Find us on Google+

Antigamente o conceito de SPOILERS era mesmo diferente, basta ver esta descrição do filme "Super-Homem" que ainda não tinha estreado no nosso país:



in "Diário de Lisboa" [26 Fevereiro 1979]

Ler Mais ...

0 comentários

Mais que um filme ou documentário, um conjunto salteado de experiências, opiniões sem a mínima base ou justificação, sobre um tema interessante, mas que é muito mal aproveitado: a teoria de vivermos numa simulação. O gatilho de vários entrevistados - que até o título refere - é o filme The Matrix, que também foi o meu ponto de entrada para esse conceito de simulação, tal como decerto aconteceu a tantos da minha geração, mas no geral ficam apenas contos de pessoas com problemas mentais e/ou drogas. 
Ler Mais ...

0 comentários



"The Black Hole" ("Abismo Negro") chegou aos cinemas no mesmo ano que eu cheguei ao Mundo, mas já tinha consciência da existência dele há umas boas décadas, graças ás publicidades ao filme e alguns produtos derivados (a obrigatória caderneta de cromos, o jogo de tabuleiro, etc) em revistas de banda desenhada da época que encontrava no alfarrabista local ou feiras de velharias. Também vi várias vezes as figuras de PVC à venda na Internet. Mas finalmente, no inicio de 2018 lá me decidi a ver a fita, a esperar uma seca descomunal
Se "The Black Hole" tinha a pretensão de competir com o sucesso espacial de "Star Wars" a corrida já estava perdida antes da partida: um elenco maioritariamente de meia idade, edição pouco dinâmica, efeitos especiais e designs "antiquados" pelos novos padrões. Uma das novidades de "Star Wars" foi trazer de volta a aventura de Buck Rogers mas integrando os heróis num universo fantástico no espaço, mas visualmente credível, com um look "usado" que influenciou toda a posterior sci-fi. Em "The Black Hole", apesar de uns cenários apreciáveis, parecem um cruzamento dos antigos filmes do tempo dos serials de Flash Gordon com a estética mais Alien do que "2001" ou "Star Wars", mas iluminada e filmada de modo pouco polido, e no geral falha em impressionar. Excluindo os robots, os personagens não têm interesse ou carisma.
Gostaria de dizer que a sequência final da viagem pelo "The Black Hole" era  versão Disney da trip alucinogénica de "2001: Odisseia no Espaço", mas seria mais a versão Evangélica, com visões infernais e celestiais ao longo do corredor. Vale como curiosidade, mas beneficiaria de alguns cortes para reduzir a metragem.
Ler Mais ...

0 comentários

 

O filme é de 2014 mas só o vi em 2018 quando comecei um rascunho com várias frase soltas, que passado tanto tempo não recordo exactamente o que se referem:
"Depois de uma rápida sequência para o espectador estar a par do universo" = Exposição, está claro.
"...uma das mais ridículas e esquizofrénico plots para forçar o "peixe fora de água" que só me fez novamente agradecer aos céus por ter passado à reserva na inspecção militar" = Okayyy? O personagem do Tom Cruise não era nenhum super action man no inicio da fita...
"surpreendentemente pouco gore, para a quantidade de carnificina", confere. Sinceramente, a melhor sensação que o filme me deixou passados tantos anos, é que tinha tudo para ser mau - desde as grande quantidades de CGI, acção caótica e uma super estrela de Hollywood, tradicionais ingredientes para uma receita enjoativa - mas Doug Liman ("Jumper", "The Bourne Identity") consegue tornar "Edge of Tomorrow" (alias "Live Die Repeat: Edge of Tomorrow" ou "Live Die Repeat" foi adaptado de uma novela japonesa de 2004, "All You Need Is Kill") um filme bastante entretido, dinâmico e auto-consciente, mas sem cair na paródia.
Creio que ainda não tinha sido tentado a mistura de time-loop com filme de guerra, e apesar da mecânica, não se torna repetitivo ou aborrecido (apesar de já termos visto milhentas versões do "Groundhog Day" em comédias, sci-fi,etc, principalmente na TV). O acto final é mais convencional, mas não borra a pintura.



Ler Mais ...

0 comentários



Para efeitos de comparação, declaro que não li o livro de Andy Weir que o filme adapta. Quer dizer, acho que cheguei a ler o primeiro capítulo, mas depois decidi ver o filme primeiro. E isso já foi há 6 anos e tal...

Basicamente - para quem não viu trailers ou leu sinopses de "The Martian" ("Perdido Em Marte") - um astronauta é dado como morto durante uma tempestade no solo de Marte e sobrevive sozinho a plantar batatas adubadas com merda. Felizmente para o nosso protagonista a quantidade de fita-cola a bordo do habitat parece ser infinita. Product placement?
Estava à espera que focasse um pouco mais nos aspectos científicos de resolver problemas, mas acho que será para isso que existe o livro. Gostei também bastante da banda sonora e do sentido de humor. Em suma, uma boa história de sobrevivência, com algumas sequências bem tensas, sem dramalhão desnecessário, e sublinhando isso, felizmente desvia-se de alguns dos clichés obrigatórios.

 




Ler Mais ...

0 comentários

 


Editei para melhor visualização uma imagem que apareceu online com o aspecto dos personagens principais do filme "Eternals" nos seus uniformes.

Ler Mais ...

0 comentários

 


Vistos (!) os 2 primeiros episódios, o meu maior receio que fosse apenas uma colecção de clichés colados com arames e referências, foi largamente desintegrado. Estão todos lá, mas de forma coesa. Estes dois episódios, excluídos o mistério central, podiam ser parte de uma sitcom de época, com um elenco de muita química, principalmente o par do título. Mas é visível (!) - ainda para mais para fãs do género e de BD - por entre as fracturas a crise que se avizinha. Estou curioso para ver como vai ser abordado os problemas mentais de Wanda, a ressurreição" de Vision, os filhos de ambos, e no geral as suas intersecções com a próxima fase do MCU. Estou grato por não estar a ser apressado ou usarem a "sitcom" apenas como um gimmick descartável apenas em metade de um episódio. Há aqui muito subtexto e provavelmente um dos produtos MCU com mais ligações à BD, mas sem Copy+Paste para manter o interesse até de quem tem algumas dicas para onde isto se dirige...
To Be Continued...

Ler Mais ...

0 comentários

 


As sequelas tendem a ser mais fracas do que os originais, mas eu realmente não imaginava que a queda seria tão grande. Quase nenhum dos pontos fortes da "Wonder Woman" de 2017 está aqui, de alguma forma significativa. Nunca esperei uma confusão nesta escala, um filme inchado com quase nenhuma cena memorável e algumas oportunidades perdidas. Salva-se a cena inicial, um flashback com um propósito, mas que funciona por si próprio. Os actores também fizeram o que puderam com o material disponível. Creio que o filme teria funcionado muito melhor optando por um dos vilões apenas, o arco de transformar Barbara Minerva na clássica rival Cheetah estava bem encaminhado, podiam ter guardado o Max Lord para uma sequela. Outro ponto que me incomodou é que está quase ausente da fita que Diana é uma guerreira, mais que um super-herói tradicional. Quando necessário, sujou as mãos para salvar uma vida ou o Mundo. No primeiro filme cilindrou os proto-nazis da Primeira Guerra Mundial, mas neste filme só lidou com assaltantes comuns ou soldados em controlo mental. E até a luta com o vilão mais poderoso foi muito suave. Esta já não é - ou ainda não é (cronologicamente) a Amazona com gosto pela batalha de "Batman V Superman". O primeiro filme suavizou um pouco esse aspecto, mas esta continuação carregou demais no filtro infantil. Aliás, esse primeiro filme foi um bom equilíbrio entre a negritude excessiva do Zack Snyder e o PG-13 da Marvel.

E sinceramente estou espantado que na década do #MeToo só depois da estreia em streaming me surgiu na timeline um artigo em que abordam a desnecessária trama de SPOILERS Steve Trevor ser ressuscitado no corpo de outro gajo. E o facto da Mulher Maravilha ter violado - provavelmente repetidamente - o corpo desse fulano inocente. [Aposto que vários escribas estão furiosamente a teclar algumas desculpas recambolescas para tentar pintar esse facto de outra forma: "é um comentário", "uma critica" e outros argumentos esfarrapados. ] E é suposto ser a heroína, num filme que - por exemplo aborda o assédio sexual. E pensar que ainda há malta a chorar por o Super-Homem partir o pescoço a vilão no "Man Of Steel"! Filhos, o problema do filme não é esse. E falando em partir pescoços: Esta foi a segunda entrada de Pedro Pascal no universo da Mulher Maravilha, depois do piloto nunca terminado e exibido (link) agora como o vilão Max Lord. Para quem como eu acompanhou nos 80s e 90s as aventuras da Liga da Justiça Internacional na banda desenhada, foi um choque quando anos mais tarde o manager/capitalista/vendedor de banha da cobra/aprendiz de Trump mas com coração de ouro, foi revelado como um mestre do crime, e que mais à frente a Mulher Maravilha foi obrigada SPOILERS a partir o pescoço dele para salvar o Super-Homem do seu controlo mental. No filme continua a ser um vigarista megalómano, com momentos interessantes, mas no conjunto tudo falha. E mais que os elementos mágicos e cómicos, alguns momentos são ridículos: um homem do inicio do século XX nunca tinha visto um metropolitano, mas sabia pilotar um caça moderno... Uma pena, sou fã do primeiro filme da "Wonder Woman" (2017), gostava que este estivesse à altura. E aquela cena durante os créditos? Super-cringe! Umas semanas antes da chegada do filme ao streaming li sobre algum fulano com notoriedade que viu WW84 e chorou, e o camandro, emoção, e sei lá mais o quê. Tenho pena que não fixei o nome para o bloquear permanentemente.



Ler Mais ...

0 comentários


 
No momento em que Diana põe o pé na escada para sair da trincheira para  a terra de ninguém, os meus olhos suaram. Nascia a Mulher-Maravilha. Graças a todos os deuses segundos antes não fizeram a piada do "I'm no man"...
E á quarta foi de vez... finalmente o DC Extended Universe fez um filme de super-herói. Não é o filme perfeito que as pontuações actuais do Rotten Tomatoes podem sugerir, é "O Primeiro Vingador" da DC, e Diana - Gal Gadot foi maravilhosa - é inspirador como o filme do Super-Homem deveria ser ... A segunda parte, seguindo a fórmula dos quadradinhos é menos satisfatória, mas não tão excessiva como estamos acostumados. Além de alguns movimentos em slowmotion desnecessários, foi uma boa coisa que a história de Zack Snyder foi abordada por outra pessoa. E, felizmente, não é um manifesto sobre a superioridade das mulheres - como acreditava o criador da Mulher Maravilha -, mas da humanidade em todas as suas formas. Tem muitos momentos clichés, mas, ei, é o caminho do herói! Bem esgalhadas algumas referências subtis, tanto à BD como por exemplo ao Clark Kent do "Superman" de 1978, no modo como Diana salva Steve Trevor de uma bala. A banda sonora e a generalidade dos efeitos especiais são muito bons.
Ler Mais ...

0 comentários

Faleceu aos 85 anos o actor que deu corpo a um dos maiores vilões da história do cinema, Darth Vader. O britânico Dave Prowse nunca mostrou a cara, ou a verdadeira voz, na trilogia original, mas foi ele que deu a imponência ao personagem.
Ler Mais ...

0 comentários

 


Não é tão ruim quanto os comentários e reviews online o pintaram. Muito melhor do que as últimas atrocidades dos X-Men. Mas, tanto um ponto como outro não significa que seja grande coisa. Não se decide a ser um filme de heróis nem de terror, ficamos com um mix que podia ter sido interessante, mas, ainda por cima para quem conhece minimamente os personagens e as suas habilidades tem zero surpresas e tensão em torno do mistério central.

Finalmente percebi o semi-withewashing do Roberto da Costa, de um personagem negro para um latino que passa por branco. Ia ficar mal um membro de uma minoria oprimida ser o representante da classe rica e opressora, sexista e tudo mais. Supostamente tiveram tanto trabalho para encontrar uma actriz nativa (aliás o melhor da primeira parte) que devem ter esgotado o orçamento do casting.

Em suma, parece mais um episódio piloto do que um filme, mas um barco não levou a lugar nenhum, com os X-Men agora de volta com a Marvel. Um final inglório para esta fase dos X-Men nos cinemas, que no inicio foi um dos motores de arranque (junto com Blade e Spider-Man) para a actual avalanche de filmes e séries baseadas em banda desenhada.

Ler Mais ...

0 comentários

 


Baseado numa história verídica, ou quase. Um filme muito tenso e entretido. Basicamente, o "Deep Impact" sem as coisas do espaço. Na época que vi o "Deep Impact" obviamente que me identificava mais com o puto nerd que fazia tudo para salvar o crush. Passado mais de vinte anos já percebo melhor os velhos que se deixam ficar para trás a ver o cometa cair. Como escrevi no inicio, é tenso, tanto no relacionado com o cometa do fim do Mundo, como nas reacções do ser humano comum perante esse horror inevitável. Podia ter ido mais longe, não apresenta nada de propriamente inovador, mas também foge dos momentos sobre-humanos e de suspensão de credibilidade habitual do género na sua vertente mais de acção, e a maior parte da exposição fica a cargo dos media e não de cientistas excêntricos. Noutra nota, apesar de se passar nos EU da América, fiquei surpreendido pelo baixo índice de armas de fogo por segundo de metragem. A maior parte dos money shots em CGI ficaram para o final, em espírito optimista  "senão fossemos tão cabrões uns para os outros, o Mundo podia ser melhor mesmo sem um Apocalipse para reduzir o número de reformas a pagar" mas sem ser moralista.

Ler Mais ...

0 comentários


 

Sean Connery | James bond actors, Sean connery james bond, Sean connery

Sean Connery (1930-2020) 

Faleceu aos 90 anos o icónico actor escocês. 

Link: Jornal Público - Morreu Actor Sean Connery

Ler Mais ...

0 comentários

 


Obviamente não tem o valor de choque do primeiro, mas é muito engraçado. A maioria das "filmagens sinceras" é mais deprimente e com uma quantidade enorme de momentos embaraçosos que parecem forçados. Borat, lias, Sacha Baron Cohen encontrou o seu nicho na vergonha alheia, e há muitas pequenas pepitas espalhadas pela metragem. Mas como mencionei, na minha opinião (que é contrariada no Youtube por pessoal que supostamente percebe mais do que eu) falta-lhe a força do primeiro, porque o que ele parodiava antes era admitido por uma minoria envergonhada e hoje é o exibido de forma orgulhosa, até nos meios mainstream, principalmente desde que aquele farsante com um nome que rima com "Swedish-Made Penis Enlarger Pump" ocupa a Casa Branca. Para ter a relevância de antes tinha que ser mais extremo. Já agora, a "filha" de Borat é a melhor novidade da fita, desejo-lhe "muito sucesso". Cohen já é bastante conhecido e sem  o elemento de surpresa total, mas ainda assim encolhi-me de vergonha alheia várias vezes. E a tal cena choque com o Rudy Giulianni é talvez a maior desilusão porque parece precisamente o que a defesa dele descreveu. O  gajo até pode ser algum pervertido, mas SPOILERS parece estar apenas a meter a camisa para dentro. Ah espera, ele também lhe passou a mão...hum, se o Borat não tivesse aparecido talvez tivesse descambado para "mais um dia no escritório de um branco super-rico". E a canção da gripe de Whuan fica no ouvido e... OMG estou a tornar-me um desses idiotas made in USA 

 


Ler Mais ...

0 comentários

 


Aviso já que nunca li os livros que inspiraram o filme e portanto julgava que esta era a mesma personagem da série de TV Sherlock, Eurus Holmes a irmã mais nova de Sherlock Holmes. Afinal é Enola Holmes a irmã mais nova de Sherlock Holmes, eu é que baralhei os nomes e julguei que fosse cânone das histórias do detective mais famoso de sempre. Mas sobre o filme: tem alguns bons momentos, mas boa parte do tempo é filme aborrecido com um fraco mistério como trama. E a constante quebra da quarta parede ... apenas, não. Funcionou mais ou menos com o Deadpool, mas, já chega... A miúda tem carisma (como já vimos em Stranger Things), o Super-Sherlock está ok, mas o resto é quase tão insuportável como o Mycroft. Talvez fosse essa a ideia? 

Ler Mais ...

0 comentários