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Sinopse: Em 1957 Indiana Jones volta a dar vida ao seu chicote. Deve impedir, com a ajuda do seu filho adolescente, que os terríveis comunistas consigam controlar uma poderosa caveira de cristal, que se for levada para a misteriosa cidade de ouro perdida na Amazónia pode dar aos vermelhos o poder de controlar o mundo! Mas os perigos e e traições espreitam a cada esquina…
Opinião:
O mais icónico aventureiro do grande ecrã está de volta ao cinema depois de um jejum de quase20 anos, o tempo que separa esta nova aventura do final de “Indiana Jones e a Grande Cruzada” (1989), quando Indiana e os seus companheiros cavalgam rumo ao por do sol, a indicar o fecho da trilogia começada com “Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida” (1981) e continuada com a prequela “Indiana Jones e o Templo Perdido” (1984). Depois de anos de rumores e falsos alarmes, finalmente os artifices da trilogia original voltam a reunir-se em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” para dar vida a um Indy mais “maduro” (mas não tão velho como surgia no inicio da série de TV “The Young Indiana Jones Chronicles”) , em plena pico de Guerra fria e da paranóia da caça ás bruxas no Estados Unidos, em busca de mais um fantástico artefacto: a caveira de cristal do título.
Como é hábito na franquia – uma homenagem aos serials das primairas décadas do século XX - estamos perante uma hábil mistura de géneros, que oscila entre a aventura pura e dura, o terror, o suspense e muito, mas muito humor.
Harrison Ford é - sempre foi e sempre será - Dr. Henry "Indiana" Jones Jr., o arqueólogo mais mercenário e com bom coração, que se sacrifica pelos seus amigos e para salvar o mundo mais uma vez. Na companhia de um filho que desconhecia, Mutt ("Rafeiro", uma piada interna, pois "Indiana" é o nome do cão da infância de Henry Jones Jr.) - interpretado pela revelação Shia LaBeouf - e da antiga noiva e mãe de Mutt, Marion Ravenwood (interpretada novamente pela carismática Karen Allen) Indiana tira a poeira do chapéu e apesar da idade já pesar não perde uma oportunidade para distribuir socos entre os maus da fita, os comunistas liderados pela invulgar Irina Spalko (Cate Blanchett). É um filme de acção extremamente entretido, com alguns problemas de ritmo sobretudo na primeira parte, mas que são compensados pela diversão pura de ver os nossos heróis ultrapassararem obstáculo atrás de obstáculo, com um estilo que muitos filmes tentam imitar mas não conseguem: o estilo Steven Spielberg. Talvez as espectativas fossem muito altas, ainda mais quando comparo com filmes que vi muitas, mas mesmo muitas vezes - como a trilogia original - mas mesmo com alguns pontos fracos é um filme altamente recomendável, com momentos de pura adrenalina, humor, belos cenários naturais e excelentes efeitos especiais. Creio que com o tempo vai ganhar o seu lugar ao lado dos outros três no panteão dos filmes de aventura.

One Response so far.

  1. Wally says:

    Eu adorei o filme! Palmas pra Stevie! ;)

    Ciao!

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