muito imaginativa, com cenários e designs invulgares, excitantes cenas de acção, actores super-carismáticos e à vontade com toda a loucura futurista, uma bela banda sonora a cargo de Eric Serra (colaborador habitual de Besson).
E aquela cena da ópera-espacial-alienígena, magnifica! Daqueles filmes que revejo sempre que passa na TV.

 Texto original publicado no blog "Enciclopédia de Cromos": "O 5º Elemento (1997)".

 


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O blog "CINE31"cumpre hoje o seu 13º Aniversário! Quer dizer que basicamente, o blog agora é um adolescente na puberdade com a mania que é adulto. Uh-oh...

Quero acreditar que desde o primeiro post no dia 7 de Maio de 2005, a escrita neste estaminé melhorou um bocadinho, mais que não seja a partir da entrada dos sócios na segunda década do século XXI...
Obrigado a todos pelas visitas e comentários! Apareçam no Grupo e Página do Facebook!

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Quando vou ver um filme sobre o qual criei expectativas é óbvio que nunca vou sair totalmente satisfeito. Este não é excepção, mas é daqueles raros casos que na minha qualidade de realizador frustrado, não sei dizer o que teria feito de radicalmente diferente. Com excepção dos crossovers de gerações de supersentais este foi o maior cruzamento de personagens que habitam o mesmo universo, depois de terem sido desenvolvidos em fitas próprias. 

No entanto, a própria concretização deste filme é um marco na cultura popular, não é certamente o filme mais perfeito, mas é o filme possível, na tarefa hercúlea de equilibrar dezenas de personagens e actores, entre os de Escalão A e Escalão B, num guião compreensível, sem exposição demais, mas que depende dos filmes anteriores não para perceber a história - genocida extraterrestre que juntar seis poderosas gemas para poder matar metade da população do Universo num estalar de dedos - mas para dar peso e empatia aos personagens que vimos evoluir desde 2008. Excluindo os aspectos que mencionei neste parágrafo, é um filme mediano de acção e aventura. Mas adicionamos o que sabemos sobre cada um daqueles personagens sob a bota de Thanos e 1 +1 = 3. E os fãs das BDs vão ter uns bons momentos quase copiados das páginas. 
Gostava de mudar no MCU alguns pormenores que na minha opinião impedem que os filmes ainda sejam melhores: aprecio a continuidade visual do MCU mas gostava por exemplo que a maioria das naves espaciais, mesmos genocidas espaciais, não tivessem todos o mesmo look interior: armazém que não pagou a conta da luz. Ia ser porreiro para ver melhor o que se passa nas lutas, que continuam - apesar de bons momentos - muito confusas. Eu sei que na guerra real as coisas não se processam em câmara lenta à la "300", mas o cinema não é a vida real. Pode ser mais interessante. Finais em aberto são frustrantes, mas estou ansioso para a conclusão no ano que vem, para vermos o que é regressível ou não. Não vou adiantar mais senão SPOILERS. Já agora, bom gancho para a fita que se segue...




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Uma década de MCU, o Universo Cinemático Marvel. Depois de décadas de adaptações medíocres ao cinema e TV, os filhos da "Casa das Ideias", Blade, X-Men e o Spiderman de Sam Raimi renovaram o interesse em ver as aventuras dos super-heróis no grande ecrã. Finalmente os efeitos especiais permitiam criar aventuras mais fieis à banda desenhada. Mas quase uma década se passou até à Marvel decidir tomar as rédeas dos seus filmes e o "Iron Man" de 2008 tornou ultrapopular um personagem quase secundário, apesar de fazer parte dos Vingadores desde sempre. O retrato perfeito do Stark/Downey Jr., que tornava credível a existência de eventos extraordinários num universo muito semelhante ao nosso, foi a pedra de toque para os que se seguiram, com o primeiro encontro épico dos heróis no primeiro "Avengers".  Thor foi o primeiro elemento a mostrar que o universo é muito maior e cheio de maravilhas, uma janela alargada e demolida mais tarde pelos cósmicos "Guardiões das Galáxias" e o feiticeiro "Doutor Estranho". E quase 20 anos depois de Blade, o herói negro "Black Panther" é um fenómeno global e a Marvel recuperou - parcialmente - os direitos de usar em filme o seu personagem principal, Spiderman. E não posso esquecer de mencionar que no pequeno ecrã os heróis da Marvel também têm estado ocupados, e no mesmo universo partilhado: Agents of SHIELD, Agent Carter, Luke Cage, Jessica Jones, Iron Fist, Defenders, Punisher, ...
Quando escrevo isto, está eminente a estreia do ultimo capítulo do terceiro volume, ou Fase 3 deste Universo Cinemático Marvel: "Avengers: Infinity War", o culminar de 10 anos de filmes e dezenas de personagens que vão contactar e lutar lado a lado pela primeira vez num ecrã gigante, ou seja, as esperanças de gerações de fãs de banda desenhada finalmente realizadas em grande escala. Ou não...

As críticas do Marvel Cinematic Universe no Cine31:

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