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Screencapture do jogo Superman Returns: The Video Game.
Mais aqui.
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É possível fazer download do trailer de um dos filmes sobre o tema do 11 de Setembro de 2001, mais especificamente a história do quarto avião, aquele que nunca chegou ao seu alvo, realizado por Paul Greengrass (The Bourne Supremacy).
Cliquem aqui.
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Na minha busca por podcast interessantes, encontrei este site em português (do Brasil) sobre o universo Star Wars. Têm disponíveis 4 ficheiros para download. Check it out!
http://www.jedimania.com.br
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"V" explode os tribunais da justiça corrupta

A confusão reina durante a fuga de "V".

"V" é um guerreiro feroz.

No meio da destruição há tempo para um belo fogo de artificio.

"V" prepara-se para sair.

As peças estão todas no sitio.

"V" deixa uma recordação junto ás suas vitimas.

As forças da autoridade em acção.

Evey ameaçada pelos Fingermen.

"V" enfrenta os Fingermen.
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Os cidadãos acreditam no que "V" simboliza.


"V" invade locais bem guardados


Agora Evey é livre!


Evey recupera a esperança.


"V" tem uma surpresa no cinto!.


"V" escapa do cativeiro.
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O Interrogador de Evey



Corte de Cabelo na prisão



O bombardeamento das Câmaras do Parlamento


Evey exibe-se para o Bispo
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Caros leitores, abaixo destas linha vão encontrar uma comparação visual, elaborada por moi même, entre o filme "V de Vingança" - sobre o qual vos falei em posts anteriores - e a BD original.

Adorável desfile das forças armadas. Alguém disse "Terceiro Reich"?




Um dos impiedosos Fingermen mostra o crachá.


"V" conforta Evey.


"V" em acção sobre os telhados de Londres.




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Semanas atrás lia graphic novel – a BD, ou como lhe queiram rotular – na qual este filme está baseado. Não sei se foi o mais acertado, ou não, mas uma coisa é certa, este não era o filme de que estava á espera. Não é pior, nem melhor. É diferente. Chamem-lhe reimaginação, releitura, ou que seja; é uma visão, uma interpretação dos textos e desenhos originais, e como tal poderia ter dado origem a uma infinidade de versões, uma infinidade de diversidade, como os seres humanos são. Essencialmente este filme dá-nos um vislumbre, uma espreitadela pelas cortinas do palco humano, de que talvez seja possível viver e conviver com todas as diferenças. E do pode acontecer quando nos decidimos a fazer frente a quem nos nega os mais básicos direitos conquistado por aqueles que vieram antes de nós. E então, tal como eles, talvez sejamos impelidos a recorrer à força – das ideias, das armas, das palavras – para recuperar a capacidade de fazer as nossas próprias escolhas pessoais.

Será esta uma película que faz a apologia das bombas, do terror, da anarquia? Decididamente não. Apenas nos coloca a questão do que seríamos, ou não, capazes de sacrificar para tentar atingir um mundo que acreditamos ser melhor e mais livre. Mais que um filme de acção imparável – como o trailer parecia anunciar, para atrair publico ás salas – é um confronto de ideias, que ambiciona – sem ser pretensioso – que o espectador se interrogue, sem lhe fornecer respostas prontas a digerir. Não é um filme perfeito, foram tomadas algumas decisões de realização que ocasionalmente prejudica o ritmo, mas no final, na apoteótica conclusão, no momento em que o povo se rebela – primeiro através de distúrbios e mais tarde pela resistência pacifica – contra as ameaças e injustiças de um governo decadente forçado pelos planos engenhosos de “V” a revelar a sua verdadeira natureza, quando desafiam as forças das armas, quando estas mesmas forças armadas têm a hipótese de decidir se massacram civis armados, nesse instante – o mais belo e emocionante do filme – somos nós que também lá estamos, sem medo, só com ilusões de esperança, a assistir à derrocada dos símbolos e instrumentos da corrupção, do medo e da opressão. Salve as devidas diferenças, uma revolução quase sem sangue, um pouco como o “nosso” 25 de Abril, que me permitiu o direito de escrever estas mesmas palavras.

“Remember, remember the fith of November, the Gunpowder Treason and Plot. I Know of no reason why the Gunpowder Treason should ever be forgot.”

“V de Vingança” (“V for Vendetta” ) tem inicio com uma curta introdução à pessoa de Guy Fawkes (e paralelamente a identificação de “V” com este símbolo) o católico que no Século XVII tentou explodir as Câmaras do Parlamento, mas que fracassou sendo capturado e enforcado, um fracasso ainda comemorado anualmente na Grã-Bretanha e ao qual os versos no parágrafo anterior fazem menção.

Passamos ao presente, isto é, a um futuro próximo (diferente da ambientação da BD nos escuros anos 80 de Margareth Tatcher e mais próximo ao nosso presente ao nível de tecnologias de comunicação) dominado por um governo autoritário de cores fascistas, que num passado recente foi responsável pelo desaparecimento de milhares de negros, muçulmanos, homossexuais e outros grupos que não estão de acordo com o catálogo da nova ordem empossada pelo medo da população. Num paralelo inquietante com as acusações – no nosso mundo – de que os EUA permitiram os ataques ao World Trade Center; este governo dominado pelo partido conservador e ultranacionalista Norsfire, fortaleceu o seu poder atacando o seu próprio povo, matando quase 100 mil pessoas, incriminando um grupo de extremistas, que rapidamente confessaram e foram executados.

A jovem Evey Hammond (na BD prostituta, no filme estafeta da estação de TV do Estado) ao sair depois da hora do recolher obrigatório é apanhada num beco escuro por um grupo de Fingermen – rufias a quem as autoridades dão armas e distintivos com o objectivo de aumentar o controlo policial. Porém antes de poderem consumar a violação, uma figura mascarada de Guy Fawkes e modos teatrais surge das sombras e confronta as forças da autoridade para salvar a jovem. Cortesmente, convida-a a assistir noa telhaod a um espectáculo como nunca viu. A explosiva destruição dos tribunais de Old Bailey ao som da “1812 Overture” de Tchaikovsky, em comemoração do 5 de Novembro, a data do fracassado ataque que caiu no esquecimento. Esta é mais uma das alterações da adaptação da BD para o ecrán; no inicio “V” destruía as Câmaras do Parlamento, depois Old Baylei, mais tarde os edifícios dos meios de comunicação, propaganda e vigilância, e no grand finale um metro cheio de explosivos directamente por baixo de Downing Street. Além disso, várias personagens e situações foram eliminadas ou fundidas para simplificar e reduzir o enredo.

Em seguida, “V” infiltra-se na Torre Jordan, sede da Televisão e sob ameaça de um colete de explosivos envergado pelo próprio, força uma emissão para todos os televisores, para ter uma “conversa em família” na qual lembra ao povo as suas responsabilidades e marcando para dai a um ano a queda do regime. Ao ser salvo da captura por Evey, “V” recolhe-a e torna-a sua protegida em reclusão na sua casa-museu subterrânea. Entretanto “V” continua a sua onda de assassinatos de membros importantes do Partido – e com ligações ao seu passado como vitima num campo de concentração onde foi monstruosamente modificado – indivíduos como Lewis Prothero – “a Voz de Londres”, o narcisista rosto da propaganda populista e demagoga do governo liderado pelo Alto Chanceler (uma personagem diferente do Líder da BD – um homem solitário que apenas amava o computador “Fate”, a maior criação do regime – e que aqui é mais agressivo, mais “hitleriano”); um bispo pedófilo (“hora infantil na abadia” como se referem os funcionários responsáveis pelas escutas de vigilância, quando era altura de o bispo se divertir) e a médica responsável pelas experiências que transformaram “V” num ser superior e vingativo. Entretanto “V” tenta que Evey se aperceba da justeza do seu trabalho e a própria deseja ajudá-lo, mas apenas como forma de escapar do cativeiro. Enquanto “V” elimina o bispo Evey busca refúgio na casa de Gordon, um homem mais velho com o qual vive durante uns tempos até ele ser capturado pelas autoridades comandadas por Creedy, após ridicularizar o Chanceler no seu programa de TV – uma sequência verdadeiramente hilariante que tem consequências terríveis. Também Evey é apanhada, aprisionada e torturada com o objectivo de que denuncie o paradeiro ou identidade de “V”. Mas na prisão vai conhecer a história de Valeria – uma das muitas pessoas eliminadas pelo Norsfire pelo crime de serem diferentes – o que lhe dará força para continuar a viver e resistir aos interrogatórios. Finalmente é libertada e meses depois procura “V”, que lhe apresenta as peças finais dos seus planos, a vingança de 20 anos. E deixa a Evey a escolha de completar o puzzle, a hipótese de continuar com tudo – a destruição das Câmaras do Parlamento – enquanto “V” parte para aniquilar o líder da nação e o seu provável sucessor.

Fiquei surpreendido com as imagens violentas do campo de concentração, o modo como filmaram os corpos das vitimas, um eco dos campos de concentração nazis, e no entanto esperava uma tortura mais violenta para Evey. No campo das personagens, algumas mudanças importantes, Finch continua obcecado em descobrir “V”, mas é mais acessível e mais ambíguo. Creedy foi promovido a conspirador para desbancar o Chanceler. No filme Evey foi mais difícil de converter á causa de “V”, a história de Valeria ficou muito semelhante ao original, e embora a apresentação de “V” aos espectadores resulta numa teatralidade talvez um pouco excessiva, também se pode considerar que representa o espírito da personagem, que preparou bem a população para a transição, e de modo a não se incluir a si próprio no futuro da Inglaterra libertada.

O trabalho dos actores foi exemplar, começando com Hugo Weaving a escolha ideal para um papel determinado pela voz, uma Natalie Portman sofredora mas forte e um conjunto de actores credíveis e competentes. Como disse antes, não é perfeito, mas é um bom filme, e saímos do cinema mais impressionados com as questões que levanta do que com os bons efeitos especiais.

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A história base deste filme certamente resultará familiar àqueles que conhecem histórias que se desenrolam em épocas futuras ou contemporâneas controladas por governos totalitários, como é o caso máximo de “1984” de George Orwell (uma obra literária brilhante, que aconselho vivamente aos que desejam ter um vislumbre do que será (sobre)viver na sombra de um estado opressor representado pela figura do Big Brother, que controla e conhece todos os movimentos dos seus cidadãos e que manipula a própria História e a verdade conforme a conveniência do momento). Além das clássicas adaptações homónimas da obra de Orwell em 1956 e 1984 (ironicamente, o protagonista perseguido pelo todo-poderoso estado nesta segunda adaptação é desempenhado pelo actor John Hurt, que em “V for Vendetta” é o ditador desta Grã-Bretanha alternativa), de “Fahrenheit 451” (Francois Truffaut realizou em 1966 a obra de Ray Bradbury sobre um futuro onde os livros são proibidos e destruídos pelas autoridades à temperatura que dá titulo ao livro e à película); existem alguns títulos mais recentes que lidam com a questão de cidadãos que lutam contra o controle total de um estado ou um sistema que anseiam despersonalizar e uniformizar a população tornando-a apta a ser controlada (muitas vezes com a justificação de manter a paz social e militar), como são os casos de: “Equilibrium” (de Kurt Wimmer, uma sociedade perfeita e pacifica, típica deste género de ficção – cada vez mais próxima da realidade – onde é proibido sentir e manifestar emoções. Emoção é a semente da guerra, e é controlada com a administração forçada de drogas supressoras); “Gattaca” (um mundo onde apenas são tolerados indivíduos geneticamente perfeitos); “A Ilha” (toda uma sociedade isolada é mantida no obscurantismo sobre os seus verdadeiros destinos); “THX 1138” (amar é crime); “Aeon Flux” (mais uma sociedade aparentemente harmonioza que reúne os últimos sobreviventes do planeta numa cidade idílica de onde misteriosamente desaparecem cidadãos, para nunca mais serem vistos. Cabe á protagonista enfrentar a dinastia dos Goodchilds, que governa o mundo com punho de ferro há mais de 4 séculos), o upcoming “Ultraviolet” (também de Wimmer, um retrato de uma sociedade futurista governada pelo medo – não da guerra ou de terroristas, mas da doença contagiosa que causa mutações em humanos que são implacavelmente caçados e exterminados, pela segurança nacional é claro). Ainda é de referir a triologia Matrix, principalmente o primeiro capítulo, que além de um espectáculo visual que revolucionou o cinema de acção, também conta a história de um mundo dominado pelas criações revoltosas do homem, que para manter os espíritos entorpecidos e obedientes criou a ditadura perfeita, um mundo de sonhos em que não há indício desse mesmo controle. Como já ouvi dizer, a maior artimanha de Satanás é fazer crer que ele não existe.

Em suma, uma série de obras literárias e cinematográficas que reflecte a preocupação com a possibilidade de um sociedade eliminar por qualquer meio considerado necessário aqueles que são ou representam uma oposição à sua ideologia de manutenção e perpetuação no poder. Exemplos temos muitos na nossa História do Mundo, e mesmo no presente, pois infelizmente é um tema muito actual, num mundo cada vez mais globalizado, paranóico e controlado por grupos decididos a fazer o que for preciso para favorecer os seus interesses e politicas económicas, sacrificando sem hesitação qualquer forma de resistência às mudanças forçadas e impopulares, a bem é claro da democracia, liberdade (e comércio), mesmo tomando decisões que afectam directamente esses mesmos ideais.

Mas retomando a ideia do primeiro parágrafo, a acção do filme “V for Vendetta” (realizado por James McTeigue e com argumento e co-produção dos irmãos Wachowski, os criadores da saga Matrix) desenrola-se numa Grã-Bretanha totalitária, fascista e fortemente militarizada. As liberdades individuais são fortemente limitadas e tudo é vigiado ao pormenor, de forma a dissuadir e suprimir quaisquer acções não consideradas adequadas. Este estado de inspiração ariana e temente a Deus, eliminou milhares de homossexuais, negros e outras minorias que não se encaixam na visão branca e pura do Mundo. Num reflexo do Terceiro Reich também estão presentes, entre outros elementos, os campos de concentração. É neste pais de elites corruptas e hipócritas que surge “V”, um terrorista na plena acepção da palavra que anseia acordar a população “dormente” e destruir o governo, e para tal, não hesita em atacar à bomba símbolos de poder como as Houses of Parliament (que inclui o famoso BigBen) e Old Bailey. Uma noite, num beco escuro, “V” salva Evey Hammond, uma jovem adolescente que na sua primeira noite no mundo da prostituição teve o azar de esbarrar com os “homens da Lei”, que imediatamente se prontificaram a violá-la. “V” toma Evey como sua protegida e molda-a para que perceba e abrace a sua visão de vingança e liberdade. “V” actua mascarado como Guy Fawkes, um terrorista que no século XVII fracassou em explodir as House of Parliament, fracasso esse ainda hoje celebrado no Reino Unido em 5 de Novembro. Aliás, a estreia da adaptação cinematográfica estava originalmente marcada para 4 de Novembro de 2005, mas devido aos ainda recentes atentados de Junho de 2005 no metro de Londres, foi adiado para Março deste ano. Além da polémica dos que acusam a obra de defender o terrorismo, foi o argumentista da complexa BD original, Alan Moore (autor ainda de “From Hell” , “The League of Extraoridnary Gentlemen” – ambas já convertidas ao grande ecran, e “Watchmen”, actualmente em produção) que teceu duras criticas às alterações introduzidas no argumento. Por outro lado, o desenhador da BD em questão – David Lloyd – defende o trabalho dos Wachowski e McTeigue, considerando que mantiveram a essência, mas adicionado um cunho pessoal. Já durante a rodagem o intérprete de “V”, Jamos Puredoy foi substituído por Hugo Weaving (o agente Smith da trilogia Matrix) para acompanhar Natalie Portman (Evey). A verdade é que, o problema não foi muito grande, visto que – tal como na graphic novel – “V” nunca retira a máscara com as feições de Guy Fawkes. Enfim promete uma mistura explosiva de acção a la Matrix, assuntos polémicos e emoções fortes.
Estreia em Portugal dia 23 de Março, esta quinta feira. Estou ansioso para o assistir e no entanto um pouco receoso, apesar de ter lido na Net comentários de pessoas que já assistiram e de ter lido há cerca de um mês a BD original e realmente é fenomenal. Mais uns dias e poderei postar aqui a minha opinião sobre “V for Vendetta”. Se forem ver e quiserem que publique uma critica de vossa autoria sobre este ou qualquer outro filme, actual ou não – enviem um mail para prometheus31@hotmail.com e no assunto escrevam: “Criticas para Cine31”.

"Remember, remember the Fifth of November."
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Já alguns dias que está á venda em solo português a continuação em forma de longametragem das desventuras da tripulação da nave de classe Firefly "Serenity". O filme homónimo é do melhor em ficção cientifica que apareceu nos últimos tempos. Para fanáticos da série ou para novatos, é garantido que vão ficar apanhados pela empatia dos personagens e situações mirabolantes. Cinco estrelas! Tem um defeito. Queremos mais!!

www.fireflyfans.net/
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Para não dizer que sou o único que não posto uma versão alegre e humuristica do sucesso gay do ano, ai vai uma coisinha que fiz durante o tempo que podia ter aproveitado para arrumar o quarto, varrer a casa, dar de comer ao gato, ou outra coisa assim útil:

Uma homenagem ao maior cromo e emplastro do país (pelo menos capturado pelas câmaras):
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Sei que já vem uns dias atrasado, mas vejam esta foto inédita da tomada de posse do nosso novo Presidente da República (pois Império, só se for o Império dos Atrasadinhos da União Europeia).
Beware the Cavaco-man!!

Se não forem fãs de StarWars, ou pelo menos não tiverem visto o Episódio III. A Vingança dos Sith, não vão perceber esta piada. Em caso de dúvidas, não hesitem, mandem-me um mail e...É melhor não.

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O que se passa quando o impensável acontece! Em vez de ser morto pelos certeiros tiros dos Rebeldes um Stromtrooper é ferido! Ferido! Isto é nãoestá morto. O que devem os seus camardas fazer perante tal situação inédita? Vejam aqui: The Injuried Stormtrooper.











Não o tio Lucas não se passou da cabeça, esta é uma produção feita por fãs, para os fãs. Aproveitem o passeio e vejam o resto das outras curta-metragens, no site: http://www.theforce.net/fanfilms/
"You Rebel Scum!"
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Mais algumas imagens:






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Como voçês são muito boas pessoas, aqui vão mais umas fotos do trailer de X3:

A fuga do Anjo do laboratório onde ia ser submetido ao tratamento que destroi o gene X:




























Juggernaut persegue Kitty Pride, o novo interesse amoroso de Iceman:









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