Project Hail Mary (2026)
O hype era enorme, mas decidi que, mesmo assim, precisava assistir a um filme de ficção científica que não fosse uma franquia e que não tivesse medo de usar cores. Bem, eu entretanto tinha criado vários parágrafos, mas parece que esqueci de salvá-los...E vamos lá: Enfim, ainda não li o livro que serviu de base para o filme, mas a estrutura da obra é um pouco estranha. Começa in media res , de uma forma bem sombria, e progride com flashbacks que minam o esforço do personagem para simplesmente sobreviver sozinho em uma nave espacial vazia. Depois de quase uma hora, as cores começam a clarear e a esperança renasce. As sequências de montagem abreviam o pesadelo linguístico de se comunicar com um ser alienígena a um nível tolerável para o espectador comum. Não é ruim, só apressado. Eu adoraria se algumas cenas épicas fossem um pouco mais longas, para que pudessem ser apreciadas com mais calma. Segundo o que tenho lido, aparentemente ficou muita fita (metafórica) no chão da sala de ediç...