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Um dos motivos porque evito ler sobre filmes antes de os ver, mais que os spoiler (mais não, mas quase) é por exemplo apenas um frase que li sobre o ridiculo deste filme, que uma personagem com 2000 anos de idade se queixa que o Mundo está cada vez pior. E agora, como uma música que ficou encravada no cérebro, não me sai da cabeça... É obviamente falso - a não ser que a visão do mundo se limite a tablóides que vendem medo - que o Mundo esteja pior. Apesar de alguns retrocessos nos últimos anos (estou a  olhar para vocês teocratas e nacionalistas) a nível de segurança, qualidade de  vida, e apesar do aquecimento global e afins o progresso é real. Mas, hei, quem se queixou foi um branco. Mas uma mulher! Tenho impressão que o Mundo ocidental deve ter melhorado um pouco para as mulheres nos últimos 2000 anos... Mas vamos ignorar os avanços tecnológicos, higiene, saúde etc e concentrar no maligno: poluição, trolls na Internet e pizzas de ananás*.
Mas indo ao que interessa. 
Sinopse: a soldado mais humana do exército mais humanitário do Mundo (/sarcasm) é morta mas depois fica melhor. As amigas e camaradas imediatamente a ostracizam e é resgatada de um destino não especificado por uma das velhas mais jeitosas de Hollywood. Velha no filme, claro, mas aqui serve de mentora da miúda no fabulàstico mundo dos imortais, blá, blá, matar seguranças anónimos, blá, blá. 
A realização é banal mas pelo menos não optaram pelo shaking cam nas cenas de luta, que não aborrecem mas não entusiasmam. 
Há alguma tentativa de aprofundar relações entre personagens mas só debitam lugares comuns. Trás nada de novo para a mitologia e o drama de ser imortal no mundo moderno. NOTA: Não li a banda desenhada, portanto, não interessa...
SPOILERS 
Aos 1h21 é confirmada a traição mais telegrafada de todos os tempos e no finalzinho entra o Nick Fury e... Brincadeira à parte, a sequela está lançada com um inimigo mais que óbvio. 




* Eu gosto de pizzas com ananás.
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Nova imagem do duelo Godzilla Vs King Kong. 

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Durante uns tempos foi a coisa mais antecipada por este que escreve. Naturalmente depois foi abafado no vórtice de trailers e boatos costumeiros das novidades de cinema. Até que já perto da data de estreia voltou às atenções - não do público em massa, mais entretidos com car porn e super-heróis - em grande estilo, um videoclip cantado e protagonizado por uma das criaturas que é a incorporação dos anos 80: David "Michael Knight" Hasselhoff (para os menos velhos, o Mitch das Marés Vivas. Para os putos, o júri do "America's Got Talent"). E só depois da estreia os sites mainstream descobriram esta tresloucada aventura, que recorda a bizarrice dos filmes e jogos de acção dos anos 80, mas elevando o nível até á   estratosfera, não cometendo o erro de reverenciar tanto a fonte como alguns filmes que não passam de cópias aguadas com melhores efeitos. Neste pout-pourri há doses generosas de artes marciais - mais próximas dos clássicos jogos de luta das arcadas - clichés de filmes policiais e buddy movies, vikings com pouca roupa (Barbarianna merecia mais screentime), deuses nórdicos gigantescos, dinossauros, viagens no tempo e o alemåo mais odiado de toda a eternidade: não a Angela Merkl, mas o próprio Kung Fhürer: Adolf Hitler e a sua horda de nazis. Mas  O que mais se pode querer? Um plot sem buracos, desenvolvimento de personagens? Mas se procuram diversão este é o vosso filme. Onde mais vão ver uma longa sequência a que só falta as barras de energia para sair diretamente de um beat'em up como o Double Dragon?
Em suma, os anos 80, como nunca foram. 



O meu maior receio era que apesar do conceito de paródia em anabolizantes ser atraente, que meia dúzia de moneyshots não fossem o suficiente para manter a coerência e interesse numa curta de 30 minutos. Mas não há motivo para preocupações. Sem sequências de encher chouriço, indo directo ao assunto  o filme cumpre com distinção o objetivo a que se propôs.
Só nos primeiros 5 minutos já ri feito parvo mais vezes que em muitos filmes inteiros, a inventividade e sentido de humor desta comédia de acção insana - over-the-top é pouco - faz desejar uma versão mais longa.
De poucos em poucos segundas tinha vontade de voltar atrás e tirar um screenshot ou criar um gif animado do que via no ecrã em toda a sua glória chunga e épica. David Sandberg,  o sueco dos sete instrumentos ao leme do projecto - financiado por fãs - que realizou, escreveu e protagonizou está de parabéns. Atirem-lhe dinheiro para ele fazer a versão longa-metragem para inevitavelmente nos podermos queixar que afinal a curta era muito melhor. 
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Anos depois da estreia finalmente me resolvi a ver a melhor série de mistério de sempre, ou assim tem dito o boca a boca virtual. Principalmente daquele pessoal que se quer armar em alternativo e vê o Stranger Things às escondidas. Aliás, já não podia aturar a insistência em comparar com Stranger Things. Está certo que têm algumas relações com o tema viagem tempo/dimensões, central nuclear/laboratório, a cidadezinha pequena, mas Dark não tem a obsessão pelas referências à cultura pop, tem um ritmo diferente, com um objectivo mais definido. 
Não querendo, mas voltando a comparar, como Stranger Things tentou enfiar Eggos pela goela abaixo, nos primeiros episódios Dark ficou-se pelo habitual product placement "edgy": drogas recreativas. Ah, e Twix. O chocolate, sim. Os dedos de chocolate anteriormente conhecidos como Raider.
Basicamente, gostei bastante, mas a história podia ter sido espremida em menos episódios. 
Tem personagens demais, estive várias vezes à rasca para recordar quem era aquele velho branco só que afinal era outro velho branco que era cunhado de outro e não o avô deste. Enfim. Não estou habituado a ver séries não americanas, com pouca exposição e tanta gente deprimida e com tantos segredos guardados que a novela da TVI parece os Teletubbies. Não estou a dizer que é má, pelo contrário, tecnicamente é bastante boa, não foge dos momentos mais violentos, gore ou sexuais, tem boas actuações, mas eu vim ver uma história de viagens no tempo e no entanto a maior parte dos episódios é gente com o capuz levantado mesmo quando não chove a andar em florestas ou em cavernas. Character development é muito bonito, já sabemos que toda a gente tem segredos, mesmo aquela miudinha que parece uma santa mas afinal é pior que o Hitler, mas a história andou muito lentamente. E o protagonista está certo que tem traumas - como 90% dos personagens, mas tem o carisma de um carapau. E aquele amigo dele o de uma cavala, porque ao menos tem abertamente aquela vibe de psicopata que toda a gente ignora. Ou então é só alemão. E toda a gente sabe que que cavalas são melhores que carapaus. E francamente, SPOILERS, dois gajos do século XXI viajam aos anos 80 e nenhum deles tira uma miserável foto com o smartphone para mostrar quando voltarem? De qualquer forma, já me estou a preparar para avançar para a segunda temporada. 
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Depois da deliciosa e demente temporada de estreia, os fans são brindados com dois novos posters da segunda temporada, que estreia a 25 de Junho.



A equipa de "super-heróis" mais bizarra de sempre (e que inspirou os mais famosos X-Men), a julgar pelas belíssimas ilustrações inspiradas na Alice no País das Maravilhas e Feiticeiro de Oz, vai ter mais uma viagem atribulada nos novos episódios.

[via GT]
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7 de Maio de 2005. Dias antes da estreia do capitulo final (na época) da Saga Skywalker, um jovem estudante criou o blog CINE31. Momentos depois, eu cheguei do futuro, desintegrei-o e assumi a sua identidade, na esperança que este blog de cinema se tornasse o elemento chave na luta contra as máquinas da Skynet. Em 2020, quando passa o 15º Aniversário do CINE31 torna-se dolorosamente óbvio que eu estava errado. Sou agora um quarentão com excesso de peso e pouca paciência para consumir tantos filmes como antes. As máquinas mudaram a linha temporal e talvez seja melhor aceitar a proposta que recebi por e-mail para vender o blog a uma companhia de lingerie. Preciso consultar o meu associado 3run-0.


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Coincidência que surja nos videoclube em plena época de pandemia e isolamento social, quando as pessoas querem sair de casa mas não podem. Começou como um interessante mistério de resolver o labirinto, para rapidamente abandonar quase tudo para ser uma espécie de SPOILERS uma parábola de gravidez não desejada, como esse filho e a rotina do quotidiano aliena o casal. Não tenho crias mas imagino que seja assim que muitos casais se sintam, reféns daquela pequena criatura estranha e incompreensível. Nos finalmentes, optou-se por não dar grande explicação sobre o Big scheme of things, e realmente foi melhor não cagar tudo com exposição. Acrescento apenas que acredito que a minha descida à loucura e desespero seria bem mais rápida, que a deste casal escolhido como vítima. Se vi o trailer, não o vi completo porque preferi assistir com o mínimo de spoilers possíveis, e só hoje reparei bem em vários posters e nas pistas que eles encerram. Antes de ver o filme só conhecia o que ilustra este post, e na versão thumbnail que não dava para distingir pormenores. Preferia que a premissa inicial de fuga fosse mais desenvolvida, mas vendo apenas o que nos é dado , é um filme estranho, com boas actuações, uma dupla com excelente química, tecnicamente competente, mas não é memorável, um episódio mais longo da Twilight Zone.
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É um facto que a propaganda imperialista há décadas tenta esconder: a Coreia do Norte é a nação mais desenvolvida do Universo, tanto em termos sociais como de tecnologia, apenas rivalizada por Wakanda. Mas foi preciso um filme patrocinado pelos internautas para que a verdade sobre o país do Grande Líder chegasse ao Youtube, na forma de ficção baseada em factos reais acontecidos nos anos 80: "Escape from North Korea". Não confundir com este ou este, ou .... Obviamente, para permitir que o filme fosse concluído, o herói da fita é aparentemente o protagonista que invade as fronteiras da Coreia para raptar uma dignitária em missão de cooperação. Nada como ler o subtexto deste dramático filme de acção, recheado de one-liners e subtis referências a filmes de  acção, ninjas e sci-fi de décadas passadas.

Podem ver a curta-metragem completa no Youtube:


O homem dos sete-instrumentos ao leme do projecto é Keith Eng.
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Kirk Douglas [1916-2020]






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Bloodshot - Novo Poster.

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Novos Posters de “He-Man and the Masters of the Universe” para a Netflix.

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