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 Eu acabei por não escrever aqui a minha opinião sobre o filme Lego The Movie...ou The Lego Movie...é melhor em português: Lego O Filme....ou O Lego Filme...ai logótipo...

  Esta é a edição de coleccionador com Blu-Ray e Blu-Ray 3D. Digo "coleccionador" embora não esteja oficialmente na capa mas traz uma caixa grande e o Morgan Freeman em lego o que acaba por ser um dos critérios mais importantes para a definição. Eu não costumo comprar este tipo de edições logo ao preço de saída mas adorei demasiado o filme para resistir.

 Apesar do preço.... bom, mas uma coisa de cada vez.




O FILME



Legalmente, eu tenho de seguir o protocolo da Liga dos Críticos Extraordinários e resumir a crítica com um EVERYTHING IS AWESOME!

 Mas como também tenho a minha legião de três fãs, eu não os posso deixar desapontados. Por isso aqui fica o meu resumo ao filme:








A CAIXA




 O maior destaque vai para a figura em exibição na capa sendo que, obviamente, podem retirar e dispor onde o gato não chegue. De resto, não há mais nada a apontar. Certamente irá destacar-se na vossa prateleira pelo tamanho e, principalmente, pelo amarelo presente por todo o lado. De notar que embora a caixa venha toda em inglês, traz um cartão com a mesma contra-capa presente na foto acima mas com tudo traduzido em português. Não se preocupem porque não se enganaram na edição.


O MORGAN FREEMAN





 A Lego foi genial. A meu saber, não é possível arranjar esta figura "oficialmente" em lado nenhum. Não vem em nenhum conjunto de figuras do filme (que eu tenha visto) e não sai em nenhum pacote de figuras individuais ao acaso. Foi uma ideia brilhante de fazerem com que a única forma de conseguirem a colecção completa das personagens do filme fosse comprar esta edição (e uma outra parecida). Certamente estará disponível de outra forma no futuro mas, no meu caso, com sorte será avaliada em milhões de euros ou Bitcoins no futuro. O que viria a calhar porque eu estou a precisar de comprar uns ténis novos que estes já estão a dar as últimas. É só buracos por todo o lado. Acho que quando as pessoas me perguntam na rua onde é que eu comprei estes Crocs de montanha, é quando estou na altura de mudar. Isto já é os Geox dos pobres.

 Ah sim a figura. De notar que na foto a figura está disposta numa base que não vem com a figura, eu é que tinha a mais. O detalhe é espectacular, desde a roupa (baseada no Vitruvius durante o prologo do filme), à sua barba detalhada (vê-se melhor numa foto mais abaixo) até à sua fantástica capa.


 
E sim, é possível remover a barba e ver, finalmente, como é a sua cara.






Dang it, pensava que tinha sardas!





 E, é claro, podemos finalmente retratar como é o estado da sociedade de hoje em dia, particularmente fazendo um diorama sobre a falta de respeito que os jovens têm pelos idosos.


Isto vai dar que falar no espaço do Professor Marcelo





A CAPA DO FILME



 Ao contrário da caixa, a capa já vem completamente em português. É completamente amarela pelo que se optarem por deitar a caixa para o lixo, irão continuar a ter um especial destaque no meio de tanto Fellini. Mas descansem (a sério, sentem-se) pois a versão mais básica do DVD é igualmente amarela.



OS DISCOS E O QUE LÁ TRAZEM E COISO







 Ao abrir a capa, somos recebidos pelo casal maravilha. Infelizmente, não irei usar tão depressa o disco do Batman que traz o filme em 3D visto que ainda não tenho televisão para isso. Mas o Blu-ray normal (o disco com a WildStyle, portanto) é recheado de extras. Temos direito a uma tour com um tamanho decente que nos mostra não só o espírito da equipa como um breve making-of, tudo acompanhado pelo carismático Chris Pratt (Emmet). Nota-se que se divertiram não só a fazer o filme mas também a fazer o próprio making-of já que não param de brincar com o espectador. Aliás esse espírito de criatividade está espalhado por todo o conteúdo. Os extras vão desde umas mostras (quero mesmo dizer mostras) de algumas pessoas que fizeram stop-motion com Lego (há trabalhos brilhantes) até um dos criadores oficiais da Lego nos ensinar como montar alguns objectos que vemos no filme. O fantástico aqui é que não mostra o mesmo objecto mas sim uma variante com outras peças. Pode ser bizarro mas é uma fantástica promoção à criatividade que o filme tanto transpira e deseja passar.
 E sim, há ainda um sing-along do Everything is Awesome. Tudo isto entre mais uns quantos extras, incluindo os comentários do costume sob o filme (com os realizadores e elenco) e uns outtakes divertidissimos.
 Haverá falhas? Só encontro uma: nem todos os extras têm legendas em português, algo que já nos habituámos mas merece sempre que se desconte nem que seja 0.5 pontos. Não é que a mim faça diferença mas obviamente nem toda a gente tem facilidade com o inglês e temos de ter em especial conta que se trata de um filme mais familiar. De certo que nem todas as crianças terão paciência para ver os extras todos, mas eu era das crianças que via.
 Temos também a escolha das vozes portuguesas que são boas. Há, como sempre, expressões com uma tradução...discutível, daquelas que nos fazem levantar a sobrancelha, mas está feito um bom trabalho.
 O filme em si tem um nível de detalhe soberbo. Se já tinha quando o vi em SD, em HD a imagem é incrível, as cores ganham ainda mais vida e nota-se ainda melhor o nível de detalhe que foram buscar, como o gasto das tintas e as texturas que nos levam a querer que estamos a ver Lego a sério.



O PREÇO

 Pois.

 Bom.

Apesar de tudo há aqui uns factores a ter em conta. 

Eu recomendo vivamente o Blu-Ray. Tenham este filme em Blu-Ray, liguem às colecções ou não. É claro que o filme é fantástico até no iPod mas não se irão arrepender de o ter em Blu-Ray, nem que esperem um pouco para que o preço baixe.

 Dito isto, esta edição custa [no preço da sua estreia no mercado, sendo que comprei no próprio dia em que saiu] 34,99€. Tenham atenção que também vendem uma edição de Blu-Ray + Blu-Ray 3D por 34,99€ sem a figura em lego!

 Se forem coleccionadores, é de aproveitar a figura não só pela sua exclusividade mas porque vejo a hipótese de esta edição em particular esgotar. Quem sabe.

 No entanto, se quiserem ir para o reino cruel das alfândegas, tentem arranjar esta versão estrangeira. 


O JUIZ DECIDE, ESTÁ DECIDIDO!

 O importante é ter o filme. É dos melhores filmes de animação desde há muito, muito tempo. É o filme perfeito para os pais verem com os filhos e, com sorte, a mensagem final tem alguma influência. 

Absolutamente hilariante, criativo e feito com pés e cabeça e troncos e cabelos, Lego Movie é um filme a não perder. Quanto a esta colecção, de momento, pelo menos, é a mais ilustre que se encontra por cá, sendo também a mais cara. Talvez valha a pena arriscar e esperar que baixe um pouco mas honestamente não deve baixar grande coisa. Há, claro, sempre a alternativa de comprarem o Blu-Ray e procurarem a figura separadamente no eBay ou assim, sendo que à data vejo-a à venda não por menos de 10€.
 Como sempre, a minha ideia com este artigo é só mostrar-vos o que vem na colecção para vocês decidirem o vosso nível de interesse. Felizmente, no que toca a este filme, escolha não falta já que há à venda um bom punhado de edições, umas mais em conta do que outras.

 Mas o Vitruvius ficaria muito bem na vossa estante do trabalho.

 E não se esqueçam, vejam o filme! Caiam no Hype! Mesmo que não corresponda às expectativas, duvido muito que não gostem do filme.


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Um gajo acaba de chegar a casa, liga o computador, bebe um garrafinha do seu iogurte magro, vai dar uma espreitadela ao Facebook e tem logo uma surpresa destas, o focinho do Ultron, o vilão do esperado "Avengers 2", ou melhor, "Avengers: Age Of Ultron"! Obrigado ao camarada Brain-Mixer pela dica! Já tinhamos visto algumas fotos de uma armadura parcial usada nas filmagens, mas este deve ser o aspecto acabado que vamos ver no filme.
Conteplem a capa da "Entertainment Weekly", com o dito cujo e o seu exército robot-clones prestes a surpreender o Homem de Ferro e o Capitão América:

Sobre o design do bicho em questão, esperava pior, e percebo que lhe queiram dar mais expressão facial. Prefiro o look clássico, e talvez o possamos ver numa das versões melhoradas de Ultron.

Actualização: Entretanto já foram colocados online 8 novas fotos, que podem ver em tamanho maior no Tumblr do CINE31:


[Fonte: CB]
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Agora que se prepara a estreia da primeira sequela para 2016, vinte anos depois da estreia deste original, vou falar um pouco sobre "O Dia da Independência" ("Independence Day" ou "ID4"). Quando o fui ver ao cinema, estava já perto do final da adolescência e o meu interese por cinema era bem recente, fui á sala com objectivo de ver coisas irem pelo ar. E não fui desiludido, bem pelo contrário. Um filme divertido, uma amálgama/homenagem a décadas de ficção cientifica, desde os clássicos e chungaria do sci-fi no cinema, livros e BD, aos cards do Mars Attacks. A sinopse é simples: invasão alienígena. Os nossos protagonistas: o Príncipe de Bel-Air foi à tropa, A Mosca Que veio do Parque Jurássico, O Capitão Lone Starr, outros secundários e um cão à prova de fogo. E todos juntos vão esmurrar ETs, infectar computadores alienígenas com um Apple Macintosh Powerbook 5300, participar numa gigantesca batalha aérea e vingar-se dos anos de raptos e sondas anais.

A visão das naves quilométricas a rumarem à superficie do planeta e a lentamente emergirem das nuvens explodiu as minhas sinapses. Naves de 25 quilómetros pairam sobre os pontos mais turisticos do planeta? Pois os extraterrestres têm direito a apreciar a paisagem do planeta que estão prestes a dominar, depois de uma viagem longa sem pausas para a casa de banho. A grande falha dos ETs foi não terem o antí-virus actualizado. Talvez na sequela tenham mais cuidado.
Ainda fico com os pelos eriçados ao ver esta cena!
Excelente trabalho de (grandes) miniaturas detalhadas e pirotecnia em geral, ainda uma delicia de contemplar nos dias de hoje, mesmo aqueles CGI já um pouco manhosos para os olhos de espectadores do século XXI. 
"Olha bem filho: naves gigantescas em chamas com milhões de ETS comunistas a bordo! Hoje foi um bom dia."
 Em termos de banda sonora, o compositor David Arnold não criou um tema tão memorável quanto o do anterior êxito "Stargate", mas algo com maior escala, em ressonância com a descomunal dimensão do filme realizado por Roland Emmerich, produzido por Dean Devlin e escrito por ambos.
Apesar do clichés que se amontoam e da vertente "patriótica" - que um "não-americano" pode apreciar ironicamente - o resultado final é um blockbuster com alma e carisma. Revejo sempre que passa na TV.

Tomem lá o trailer, para o caso de viveram hà décadas debaixo de uma rocha sem TV:

Já agora, ouçam a minha participação no Podcast VHS dedicado ao "Independence Day":
http://cine31.blogspot.com/2014/04/vhs-podcast-do-dia-da-independencia.html


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E para comemorar a chegada da nova instalação artística de Michael Bay, "Transformers: Age Of Extinction" ("Transformers: A Era da Extinção"), nada melhor que um rápido resumo visual do melhor e pior da trilogia anterior: "Transformers" (2007); "Transformers: Revenge Of The Fallen" (2009) e "Transformers: Dark Of The Moon" (2011).

TOP "5 estrelas"

A chegada dos Autobots á Terra. Toda a sequência é assombrosa, e a banda sonora brilha.


A primeira transformação (Blackout)


Qualquer das transformações do Starscream

A batalha final do primeiro filme


O eye candy: Megan Fox


 A história alternativa da exploração espacial


SPOILER: A traição de Sentinel Prime

A execução de Que (Weeljack):


Megatron no trono de Lincoln


Vamos lá então ao que realmente interessa, o pior dos três filmes!

TOP "Motivos para nem lhes tocar com um pau de 5 metros":

Bumblebee a mijar num humano

Cães a fornicar


Devastator - ou como não fazer gestalts

Os tomates do Devastator

 Reciclagem de sequências:
 Robots rednecks


O "Céu" dos Transformers
Robots a...a ... bem...


Humanos irritantes


Autobots  que se comportam como Decepticons e sem preocupações de danos colaterais

E pronto! Agora vão ver o "Transformers 4" e corram para as redes sociais a criticar tudo o que está mal!
Entretanto também podem ler as minhas críticas a:

Indiquem nos comentários o que me esqueci de mencionar!

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 Estou tão ansioso para saber a opinião dos críticos do Público.

 Ora o grande mestre do cinema simplesmente conhecido por nós, comuns mortais, como Sir Michael Bay, entrega-nos mais um filme da franquia Transformers. Tal como as suas personagens, o filme é um híbrido. Mais concretamente, uma mistura de reboot com sequela. Segue os acontecimentos do terceiro filme tanto quanto baste mas anda para a frente com novas personagens humanas. Curiosamente, Michael Bay sabe disso e brinca com isso no início do filme fazendo um apontamento sobre a trampa em que se tornou Hollywood.


 Mas a pergunta é, sendo este o início de uma nova trilogia, estamos finalmente perante um filme que é, ahem, "more than meets the eye"?







 Não.

Mas quão irónico é o slogan?


As novas personagens [humanas], na sua maioria, são bem mais interessantes e divertidas. Claro que isto não é dizer muito. No entanto, são todas estúpidas.


 Todas.

Quando pensam que aquela até se safa, não, mais à frente, é estúpida.

Assim como a história, aliás. A dada altura eles parecem que tentam fazer uma história de mínimo interesse. Mas além de parva é, exactamente a mesma história dos filmes anteriores. Há um Decepticon ruim, o Decepticon ruim mata um ou outro autobot popular, dá uma tareia no Optimus Prime e no final Peter Cullen grita "DEUS EX ROLL OUT" e o Optimus arrebenta com tudo e o filme acaba abruptamente. Já repararam como os filmes anteriores seguem precisamente a mesma linha de enredo?


 Mas vamos ser honestos. É o 4º filme. Não há desculpa, por esta altura já sabemos para o que vamos... se é que vamos sequer. Vamos ver o filme para deixar o cérebro a lavar a loiça enquanto vemos explosões e robôs gigantes a lutarem no meio de explosões. E coisas a explodirem no meio de explosões.

 Para isso... o filme é óptimo (ba-dum-tss).

 Falemos mal desta franquia tanto quanto queremos, mas a verdade é que tem tudo o que se quer de um blockbuster. Cenas de acção impressionantes, algumas das quais mexem com a nossa testosterona (Dinobots pessoal, Dinobots!), o John Goodman, carros a capotarem por todos os lados, o Frasier, prédios destruídos, o Yossi Dina e explosões absolutamente extraordinárias, quer visualmente, quer a nível sonoro. Embora eu continue a achar que há cenas em que o CGI nos Transformers podia ser menos brilhante para não dar um ar tão falso, o CGI do filme é 90% soberbo. É claro que isto não chega mas se conseguem fazer o nosso queixo cair em algum momento, pelo menos aqueles minutos valeram a pena.

 Pena, também, estragarem algumas das melhores cenas ou com expressões parvas das personagens ou com publicidade completamente descarada. Após verem a quantidade de efeitos que o filme tem é aceitável que haja muita publicidade para pagar aquilo tudo. Mas acho que há um limite quando uma sequência fantástica acaba com um autocarro coberto por uma publicidade da Victoria Secret mesmo NO MEIO do plano. Além das clássicas cenas em que a personagem bebe com o rótulo virado para a câmara, os filmes Transformers têm a fantástica possibilidade de criar Transformers cheios de publicidade. Literalmente, existe um Transformer todo coberto pelo logotipo da Oreo. E não faz nada. Só aparece para explodir. Because Marketing.

 E só para dar mais um exemplo tanto de publicidade como de parvoíce: Lockdown (o vilão) diz ao Optimus que envergonha a sua espécie por se misturar no mundo dos humanos. Lockdown diz isto enquanto usa o símbolo da lamborghini no peito. Em defesa dele, fica bad-ass.

Age of Extintion assemelha-se muito ao terceiro filme Dark of the Moon na medida em que são ambos demasiado compridos por estarem cheios de cenas que podiam ser facilmente cortadas. Enquanto que as explosões são extraordinárias (pudera, o Sir Michael Bay é um perfecionista já) não demora muito até a acção se tornar cansativa para os olhos e deixarmos de querer saber do pouco que tomávamos atenção. Michael Bay é óptimo a fazer cenas de acção mas não tem jeito nenhum para abrandar e deixar a audiência respirar. Pôr cenas lamechas no meio não faz nada.

No início do filme, vão pensar que parece haver alguma diferença neste. Pode ser, quiçá, que Michael Bay tenha aprendi..eeeeee lá estão as garinas despidas e os close-ups às nadegas...yep, entrámos na sala certa pessoal, é este o filme que tá no bilhete. O que é uma pena pois fui largamente surpreendido por um bom punhado de planos fantásticos.

 Devo referir por esta altura que vi em IMAX 3D e, finalmente, valeu a pena. Há cenas em que o 3D é incrível, parece mesmo, mesmo, sair do ecrã. Arrisco-me até a dizer que algumas cenas supera o Avatar. Nem sempre é bem sucedido mas houve vezes em que dei por mim a achar que havia de facto poeira à minha frente. Mas eu vi o filme numa antestreia, fica a vosso critério se vale a pena gastar 10€ para ver o Transformers.


 Eu diria que o Michael Bay esforçou-se um pouco mais neste mas ao mesmo tempo é Michael Bay em esteróides. O nível de destruição é ridículo. Também há umas quantas referências não só à série de desenhos (LEVOU FOI 4 FILMES PARA O FAZER) como também a outros filmes. Só digo isto: imaginem John Goodman no confronto final do Aliens. Não está tão fantástico como isso soa, mas é o mais próximo que temos por agora!



 Penso que a conclusão é já mais que sabida: se gostaram dos Transformers anteriores, vão gostar deste, possívelmente adorar até. Se não gostaram ou fazem parte de um jornal que não vos deixa sorrir nem a gostar de nada, este filme não vos vai fazer mudar de ideias de maneira nenhuma.


 É mais do mesmo. Mas ligeiramente melhorzinho.

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Pois é caros leitores, o filme "Batman" já tem um quarto de século! Estamos a ficar velhos!
O ressurgir do Homem-Morcego no cinema pelas mãos de Tim Burton faz hoje 25 anos que estreou nos EUA. E aproveitei a data para recordar a estreia em Portugal, no final de Setembro de 1989. 

E agora vou ali dar uns passinhos da "Batdance":
Ah pois é, isto aconteceu!
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Com a estreia iminente do filme "X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido" (X-Men: Days Of Future Past), convido os leitores do CINE31 a descobrir mais sobre a história que inspirou o filme, neste caso a edição portuguesa da novelização da banda desenhada "X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido" (1981) que em Portugal ganhou o  título "X-Men: Dias Do Futuro Passado".
http://enciclopediadecromos.blogspot.com/2014/05/x-men-dias-do-futuro-passado-1996.html
http://enciclopediadecromos.blogspot.com/2014/05/x-men-dias-do-futuro-passado-1996.html

Se ainda não são fãs da Enciclopédia de Cromos, sigam no Facebook: "Enciclopédia de Cromos - Facebook Oficial"

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Novo trailer internacional, muito semelhante ao de uns dias atrás, mas com duas cenas novas de "Transformers: Age Of Extinction" (Transformers: Era da Extinção): 


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Finalmente, depois de noites não dormidas e ansiedade ( vá, talvez estaja a exagerar um pouco. Talvez. Vocês nunca saberão) está online nas Internetes o trailer para "Guardians Of The Galaxy", o ramo de aventuras galácticas do universo cinematográfico Marvel Comics. Estou a postá-lo aqui ainda antes de o ver. Espero que não seja daqueles que conta 99% do plot.
Trailer:

E se olharem ao topo do post, serão agraciados com o poster mais recente do filme. De nada.

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"Polémica", uma das palavras que mais vende folhas de papel e cliques em sites. Directa ou indirectamente várias formas de arte e comunicação refletem o espírito do seu tempo. Na civilizada Europa vivemos um retrocesso civilizacional geral, com o reforço dos conservadores no poder, austeridades e limitações de direitos. E como exemplo de que nem sempre as novelas futebolisticas são a principal preocupação da sociedade real, surgiu em Espanha um projecto que foi descrito por um dos seus criadores como a "primeira série de televisão feita pelo cidadão": "La Revolution de los angeles". E provavelmente é isso que mais incomoda os interesses instalados e portanto faz surgir a "polémica", mais que a suposta incitação á violência - que parece já não chocar quando surge em produtos estrangeiros - a denúncia de censura e da violência a longo prazo dentro do sistema contra o cidadão comum. 
Um teaser trailer:


Os criadores do projecto indicam que o objectivo desta ficção é chocar para causar o debate, mas obviamente o mais chamativo para as manchetes é o pormenor que despoleta o plot da novela e da série: doentes terminais que executam políticos corruptos, e deixam testemunhos em vídeo na Internet, que na série - tal como muitas vezes na vida real - é a ferramente para escapar ao controle que o Estado e as corporações afilidas têm nos media tradicionais. Aparentemente, fica também no ar a questão de que tipo de acções são legitimas -  ou não - para proteger a democracia.

O trailer oficial de "La Revolution de los angeles":


Uma reportagem no programa "Correspondentes" de 17 de Maio na RTP, cerca dos 13 minutos:
Obviamente, a reportagem aborda o caso do recente assassinato de Isabel Carrasco - uma politica "polivalente", dirigente do Partido Popular em Leão e presidente do Conselho Provincial da mesma região  - aparentemente por motivos de vingança pessoal. E como a jornalista diz, "qualquer semelhança é pura coincidência". Apesar disso, o assunto é enfiado na reportagem na mesma.

O site de micro-financiamento onde angariou o dinheiro necessário para o primeiro episódio - na altura prevista como curta-metragem: "Verkami - La Revolucion De Los Angeles". Para tornar realidade o primeiro episódio, o trabalho de actores e técnicos voluntários foi feito pro bono e muito equipamento emprestado.
A série ainda não foi comprada por nenhum canal, o que se antecipo como uma tarefa difícil...
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