Spider-Man 2 (2004)



O "Império Contra-Ataca" da saga Spider-Man, (a seguinte entrega é definitivamente o "Regresso de Jedi") "Spider-Man 2" constrói, desenvolve e melhora sobre o estabelecido no primeiro capitulo de Toby Maguire como o Cabeça de Teia: "Spider-Man" (2002). A premiere na América aconteceu em 22 de Junho de 2004, com grande sucesso e aceitação da crítica e do público, que quase unanimemente considera o filme uma melhoria em relação ao capítulo original, com  mais emoção e personagens interessantes. O elenco principal regressou, mas sem o Green Goblin, surge outro grande da galeria de vilões do Homem Aranha: o icónico Doctor Octopus aka o brilhante cientista Octo Octavius, humanizado e desempenhado com gosto por Alfred Molina ("Species", "Boogie Nights", etc). Regressaram também o realizador, Sam Raimi ("Darkman"), o compositor Danny Elfman, e John Dykstra que foi galardoado com o Oscar pelos efeitos especiais nesta sequela do êxito de 2002. Deste vez, a cinematografia ficou á responsabilidade de Bill Pope ("The Matrix", "Scott Pilgrim vs The World" e muito mais). O plot gira em redor do choque entre a vida de superherói e a vida profissional e amorosa de Peter Parker que gera um crescente distanciamento entre Peter e Mary Jane (Kirsten Dunst); a busca de Harry Osborn (James Franco) para vingar a morte do pai;  e a transformação do benevolente cientista Octo Octavius num amoral o e obcecado super criminoso, controlado pela sua própria criação. 

Em 2004, por altura da estreia na Lusitânia descrevi essa chegada com grande entusiasmo:

"Finalmente chegou aos nossos écrans a aguardadíssima sequela de Spiderman. Confesso que quando vi o primeiro no cinema fiquei um pouco desiludido, devido ao excesso de publicidade e antecipação(tal como X-Men1), mas depois já em formato caseiro tornou-se um dos meus filmes de acção favoritos (também como X-Men1).
Relativamente ao recém estreado, é mais divertido e tem mais acção do que o primeiro, um excelente filme, com actores bem dirigidos. Momento cómico: A sequência no elevador é hilariante.  Pouco mais me resta dizer a não ser: vaiam ver o filme, já!"

A "analise" foi curta, mas no essencial continuo a aconselhar o visionamento. É um belo e equilibrado capítulo da história das adaptações de super-heróis ao grande écran, concentrado nas relações pessoais mas sem fugir das batalhas épicas, que parecem saltar das páginas dos comics, com arte, coração e visuais coloridos sem vergonha do que é.





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