Mad Max: Fury Road (2015) por David
Finalmente depois de semanas em standby sai da caverna e fui ver se se justificava o hype do novo Mad Max. Na sala número 3 do shopping somente eu e o meu ego. Ainda enchemos uma poltrona. Nunca percebi o culto sexual que os americanos e os australianos fazem aos automóveis, mas depois de ver este espectáculo de adrenalina e pirotecnia orgânica, senti-me com vontade de ir ao stand mais próximo, comprar um ferro velho motherfucker redecora-lo em estilo pós-apocalíptico e partir rumo ao deserto carregado de lanças explosivas e gasolina ao encontro da tribo de tunning mais terrível que encontrasse. E eu nem carta tenho. Apesar de esta ser uma nova entrega de um universo pre-existente, não é necessário ter visto os anteriores. O espectador é atirado para o meio da acção, como se fosse um comum habitante desse mundo de areia e sangue, raptado e levado a reboque de uma montanha russa. Existe toda uma série de códigos e rituais dessa sociedade bizarra, que felizmente não ...