Incluídos nos vídeos excertos das bandas sonoras de Aliens, Apollo 13, Uma Mente Brilhante, Titanic, Enemy at the gates, Glory, Braveheart, Lendas da Paixão, Deep Impact, Battle Beyond The Stars, Apocalypto, etc.
Incluídos nos vídeos excertos das bandas sonoras de Aliens, Apollo 13, Uma Mente Brilhante, Titanic, Enemy at the gates, Glory, Braveheart, Lendas da Paixão, Deep Impact, Battle Beyond The Stars, Apocalypto, etc.
Bem-vindos à nova rubrica do CINE31 chamada:
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| Autor: [Patrão] David Martins |
Este é o espaço onde eu analiso filmes e sabe-se lá mais o quê acompanhado por vídeo e pela minha voz asmática.
Comecemos isto com Jurassic World. Isto ainda é um episódio piloto para ver o que resulta e o que não resulta, pelo que agradecia qualquer sugestão sobre o que acham que devo melhorar. Juntos, podemos fazer a diferença neste planeta. Separados também, mas não é tão romântico.
Aqui fica então o teste:
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| "Batman Begins" (2005) |
Hoje faleceu uma figura lendária do cinema, o grande Christopher Lee.
A sétima arte ficou mais pobre,mas para a história ficam os seus trabalhos, desde o mais icónico Dracula, a um Jedi caído em desgraça, passando pelo feiticeiro Saruman, o detective Sherlock Holmes, etc.
Nasci uns anos tarde demais para apreciar a Saga Star Wars original no cinema. A Guerra das Estrelas foi o filme que marcou uma geração de cinéfilos e de cineastas. Só apreciando a saga na TV - e ficando fã imediatamente - a minha "Guerra das Estrelas" foi o "Parque Jurássico", o "Jurassic Park" de 1993, a maravilhosa adaptação (um pouco livre) de Steven Spielberg do livro homónimo de 1990 de Michael Crichton. A apresentação ao grande público aconteceu a 11 de Junho de 1993, e só chegou ás costas portuguesas - com o atraso da praxe - em 1 de Outubro do mesmo ano. Tal como no resto do planeta, foi um êxito.
Como muitos, aguardo com ansiedade pela nova entrega, "Jurassic World" - que estreia hoje em território nacional - esperando uma viagem, não, uma aventura em grande. A ver vamos...
Já sabem que sou fã de histórias espaciais, aguardo o próximo de Riddley Scott com curiosidade:
"I'm going to have to science the shit out of this."
Sinopse:
Durante uma missão tripulada a Marte, o Astronauta Mark Watney (Matt Damon) é dado como morto após uma tempestade e deixado para trás pela sua tripulação. Mas Watney sobreviveu e encontra-se preso e só num planeta hostil. Com escassos mantimentos, ele terá que contar com a sua criatividade, inteligência e espírito de sobrevivência para encontrar uma maneira de enviar para a Terra um sinal de que está vivo. A milhões de quilómetros de distânica, a NASA e uma equipa de cientistas internacionais trabalham incansavelmente para trazer Watney de volta, enquanto, simultaneamente os seus colegas de tripulação planeam uma ousada – se não impossível – missão de resgate. Com a revelação destas histórias de incrível coragem, o mundo une-se por uma causa – o seguro regresso de Watney.
Baseado num best-seller, e realizado pelo mestre Ridley Scott, “PERDIDO EM MARTE” conta com um elenco repleto de estrelas como Jessica Chastain, Kristen Wiig, Kate Mara, Michael Pena, Jeff Daniels, Chiwetel Ejiofor e Donald Glover.
[via BigPictureFilms]
Estreia em Novembro de 2015.
Finalmente depois de semanas em standby sai da caverna e fui ver se se justificava o hype do novo Mad Max. Na sala número 3 do shopping somente eu e o meu ego. Ainda enchemos uma poltrona. Nunca percebi o culto sexual que os americanos e os australianos fazem aos automóveis, mas depois de ver este espectáculo de adrenalina e pirotecnia orgânica, senti-me com vontade de ir ao stand mais próximo, comprar um ferro velho motherfucker redecora-lo em estilo pós-apocalíptico e partir rumo ao deserto carregado de lanças explosivas e gasolina ao encontro da tribo de tunning mais terrível que encontrasse. E eu nem carta tenho.
Apesar de esta ser uma nova entrega de um universo pre-existente, não é necessário ter visto os anteriores.
O espectador é atirado para o meio da acção, como se fosse um comum habitante desse mundo de areia e sangue, raptado e levado a reboque de uma montanha russa. Existe toda uma série de códigos e rituais dessa sociedade bizarra, que felizmente não são explicados. Aliás, a "exposition" é reduzida ao mínimo. Tecnicamente o filme é impecável, a maioria do elenco é carismático, e até o mais insignificante "minion" tem o seu momento. Ainda não vi as featurettes dos bastidores e efeitos especiais, mas fica a sensação que aproveitaram ao máximo os efeitos prácticos e que os complementaram com CGI, para um excelente resultado. Nas últimas semanas o MFI (Movimento Feminista das Internets) parece ter-se apoderado da película, embriagado pela quantidade de mulheres em papéis de destaque e acção, que acabam por ofuscar a personagem macho que dá título à saga. Max, junto com o vilão, tem o papel mais previsível do filme, o homem capturado que foge e luta pela sobrevivência mais básica , mas que a certo momento terá que optar por salvar a própria pele ou ajudar os outros necessitados. Um pormenor que não desmerece o trabalho dos actores, que conseguiram brilhar mesmo por detrás da sujidade e das máscaras. Apesar da tonelada de análises entusiasmadas sobre simbolismos, e tudo o que interesse a determinadas agendas políticas ou sociais, o filme não é a maior obra-prima do cinema obviamente, nem pretende ser, mas é decerto um novo marco no cinema de acção, uma viagem freneticamente editada que aconselho vivamente. Será o ressurgir de um sub-género?
O meu maior receio era que apesar do conceito de paródia em anabolizantes ser atraente, que meia dúzia de moneyshots não fossem o suficiente para manter a coerência e interesse numa curta de 30 minutos. Mas não há motivo para preocupações. Sem sequências de encher chouriço, indo directo ao assunto o filme cumpre com distinção o objetivo a que se propôs.
De poucos em poucos segundas tinha vontade de voltar atrás e tirar um screenshot ou criar um gif animado do que via no ecrã em toda a sua glória chunga e épica. David Sandberg, o sueco dos sete instrumentos ao leme do projecto - financiado por fãs - que realizou, escreveu e protagonizou está de parabéns. Atirem-lhe dinheiro para ele fazer a versão longa-metragem para inevitavelmente nos podermos queixar que afinal a curta era muito melhor.
Aos 13 anos, jovem Bill Forsche (artista de maquiagem e efeitos especiais) gravou no cinema o som do filme e da audiência a reagir ás cenas no ecrã. Se fecharem os olhos podem fazer de contas que também estiveram lá:
>"A Guerra das Estrelas" e "O Regresso de Jedi" - Capas VHS da TV Guia dos anos 80 e 90:
Todos os detalhes na "Enciclopédia de Cromos - Capas VHS TV Guia A Guerra das Estrelas".
> "Star Wars: The Force awakens" na revista Vanity Fair, fotografados por Annie Lebovitz. [Vídeo bastidores da sessão fotográfica]
>Nota: "Star Wars: The Binks Awakens" [vídeo] - O regresso de Jar Jar Binks à saga.
>"Captain America: Civil War"
O terceiro filme do Capitão América, em vez de uma aventura solo, vai ter a maior concentração de heróis da Marvel por frame. Além da sinopse foi confirmado que ao elenco, além dos Vingadores dos filmes anteriores, junta-se o Homem-Formiga, Pantera Negra, Sharon Carter, Barão Zemo, Crossbones, General Thunderbolt e uma personagem interpretada por Martin "Bilbo" Freeman. Dias antes, também chegou à Internet uma suposta concept art para o filme:
>Ant-Man - Poster genérico do Homem-Formiga:
>Fantastic Four - Novo poster do Quarteto Fantástico
>Suicide Squad - Mudando de universo cinematográfico de super-heróis, um dos próximos filmes da DC Comics, o "Esquadrão Suicida" revela os seus integrantes, trajados a rigor:
>Ainda falando de super-heróis, "Batman V Superman XXX: An Axel Braun Parody", a versão paródia porno do filme de Zack Snyder:
>TRAILERS:
"Vacation" (2015) - Sequela das comédias "Que Paródia de Férias" e "Que Paródia de Férias! Perigo: Americanos na Europa" de 1983 e 1985:
"Sense8" - Projecto dos manos Watchowsky para o canal Netflix:
Jurassic World - Mais um tv spot:
Absolution - Prova que Steven Seagal ainda vive. [enviado por Pedro Pereira]
Absolutely Anything - Simon Pegg numa espécie de Bruce Almigthy:
Com direito a 2 remixs não oficiais: [1] e [2].
>"Alerta" - Curta metragem portuguesa, produzido por H2T Media. Um filme de Hélder Almeida, Humberto Carvalho, Tânia Relvas e Tânia Teixeira:
> LINKS E NOTÍCIAS AVULSAS:
- Infográficos para entender melhor os blockbusters deste ano. [Dorkly.Com]
- Campanha para angariar fundos para completar o filme de Orson Wells "Other Side Of The Wind". [Indiego].
- Séries Canceladas e Renovadas: "Renewed or Canceled? from Renewed or Canceled?" [enviado por Ruby Kruss]
- Indiana Jones 5? Lucasfilm: New 'Indiana Jones' Film in the Works" [enviado por Nuno Vilão]
- Hateful Eight - 'Hateful Eight' First Look at Samuel L. Jackson, Kurt Russell and Jennifer Jason... [enviado por Nuno Vilão]
- Um medidor do grau de pretensiosismo dos filmes: Pretentious-O-Meter.
- John Wick 2 confirmado [enviado por Pedro Pereira]
- Tributo à animação tradicional 2D - Vídeo [enviado por Tomás Simões]
- Vasco Granja (1925-2009) faleceu há 6 anos. [Enciclopédia de Cromos]
- Site feminista com logotipo de mulher em pose "tits & ass" queixa-se que o poster no poster do Quarteto Fantástico a Mulher Invisível está na pose "tits & ass".
- The Catvengers [vídeo] - Os Vingadores, versão felina.
- Josh Trank despedido do Star Wars por 'problemas' nas filmagens do Fantastic Four [enviado por Brain Mixer]
- Tartarugas Ninja 2 - Primeira foto de Stephen Amell (o vigilante "Arrow") como o vigilante Casey Jones.
- E se os realizadores famosos fossem chefs de cozinha? [foto]
- "Saga" Street Jump - Projecto para um Street Jump feminino e outro em crossover com o universo Men In Black. [enviado por Pedro Cinemaxunga]
- A nova "Batwing" de "Batman V Superman" [enviado por Nuno Vilão]
- A paleta de cores da saga "Star Wars".
- Galeria de todas as armaduras do Iron Man (Homem de Ferro) nos filmes.
- Terminator Genisys - 5 novos reclames tv .
- Tributo ás miniaturas no efeitos especiais.
Do grande Pedro Cinemaxunga, o cartoon do mês:
Momento Nostalgia:
O visual do blog CINE31 em 2009, influenciado pelas cores de "Watchmen":
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Não garanto mais 10 anos de bloguismo (?), porque não sei o dia de amanhã, mas afirmo tentar manter o blog a funcionar o máximo que esta equipa puder.
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| E como sabemos, a internet é um espaço sem preconceito. |
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| É só acrescentar a peruca basicamente. |
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| Tão querido, um assassino terrorista. |
É engraçado como no meio de toda esta vaga de filmes de super-heróis nos últimos tempos, Portugal continua com uma forte lacuna na área. Não me entendam mal, existem várias BDs da nossa autoria, mas não existe nenhum herói que seja mainstream, que seja imediatamente reconhecível pelo povo.
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| Ok, fair enough |
Provavelmente porque o nome é horrível.
Mas felizmente houve quem tenha pensado de forma parecida. Alguém levou aos nossos cinemas uma lenda que viria fabricar figuras de acção para os nossos netos fazerem barulho na sala de estar mesmo aos 80 minutos da final da taça.
João Leitão apresenta-nos Capitão Falcão, a história de um português mais português do que os portugueses. Por um lado, a história de um herói que faz tudo em seu poder para livrar a nossa querida pátria de um mal horrendo: o comunismo. Por outro lado, a história de um herói que sempre foi herói.Um português com bigode, porra!
O filme segue todo um arco tipico onde o nosso herói começa um treino para se tornar numa lenda, ser o melhor no que faz até o desafio provar ser demasiado grande para o Capitão e redescobrir quem ele é e o que é esperado que seja. Portanto, a história do Batman, com a diferença de Falcão, na verdade, ser melhor que o Bruce Wayne pois apresenta de imediato uma postura exemplar na sua época de treino. De certo que Falcão que nasceu com a mão na testa a amar a pátria e a chorar o hino.
E amar a pátria é o que Capitão Falcão é. Falcão tem claramente uma preferência política mas algo me diz que fosse quem fosse que estivesse no comando da nação, Falcão iria considerar como um pai. Este orgulho nacional acaba por ser a mensagem do filme. Não que devemos amar Salazar, mas numa altura em que os portugueses vivem numa colónia alemã devemos pegar naquilo que é nosso e defender com orgulho! Mesmo que eu não goste nada de bacalhau cozido com couve! Perdoe-me Capitão pois eu falhei!
Porém, se por um lado o Capitão nos exemplifica com o amor à pátria que devemos ter, o filme também nos mostra que não devemos ser cegos pela nossa escolha política e hábitos culturais, mesmo que a personagem assim seja. O melhor exemplo que posso dar é a forma como o Capitão vê as mulheres que não podia ser mais machista. Tudo isto é feito com humor cuidado e é uma clara crítica à ignorância da época (...e ainda nos dias que correm), o que acaba por, ironicamente, ajudar o carácter do Capitão pois embora o facto de ser tão perfeito no seu trabalho proporcione momentos hilariantes, esta sua linha mais acinzentada traz um humor "Parker-Stoniano" nos momentos certos para não correr o risco de se tornar insonso.
Falando então na comédia, bato as palmas a Gonçalo Waddington que não só corresponde com a postura perfeita para a personagem como todos os seus timings e deliverys são impecáveis. Infelizmente, acho que aqui quem peca é o filme em si pois há várias cenas em que há todo um build-up a uma piada e quando esta não resulta tão bem, a extensão da cena não deixa a piada morrer e passar a outra, tornando assim um momento mais fraco. São várias as cenas que sofrem deste efeito mas não é, de todo, o suficiente para estragar o filme. Há piadas que genuinamente me fizeram rir no cinema com a minha favorita a envolver o Puto Perdiz que volta a repetir-se mais à frente de forma ainda melhor acabando por ser a minha piada favorita. Honestamente, foi inteligente não terem abusado da piada quando chegaram ao pico desta, mas parte de mim não se cansaria de continuar a ver ao longo do filme.
Se eu pensei que Portugal devia ter um capitão super-herói, mais recentemente pensei que era possível haver um universo partilhado ao estilo Marvel. Pensei num outro herói que facilmente se encaixaria neste filme e não é que realmente fizeram um cameo? Foi também essa aparição que acabou por salvar a pior parte do filme pois embora eu entenda o propósito que tem para o tal arco de desenvolvimento, todo o acontecimento ao Capitão corta o ritmo do filme e mesmo com algumas piadas bem sucedidas pelo meio, o filme começa a morrer. Felizmente, quando o filme recupera, é uma recuperação imediata graças ao entusiasmo de Gonçalo Waddington.
Eu referi há pouco o Batman (sejamos honestos, eu também encontro qualquer desculpa para referir o Batman) mas não foi por acaso (em principio) pois uma das fontes de inspiração há-de ter sido certamente o Batman de Adam West no que toca à siliness do filme, quer na interacção com o parceiro,no papel que Salazar tem no filme, na projecção do cenário durante o uso de veículos e, claro, as fantásticas transições. As lutas não têm o clássico "Wham!" no ecrã, ao invés disso, a inspiração aqui passa a ser o Green Hornet com o parceiro asiático a ser um lutador absolutamente fantástico. É dado a entender que o Capitão é bem capaz de se defender e na vasta maioria dos casos é capaz de resolver tudo sozinho, mas o seu aprendiz é claramente mais competente a lutar. E as lutas são realmente uma enorme surpresa no filme. Uma autêntica lição a filmes de Hollywood que disfarçam as lutas com excessivos tremores de câmara e cortes dentro de cortes. Aqui João Leitão apercebe-se do potencial de trabalhar com actores que sabem lutar na vida real e tira o máximo do proveito deixando que o baile da luta fale por si, havendo coreografias fantásticas. Há actores que também sabemos que jamais seriam capazes de efectuar certas manobras mas também o trabalho dos duplos está de parabéns pois está tudo muito bem disfarçado.
Nota-se perfeitamente que o filme foi feito com imensa dedicação, desde o casting à direcção de arte que consegue nos levar à época em muitas das cenas. Há que adorar o uniforme do Puto Perdiz.
Capitão Falcão é um filme que, embora não seja perfeito, traz algo de diferente para a nossa cultura nacional. Mais importante, traz algo feito com cabeça, algo que sabe o que é e o que é, é bom. Portanto, é o completo oposto da merda do Sei Lá.
Nem tudo resulta, sendo o pacing em certos momentos o seu maior pecado e a história ao ter um desenvolvimento bastante característico do género de super-herói, é bom pela graça às referências e diversão com o género e mau pela previsibilidade do rumo geral da história, não deixando de haver, ainda assim, várias surpresas. Mas é a primeira vez que durante um visionamento de um filme português eu penso "Quero mostrar isto a amigos meus e quero comprar o DVD". Não há de ser certamente um estilo de humor para todos mas não deixo de recomendar que assistam ao Capitão Falcão pois é um bom bocado e é bem passado. Oxalá haja sequela, especialmente com o que acontece depois dos créditos. Não é o Samuel L. Jackson a aparecer mas também é sexy.
Termino assim o texto a dizer: A cena do jantar de família é, em toda a sua execução, absolutamente genial.
[via GT]








































