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No top das coisas que mais gosto em televisão está a série Big Love. Reformulando, “gostei mais”. Porquê o uso do verbo no passado – porque a série terminou depois de 5 fabulosas seasons.


O que me faz gostar desta série.
- é uma crítica ao sistema político e social – por vezes tão pudico, enganador e oco dos EUA.
- somos envolvidos de tal forma no enredo que quase ficamos a pertencer a uma família muito peculiar
- Chlöe Sevigny e Jeanne Tripplehorn com interpretações geniais.
- Bill Paxton sem muito esforço, consegue provar como é/tem sido subaproveitado no “circuito hollywoodesco”.
- a repulsa e ao mesmo tempo o fascínio por uma cultura / religião que tão pouco sabemos e que tantas vezes julgamos somente por aparências.
Sempre que via ou revejo um episódio, sinto uma confortável sensação de que noutra encarnação já fui polígama. Se não fui… deixo a promessa - vou ser.

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8 comentários até agora:.

  1. Minha nossa! Big Love aqui! Amazing! Atormentais-me...
    O meu respeito por este espaço que sigo há vários anos disparou neste preciso momento até à estratosfera.
    Excelente texto, que como seria de esperar da escritora, de grande precisão a sintetizar a essência da serie.
    Nunca faria melhor porque escrevo demais.
    Parabéns Sofia!

    Obs: por vezes acrescento um "y" no final do nome da primeira esposa de Bill (You know who she is, girl). Fabulosa e encantadora... e há muitos anos!
    Obs2: todo o meu embeiçamento recai, desde o primeiro episódio, sobre a Ginnifer Goodwin... goddess! - eu sei que tenho maus gostos...
    Obs3: a poligamia resolvia muita coisa...

  2. Sofia says:

    oi Arm. muito obrigado. não escreves demais... escreves o que te apetece e o que sentes - e isso é sempre positivo.

    Sim a Ginnifer é deliciosa na série, mas talvez o facto de por vezes ser um tanto ou quanto "goofy" faz-me centrar as atenções nas outras duas.

    Nota: a poligamia para mim era invertida - vários maridos e não várias mulheres

    ah ah ah ah

  3. Nesse caso teria mais lógica a poligamia da serie Caprica, onde são plurais e mistas (e com as diferentes orientações à mistura também).
    Pensando bem a poligamia pouco resolve... se calhar...

  4. Sofia says:

    uiiiiii... isso já é mais confuso

  5. CINE31 says:

    OMG! O blog foi invadido por aprendizes de polígamos!!!!!! Sejam bem vindos ;-) ehehe

  6. Pedro says:

    Se uma gaja dá a confusão que, nem quero imaginar uma data delas. "já arranjaste a janela, telefonaste ao canalizador, não reparaste que estes sapatos são novos, não te lembraste que hoje é o aniversario da primeira vez que comemos moelas juntos..." ao cubo.

  7. Pedro: mas na série também desfilaram exemplos pertinentes, tipo o Bill estar sem tusa com a púdica mulher do meio e a mulher mais nova, entrar pelo quarto a dentro em roupa intima muito sexy, sentar-se na cama junto deles os dois para fazer só uma pergunta e ele... bem... ficar como se tivesse tomado viagra. (nesse episódio temi o pior e se soltasse um pujante ménàge à tr... bom voltemos ao respeito, que o Cine31 ainda vai me dar cacetada desta vez.)

  8. CINE31 says:

    Oh ArmPaulo! Então estás-me a dizer que uma série tem um gajo casado com 3 mulheres e numa cena sugestiva dessas e ... acontece nada? Tá mal! Tá mal!! Não é assim que me vão convencer a ver a série ;-)

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