Find us on Google+



Kirk Douglas [1916-2020]

#cine31 #RIP #kirkdouglas #blog #movies
https://www.instagram.com/p/B8NMMMuAior/?igshid=78wvbfut8ubm






Via Tumblr do CINE31 https://ift.tt/2UsJoos
Visite também o Grupo Oficial do CINE31 no Facebook, o Twitter, o Google+ e o Youtube do CINE31. via IFTTT
Ler Mais ...

0 comentários



Bloodshot - Poster
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
#cine31 #blog #Bloodshot #poster #movieposter #vindiesel
https://www.instagram.com/p/B7pSpg0A7g3/?igshid=1t0whgei5fb9y






Via Tumblr do CINE31 https://ift.tt/2tICMHE
Visite também o Grupo Oficial do CINE31 no Facebook, o Twitter, o Google+ e o Youtube do CINE31. via IFTTT
Ler Mais ...

0 comentários



New “He-Man and the Masters of the Universe” Posters

#cine31 #poster #motu #mastersoftheunivese #heman #hemanandthemastersoftheuniverse #cartoon #blog #skeletor
https://www.instagram.com/p/B6PEUn7AaCS/?igshid=l5z9a349er2d






Via Tumblr do CINE31 https://ift.tt/2rbRmpW
Visite também o Grupo Oficial do CINE31 no Facebook, o Twitter, o Google+ e o Youtube do CINE31. via IFTTT
Ler Mais ...

0 comentários




Em 2017, passava da meia noite quando sai da antestreia de "The Last Jedi" e caminhava de volta a casa. Vinha zangado. Hoje sai da antestreia de "The Rise Of Skywalker" e sai apenas... decepcionado.
Um final inglório para a "saga" que começou em 1977. Para encerrar todas as pontas, imagino que o ideal teria sido focar na trindade de heróis que surgiu em "The Force Awakens". E apesar de existir uma tentativa nesse sentido, os outros pequenos momentos bem conseguidos são afogados num oceano de novos e velhos cenários, personagens, corridas contra o tempo, sem tempo de aprofundar nada. Eu sei que são preciso novas criações em todos os capítulos para vender novos bonecos, mas o resultado final deixou muito a desejar. Muita acção, sim, mas sem a pujança e a edição certeira dos capítulos anteriores. Não me importo com retcons ou revelações rebuscadas, se forem bem feitas. As minhas expectativas já estavam baixas, e nem assim foram correspondidas. Um pequeno mea-culpa, há algumas semanas fiz a asneira de ver um daqueles vídeos de teorias da conspiração que pululam o Youtube com os leaks do plot, achei tudo o que vi ( e mais tarde li no Reddit) ridículo. Portanto, já ia um pouco preparado. E com alguma fé que o J.J. Abrams tivesse conseguido manter tudo bem encaixado. Aconselho o J.J. Abrams a procurar refúgio numa ilha deserta sem Internet porque os fanboys mais fanáticos nunca vão perdoar.

Bonus Fact:
Na minha sala de cinema, exibiram antes do filme o trailer do Sonic, ANTES das famosas mudanças no design do ouriço azul. 
Ler Mais ...

0 comentários


Até metade do vídeo pensava que era um dos milhentos fan-trailers construídos com imagens de outros filmes. Até parecia que ia ser um thriller de baixo orçamento, e depois boom. Gostei do Red Guardian fora de forma, apesar do fat-shaming. Lagriminha quando ele se sacrificar inevitavelmente. Ou se revelar um agente triplo. Ou...

 
Ler Mais ...

0 comentários

 Além do trailer final, "Star Wars: The Rise Of Skywalker" conta com dois novos posters, um em estilo padrão e outro para o IMAX, muito mais creativo e interessante.

Ler Mais ...

0 comentários



Depois do parco e misterioso teaser trailer, finalmente um Trailer propriamente dito para o suposto último capítulo da saga Skywalker: "Star Wars: The Rise Of Skywalker". E mesmo depois do parcial desaire do anterior "The Last Jedi" ainda consegui ficar acordado até ás 3 da manhã para ver quase em primeira mão o que o J.J. Abrams tem andado a cozinhar.
Contemplem:


Agora, é SÓ conseguir aguardar até final de Dezembro! Entretanto podem ver vários milhões de reacções histéricas, choradinhos e teorias no Youtube e afins. [video Easter Eggs]
Ler Mais ...

0 comentários


Vi há pouco o primeiro episódio desta nova incursão no universo "Watchmen", num 2019 alternativo mas com muitas similitudes com o "nosso" universo. Considero-me agradavelmente surpreendido. Boas actuações e valores de produção. Contiveram-se na quantidade de personagens, plots e easter eggs. Prevejo muitas lágrimas dos snowflakes conservadores. Fiquei ansioso para o episódio 2.
Ler Mais ...

0 comentários



Belíssima recriação do trailer de "Joker", protagonizado pelo mais famoso palhaço da TV portuguesa: Batatinha. O seu crime? Entreter uma geração de crianças em frente ao televisor. "Comando na mão e carrega no botão!"
SPOILERS: Este biopic pode ou não incluir a mítica cena da agressão entre Batatinha e o colega Companhia...
Trailer de "Batatinha":



Parabéns à equipa "No Olho da Rua". E só descobri graças ao camarada blogger Hugo Silva do "Ainda Sou Do Tempo".
Ler Mais ...

0 comentários



Alguns pequenos spoilers. Principalmente alguns disparates escritos a quente. Hoje está calor. Nem parece Outubro.
A momentos a tentativa de conexão com o Homem-Morcego soa um pouco forçada, mas não acaba por distrair demasiado do principal. Tal como a banda sonora incidental, o que é bom sinal. E falando nisso,  não esperava tanta música, ou melhor, canções, mas no geral casam bem com a acção e fotografia, que é fenomenal. A reconstituição parece-me bastante bem, para um português que nasceu em 1979 e nunca visitou os EUA da época. Nalgumas cenas quase esperava ver o Rorschach virar uma esquina. Malta que vê cinema a sério diria "qualquer-coisa-Scorcese-Taxy-Driver-filmes-do-MCU-sucks".
O Joaquin Phoenix merece a porra do Oscar sim senhor. Se vi outros prováveis candidatos às estatuetas? Não, o que isso interessa? O que interessa é que o realizador Todd Phillips tinha como destaque no currículo três filmes sobre bêbados e drogados. Quase como se agora descobríssemos que foi o Michael Bay que realizou a Lista de Schindler às escondidas para pagar uma aposta ao Spielberg.
A maioria das acusações que vi ao filme até agora provavelmente foram escritas por quem não viu o filme ou procura aproveitamento político - à esquerda e à direita (alguns sites e canais de TV mal podem disfarçar a decepção por ainda não ter acontecido um tiroteio para poderem culpar o filme). E aproveitamento parece-me ser um dos temas da fita, apesar de não ser telegrafado como a minha cena menos favorita: uma colagem de flashbacks "o que realmente aconteceu que já se previa à distância mas aqui fica a confirmação visual". O esprit du temps da Gotham/Nova Iorque dos anos 80 é podre e fedorento como o lixo - literal e figurado - que entulha as ruas não góticas e não neon (sorry, Tim Burton e Joel Schumacher) da cidade. A sério, percebo que algumas pessoas fiquem chocadas com os pequenos momentos de extrema violência, mas o Joker é um menino ao pé do John Wick. É curioso como violência não explicita consegue ser mais incómoda que as violência estilizada explicita. É um filme incómodo. Acho que é esse o seu propósito. E se o li bem nesta primeira visualização, bom trabalho.  Voltando ás reacções que vejo por ai, variam entre o "não é um vulgar filme de super-heróis" (dah), o "machismo tóxico", "glorificador das armas de fogo" ou "obra-prima". O conceito de obra prima não pode ser consensual, pela sua parte subjectiva, mas não está no meu TOP pessoal. é muito bom, mas não é assim tão bom. É muito tenso, uma interessante reimaginação de um personagem já muito gasto, mas que aqui tive um novo fôlego. Um bom exemplo da versatilidade multi-género dos desdenhados "filmes de super-heróis".
Por vezes os materiais de promoção tentam vender algo diferente do produto final. Se geralmente um trailer é montado para destacar as cenas de acção de um filme aborrecido, no caso do "Joker", tentou-se colar à doutrina do Joker anterior (ignorando aquele terrível que vocês sabem), o magistral Heath Ledger em "The Dark Knigth", e "herdada" da BD "Killing Joke": a ideia que uma pessoa comum num dia mau podia mudar de personalidade e passar para o Lado Negro da Força. Arthur Fleck (Joaquin Phoenix), não é apenas um cidadão comum que é assaltado, espancado e se passa da cabeça. Arthur Fleck tem um longo historial de problemas mentais e uma situação social precária. E é maltratado por elementos da sociedade. Sejamos francos, a nossa sociedade actual - e ainda mais a de décadas atrás - não sabe lidar com as doenças mentais. E a essa ignorância dos cidadãos, dos doentes, dos amigos e colegas, junta-se a desinvestimento sistemático nas instituições que nem sempre podem curar mas apenas tentar manter um nível de normalidade e segurança para o próprio doente e os que o rodeiam. Curiosamente a única cara visível dos "ricos" que cortam investimento social não é aparentemente culpado de nada, aparenta ter boas intenções, apesar de arrogante. Mas se está dentro de certa etiqueta é esperado de si determinado comportamento. No geral, gostei que o nosso papel é de observador,  com poucos momentos de manipulação. Entre outras, pode-se fazer a leitura de como o populismo se torna atraente para os miseráveis, os injustiçados. Os protestantes aparentam apenas utilizar a situação de caos para criar mais caos. Acredito que actualmente um Joker real seria uma #hashtag com t-shirts à venda, para ser venerado por uns e odiado por outros. O próprio Joker parece indiferente ao movimento que ajudou a despoletar, até ele lhe dar a notoriedade com que ele anseia e alucina. É uma critica aos movimentos recentes como o "Occupy Wall Street"? Um Trump que normaliza e justifica a violência? Quem dá uma arma carregada a um doente mental é a personificação da NRA ou apenas um doutrinado na religião armamentista? Os ricos são todos maus? O capitalismo é o grande vilão? As nossas necessidades importam mais que a dos outros? O vilão é glorificado? Como vitima do sistema as suas acções são justificadas? Uma vendetta pessoal pode ser apropriada para servir os fins de outros? De forma consciente ou inconsciente? Os doentes mentais são mal representados, beatificados ou algo no meio? O espectador decide, ou não. Para este espectador, algumas dessas respostas são claras. O Joker não quer saber, o Joker só quer dançar, e que lhe batam palmas...
Ler Mais ...

0 comentários






Se há algo em mim que não compreendo é o facto de eu não gostar de palhaços mas algumas das minhas personagens de ficção favoritas o serem: Sweet Tooth, Captain Spaulding, qualquer versão do Joker, Pennywise de Tim Curry, a antiga mascote da Santa Casa e o João Baião são alguns dos palhaços que me tiram toda a atenção. E se há algo que me absorveu no capítulo 1 desta nova interpretação foi a performance de Bill Skarsgård

Sabia que não devia retirar o bookmark



It Chapter 2 é uma sequela curiosa. Na sua essência, é mais do mesmo. Tem o mesmo feel e os mesmos pontos positivos e negativos, ainda que de alguma forma potenciados. Portanto posso desde já adiantar que se gostaram do primeiro filme, irão gostar do segundo. No meu caso, gostei menos do segundo mas o suficiente para aguardar pelo inevitável pack de 2 filmes quando sair em Blu-ray.

 O que resultou acima de tudo no primeiro filme foi a quimica entre o elenco de jovens pré adolescentes. Todo o coming of age e a formação de laços entre o Clube dos Falhados foi o coração do filme. Ainda que a atração fosse o vilão carismático, este acabou por ser um bónus.

 Na sequela, já adultos, a quimica mantém-se graças a um elenco na maioria bem conseguido e, caso a saudade aperte, existem que baste inúmeros flashbacks de quando experiênciaram pela primeira vez o horror que é a puberdade. Estes flashbacks foram uma mistura de cenas cortadas do primeiro filme que aqui foram muito bem aproveitadas. Pelo menos uma cena nota-se que foi inevital gravar posteriormente pois vê-se pelo ator que faz de Georgie, aqui ainda algo fofo mas já a entrar naquela fase irritante em que os pais apercebem-se que se calhar ele ir e vir sozinho da escola é preferível do que estar mais um minuto a aturá-lo no carro. Houve uma cena cortada do primeiro filme sobre o Bar Mitzvah do Stan que eu achei fazer bastante falta pois era o desenvolvimento que faltava na personagem. Essa cena foi reaproveitada na sequela e, também aqui, acabou por ser crucial para o seu desenvolvimento. Em parte, todos estes flashbacks podem ser justificados por o livro também contar a narrativa salteando entre os miúdos e adultos, mas o verdadeiro motivo será certamente por a fase dos miúdos ser a melhor parte.

Este receio de não se atingir a expectativa é palpável no filme com as constantes referências sobre as obras do Bill em que toda a gente concorda que são muito boas mas os finais são sempre horríveis. Já o livro original escrito por Stephen King partilhava de uma forma de autocritica em Bill (também escritor), e o filme, tal como o livro, sofre de um final desapontante, ou mais especificamente, de uma luta final de deixar a desejar. Sendo justo, não sei realmente o que fazer para melhorar a batalha. É menos descabida que o desfecho do livro e partilha de regras semelhantes ao final do primeiro capítulo, mas é dificil sentir entusiasmo quando as personagens parecem inventar regras conforme a conveniência.

O que não resultou, com muita pena minha, foram os excessivos jump scares. Infelizmente, o segundo capítulo dobrou (se não triplicou) os sustos. Tudo o que acontece na sequela é um jump scare. Tudo. Além de irritante e altamente preguiçoso, torna-se muito prevísivel em pouco tempo, substituindo o medo genuino por truques baratos. 

Eu tinha esperança para este capítulo por dois motivos, potenciados pela qualidade do primeiro filme: as personagens são adultas, logo, como as assustar, especialmente depois de tudo o que já passaram? A resposta foi trazer de volta alguns medos e outros que nunca foram mencionados anteriormente, parecendo escolhas aleatórias que simplesmente abraçam o folklore do que é tipicamente assustador. De onde veio o medo de velhas da Beverly? Não deveria ser o medo vindo de um monstro abusivo?

A razão principal da minha esperança, contudo, prendeu-se ao primeiro trailer, ou, na verdade, à primeira metade. Toda a cena da velhota está bem conseguida, sendo desconcertante e eventualmente aterradora. No filme torna-se um bocado parvo quando vemos o que está realmente a perseguir a Jessica Chastain mas safou-se pelo suspense bem conseguido. E era precisamente isto que eu queria mais do filme: o sentimento de nervos pela falta de conforto. Onde o filme é mais aterrador é quando mostra os habitantes de Derry. Tanto o 1 como o 2 têm, possívelmente, os melhores bullies que já vi. Não só são realistas num conceito que por norma é traduzido de forma cartonesca como todo o medo que causam é perfeitamente credível. Henry Bowers causa tensão sempre que aparece e não é preciso nenhum som repentino com decibéis aumentados. Da mesma forma que toda a restante população é mais horrível do que os meus vizinhos. São todos horripilantes, desconcertantes e nojentos. E as personagens do filme também.

Era mais deste desconforto e nervosismo que eu gostava de ver, algo que o tele-filme com o Tim Curry fez melhor, no geral.  Não necessáriamente subtil mas genuíno e merecido. Ainda assim aplaudo a cena do restaurante asiático, especialmente no que toca ao primeiro biscoito pois fez-me querer sair da sala o que, por uma vez, é um elogio ao filme.

A juntar aos jump scares estão as luzes citilantes e o uso exagerado das mesmas. Este filme consegue ser um perigo para quem tem epilepsia e eu próprio questionei-me se me estava a sentir bem. Mas mais do que má disposíção, foi um sentimento de irritação. Nada disto era necessário e só faz do filme um conjunto de clichés de filmes de terror.

Estou a ser muito negativo, mas a verdade é que mesmo assim gostei e pretendo rever. Apesar dos defeitos de direção, o charme e carisma das personagens realça a vontade de continuar a ver. E embora eu tenha lido muitas queixas sobre o tamanho do filme (que é grande), pessoalmente passou rápido para mim e até fiquei algo surpreendido com o que acabou por me parecer um final abrupto (o que não é bom sinal). Achei definitivamente que podiam ser cortadas muitas cenas. Em concreto, refiro-me à primeira cena do filme e a tudo o que envolve o Henry Bowers. São cenas muito bem conseguidas e excelentemente interpretadas, mas acabam por ser dispensáveis e irrelevantes para a história que está a ser contada. Preferia que fossem cortadas para maior exploração do que as personagens são antes e após o telefonema de Mike, pois são cenas que dizem muito. A única cena com maior ênfase é o casamento da Beverly, que funciona que baste mas não faz juz à descrição do livro. E por falar no livro, um dos meus momentos favoritos é o momento em que o Ben vai a um bar e põe gotas de limão nos olhos. Na minha opinião, é a cena que fez falta para esta personagem.

O maior sucesso da sequela está em conseguir pela segunda vez um elenco escolhido em cheio. Particularmente o Eddie e o Stan estão parecidissimos fisicamente, mas o que vende são mesmo as atuações à excepção de quem faz de Ben pois não havia muito mais para fazer (mas está claramente igual ao miudo, ninguém dúvida). Pela primeira vez gosto do Bill Hader e é o que traz não só mais carisma mas como mais coração ao filme. Tudo o que lhe têm valorizado é merecido, mas considero que quem faz da versão adulta de Eddie Kaspbrak, James Ransone, tem o melhor trabalho. É possível reconhecer os maneirismos da personagem infantil e acerta em cheio em tudo o que a versão adulta deveria ser.

Eu não deixo de recomendar o visionamente do IT: Capítulo 2. O filme em si é bastante divertido tal como o primeiro e, repetindo-me, se gostaram do primeiro deverão gostar deste. Apenas desilude por poder ser muito mais. O talento está definitivamente lá mas a direção não foi a que eu desejava.

Resulta como filme de terror e, batalha final à parte, o final fecha de forma satisfatória a história contada em dois filmes, podendo estes serem vistos de forma seguida pois estão bem um para o outro. Para crédito do filme, não foi tempo que me tenha custado a passar. Nada no filme é incompetente (o CGI realmente podia ser melhor mas isso já vem do primeiro, sendo que se nota bem devido à maquilhagem soberba de Pennywise), talvez por se deixar abraçar pelo amor notório não só à obra como ao autor (são inúmeras as referências aos seus trabalhos). Apenas desilude por poder ser algo mais por ter todas as peças certas.

Continuam, contudo, a ser dos melhores filmes de terror da década (pelo menos num Top 100, vá), e o Pennywise de Bill Skarsgård será certamente recordado.

Para o bem e para o mal







Ler Mais ...

0 comentários


Depois de meses de suspense, foi revelado o título oficial do 25º filme protagonizado pelo agente de Sua Majestade James Bond: "No Time To Die". 

A fita só chega em  Abril do ano que vem, mas além deste mini-teaser, uma sinopse oficial:
"Em NO TIME TO DIE, Bond deixou o serviço ativo e está a desfrutar de uma vida tranquila na Jamaica. Mas a sua paz termina rapidamente, quando o seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece com um pedido de ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado acaba por ser muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond a perseguir um misterioso vilão, armado com uma nova tecnologia perigosa."
Fonte: NOS

Pessoalmente, espero bem melhor que o desinspirado "SPECTRE". Ao menos o bom elenco está garantido, com Rami Malek, Léa Seydoux, Lashana Lynch, Ben Whishaw, Naomie Harris, Billy Magnussen, Ana de Armas, Rory Kinnear, David Dencik, Dali Benssalah, Jeffrey Wright e Ralph Fiennes a fazer companhia a Daniel Craig.


Ler Mais ...

0 comentários



Há algum tempo atrás, numa galáxia da esquina, um sábio declarou:

"Não sei se vou ter tempo de fazer o TOP 10 no final do ano porque o meu irmão vai estar cá no Natal e como ele só vem poucos dias de França é capaz de ser apertado para mim por isso fica já despachado o meu Top. Assinado: Bruno Duarte".
Eis sem mais delongas o aguardada nova instalação videográfica de B. Duarte, um TOP que subverte e desconstrói a linearidade temporal da lista de preferências tradicional. E tem piadas.
Ler Mais ...

0 comentários



Jurassic World: Camp Cretaceous

#cine31 #promo #jurassicworld #jurassicpark #JurassicWorldCampCretaceous #blog #dinosaur
https://www.instagram.com/p/ByT1L7oA3j1/?igshid=1htkwae4utsxf






Via Tumblr do CINE31 http://bit.ly/2WOaMyE
Visite também o Grupo Oficial do CINE31 no Facebook, o Twitter, o Google+ e o Youtube do CINE31. via IFTTT
Ler Mais ...

0 comentários



Stranger Things 3 | Poster


#cine31 #poster #strangerthings #StrangerThings3 #blog #eleven #80s #eighties
https://www.instagram.com/p/ByT05M_gn9v/?igshid=1ayctisel9aud






Via Tumblr do CINE31 http://bit.ly/2QLNTXx
Visite também o Grupo Oficial do CINE31 no Facebook, o Twitter, o Google+ e o Youtube do CINE31. via IFTTT
Ler Mais ...

0 comentários