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Faleceu aos 85 anos o actor que deu corpo a um dos maiores vilões da história do cinema, Darth Vader. O britânico Dave Prowse nunca mostrou a cara, ou a verdadeira voz, na trilogia original, mas foi ele que deu a imponência ao personagem.
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Sean Connery | James bond actors, Sean connery james bond, Sean connery

Sean Connery (1930-2020) 

Faleceu aos 90 anos o icónico actor escocês. 

Link: Jornal Público - Morreu Actor Sean Connery

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The Mandalorian - Season 2 Poster
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Dia 24 de Junho, 2016. Durante as filmagens de Dunkirk o barco com o realizador Nolan e toda a equipa de fotografia afundou-se. Não houve sobreviventes. Contratou-se um sósia, o filme foi terminado. Meses depois todos os filmes e artigos do visionário criador foram digeridos por um bot de inteligência artificial que criou o guião para Tenet. Asseguro que as minhas fontes são de confiança. 

Quando o filme acabou a primeira frase no meu diálogo interno foi "não acredito que o filme é assim tão mau." 

Se fosse drogado talvez fosse gajo para - enquanto intoxicado - visionar o filme em rewind para ver se melhorava. 

Tenho as minhas dúvidas.

Grande conceito, totalmente desperdiçado. A exposição do plot é repetitiva, pouco criativa e falha em fascinar. Imagens em reverso já víamos no "Isto só vídeo". 

No lugar de uma peça complexa o que resultou foi uma confusão unida com argamassa e entulho, com uma edição terrível . No elenco, o ponto alto é a curta aparição de Sir Michael Caine. Pattinson está bem, mas o protagonista Washington é irregular. Mas com o argumento disponível não podiam fazer muito mais... 

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Segundo trailer para "No Time To Die", o regresso de James Bond aos ecrãs.
Promete forte na acção. Os dois últimos capítulos foram uma grande desilusão para mim, sabemos como por vezes os trailer são enganadores, mas fiquei com o interesse na franquia reacendido. Nos cinemas em Novembro, se o Corona-virus permitir.

 

O Trailer de "007: Sem Tempo Para Morrer":

 

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Dune. Capas da revista Empire.





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Capa especial para subscritores da revista Empire.



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Há uns meses fui abordado pela FilmPuff do Blog "Not A Film Critic" para participar numa nova iniciativa cinéfila: "Suores Frios". Aceitei imediatamente e ao meu estilo responsável e célere mandei o texto apenas há uns dias (Mas, dentro do prazo estipulado!!) Quero deixar o meu agradecimento público pelo convite, foi porreiro reviver esta cena que me deu "suores frios" e quase necessidade de trocar a roupa interior...

Vão lá visitar o Blog, ler o meu artigo e dos outros participantes da iniciativa. Se tiverem coragem para isso... 


 

O título dá logo spoiler, reconhecem o filme a que a cena pertence? "Suores Frios: Ben Gardner, Pescador Zarolho" - Not A Film Critic.


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A primeira temporada de Stargirl tem um saldo positivo. Começou muito bem, patinou um pouco nos episódios seguintes mas quando Courtney, que assumiu o manto do falecido herói Starman (supostamente, o seu pai ausente), começou a recrutar a nova Sociedade da Justiça, a série recuperou o foco. Tem boa parte dos clichés e fraquezas das séries teen made in CW, mas além de um respeito pelos comics como inspiração e fonte de referências, teve a sua dose de momentos inesperadamente negros e emocionantes,como o episódio em que a jovem e inocente Stargirl é confrontada com a verdade sobre o seu pai. Deu para sentir a dor sem ir pelo registo de dramalhão das novelas. E, mesmo no aspecto relacionado com os super-heróis, houve mortes súbitas e não telegrafadas como hábito. Como ponto negativo, o desgaste dos vilões que ao longo da temporada eram "profissionais" cautelosos, com tudo planeado ao longo de mais de uma década e no Season Finale foram rapidamente reduzidos a incompetentes por jovens sem treino e preparação. Aliás, toda a conclusão do plot da temporada pareceu apressada, porque tradicionalmente o clímax fica para o final do episódio. E uma coisa que é transversal a quase todas as séries de heróis e acção mais fantástica: as ruas estão todas vazias entre as 5 da tarde e as 8 da manhã? Ninguém olha para a janela e reconhece a vizinha a voar como uma bruxa sentada num bastão luminoso sobre a cidade, ou a combater vilões no pátio da escola? E nem falo do "robot" gigante que tem foguetes nas costas...
Resumindo, tem um bom núcleo de actores (com algumas caras conhecidas), um sentido de humor peculiar, várias referências ao universo da banda desenhada, sem vergonha das suas raízes e de entrar em modo super-herói conforme o orçamento permite. Está anunciada a segunda temporada, mas com a reestruturação da DC Comics que está a acontecer, vamos ver... 
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Um dos motivos porque evito ler sobre filmes antes de os ver, mais que os spoiler (mais não, mas quase) é por exemplo apenas um frase que li sobre o ridiculo deste filme, que uma personagem com 2000 anos de idade se queixa que o Mundo está cada vez pior. E agora, como uma música que ficou encravada no cérebro, não me sai da cabeça... É obviamente falso - a não ser que a visão do mundo se limite a tablóides que vendem medo - que o Mundo esteja pior. Apesar de alguns retrocessos nos últimos anos (estou a  olhar para vocês teocratas e nacionalistas) a nível de segurança, qualidade de  vida, e apesar do aquecimento global e afins o progresso é real. Mas, hei, quem se queixou foi um branco. Mas uma mulher! Tenho impressão que o Mundo ocidental deve ter melhorado um pouco para as mulheres nos últimos 2000 anos... Mas vamos ignorar os avanços tecnológicos, higiene, saúde etc e concentrar no maligno: poluição, trolls na Internet e pizzas de ananás*.
Mas indo ao que interessa. 
Sinopse: a soldado mais humana do exército mais humanitário do Mundo (/sarcasm) é morta mas depois fica melhor. As amigas e camaradas imediatamente a ostracizam e é resgatada de um destino não especificado por uma das velhas mais jeitosas de Hollywood. Velha no filme, claro, mas aqui serve de mentora da miúda no fabulàstico mundo dos imortais, blá, blá, matar seguranças anónimos, blá, blá. 
A realização é banal mas pelo menos não optaram pelo shaking cam nas cenas de luta, que não aborrecem mas não entusiasmam. 
Há alguma tentativa de aprofundar relações entre personagens mas só debitam lugares comuns. Trás nada de novo para a mitologia e o drama de ser imortal no mundo moderno. NOTA: Não li a banda desenhada, portanto, não interessa...
SPOILERS 
Aos 1h21 é confirmada a traição mais telegrafada de todos os tempos e no finalzinho entra o Nick Fury e... Brincadeira à parte, a sequela está lançada com um inimigo mais que óbvio. 




* Eu gosto de pizzas com ananás.
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Nova imagem do duelo Godzilla Vs King Kong. 

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Durante uns tempos foi a coisa mais antecipada por este que escreve. Naturalmente depois foi abafado no vórtice de trailers e boatos costumeiros das novidades de cinema. Até que já perto da data de estreia voltou às atenções - não do público em massa, mais entretidos com car porn e super-heróis - em grande estilo, um videoclip cantado e protagonizado por uma das criaturas que é a incorporação dos anos 80: David "Michael Knight" Hasselhoff (para os menos velhos, o Mitch das Marés Vivas. Para os putos, o júri do "America's Got Talent"). E só depois da estreia os sites mainstream descobriram esta tresloucada aventura, que recorda a bizarrice dos filmes e jogos de acção dos anos 80, mas elevando o nível até á   estratosfera, não cometendo o erro de reverenciar tanto a fonte como alguns filmes que não passam de cópias aguadas com melhores efeitos. Neste pout-pourri há doses generosas de artes marciais - mais próximas dos clássicos jogos de luta das arcadas - clichés de filmes policiais e buddy movies, vikings com pouca roupa (Barbarianna merecia mais screentime), deuses nórdicos gigantescos, dinossauros, viagens no tempo e o alemåo mais odiado de toda a eternidade: não a Angela Merkl, mas o próprio Kung Fhürer: Adolf Hitler e a sua horda de nazis. Mas  O que mais se pode querer? Um plot sem buracos, desenvolvimento de personagens? Mas se procuram diversão este é o vosso filme. Onde mais vão ver uma longa sequência a que só falta as barras de energia para sair diretamente de um beat'em up como o Double Dragon?
Em suma, os anos 80, como nunca foram. 



O meu maior receio era que apesar do conceito de paródia em anabolizantes ser atraente, que meia dúzia de moneyshots não fossem o suficiente para manter a coerência e interesse numa curta de 30 minutos. Mas não há motivo para preocupações. Sem sequências de encher chouriço, indo directo ao assunto  o filme cumpre com distinção o objetivo a que se propôs.
Só nos primeiros 5 minutos já ri feito parvo mais vezes que em muitos filmes inteiros, a inventividade e sentido de humor desta comédia de acção insana - over-the-top é pouco - faz desejar uma versão mais longa.
De poucos em poucos segundas tinha vontade de voltar atrás e tirar um screenshot ou criar um gif animado do que via no ecrã em toda a sua glória chunga e épica. David Sandberg,  o sueco dos sete instrumentos ao leme do projecto - financiado por fãs - que realizou, escreveu e protagonizou está de parabéns. Atirem-lhe dinheiro para ele fazer a versão longa-metragem para inevitavelmente nos podermos queixar que afinal a curta era muito melhor. 
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Anos depois da estreia finalmente me resolvi a ver a melhor série de mistério de sempre, ou assim tem dito o boca a boca virtual. Principalmente daquele pessoal que se quer armar em alternativo e vê o Stranger Things às escondidas. Aliás, já não podia aturar a insistência em comparar com Stranger Things. Está certo que têm algumas relações com o tema viagem tempo/dimensões, central nuclear/laboratório, a cidadezinha pequena, mas Dark não tem a obsessão pelas referências à cultura pop, tem um ritmo diferente, com um objectivo mais definido. 
Não querendo, mas voltando a comparar, como Stranger Things tentou enfiar Eggos pela goela abaixo, nos primeiros episódios Dark ficou-se pelo habitual product placement "edgy": drogas recreativas. Ah, e Twix. O chocolate, sim. Os dedos de chocolate anteriormente conhecidos como Raider.
Basicamente, gostei bastante, mas a história podia ter sido espremida em menos episódios. 
Tem personagens demais, estive várias vezes à rasca para recordar quem era aquele velho branco só que afinal era outro velho branco que era cunhado de outro e não o avô deste. Enfim. Não estou habituado a ver séries não americanas, com pouca exposição e tanta gente deprimida e com tantos segredos guardados que a novela da TVI parece os Teletubbies. Não estou a dizer que é má, pelo contrário, tecnicamente é bastante boa, não foge dos momentos mais violentos, gore ou sexuais, tem boas actuações, mas eu vim ver uma história de viagens no tempo e no entanto a maior parte dos episódios é gente com o capuz levantado mesmo quando não chove a andar em florestas ou em cavernas. Character development é muito bonito, já sabemos que toda a gente tem segredos, mesmo aquela miudinha que parece uma santa mas afinal é pior que o Hitler, mas a história andou muito lentamente. E o protagonista está certo que tem traumas - como 90% dos personagens, mas tem o carisma de um carapau. E aquele amigo dele o de uma cavala, porque ao menos tem abertamente aquela vibe de psicopata que toda a gente ignora. Ou então é só alemão. E toda a gente sabe que que cavalas são melhores que carapaus. E francamente, SPOILERS, dois gajos do século XXI viajam aos anos 80 e nenhum deles tira uma miserável foto com o smartphone para mostrar quando voltarem? De qualquer forma, já me estou a preparar para avançar para a segunda temporada. 
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Depois da deliciosa e demente temporada de estreia, os fans são brindados com dois novos posters da segunda temporada, que estreia a 25 de Junho.



A equipa de "super-heróis" mais bizarra de sempre (e que inspirou os mais famosos X-Men), a julgar pelas belíssimas ilustrações inspiradas na Alice no País das Maravilhas e Feiticeiro de Oz, vai ter mais uma viagem atribulada nos novos episódios.

[via GT]
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7 de Maio de 2005. Dias antes da estreia do capitulo final (na época) da Saga Skywalker, um jovem estudante criou o blog CINE31. Momentos depois, eu cheguei do futuro, desintegrei-o e assumi a sua identidade, na esperança que este blog de cinema se tornasse o elemento chave na luta contra as máquinas da Skynet. Em 2020, quando passa o 15º Aniversário do CINE31 torna-se dolorosamente óbvio que eu estava errado. Sou agora um quarentão com excesso de peso e pouca paciência para consumir tantos filmes como antes. As máquinas mudaram a linha temporal e talvez seja melhor aceitar a proposta que recebi por e-mail para vender o blog a uma companhia de lingerie. Preciso consultar o meu associado 3run-0.


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