Spider-Man 3 (2007)
Encontramos um Peter Parker/Homem-Aranha mais confiante e um pouco deslumbrado pela fama e reconhecimento que alcançou
O Homem-Areia – Flint Marko, um ladrão que se descobre ser o real assassino do tio Ben – protagoniza o momento mais emocionante do filme, quando se esforça para materializar com areia o corpo desintegrado instantes antes numa experiência científica.
Quanto ao Venom, temos um monstro menos musculoso que na versão da BD, que é mais interessante em forma humana – antes da união ao alienígena rejeitado por Peter – o inescrúpuloso repórter fotográfico Eddie Brock, rival de Peter no jornal Daily Bugle (dirigido pelo tempestuoso e divertido J.J.Jameson).
Em relação a Harry Osborn (filho de Norman Osborn, o Duende Verde original) foi conseguida uma boa resolução para esta personagem, a clássica história de redenção. Confronta novamente Peter em busca da vingança pela morte do pai, mas no final ajuda na batalha contra os vilões que (surpresa!) raptaram Mary Jane. A bela Gwen Stacy foi uma adição interessante ao elenco, mas um pouco subaproveitada.
Mary Jane, a eterna amada de Peter, atravessa uma fase de frustração profissional ao mesmo tempo que se sente carente de atenção, procurando conforto junto de Harry.
O carismático actor Bruce Campbell (a estrela de Army of Darkness), a exemplo das entregas anteriores da saga do aracnídeo, protagonizou um cameo divertidíssimo, o melhor dos três filmes, no papel de um maître de um restaurante chique.
O pior: A aparição especial de Stan Lee. O Homem-Aranha a aterrar em frente de uma ENORME bandeira dos E.U.A. Demasiados momentos de humor. Nem vou referir todas as coincidências, porque é de esperar isso mesmo que histórias baseadas em BDs.
O melhor: As cenas de acção. A aparição de monsieur Bruce Campbell. A bela Gwen Stacy.
O veredicto: um bom filme, com demasiadas personagens e situações explicadas, que relegou a acção para segundo plano.
"Spider-Man 2" (2004) no Cine31.

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