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7 minutos inéditos de Homem-Aranha 3



Ai está, via "Youtube", os sete minutos de filme que passou durante a exibição de "Heroes" na NBC. Fiquei impressionado.

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Na sequência do mega-evento da Marvel "Civil War" [ a guerra civil que dividiu os heróis em dois contigentes: aqueles que apoiam a Lei de Registo de Superheróis (encabeçados pelo Homem-de-Ferro) e os rebeldes liderados pelo Capitão América, que se revoltam contra o próprio Governo, em resposta a uma lei que consideram desrespeitadora dos seus direitos], surge mais uma vitima: nem mais nem menos que Steve Rogers, o Capitão América.
Na revista "Captain America 25", o Capitão é alvejado.



Mas quanto tempor Rogers ficará "morto"? No mundo da BD de Superheróis, "morto" quase não tem significado, ainda durante "CivilWar" regressou uma personagem durante anos apontada como a excepção á regra: o Capitão Marvel.



Mais info em:Superhero Captain America shot dead - maybe


O mundo reage à morte do Capitão América


Ed Brubaker fala sobre o Capitão América


PostMortem



MAINSTREAM MEDIA REACTS TO DEATH OF CAPTAIN AMERICA


CAPTAIN AMERICA = DEAD: QUESADA TALKS ISSUE #25


Link do Livro:CaptainAmerica25(thanks to original posters)

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Paprika


Curiosos? Mais em: http://imdb.com



Vacancy


Curiosos? Mais em: http://imdb.com



Grindhouse


Curiosos? Mais em: http://imdb.com
http://www.grindhousemovie.net/

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Sinopse: Numa aldeia na selva a vida simples de Pata de Jaguar é interrompida brutalmente pelo ataque dos ferozes Maias, que destroem a aldeia e capturam grande parte dos habitantes. Pata de Jaguar, apesar de lutar bravamente, não consegue evitar a captura e junto com os outros membros da comunidade são transportados pela selva até ás pirâmides Maias, onde descobrem o seu terrível destino: ser sacrificados aos deuses pela decadente elite que anseia evitar o fim do mundo. Mas a oportunidade surge e Pata de Jaguar foge do cativeiro, iniciando uma fuga desesperada para salvar a mulher e o filho que ficaram escondidos na aldeia. É uma corrida desesperada contra o tempo e contra os seus perseguidores que não lhe dão tréguas.


Crítica: Eis a mais recente película de Mel Gibson, que foi tão criticada ainda antes de ter inicio a rodagem. Primeiro, é um filme muito diferente do que estava à espera, porque foge um pouco aos esquemas dos épicos tradicionais. A opulência visual foi substituída pela opulência de emoções, filmada a um ritmo diabólico. Eu esperava centenas de planos digitais de pirâmides e fiquei com filme quase inteiramente decorrido na emoção do inferno verde da selva. É a odisseia de um homem contra um povo poderoso, com a esperança de voltar para a mulher e para o filho. Uma história contada inúmeras vezes no ecrã, com os heróis e vilões bem definidos, forçados a sofrer e a causar sofrimentos terríveis para alcançar os seus propósitos, e salvagauardar os seus modos de vida. Seja um homem que quer salvar a esposa e o filho, ou outro que quer vingar a morte do seu próprio filho.
Recentemente surgiram certas críticas que Gibson realizou um filme que não é historicamente exacto. E? Que eu saiba, não se supõe ser um documentário. E além disso, a história não é uma ciência propriamente exacta, mas sim em constante revisão. Creio que os dinossauros do filme “King Kong” de 1933 eram “historicamente” exactos, segundo a ciência da época. Menos pretensiosismo, meus senhores!
Quanto aos aspectos técnicos, a sala onde vi o filme não era das melhores, mas foi conseguida uma fotografia atraente. Não me recordo da banda sonora, o que costuma ser sinal de se moldar bem às imagens. O trabalho dos actores – apesar da presença de duas ou três personagens um pouco estereotipadas – foi muito interessante, considerando a quantidade de actores no elenco que não são actores.
O realizador foi novamente acusado de construir um monumento à violência gratuita. Na minha opinião, em “A Paixão de Cristo”, somos brindados com close-ups provavelmente desnecessários e muito mais gratuitos e sádicos do que qualquer dos planos violentos de “Apocalytpo”.
Creio que Gibson conseguiu uma película impressionante, violenta (como a vida), com acção, drama e até alguns momentos de humor. Afinal o pessoal da selva também sabe rir!

O melhor: A corrida pela vida de Pata de Jaguar.

O pior: O cinema onde visionei a película não ter melhor qualidade de imagem. As críticas infundadas, baseadas no ódio pessoal a Mel Gibson.

Veredicto: Um filme emocionante, sobre a vida e a morte.
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Rammstein "Sonne"



Rammstein "Ich Will"



Daicon IV - Video Promocional




Magnetic Rose - Fanvideo



Pearl Jam - Do the evolution



Come With Me - Godzilla OST



American Jedi - Fanfilm



George Lucas In Love - Fanfilm

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A multipremiada curta-metragem de Virgil Widrich, que percorre o cinema clássico.

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OH OH OH! MERRY XMAS!
Pois é, até eu me rendi a esta época de presentes...e paz e alegria, e assim...
Independentemente de religiões e crenças aproveitem esta época do ano para apreciar a companhia da familia e amigos. Fiquem bem, vejam muitos filmes, comam muitos doces, e cuidado com o acelerador do carro.

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Links para sites relacionados com Banda Desenhada:

DOWNLOADS:


INFORMAÇÃO:

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O trailer do filme de Michael Bay:





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Já muito foi dito e escrito sobre o 21º filme que retrata as aventuras de James Bond (Atenção: não utilizei o habitual trocadilho “Bond, James Bond”. Definitivamente, isso seria recair na vulgaridade) e eu não podia faltar á chamada. Esta critica chega um pouco atrasada, pois assisti à película no dia de estreia mas apenas hoje tive disponibilidade para me sentar em frente ao processador de texto. O resultado segue abaixo:


Sinopse:
No início do filme, numa sequência em preto-e-branco, assistimos à promoção de Bond à categoria de agente 00. Ergo, para ser um “agente com licença para matar” primeiro é preciso ter duas mortes no currículo. E não foram mortes agradáveis não senhor…
Depois do genérico musical da praxe, entramos no enredo principal, a primeira missão de 007. Começa em terras do Uganda com uma perseguição alucinante ao terrorista Mollaka (os espiões da guerra fria agora são sempre substituídos por terroristas). Mais á frente, Bond (Daniel Craig) depois de descobrir o responsável pelo financiamento dos terrorristas, o sinistro “Le Chiffre” (Mads Mikkelsen), é encarregado de o derrotar na mesa de jogo. “Le Chiffre”, o banqueiro dos terrorristas, sofre de um “pequeno” vício de jogo, que o fez perder o dinheiro dos seus clientes, e que para o recuperar organizou um jogo de grandes apostas no “Le Casino Royale”, em Montenegro. Se Bond o derrotar, a organização de “Le Chiffre” é estilhaçada. Para o efeito vai contar com o auxílio (e vigilância) da bela Vesper Lynd (Eva Green), que aos poucos entra no coração do duro James Bond, ao partilharem perigos e emoções. E à medida que as apostas aumentam, a situação degrada-se numa espiral de violência.

Crítica:
A saga do icónico James Bond sofreu – à imagem do Cavaleiro das Trevas em “Batman Begins” – um reboot, ou seja, tudo voltou ao início. Esta é a primeira missão de 007, e deixa para trás os excessos de “Die Another Day” (o anterior filme de Bond, a despedida de Pierce Brosnan, que na minha opinião é um filme excelente), e apresenta um James Bond rude e perigoso, veloz no volante (o carro invisível do filme anterior não entrou aqui, tal como os outros gadgets de Q, que alias nem sequer aparece) e a seduzir belas mulheres.
Aliás todo o filme transpira um ar cru, tanto na abordagem das cenas de luta e violência como na própria fotografia e planificação. E no entanto tem muito estilo.
Novamente David Arnold foi o responsável pela banda sonora, na difícil tarefa de trazer algo de novo a uma série de vinte filmes e respeitar ao mesmo tempo esse património musical. Arnold escolheu abandonar os ritmos electrónicos que impregnavam “Die Another Day” e regressar ao som orquestral, conseguindo uma banda sonora equilibrada, com momentos de grande adrenalina e que recorre aos acordes do tema de abertura (“You know my name”, interpretado por Chris Cornell, e criado por este e pelo compositor do filme) ao longo da partitura, em momentos onde nos filmes anteriores seria colocado o famoso tema (criado por Monty Norman) que identifica James Bond, e que em Casino Royale fica reservado na sua plenitude para o final da aventura, depois da transformação de James Bond no temido 007 descrito por Ian Fleming nas novelas.
Daniel Craig não corresponde às expectativas. Felizmente ele excedeu-as, contrariando todas as criticas negativas que surgiram desde a noticia da escolha do actor. O actor entrega um Bond mais negro (e mais louro) e intenso, e no entanto credível, física e dramaticamente falando, e mais de acordo com a personagem dos livros dizem fãs mais hardcore. A relação de Bond com “M”, a sua superior (Judy Dench, o único membro do elenco herdado dos filmes anteriores) é muito interessante, pois esta não lida muito bem com a arrogância do agente. "Le Chiffre" o viciado em jogo que verte lágrimas de sangue é interpretado com convicção por Mads Mikkelsen. O resto do elenco não destoa e contribui para que o filme realizado por Martin Campell (novamente o revitalizador da saga, depois de “Goldeneye”, o primeiro filme com Pierce Brosnan) seja um espectáculo repleto de acção e emoções fortes, com impressionantes sequências de causar ataques cardíacos, como as perseguições no calor do Uganda (Bond persegue Mollaka, interpretado por Sebastien Foucan, o guru do parkour, que utiliza a sua arte para pular prédios, gruas, etc) e no Aeroporto de Miami, e com um final soberbo.

O Melhor: A realização, as cenas de acção, o tema “You know my name”, Daniel Craig.

O Pior: As críticas injustas a “You know my name”. Continuo a perceber tanto de poker e jogos do género como no início do filme: nada. Ainda faltar muitos meses para sair o DVD. Demasiado product placement (telemóveis Sony Ericsson, portáteis Vayo, etc. A MGM/Columbia Pictures produziu o filme, e a Columbia Pictures pertence Sony Pictures Entertainment. E o Aston Martin e Ford Mondeo…)

Veredicto: Um filme electrizante, contagiante e extremamente recomendável.
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No passado dia 9, foi colocado na Internet o trailer de “Spider-man 3”. Promete – tal como o teaser – um filme explosivo recheado de acção e de conflitos dramáticos. É só esperar que tantos vilões não destruam a estrutura do filme e que Sam Raimi consiga entregar um filme – a exemplo de Spider-man I e II – equilibrado e coerente.







O TRAILER:





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Os fãs dos “Simpsons”, uma das melhores séries de comédia de sempre, podem regalar os olhos em mais um pequeno excerto da aventura da família mais amarela da América no grande ecrã. E que no seu estilo inconfundível começa com uma sátira á enchente de filmes de animação em 3D.
Estreia a 27 de Julho de 2007.





O PRIMEIRO TEASER-TRAILER:





O SEGUNDO TEASER-TRAILER:




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Saíram a público os designs – para a versão em imagem real – de uma das personagens mais carismáticas da saga Transformers: o “pequeno” (em termos Cybertrorianos é claro) “Bumblebee” (em Portugal “Moscardo”, pelo menos na incursão em BD)! Quem estava à espera de vê-lo adoptar a imagem tradicional do pequeno carocha amarelo desiluda-se, agora “Bumblebee” na sua versão de quatro rodas é um Camaro. Pelo menos é amarelo!



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Foram recentemente revelados os designs dos vilões do jogo do filme “Spider-man 3”, fiéis às imagens vistas no trailer da terceira aventura do trepador de paredes.
Enquanto se fala da possibilidade da existência de um quarto vilão, as imagens divulgadas retratam Sandman, Venom e o segundo Duende-Verde (Harry, o “amigo” de Peter Parker - a identidade civil do “cabeça-de-teia”) com maior detalhe do a montagem brusca do teaser e do trailer deixaram apreciar. Acho de um gosto um pouco duvidoso o look do “Surfista Verde” que Harry apresenta nesta imagem. (Uma piada relacionada com o próximo filme “Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”?)

Cliquem na imagem para ver versão maior.



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