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Apesar de um ano relativamente menos activo no CINE31 - eu ando sempre ocupado com a Enciclopédia de Cromos e o Bruno é agora o nosso embaixador no estrangeiro - o nosso Plano de Dominação Mundial (PDM - hum...) continua e a próxima operação é conseguir ganhar todos os TCN 2015, mesmo  naquelas categorias para as quais não fomos nomeados. Estou a terminar de embrulhar as Caixas Brinde Eusébio (1) para enviar à misteriosa ACADEMIA TCN (Illuminati? Maçonaria? Exército da Libertação de Nolan? Opus Dei?). Estão portanto, no papo. Fica já o aviso que o que interessa não é quem tem mais votos, mas quem tem mais deputados. (2)

Directo ao que interessa, o CINE31 foi nomeado para as seguintes categorias:


"Site / Portal / FB" [Grupo Oficial CINE31]

"Ranking / Top": "Prémios Whatever 2015"


Imagens roubadas ao "Cinema Notebook" - de Carlos M. Reis - onde podem ver a lista de todos os nomeados em todas as categorias, incluindo as estreias deste ano: "TCN BLOG AWARDS 2015 - CINEMA NOTEBOOK".

Registo com agrado que iniciativas em que participámos - e algumas que prometi que participava mas afinal não enviei o texto a tempo(3) - também estão nomeados, bem como diversa malta amiga da blogosfera/facebookesfera(4).

Os nomeados e vencedores das edições anteriores: "TCN Blog Awards".

(1) Uma referência futebolística, caro Leitor do Futuro que já não recorda esta polémica nacional.
(2) Agora uma referência política. Este post vai ficar mais datado que os manhosos efeitos especiais do "The Hobbit".
(4) Palavra nova?
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Nova imagem oficial da equipa feminina das Caça-Fantasmas em acção.






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 Infelizmente não é esse tipo de história que vos venho contar.

 A não ser que queiram muito.

 O David deu-me mais duas sacas de arroz do que costume (é, ultimamente anda muito bonzinho. Claramente quer tirar-me o lugar para a nova estagiária) com a missão de internacionalizar o CINE31 pela Europa. Inteligente como sou, decidi começar pelos calores da Dinamarca, onde o meu suor diário é deveras farto.

 Não se alarmem, pois eu vim preparado.




 Como devem imaginar, até me instalar como deve ser no novo polo do CINE31, não tenho tempo nem para ter comichões, quanto mais coçar-me. O cinema para mim tem sido uma experiência muito escassa. Tive a minha dose em Outubro onde vi uma quantidade valente tanto deste ano como do anterior (adorei o teu trabalho, Wes), mas foi tudo graças ao videoclube. Não percebo porque é que a Blockbuster encerrou quando ainda há uma clara demanda por aluguers. Enfim. 

 Entretanto chegámos a Dezembro e os meus companheiros (longa história) debatiam sobre a curta independente, Star Wars: O Despertar do Merchandise, onde admiti não poder ir ver por ser uma experiência demasiado cara para as minhas prioridades. Não me lembro do valor correcto, mas é acima dos 10€ por bilhete. Isto se quisermos ver no antiquado formato 2D. Maneiras que o plano era aguardar pelo aluguer. Neste caso literalmente (antes também, atenção), pois pode-se alugar filmes de borla na biblioteca local.

 E não é que, mais tarde, fui surpreendido com uma prenda de Natal? Um pacote que equivale a 2 bilhetes mais dois baldes de pipocas mais duas bebidas?

Digam o que quiserem do aspecto deles, mas têm coração!
 E assim, peguei na minha mulher e levei-a ao cinema para, afinal, vermos o novo Star Wars. Entretanto tive que a pousar pois as minhas costas não são o mesmo de há uns anos.

Eu tinha recebido um conselho prévio: Tenta chegar antes de faltarem 30 minutos se não queres pagar um extra. Chegámos ao balcão de atendimento e a primeira pergunta foi se tinhamos reserva. Tivemos sorte, pois havia um número decente de lugares disponíveis. Escolhi os melhores lugares que haviam na segunda fila da frente que equivale ao IMAX dos pobres. Fui, no entanto, informado que o meu "vale" só servia para filmes até 2 horas. Infelizmente o Star Wars tem créditos que duram 10 minutos e mais 5 minutos para a cena extra em que o Kylo Ren é visitado pelo Nick Fury, pelo que por 15 minutos a mais tive que pagar 20 Kr por bilhete. Continuou a ser incrívelmente barato, no entanto.

 A senhora era simpática.

Subimos umas escadas e temos que mostrar logo os bilhetes.

O senhor era simpático.

Aqui, estamos dentro de todo um lobby exclusivo. Senti-me nos Maias, mas com menos incesto. O espaço estava cheio e a única zona onde podiamos caminhar era à frente das televisões onde havia quem estivesse a jogar o Battlefront na PS4 enquanto aguardava pela sessão. Visto que foi depois do Natal, certamente havia quem já tivesse visto o filme, pelo que era uma zona de risco de spoilers. Felizmente, eu só sei dizer "Grátis"* em dinamarquês, por isso não percebi nada.

Era então altura de nos metermos na fila para as pipocas e bebidas. Funciona um pouco como o IKEA. Quando a fila avança o suficiente, é hora de pegarmos no copo com a dose certa do vale e encher com a bebida predilecta. Aguarda-se um pouco pela oportunidade de dar mais dois passos e estamos numa vitrine com baldes de pipocas. É só pegar na medida certa e retirar o balde. Mete-se tudo no balcão e cantamos:

"Não pagamos!
Não pagamos!
Não pagamos, não pagamos!"

E podemos sair dali.

A moça não era muito simpática.

"First, they take our jobs, then, they take our popcorn!"
E está na hora de irmos então para a sala.

Nós fomos para a sala onde estava o Star Wars, mas podiamos ter ido para um filme qualquer pois aparentemente ninguém volta a certificar os bilhetes, dando até a oportunidade de sair e ver outro. O nível de confiança que os Dinamarqueses depositam é de louvar. Sei que em alguns cinema portugueses é possível fazer o mesmo mas tomara nós saírmos daquele inferno de adolescentes quanto mais entrar noutra sala.

A sala é bastante acolhedora, tendo um aspecto premium sem o ser (dependendo do ponto de vista pois os bilhetes são mesmo caros). Ao invés de tudo em preto, é tudo em vermelho, tipo a carpete dos Globos de Ouro da Sic antes dos pombos a encherem de merda. Depois de encontrarmos os nossos lugares numa ordem que é tudo menos numérica, sentamo-nos e sentimos um relaxamento na espinha. "São confortáveis querida... conseguimos! Já não estamos naqueles bancos do Monumental. São confortáveis! Eia, eia!", exclamei baixinho, emocionado. Baixinho porque não queria interromper a distração da malta para o que tava no ecrã. Enquanto que em Portugal vemos trivia do IMDb com mais de 5 meses disfarçado de notícias antes da chegada dos trailers, aqui joga-se lotaria. Não no formato da Marisa Cruz mas num video jogo à base de SMS. "Que horror!" - pensei - "A Jamba! voltou!"

É hora de provar as pipocas. Um pormenor interessante é que na secção do IKEA não havia forma de saber se eram doces ou salgadas. A minha mulher prefere pipocas doces, eu prefiro não comer pipocas porque detesto incomodar (não faças o que não gostas que façam a ti) mas se tenho que comer, pois que sejam salgadas. E vai-se a ver e ganhei. Mais tarde perguntei a um amigo dinamarquês sobre isso e confirmou-me que aqui, no geral, só se come pipocas salgadas. Não param de me surpreender!

PAREM DE ME CONQUISTAR!

Começo a desligar o telemóvel e faço aquele esforço de o meter no bolço das calças de ganga apertadas. É aqui que, sem querer, descubro que o banco é inclinável. Brilhante! Não deixa de haver espaço suficiente para se estar confortável. Os apoios são almofadados como todo o banco parecendo um colchão de espuma. Em momento algum durante o filme me ajeitei. A zona própria para segurar as bebidas também estava afastada o suficiente de forma a impedir que a minha mão se enfiasse por lá à procura desesperadamente por conforto onde não existe. Tudo cinco estrelas.

A publicidade começa e é uma brisa fresca para a minha cabeça. Não percebo nada do que dizem nem sem quem é aquela gente. Finalmente, publicidade que não me irrita! Quase que dá para dormir sem incómodo. Por outro lado, tenho saudades da publicidade 3D da Vodafone que resulta melhor que qualquer filme em 3D que passe a seguir. Os trailers aparecem e começo a lidar com a experiência de ter legendas em dinamarquês. Felizmente tenho muita prática em ver filmes alugados com legendas asiáticas nas caras dos actores, pelo que não me incomodou. Nisto surge um trailer de um filme dinamarquês onde eu desejava que tivesse legendas. Mesmo assim, conseguiu o meu interesse sem eu perceber nada e não deixa de ser mais agradável do que ver o trailer do Leão da Estrela Redux.

E, então, o filme começa.

Não vou falar neste artigo o que achei sobre o filme (basicamente gostei mas podia ser melhor... e isto não se aplica a mais filme nenhum), mas não posso deixar de mencionar a magia que é ver o título e a icónia música a acompanhar, em pleno cinema. É a primeira vez que experiêncio isto. Aproveito para dizer que a minha mulher está grávida (ah é verdade), pelo que é também a primeira banda sonora do meu filho. Ou filha. Logo se vê. A minha mulher nunca viu um Star Wars antes e, para primeiro, gostou. Pelo que, mesmo que o filme pudesse ser melhor, acabou por marcar um significado especial para a nossa família. Fosse daqui a uns meses e teria sido a ver o Batman e a ouvir-se Hans Zimmer, mas a Natureza trabalha em formas misteriosas.

Durante o filme, as legendas acabaram por me distrair um pouco. Não que eu estivesse a tentar ler mas não pude deixar de reparar periféricamente a constante palavra dinamarquesa "fart". Confuso, no mínimo.

Um último detalhe sobre a sessão em si... adorei os dinamarqueses. Parecia um visionamento de imprensa mas cheio. Quero com isto dizer, ninguém falou durante o filme, ninguém tirou selfies, ninguém se levantou constantemente, nem houve intervalo. Foi perfeito. Toma nota Portugal, é assim um país desenvolvido. Depois disto não sei como voltar a ver um filme no meu país junto de animais soltos. Ficarei mal habituado.

No final do filme, acendem as luzes para a saída. Lá vamos nós e qual não é o nosso espanto quando estamos directamente no parque de estacionamento. Uma saída destas é extremamente útil para aquelas sessões da meia noite. É ver o filme e meter-nos logo no carro. 

E foi assim a minha primeira ida ao cinema na Dinamarca. Uma experiência a repetir-se, moderadamente. Mais do que termos gostado do filme, gostámos da nossa ida em sí. E lá fomos nós, ao... calor... para a nossa casa, depois de uma matiné como antigamente. De mão dada, a debater as crises familiares em galáxias muito, muito distantes...


Fin(n)



*Diz-se assim: Gratis
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Finalmente, o primeiro vislumbre oficial de Benedict Cumberbatch (Sherlock, Star Trek Into Darkness) como o Feiticeiro Supremo da Marvel: "Doctor Strange" ("Doutor Estranho") na capa da Entertainment Weekly.

Me gusta! Parece um bom compromisso entre o ar "realista" do Universo Cinemático Marvel e a versão banda desenhada. Só é pena não fazer a tradicional pose com os dedos:

Mais algumas imagens e concept art aqui: "More Magical Pictures And Concept Art Of DOCTOR STRANGE".

[via EW, BMD ]
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O site oficial da saga "Star Wars" tem online uma pequena aplicação que permite a qualquer internauta criar a sua versão do icónico texto de abertura dos filmes da Guerra das Estrelas, como podem ver pelo meu exemplo Façam o vosso aqui: "Star Wars Crawl Creator".
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Star Wars The Force Awakens | Este bilhete é para guardar!





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Em 2005 ao sair da sala de cinema da sessão do capítulo "Revenge of the Sith" desatei numa fúria dactilográfica que dividi em dois textos, um resumo do filme repleto de spoilers e uma crítica mais ou menos composta. Mas isso foi há dez anos e os apêndices digitais já não têm o vigor de outrora. Ainda para mais, a ligeira dor de cabeça causada pelos óculos 3D ainda não se desvaneceu.
Não tive tempo para rever os seis episódios anteriores, mas acho que já vi as duas trilogias vezes suficientes para me recordar do essencial... Creio que o filme que vi mais vezes na vida foi o "Episódio IV". Sim, mais ainda que o "Titanic".
É difícil falar sobre o filme, ou até fazer uma sinopse, sem revelar demasiado, por isso se não viram  fita é melhor pararem por agora, montarem no burro (ou Metro, não sei onde vocês moram...) e apressarem-se ao cinema mais próximo...
SPOILERS ALERT SPOILERS ALERT SPOILERS ALERT SPOILERS ALERT

Sei que vou gostar mais do filme ao revê-lo em 2D. Não me dou bem com 3D, gosto de ser eu a decidir em que parte do frame vou focar os olhos. Há alguns momentos mais serenos que realmente o 3D quase faz parecer estar a espreitar por uma janela, mas prefiro a imagem plana. Chamem-me oldschool...
Doí um pouco ver os dróides C3PO (Anthony Daniels) e R2D2 quase reduzidos a cameos. Mas, o filme homenageia o passado enquanto simultaneamente abre novas estradas para o futuro da saga. A narrativa está reduzida ao essencial, sem desvios inúteis. Todas as cenas são relevantes, mas sem um excesso de foreboding ou coincidências milagrosas - que quando existem podem facilmente interpretados como a acção da Força.
Decerto já leram dezenas de vezes o termo "jornada do herói" associado à saga Star Wars. Se quiserem parecer mais cultos é só atirarem umas citações de Joseph Campell sobre mitologia e a influência nas criações de George Lucas. E falando no Dalai Lama da franquia, felizmente continuou na reforma. O seu substituto neste capítulo, J.J. Abrams, já várias vezes deu provas de competências nos pontos mais fracos de Lucas, nomeadamente na direcção de actores. Abrams consegue - geralmente - criar blockbusters com alma mas sem perder o sentido de espectáculo. Voltando à expressão "jornada do herói", nesta entrega temos dois novos heróis, Rey (Daisy Ridley, com algumas aparições em séries britânicas, e que tem uma vivacidade impressionante ) e Finn (John Boyega, que já teve experiência com extraterrestres em "Attack The Block"), à procura do seu caminho que inevitavelmente se interliga. Apesar de ficar claro que o protagonismo pertence a Rey, Finn não é relegado para comic relief. Para isso temos a adorável droid BB-8. Aliás, é a decisão de Finn contrariar a doutrinação, abandonar a First Order - o movimento militar e político "nascido das cinzas do Império" - e fugir com um prisioneiro que coloca todo o plot em andamento. A partir dai é uma corrida alucinante para fazer chegar a informação escondida pelo prisioneiro - supostamente o maior piloto da galáxia - Poe Dameron (Oscar Isaac, o Apocalypse do próximo filme dos X-Men) - ás mãos da Resistência - inspirada pela antiga Aliança Rebelde que restaurou a República - , lutando para fugir à implacável First Order e à sua rede de informadores e oportunistas. Este MacGuffin, a informação tão valiosa para heróis e vilões é a localização do esconderijo de Luke Skywalker.
E falando em vilões, entre o Episódio VI e VII andaram entretidos a construir uma estação espacial ainda maior que a Estrela da Morte, capaz de destruir sistemas planetários: a Base Starkiller (uma pequena homenagem aos primeiros argumentos da Star Wars original, em que Luke Skywalker era ainda chamado Luke Starkiller). As caras do mal são o mascarado Kylo Ren (Adam Driver, actor de filmes independentes), a imponente Capitã Phasma (de quem esperamos ver mais nas sequelas, interpretada por Gwendoline Christie, a Brienne of Tarth de "Game of Thrones"); o nazi lookalike General Hux (Domhnall Gleeson, o Bill Weasley da saga Harry Potter) e o Líder Supremo Snoke (encarnado pelo maior especialista mundial em interpretar personagens virtuais: Andy Serkis, o eterno Gollum) que só surge na forma de holograma.
Quando Kylo Ren retira a máscara consegue ser ainda mais assustador, não por cicatrizes físicas - o rapaz também não é lá muito jeitoso - mas pela clara falta de controlo e a batalha ente o Lado Negro e Luminoso da Força. Nunca - pelo menos num blockbuster familiar - a leitura de mentes pareceu tanto uma violação como nos interrogatórios que Kylo faz a Poe e Rey. Kylo Ren foi aprendiz de Luke Skywalker mas entregou-se ao lado negro, influenciado por Snoke. Skywalker abandonou a intenção de reconstruir os Jedi e tornou-se um fugitivo procurado sem descanso pela First Order. O vilão do primeiro Star Wars, Darth Vader, é a maior inspiração para Kylo Ren, o seu neto. Essa obsessão em destruir o ultimo Jedi e conquistar a Galáxia causou a separação dos seus pais, Han Solo (Harrison Ford) e Leia Organa/Skywaker (Carrie Fisher. Antes Princesa, agora General da Resistência). Solo e o seu inseparável companheiro Chewbacca (Peter Mayhew, conhecido por interpretar...Chewbacca?) voltaram ao contrabando e negociata com indivíduos pouco recomendáveis, mas vão ser essenciais ao ajudar Finn e Rey a entregar a informação à Resistência. Em imensas imagens temos visto Finn a empunhar o velho lightsaber que Luke perdeu na Cloud City quando Darth Vader lhe cortou a mão, mas no decorrer da película fica claro que é Rey que vai gradualmente desenvolver a sua sensibilidade à Força.
Apesar dos imensos trailers e anúncios de tv, o espectador ainda conseguiu ser surpreendido com a forma que os personagens se iam relacionar e fazer avançar o plot. Não há muito a dizer que já não tenha sido escrito bem antes da estreia, como o respeito pela trilogia original, e além dos efeitos especiais digitais state-of-art é de louvar o regresso aos efeitos práticos que Abrams implementou na produção do filme, relegando o green screen para quando necessário. Outro elemento base da saga é a banda sonora do mestre John Williams, que obviamente marcou presença, revisitando os velhos temas, ainda fortes passadas quase quatro décadas, mas infelizmente - pelo menos à primeira audição - sem um novo tema de destaque. Só lamento não ter havido mais cenas no espaço profundo. Curiosamente, num filme sobre guerras espaciais, o que me parece menos conseguido é a batalha final - não no espaço mas na superfície do planeta - entre as naves da Resistência e da First Order; apesar do entusiasmo e carisma de Oscar Isaac. Mas nessa altura da metragem o destaque foi para o elemento humano, em que Han Solo abandona a missão de sabotagem da arma da First Order para tentar recuperar o filho. O que não corre bem, no momento mais chocante de todo o filme, que imagino causou milhões de fanboys quarentões a verter lágrimas. Claro que isso é coisa que não me assiste. Nem na sequência final, que é simultâneamente climática e anti-climática e parece apontar a direcção do próximo Episódio VIII. Ainda há alguns elementos dúbios que espero esclarecer em próximos visionamentos...
Concluindo, este é uma grande nova adição à saga, um belo e emocionante filme por si só, superior às prequelas em muitos aspectos. E apesar de não ter embarcado no comboio dos espectadores que lhes dão 10 estrelas e gritam por perfeição; considero que é um filme absolutamente recomendável, recheado de momentos deliciosos, para fãs e mesmo para iniciados nos mistérios da Saga que aconteceu há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante...

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Acessório indispensável para quem gostava de gravar em cassetes VHS os seus programas e filmes favoritos para mais tarde rever ou apenas ampliar a colecção, as capas que eram oferecidas com diversas revistas televisivas não eram sempre das mais bonitas, mas ainda hoje enfeitam muitas prateleiras de casa em Portugal, pelo menos das casas que ainda não se desfizeram delas. Recentemente, veio-me parar às mãos as capas que vieram na TV Guia para as exibições na RTP de filmes da saga "Guerra das Estrelas", na época ainda pré-edições especiais.
"O Regresso De Jedi" [17 de Maio de 1989] Lotação Esgotada, RTP-1
Os nossos leitores atentos da Página do Facebook imediatamente repararam nos erros presentes na capa que tem indicação "Guerra das Estrelas" e a própria ficha técnica indica o título original "Star Wars" e a data de 1977, quando o filme emitido foi o "Regresso de Jedi" de 1983, cujas fotos ilustram a capa.
Apesar da sinopse ao corresponder ao filme gravado, acrescenta um parágrafo que reproduzo a seguir:
"A Guerra das Estrelas é um título que já pertence à mitologia do Cinema, apesar de ter surgido apenas já pouco mais de uma dezena de anos. De facto, ele foi um dos filmes que, ao longo da década de 70, devolveram ao Cinema a sua mais genuína dimensão espectacular."
 Também no jornal "Diário de Notícias" do dia está a indicação do filme errado, e a mesma sinopse:
"Numa galáxia distante, uma princesa rebelde escapa às forças que ameaçam a estabilidade do seu reino. Com a ajuda de um jovem herói e dos seus "robots" empreende um combate contra os terríveis exércitos do Mal comandados pelo implacável Darth Vader."
"A Guerra das Estrelas" [8 de Novembro de 1991] Sessão da Noite, RTP-1
Agora sim, mais de dois anos depois, foi emitido o filme "A Guerra das Estrelas" [ mais tarde conhecido por "A Guerra das Estrelas - Episódio IV: Uma Nova Esperança"], logo a seguir à novela "Sassá Mutema".
A sinopse desta capa é uma versão remisturada da da capa de 1989:
"A Guerra das Estrelas, é o primeiro filme de uma trilogia sobre uma princesa rebelde que escapa às forças que ameaçam a estabilidade do seu reino, situado numa galáxia distante. A princesa, de nome Leia, é coadjuvada por um jovem herói e os seus robots que empreendem um gigantesco e espectacular combate contra os terríveis exércitos do Mal, comandados pelo implacável Darth Vader. Esta extraordinária epopeia espacial pertence já à mitologia do Cinema, apesar de ter surgido hà pouco mais de uma dezena de anos.


Publicado originalmente no blog Enciclopédia de Cromos: "A Guerra das Estrelas e O Regresso de Jedi - Capas VHS TV Guia (1989 e 1991)".
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Eu sou fã tardio de StarWars - a saga da Guerra das Estrelas; o terceiro filme da trilogia clássica veio parar aos cinemas ainda eu tinha quatro anos de idade, e como não tive leitor/gravador de VHS até final dos anos 90, só conheci a saga da televisão. Aliás, quando comprei o video, das primeiras coisas que fiz foi comprar na feira das velharias local uma gravação caseira em VHS do primeiro filme - que logo revi várias vezes - e a colecção da Edição Especial de 1997 [vejam a dita cuja aqui], que deve ter a fita bem desgastada. Como disse, fã tardio, mas dura até hoje. E portanto foi com grande alegria que, enquanto vasculhava uma pilha de revistas numa feira de velharias que me deparei com este artigo na Coquete Nº 21, dedicado ao filme "O Regresso de Jedi" ("Star Wars: Episode VI: Return Of The Jedi" ) que já havia estreado em Maio (de 1983) nos EUA e já era um colossal êxito quando chegou á nossa costa em 14 de Outubro.
Planeava apenas publicar as páginas no Tumblr da Enciclopédia, mas quando passei os olhos no texto reparei nalgums pequenos pormenores que merecem um pequeno comentário.
Clique sobre a foto para a aumentar:
No título está indicado como "A Guerra das Estrelas III" - o que não deixa de estar correcto - apesar de "O Regreso de Jedi" ser o Episódio VI de uma história planeada de nove filmes. No entanto, essa contagem em episódios ainda nºao tinha sido incluida nos títulos. Entretanto já estrearam os Episódios I a III (1999, 2002 e 2005) e està em preparação a trilogia "final", os episódios VII a IX.
Os dois primeiros parágrafos espantam-se com o fervor dos fãs americanos que acamparam antes da estreia e que durantes semanas lotou as salas e fez "rebentar a escala" de audiência, "superiores ás de E.T.!" (o grande êxito do ano anterior). Em seguida menciona-se os personagens principais da saga de aventuras espaciais: "Luke Skywalker, Han Solo e da restante equipa de <<A guerra das estrelas>>, inclusivé o robot que emite apitos, Erzwo-Dezwo, e o seu reluzente colega Ce-Dreipio". Bem, na altura não havia Internet para consultar os nomes fonéticos correctos dos dois andróides, R2-D2 (Artoo-Detoo) e C-3PO (See-Treepio), e já tenho lido até material oficial com os nomes por extenso mal escritos, portanto até pode ser este o caso. Continua falado dos "personagens estranhos e plenos de fantasia" e do "cavaleiro negro Darth Vader" que está encarregue de criar uma nova Estrela da Morte, ainda mais poderosa para criar problemas aos nossos heróis. Depois uma frase enigmática: "Mais de metade dos planetas parte da pequena lua Endor, estão quase todos reconstruídos". O que é facto é que a Estrela da Morte está a ser construida em órbita de Endor. Mudamos depois de planeta, o desértico - promovido a "devastado" - Tatooine, o lar de Luke, que no inicio do filme tenta salvar Han Solo e a princesa Leia do gangster Jabba, referido no texto como estando "ele próprio metamorfoseado num enorme sapo, e possui uma visão tridimensional". Ora, Jabba não foi transformado naquela forma horrorosa, mas tem o aspecto tradicional da sua espécie, que tal como os seres humanos tem "visão tridimensional" (desconheço o motivo para enfâse nesse aspecto). Porém, apesar de Jabba não ter sido transformado nos filmes, existe uma cena que foi cortada do filme "A Guerra das Estrelas" de 1977, em que Jabba surge a falar com Han Solo, e ai Jabba - apesar de gordo - tem aparência humana. No texto os agora famosos light saber são ainda referidos como "arma de raios laser", e "Jedi" é usado como um nome próprio. Curiosamente, na foto com a legenda "A nave espacial <<Millenium Falcon>> pertence à nova estrela da morte", o "Millennium Falcon" não é visível.
Como bónus, algum material da época:
Poster da semana de estreia, que o promove como "O Milagre do Cinema!":
Um texto do suplemento Sábado, do Diário de Lisboa de 15 de Outubro, que se foca no poder do maior produtor independente de cinema, George Lucas, o arquitecto da Guerra das Estrelas. Clique para aumentar:
Uma crítica da semana seguinte à estreia:
"Entre a desbragada imaginação e uma ética que rejeita a raiva e o ódio, O regresso de Jedi é um espectáculo total que consegue despertar em nós os mundos perfeitos da adolescência."
Comentem! Quem foi assistir ao filme no grande ecrã? Na estreia ou na edição especial?
Páginas retiradas da revista Coquete 21, de 27 de Outubro a 2 de Novembro de 1983.


Publicado originalmente no blog Enciclopédia de Cromos: "A Guerra das Estrelas III - O Regresso de Jedi".
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Pouco há a acrescentar ao que já foi escrito sobre a saga "Star Wars", "A Guerra das Estrelas" em português de Portugal. Mas, por altura da estreia de "star Wars: The Force Awakens" achei interessante recordar a sua estreia em território nacional e recuperar este texto de 2014 da Enciclopédia de Cromos.
Star Wars” ("A Guerra das Estrelas"), futuramente conhecido por “Star Wars Episode IV: A New Hope” ("Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança"estreou nos EUA no dia 25 de Maio de 1977.
Em Portugal, a estreia ocorreu a 6 de Dezembro de 1977, com a classificação de ‘Não Aconselhado a Menores de 13 anos’.
E o que tinha a crítica nacional ( parte dela pelo menos) a dizer sobre este clássico intemporal, que revolucionou o cinema há quase quatro décadas? Vejamos:
"Um filme de delirante imaginação, espécie de colagens de todos os géneros cinematográficos unificado sob o rótulo de ficção cientifica, pretexto para um infindável número de trucagens.
Sem a perfeição e profundidade de 2001, A guerra das estrelas é um imenso divertimento, a exploração de todas as histórias da nossa juventude, um espaço de feliz relaxação. O que não nos deve fazer equecer outros aspectos do filme, menos evidentes”
in Diário de Lisboa 1977/05/10
"Com A guerra das estrelas entramos no domínio do filme fascinantemento lúdico, milimetricamente estudado para nos fazer (com gosto) nele entrar, uma amálgama de muito do imaginário contemporâneo condensado numa obra de ficção científica. e não há quem não goste de, com ele, brincar.
É porém essa evidência, esse operador universal mágico, que acaba por nos levantar algumas reservas. Jogando à defesa, escudando-se no perfeito domínio da técnica e da narrativa, Lucas fez sucesso imediato mas não para durar.” 
in Diário de Lisboa 1977/05/17
"De perfeição técnica e de uma sábia colagem de pedaços do imaginário de todos nós (os ocidentais que leram Flash Gordon vibraram com Shane, viram A Patrulha da alvorada de Hawks e adormecera, adolescentes, com Galahad, Lancelote e Ivanhoe) se faz este tremendo sucesso chamado A Guerra das estrelas.
Jogando, assim, na aceitação garantida, no jogo bonito, epidermicamente empolgante, George Lucas escuda-se numa segurança que não arrisca um milímetro.
É por isso que A Guerra das Estrelas, para além de um breve divertimento lúdico, fica com um certo sabor a desilusão.” 
in Diário de Lisboa 1977/05/24
Apesar do reconhecimento das raízes da saga, o autor das críticas obviamente não consegui prever a longevidade e influência da saga no cinema e na cultura pop das próximas décadas.
O Trailer:
Leitores que foram ver este filme no cinema, queremos saber as vossas experiências! Como foi ver o primeiro capítulo desta space opera no grande ecrán? Pessoalmente, só já assisti a Star Wars na televisão e mais tarde VHS e DVD. Mas fiquei fisgado logo à primeira visualização, mesmo no pequeno ecrã...

Actualização:Antes da estreia do "Episódio 7" da Saga, "Star Wars: O Despertar da Força" ["Star Wars: The Force Awakens"] o crítico de cinema Jorge Mourinha recorda a sua experiência pessoal por altura da estreia do primeiro "Guerra das Estrelas" em Portugal em 1977: "Há muito tempo na longínqua terceira fila do Monumental" [Público]. No Jornal "Público" um artigo assinado por Marco Vaza, desenvolve as reacções de outros críticos em diferentes fontes de imprensa da época: “Sucesso imediato, mas não para durar” [Público].

Publicado originalmente no blog Enciclopédia de Cromos: "A Guerra das Estrelas - A Estreia Em Portugal".
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Legends Of Tomorrow | Bonitos Posters dos heróis da primeira temporada da série de antologias "Legends Of Tomorrow": Hawkman, Firestorm, The Atom, White Canary e Hawkgirl. Ficaram de fora os vilões tornados bonzinhos Captain Cold e Heatwave...




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Ghostbusters | Imagem oficial do remake/reboot/sequela/wathever cor-de-rosa dos Caça-Fantasmas.
O verde da foto deve ser algum descuido gasoso do Slimer....just let it in....





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Batman V Superman | 3 Posters. Cada um dedicado a um dos heróis da Trindade da DC Comics: Wonder Woman, Superman e Batman.






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Como o resto de nós, as Tartarugas Ninja envelheceram, mas em vez de cultivarem barriga de cerveja em frente ao televisor continuam a combater o crime, de forma bem violenta, mais fiel à banda desenhada original que as outras iterações das tartarugas mutantes, pelo menos nesta curta-metragem feita por um fã/tese para  Universidade. 
Vejam a curta "Ninja Turtles - Veterans of the Night" aqui:  

[via Polygon]
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Nada como um leaked trailer para horas depois rapidamente sair a versão oficial em inglês e HD, que no caso deste "Star Trek Beyond" toda a gente estava à espera de apenas surgir junto à estreia de "Star Wars: The Force Awakens".

Trailer Oficial de "Star Trek Beyond":


Quem se queixou que o "Star Trek" de 2009 parecia "Star Wars" já pode começar a chorar por causa deste "Fast and Furious no Espaço"....
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