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O violento épico de Zack Snyder, com estreia marcada em Portugal a 5 de Abril, alcançou um recorde na estreia nos EUA: a adaptação da graphic novel de Frank Miller facturou, contra as melhores expectativas, 70 milhões de dólares nos primeiros três dias de exibição, batendo o recorde dos filmes estreados no mês de Março. E só nesses três dias já cobriu o valor do orçamento da película, 65 milhões de dólares. E não nos esqueçamos que é um filme de classificação R (para maiores de 17 anos).
Já ouvi a extraordinária e pouco convencional banda sonora (do compositor Tyler Bates), classificada por alguns como “heavy metal medieval”, li críticas muito entusiasmadas com o resultado final do filme, e só posso ansiar pela estreia em palco luso.
P.S. - O site brasileiro “Jovem Nerd” está a divulgar uma campanha para durante a exibição gritar em conjunto com o rei Leónidas a frase “This is Sparta!”. Desafio os nerds portugueses a seguir o exemplo, e a divulgar os resultados da humilhação pública.


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Dead Parrot Sketch



Ministry Of Silly Walks



Life of Brian - Stoning



Life of Brian - ROMANES EUNT DOMUS



Life of Brian - Suicide squad



Life of Brian - Always Look on the Bright Side of Life



The Meaning of Life - every sperm is sacred



Monty Python and the Holy Grail - The Black Knight



Monty Python and the Holy Grail - Killer bunny



The Funniest joke


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Eis que a Jumpcut, tem novos clips do filme “Floripes”, inspirado nas misteriosas aparições da moura encantada. “Brevemente nos cinemas” é a promessa no final do trailer. Finalmente! Espera. “Brevemente…”? O que isso significa exactamente?

Via Youtube

Floripes em Cine31


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Por motivos técnicos - sem relação com o factor “preguiça” – não coloquei nenhum post com os vencedores da edição dos Óscares (não vi a emissão. Ao contrário do habitual este ano não assisti a nenhum dos principais nomeados, por isso, não tinha nenhum incentivo para ficar acordado até às tantas) e do Fantasporto (Bem gostava de ter ido, mas não foi possível. Talvez para o ano). Mas uma coisa é certa, estou ansioso para ver "El Laberinto del Fauno".

Mais uma vez por motivos técnicos, aqui ficam os links:

Óscares – Edição 79

Fantasporto 2007

(fonte: cineblog)

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7 minutos inéditos de Homem-Aranha 3



Ai está, via "Youtube", os sete minutos de filme que passou durante a exibição de "Heroes" na NBC. Fiquei impressionado.

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Na sequência do mega-evento da Marvel "Civil War" [ a guerra civil que dividiu os heróis em dois contigentes: aqueles que apoiam a Lei de Registo de Superheróis (encabeçados pelo Homem-de-Ferro) e os rebeldes liderados pelo Capitão América, que se revoltam contra o próprio Governo, em resposta a uma lei que consideram desrespeitadora dos seus direitos], surge mais uma vitima: nem mais nem menos que Steve Rogers, o Capitão América.
Na revista "Captain America 25", o Capitão é alvejado.



Mas quanto tempor Rogers ficará "morto"? No mundo da BD de Superheróis, "morto" quase não tem significado, ainda durante "CivilWar" regressou uma personagem durante anos apontada como a excepção á regra: o Capitão Marvel.



Mais info em:Superhero Captain America shot dead - maybe


O mundo reage à morte do Capitão América


Ed Brubaker fala sobre o Capitão América


PostMortem



MAINSTREAM MEDIA REACTS TO DEATH OF CAPTAIN AMERICA


CAPTAIN AMERICA = DEAD: QUESADA TALKS ISSUE #25


Link do Livro:CaptainAmerica25(thanks to original posters)

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Paprika


Curiosos? Mais em: http://imdb.com



Vacancy


Curiosos? Mais em: http://imdb.com



Grindhouse


Curiosos? Mais em: http://imdb.com
http://www.grindhousemovie.net/

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Sinopse: Numa aldeia na selva a vida simples de Pata de Jaguar é interrompida brutalmente pelo ataque dos ferozes Maias, que destroem a aldeia e capturam grande parte dos habitantes. Pata de Jaguar, apesar de lutar bravamente, não consegue evitar a captura e junto com os outros membros da comunidade são transportados pela selva até ás pirâmides Maias, onde descobrem o seu terrível destino: ser sacrificados aos deuses pela decadente elite que anseia evitar o fim do mundo. Mas a oportunidade surge e Pata de Jaguar foge do cativeiro, iniciando uma fuga desesperada para salvar a mulher e o filho que ficaram escondidos na aldeia. É uma corrida desesperada contra o tempo e contra os seus perseguidores que não lhe dão tréguas.


Crítica: Eis a mais recente película de Mel Gibson, que foi tão criticada ainda antes de ter inicio a rodagem. Primeiro, é um filme muito diferente do que estava à espera, porque foge um pouco aos esquemas dos épicos tradicionais. A opulência visual foi substituída pela opulência de emoções, filmada a um ritmo diabólico. Eu esperava centenas de planos digitais de pirâmides e fiquei com filme quase inteiramente decorrido na emoção do inferno verde da selva. É a odisseia de um homem contra um povo poderoso, com a esperança de voltar para a mulher e para o filho. Uma história contada inúmeras vezes no ecrã, com os heróis e vilões bem definidos, forçados a sofrer e a causar sofrimentos terríveis para alcançar os seus propósitos, e salvagauardar os seus modos de vida. Seja um homem que quer salvar a esposa e o filho, ou outro que quer vingar a morte do seu próprio filho.
Recentemente surgiram certas críticas que Gibson realizou um filme que não é historicamente exacto. E? Que eu saiba, não se supõe ser um documentário. E além disso, a história não é uma ciência propriamente exacta, mas sim em constante revisão. Creio que os dinossauros do filme “King Kong” de 1933 eram “historicamente” exactos, segundo a ciência da época. Menos pretensiosismo, meus senhores!
Quanto aos aspectos técnicos, a sala onde vi o filme não era das melhores, mas foi conseguida uma fotografia atraente. Não me recordo da banda sonora, o que costuma ser sinal de se moldar bem às imagens. O trabalho dos actores – apesar da presença de duas ou três personagens um pouco estereotipadas – foi muito interessante, considerando a quantidade de actores no elenco que não são actores.
O realizador foi novamente acusado de construir um monumento à violência gratuita. Na minha opinião, em “A Paixão de Cristo”, somos brindados com close-ups provavelmente desnecessários e muito mais gratuitos e sádicos do que qualquer dos planos violentos de “Apocalytpo”.
Creio que Gibson conseguiu uma película impressionante, violenta (como a vida), com acção, drama e até alguns momentos de humor. Afinal o pessoal da selva também sabe rir!

O melhor: A corrida pela vida de Pata de Jaguar.

O pior: O cinema onde visionei a película não ter melhor qualidade de imagem. As críticas infundadas, baseadas no ódio pessoal a Mel Gibson.

Veredicto: Um filme emocionante, sobre a vida e a morte.
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Rammstein "Sonne"



Rammstein "Ich Will"



Daicon IV - Video Promocional




Magnetic Rose - Fanvideo



Pearl Jam - Do the evolution



Come With Me - Godzilla OST



American Jedi - Fanfilm



George Lucas In Love - Fanfilm

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A multipremiada curta-metragem de Virgil Widrich, que percorre o cinema clássico.

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OH OH OH! MERRY XMAS!
Pois é, até eu me rendi a esta época de presentes...e paz e alegria, e assim...
Independentemente de religiões e crenças aproveitem esta época do ano para apreciar a companhia da familia e amigos. Fiquem bem, vejam muitos filmes, comam muitos doces, e cuidado com o acelerador do carro.

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Links para sites relacionados com Banda Desenhada:

DOWNLOADS:


INFORMAÇÃO:

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O trailer do filme de Michael Bay:





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Já muito foi dito e escrito sobre o 21º filme que retrata as aventuras de James Bond (Atenção: não utilizei o habitual trocadilho “Bond, James Bond”. Definitivamente, isso seria recair na vulgaridade) e eu não podia faltar á chamada. Esta critica chega um pouco atrasada, pois assisti à película no dia de estreia mas apenas hoje tive disponibilidade para me sentar em frente ao processador de texto. O resultado segue abaixo:


Sinopse:
No início do filme, numa sequência em preto-e-branco, assistimos à promoção de Bond à categoria de agente 00. Ergo, para ser um “agente com licença para matar” primeiro é preciso ter duas mortes no currículo. E não foram mortes agradáveis não senhor…
Depois do genérico musical da praxe, entramos no enredo principal, a primeira missão de 007. Começa em terras do Uganda com uma perseguição alucinante ao terrorista Mollaka (os espiões da guerra fria agora são sempre substituídos por terroristas). Mais á frente, Bond (Daniel Craig) depois de descobrir o responsável pelo financiamento dos terrorristas, o sinistro “Le Chiffre” (Mads Mikkelsen), é encarregado de o derrotar na mesa de jogo. “Le Chiffre”, o banqueiro dos terrorristas, sofre de um “pequeno” vício de jogo, que o fez perder o dinheiro dos seus clientes, e que para o recuperar organizou um jogo de grandes apostas no “Le Casino Royale”, em Montenegro. Se Bond o derrotar, a organização de “Le Chiffre” é estilhaçada. Para o efeito vai contar com o auxílio (e vigilância) da bela Vesper Lynd (Eva Green), que aos poucos entra no coração do duro James Bond, ao partilharem perigos e emoções. E à medida que as apostas aumentam, a situação degrada-se numa espiral de violência.

Crítica:
A saga do icónico James Bond sofreu – à imagem do Cavaleiro das Trevas em “Batman Begins” – um reboot, ou seja, tudo voltou ao início. Esta é a primeira missão de 007, e deixa para trás os excessos de “Die Another Day” (o anterior filme de Bond, a despedida de Pierce Brosnan, que na minha opinião é um filme excelente), e apresenta um James Bond rude e perigoso, veloz no volante (o carro invisível do filme anterior não entrou aqui, tal como os outros gadgets de Q, que alias nem sequer aparece) e a seduzir belas mulheres.
Aliás todo o filme transpira um ar cru, tanto na abordagem das cenas de luta e violência como na própria fotografia e planificação. E no entanto tem muito estilo.
Novamente David Arnold foi o responsável pela banda sonora, na difícil tarefa de trazer algo de novo a uma série de vinte filmes e respeitar ao mesmo tempo esse património musical. Arnold escolheu abandonar os ritmos electrónicos que impregnavam “Die Another Day” e regressar ao som orquestral, conseguindo uma banda sonora equilibrada, com momentos de grande adrenalina e que recorre aos acordes do tema de abertura (“You know my name”, interpretado por Chris Cornell, e criado por este e pelo compositor do filme) ao longo da partitura, em momentos onde nos filmes anteriores seria colocado o famoso tema (criado por Monty Norman) que identifica James Bond, e que em Casino Royale fica reservado na sua plenitude para o final da aventura, depois da transformação de James Bond no temido 007 descrito por Ian Fleming nas novelas.
Daniel Craig não corresponde às expectativas. Felizmente ele excedeu-as, contrariando todas as criticas negativas que surgiram desde a noticia da escolha do actor. O actor entrega um Bond mais negro (e mais louro) e intenso, e no entanto credível, física e dramaticamente falando, e mais de acordo com a personagem dos livros dizem fãs mais hardcore. A relação de Bond com “M”, a sua superior (Judy Dench, o único membro do elenco herdado dos filmes anteriores) é muito interessante, pois esta não lida muito bem com a arrogância do agente. "Le Chiffre" o viciado em jogo que verte lágrimas de sangue é interpretado com convicção por Mads Mikkelsen. O resto do elenco não destoa e contribui para que o filme realizado por Martin Campell (novamente o revitalizador da saga, depois de “Goldeneye”, o primeiro filme com Pierce Brosnan) seja um espectáculo repleto de acção e emoções fortes, com impressionantes sequências de causar ataques cardíacos, como as perseguições no calor do Uganda (Bond persegue Mollaka, interpretado por Sebastien Foucan, o guru do parkour, que utiliza a sua arte para pular prédios, gruas, etc) e no Aeroporto de Miami, e com um final soberbo.

O Melhor: A realização, as cenas de acção, o tema “You know my name”, Daniel Craig.

O Pior: As críticas injustas a “You know my name”. Continuo a perceber tanto de poker e jogos do género como no início do filme: nada. Ainda faltar muitos meses para sair o DVD. Demasiado product placement (telemóveis Sony Ericsson, portáteis Vayo, etc. A MGM/Columbia Pictures produziu o filme, e a Columbia Pictures pertence Sony Pictures Entertainment. E o Aston Martin e Ford Mondeo…)

Veredicto: Um filme electrizante, contagiante e extremamente recomendável.
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