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Se clicarem aqui vão direitinhos a uma série de videos sobre a nova aventura de Tom Cruise, isto é Ethan Hunt, um dos agentes secretos mais conhecidos (secreto e conhecido, hã! grande trocadilho, pá. Devia estar a escrever textos para os Gato Fedorento. Realmente...e ainda por cima não fui eu que inventei esta...piada) do grande ecran. Pois desta vez, depois das pombas brancas de John Woo, toda a gente está á espera para ver o que o criador de "Lost" (Perdidos) trás de novo á saga, visto a sua experiência em criar suspense, intriga e emoção (também é o criador de "Alias" - "A Vingadora". por falar nisso, senhores da SIC, quando é que compram os episódios novos? Nem toda a gente tem TV Cabo...). Toca a clicar, que o link vai auto destruir-se dentro de 5 segundos...5...4...3... (bem, esta laracha, deve ser a mais repetida em sites que falam deste filme, ou da série. Viva a originalidade!)










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Numa altura em que correm rumores que esta pode ser a última entrega das aventuras do principal grupo mutantes da Marvel, está online o primeiro trailer a sério, o outro era só um teaser. Não é mau, mas gostei mais do trailer dos X-Men II. Impressionate as sequências da fuga do Anjo e da perseguição que o imparável Juggernaut faz a Kitty Pride. É esperar para ver.
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Sinopse: Uma família citadina muda-se de armas e bagagens para um grande e velha casa numa pequena aldeia que fica “para trás do sol-posto” e deparam-se com um ambiente físico e humano muito escuro e sinistro, onde ainda se realizam exorcismos a jovens com o demónio no corpo, e onde se tenta manter o mal – sem forma ou assumindo todas as formas – afastado, seja através da religião oficial (na figura de um padre veterano que já perdeu a conta ao exorcismo que fez ao longo da vida, e que já viu muito; e um padre novato, ainda impressionável com o que se passa à sua volta) ou das mais antigas e diversas crendices. A família protagonista não está propriamente entusiasmada com a mudança para a casa escura, mas realizam o desejo do pai de família, que recebeu a casa de herança, e que farto (quem o pode condenar?) da vida na cidade grande decidiu unilateralmente trazer a esposa (tal como o marido, uma mulher formada e cerebral que progressivamente irá confrontar o que acredita com os fenómenos que se desenrolarão na velha casa) e os três filhos: o mais novo, um adolescente preocupado com a ausência de TV Cabo e de tomadas onde ligar a consola de jogos; a filha do meio, jovem mãe solteira a braços com um bebé e com a incompreensão do seu pai; e o filho mais velho, um estudante universitário preocupado com os exames e com a sua independência. Todos serão espectadores e intervenientes em vários incidentes e situações – desde previsões de morte, aparições fantasmagóricas, poltegeists, sessões espíritas (organizadas pelos brincalhões da terra), e pelo vingativo segredo antigo enterrado nos terrenos do casarão – que modificarão para sempre as suas personalidades e atitudes, culminando num trágico clímax.

Crítica: Esta incursão do cinema português no reino do fantástico, mais do que uma película de terror é uma película de mal-estar, que consegue – sem grandes artifícios – introduzir inquietude nos nossos cérebros – mais ou menos – racionais. Reflecte uma luta entre as crenças urbanas e rurais, o lógico e o supersticioso. O cenário quase total do filme é uma aldeia isolada e opressiva, magnificamente caracterizada – sem pressas – por imagens da natureza, que talvez por si só não resultassem sinistras, mas que apoiadas numa grande e cuidadoso trabalho sonoro consegue criar uma magnífica ambientação. Eu não queria ficar na rua daquela aldeia depois do pôr-do-sol e de todas as portinhas e janelas serem imperiosamente encerradas, para manter o demónio do lado de fora. Pouco mais se pode falar sobre o enredo, além do básico, sem revelar pormenores importantes para o avançar da história, que sem ser tremendamente original – principalmente para quem conheça muitas histórias de mistério e fantasmas – é uma nova esperança para que em Portugal se comece a realizar filmes de inegável qualidade artística e simultaneamente compatíveis com o público, sem ter que recorrer exclusivamente à promoção e apelo de cenas de sexo (vocês sabem do que estou a falar) para atrair os espectadores ao escurinho do cinema e verem obras nacionais. Existe a necessidade de criações que combinem a arte e o comercial, o que é possível com muito trabalho e vontade. O cinema não se pode dividir somente em “filmes de intelectuais para intelectuais” e “filmes pipoca”. Digno de menção é o extraordinário trabalho de interpretação de todo o elenco, que contribui para a consistência de um trabalho final que poderia ter enveredado por um caminho mais fácil, com monstros ruidosos e “planos MTV” (ambos compreensíveis quando o objectivo final é outro), mas resultou numa obra séria e elegante, com os sustos utilizados com contenção e sem histerismos, recorrendo a uma banda sonora atmosférica e interessante, que ocasionalmente recorda filmes como “The Villlage” e “The Others”, ou o mal que não se vê, mas que se sente.

Creio que temos um filme de culto!

Pontos Altos: Ter sido escolhido para abrir o Fantasporto, a ambientação visual e sonora, os actores.

Pontos Baixos: Sente-se um pouco a falta de alguns minutos mais intensos, talvez pudesse ter ido um pouco mais além.

Veredicto: Muito interessante filme que combina o folclore de terror nacional com situações mais ou menos inesperadas, para criar uma película sinistra, que não fica atrás do que se pode fazer no estrangeiro, e que se sobreviver à trituradora da crítica pseudo-intelectual irá ficar na história do cinema português, por mérito próprio.

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Se existe opinião unânime sobre a 78ª entrega dos Prémios da Academia, hosted by Jon Stewart (“The Daily Show”, “Death to Smoochy”), é que a maior surpresa ficou guardada para o final, ergo, a atribuição do galardão de Melhor Filme a “Crash” (Colisão, em terras lusas), de Paul Haggis (um dos criadores da série Walker, o Ranger do Texas”, e o argumentista nomeado – no ano anterior - de Million Dollar Baby). Isso só pode ser bom para as vendas de um filme que já saiu em DVD! Outra surpresa foi a vitória do tema "It’s Hard Out Here for a Pimp" extraído da banda sonora de “Hustle & Flow”. What the f#*#? E ainda houve quem reclamasse da música do Titanic?

Este ano, ao contrário dos anteriores, não assisti previamente a nenhum dos filmes nomeados – alguns recém estreados em Portugal – por isso, não fiz lobbie, nem torci por nenhum deles. (Num aparte, como retaliação de “Chicado” ter incompreensivelmente roubado o Óscar de “O Senhor dos Anéis. As Duas torres”, ainda me recuso a alugar esse DVD! Back, you devil!). Porém, já há vários anos que não acompanhava uma cerimónia tão divertida, deste a extraóridnária ironia dos comentários de Jon Stewart até ao atrevimento dos diversos segmentos e clips de filmes que animaram a noite. Impagável a montagem de westerns clássicos, que vistos através do filtro “Brokeback Mountain”, ficam um pouco…gay; e os clips de “promoção” a alguns dos nomeados. Hilariante!

Já vem sendo habitual a apresentação dos prémios de animação serem “apresentados” por personagens virtuais, desta vez uma divertidíssima intervenção de duas personagens CGI de Chicken Little, que se interrogaram sobre o porquê dos patos dos filmes de animação nunca terem calças (o Mickey tem calças, o Pateta também, mas o Donald…anda sempre com as partes baixas ao ar livre). Um momento divertido, mas que no final falhou na parte técnica, porque no momento de pronunciar o vencedor só se ouviu…silêncio e a personagem a mover a boca sem som! Só se consegui descobrir o comtemplado do prémio depois de este ter subido ao palco para os agradecimentos, que este ano no geral, não foram nem muito prolongados nem especialmente inspirados. Crei que muita gente estava à espera que Philip Seymour Hoffman ladrasse aos microfones, como a lenda garante que jurou aos seus amigos de juventude fazer no caso de ganhar um Óscar.

Um dos primeiros prémios a ser entregue foi o de Melhores Efeitos Visuais (a que presto sempre especial atenção, visto a minha predilecção por cinema fantástico e ficção cientifica), atribuído a King Kong, na minha opinião um justo vencedor, uma recompensa ao titânico trabalho levado a cabo pela equipa que trabalha para Jackson. O filme, que ganhou ainda os galardões de Melhor som e Melhores efeitos sonoros, pelo menos nesses aspectos, é irrepreensível. King Kong perdeu apenas a nomeação para Melhor Direcção Artística, para as Memórias de uma Gueixa.

Mas falando de efeitos especiais, foi notória a ausência nas nomeações do derradeiro episódio da saga galáctica de George Lucas, “A Vingança dos Sith” (nomeado apenas para Melhor Caracterização), que trouxe ao grande ecran efeitos nunca vistos, criando um universo visual mais próximo da fantasia do que da ficção cientifica hardcore, mas de grande imaginação e beleza. Lembro apenas a operática batalha espacial que abre o filme.

Outra surpresa foi “Munique”, mas neste caso por não ter levado para casa nenhum dos prémios das cinco nomeações. A Academia não se terá atrevido a premiar o filme que agitou as duas partes de uma guerra suja (existem guerras limpas?) que parece estar para durar.

A propósito do filme de Spielberg, o compositor lendário “John Williams” alcançou – com a dupla nomeação por “Memórias de um gueixa” e “Munique” as 45 nomeações e empatou com Alfred Newman, no posto de compositor mais vezes nomeado. Não ganhou, mas para o ano há mais. Como curiosidade relacionada, o técnico de som Kevin O’Connell, nomeado na categoria de Melhor Som, é o individuo mais vezes derrotado na história dos prémios da Academia: com a deste ano, acumulou 18 derrotas!

Sobre o prémio de Melhor Longa-metragem de Animação, porquê se destaca tanto este ano o facto de os nomeados não serem filmes criados em CGI (como “Shreck”, por exemplo) e consagrados como o regresso à animação tradicional. Apenas um deles é em desenhos animados e ainda assim utiliza imagens computorizadas nalgumas sequências (“O Castelo Andante”) e os outros dois nomeados são em animação de volumes, sistemas muito diferentes do tradicional desenho animado da Disney.

De seguida fica a lista completa do palmarés dos prémios dos Óscares de 2005:

MELHOR FILME
CRASH

MELHOR REALIZADOR
Ang Lee -BROKEBACK MOUNTAIN

MELHOR ACTOR PRINCIPAL
Philip Seymour Hoffman - CAPOTE

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO
George Clooney - SYRIANA

MELHOR ACTRIZ PRINCIPAL
Reese Witherspoon - WALK THE LINE

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA
Rachel Weisz -THE CONSTANT GARDENER

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
WALLACE & GROMIT IN THE CURSE OF THE WERE-RABBIT

MELHOR FOTOGRAFIA
Dion Beebe -MEMOIRS OF A GEISHA

MELHOR GUARDA ROUPA
Colleen Atwood -MEMOIRS OF A GEISHA

MELHOR DOCUMENTÀRIO
Luc Jacquet -MARCH OF THE PENGUINS

MELHOR FILME DE LINGUA ENSTRANGEIRA
Gavin Hood (África do Sul) -TSOTSI

MELHOR BANDA SONORA
Gustavo Santaolalla -BROKEBACK MOUNTAIN

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
"It’s Hard Out Here for a Pimp" - HUSTLE & FLOW

MELHOR DOCUMENTÁRIO- CURTA METRAGEM
Eric Simonson -A NOTE OF TRIUMPH: THE GOLDEN AGE OF NORMAN CORWIN

MELHOR DIRECÇÃO ARTISTICA
John Myhre e Gretchen Rau -MEMOIRS OF A GEISHA


MELHOR MAQUIAGEM
Howard Berger e Tami Lane -THE CHRONICLES OF NARNIA:THE LION, THE WITCH AND THE WARDROBE

MELHOR MONTAGEM
Hughes Winborne -CRASH

MELHORES EFEITOS VISUAIS
J. Letteri, B. Van’t Hul, C. Rivers e Richard Taylor -KING KONG

MELHORES EFEITOS SONOROS
Mike Hopkins e Etahn Van der Ryn -KING KONG

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO
Larry McMurty e Diana Ossana -BROKEBACK MOUNTAIN

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL
Paul Haggis e Robert Moresco -CRASH

MELHOR SOM
C. Boyes, M.Semanick, M.Hedges e Hammond Peek -KING KONG


MELHOR CURTA-METRAGEM – IMAGEM REAL
Martin McDonagh -SIX SHOOTER

MELHOR CURTA-METRAGEM -- ANIMAÇÃO
John Canemaker -THE MOON AND THE SON: AN IMAGINED CONVERSATION

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A propósito do post anterior (Coisa ruim), preparen-se para mais "terror tuga". Segundo as minhas fontes, estreia em Março (ou depois) (mas é de certeza em 2006!) o filme "Floripes". Ora, a Floripes que dá nome ao filme de Miguel Gonçalves Mendes, é uma das lendárias mouras encantadas que assombram todo o Algarve, neste caso, tentando os pescadores de Olhão que se afogavam no mar tentando quebrar o feitiço da infeliz moura. A pelicula utiliza a vincada paisagem arquitectónica, cultura e pessoas de Olhão, influenciadas pela passagem árabe pelo Algarve. Na génese desta longa metragem (120 minutos) está o documentário ficcionado "Floripes ou a Morte de um Mito" (67 minutos), encomendado pela “Faro, Capital Nacional da Cultura 2005” . No trailer, que é um pouco longo, consegue no entante deixar antever uma atmosfera perturbadora, rica em conflitos humanos e sobrenaturais. Espero com ansiedade a estreia desta película filmada em terras olhanenses, que têm bastante potencial, infelizmente muitas vezes esquecido.

Site oficial.
História da Floripes
Trailer
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Acabei de chegar agora mesmo da sessão do filme "Coisa Ruim" - o primeiro filme português a que assisti no ecrán de um cinema. Assisti, isto é, vi metade do filme. Quando chegou á parte do intervalo, o aviso surgiu no ecran, e depois de alguns segundos o filme continuou a ser exibido, sem o som, mas com música daqueles cds que poem a tocar nos intervalos. E ainda por cima numa parte importantíssima do filme. Do mal o menos, lá me - a mim e ao outro espectador presente na sala - trocaram o bilhete para outro dia.

O pouco que posso contar do filme sem revelar muito, é dizer que tem uma excelente atmosfera, asfixiante, tanto a nivel visual como sonoro e musical, fotografia a condizer, um excelente ritmo, e acondicionado por óptimas interpretações. Mais info depois de ter visto o filme TODO.
Entretanto, cliquem aqui.
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Está online o teaser trailer da adaptação homónima do magnifico livro "O Perfume - A História de um Assassino" de Patrick Suskind. A obra dirigida por Tom Tykwer conta no seu elenco com nomes como
Ben Whishaw (Jean-Baptiste Grenouille), Dustin Hoffman (Guiseppe Baldini) e Alan Rickman (Antoine).
Podem assistir ou fazer download do teaser aqui.
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Aqui está, uma nova imagem oficial da terceira aventura do "amigo da vizinhança" Spider-Man. Digam lá se o rapaz não parece estar com uma valente dor de cabeça. O que será que a MJ andou a aprontar para o nosso aracnideo favorito? A prolongar-se a tendência desta foto, toda a produção será afastada dos tons quentes e radiosos das duas primeiras partes. Será que Peter Parker irá envergar o uniforme negro que ganhou na mini-série de BD "Secret Wars"?Um dos inimigos confimados é o Homem-Areia mas fala-se que Venom pode aparecer também para ajudar á festa.


Cliquem aqui e vejam uma versão muito maior desta imagem.

Esse ai embaixo é o Homem-Areia, que tem o corpo maleável como...areia, e consegue moldar o seu corpo a qualquer forma que desejar, desde areia movediça até ficar rijo como rocha.
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Percebo que este filme é adaptação de um livro procedente de um género muito difícil de transpor e de conseguir manter o mesmo grau de comicidade do texto impresso (e neste caso lido nas ondas de rádio, que é onde se originou a saga destes personagens invulgares.), que é dotado de um humor absurdo e difícil de concretizar visualmente. Li o primeiro livro há cerca de um ano e aguardava ansiosamente o produto final para poder avaliar o grau de fidelidade ao espírito do livro. O que mais me preocupava era o aspecto e a recriação visual dos ambientes e personagens. A nível visual creio que a equipa de produção acertou, embora não seguindo os preceitos dogmaticamente. A nave “Hearth of Gold” e o local onde estão armazenados os planetas, ficaram melhor representados do que pude imaginar ao ler o livro. Onde falharam – precisamente no aspecto mais difícil de conseguir – foi na interacção entre personagens e situações, e na dificuldade em manter o sentido de humor peculiar. O DVD tem alguns extras correctos mas que lamentavalmente fazem pouca referência ao material original da “trilogia em cinco partes” de Douglas Adams (além de escrever para rádio e publicações escreveu para as séries "Dr Who" e um episódio de "Monty Phytons flying Circus").
Resumidamente, este filme tem início com a demolição da Terra (pelos borucráticos Vogons) para construção de uma via inter-galáctica (os editais foram publicados com 50 anos de antecedência no Gabinete de Planeamento Local em Alpha Centaury). Só um terrestre é salvo (Arthur Dent, interpretado por Martin Freeman) quando o seu amigo de outro mundo Ford Prefect (Mos Def) pede boleia a uma das naves demolidoras dos Vogons. Já a bordo clandestinamente, Arthur descobre que o seu amigo é um ET e é apresentado ao “Hitchhicker's Guide to the Galaxy”, um admirável guia intergaláctico sobre todo o que se possa imaginar, mais popular que a “Enciclopédia Galáctica”. E mais barato também. Assim que são descobertos, e depois sofrerem torturas inimagináveis (o chefe Vogon lê-lhes um adorável excerto de poesia) são atirados escotilha de ar fora. Acontece algo autenticamente improvável: são resgatados por uma nave impulsionada por uma “Improbability Drive”, comandada pelo Presidente da Galáxia Zaphod Beeblebrox (Sam Rockwell), que se encontra em fuga, precisamente por ter roubado a nave (Hearth of Gold) para encontrar um planeta lendário, onde estará a Resposta Final (ou melhor a Pergunta Final, porque a Resposta Final para o sentido da vida e do universo é: 42). A bordo encontram Marvin ( “the Paranoid Android”, com a voz de Alan Rickman, e corpo de Warwick Davis - o Ewok chamado Wicket) e Trillian (Zooey Deschanel). Esta última, junto com Arthur são os únicos sobreviventes da espécie humana. Todos juntos embarcam numa das mais absurdas aventuras jamais levadas ao grande ecran, que tem os seus bons momentos, mas que poderia ser mais divertido. Não se enqueçam: "Dont Panic!"

O melhor: O visual espectacular e cuidado.

O pior: Arrasta-se um pouco, era desnecessária a nova importância dada à relação entre Arthur e Trillian. Várias piadas falham o alvo.

Veredicto: Fica a sensação que podia ser muito melhor do que resultado final.
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A minha opinião sobre este filme, que foi consagrado quase unanimemente como o “Se7en” do século XXI, é que esta é uma película sobre estimada. Ou então penso isso porque me contaram antecipadamente o twist final, verdade seja dita o mais inesperado e chocante de todo o filme. Globalmente contém algumas ideias interessantes, (a verdadeira identidade e motivação dos protagonistas não é o que parece nos primeiros instantes) embora não tão originais como são vendidas. Acredito que as falhas de “Saw” se encontram a nível das decisões de realização e da montagem, que tiram algum interesse da história, quebrando o ambiente tenso e sujo em diversas situações através do recurso a movimentos de câmara supostamente cool e modernos, mas que pela sua artificialidade e inoportunidade afrouxam o ritmo. Mas globalmente é um filme que se assiste com agrado, com diversos momentos de suspense e reviravoltas, sendo de lamentar que não se tenha atrevido um pouco mais, em cenas como aquela em que um dos protagonistas tem que serrar o seu próprio pé para escapar do terrível jogo planeado e posto em prática pelo sádico “Jigsaw”, o assassino que força as vitimas a matarem-se a si próprias. Esta simpática personagem está de volta em “Saw II”, já estreado, com novos jogos mortais.
Resumidamente, no inicio de "Saw" dois homens que não se conhecem acordam numa casa de banho imunda, amarrados com correntes e com um desafio: um deles tem até ás 6 horas para matar o outro, senão a sua mulher e filhas serão executadas. Quem sairá vivo deste jogo, e até onde serão capazes de ir para salvar a sua vida e a dos seus entes queridos? Junta-se a isto um policia obcecado em capturar este assassino que não mata ninguém e que quer ensinar - da pior maneira - as suas vitimas a darem valor á proópria vida, segredos por revelar e muitas reviravoltas. Recomendado para ver em familia á hora do jantar. Garantido!

O melhor: O ambiente sujo á la “Se7en”, as reviravoltas do argumento.

O pior: Movimentos de câmara típicos de videoclips.

Veredicto: Definitivamente vou ver “Saw II”.
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Confesso desde já que não assisti aos 30 minutos iniciais de “Goal!” (sim, com ponto de exclamação), mas pelo me apercebi serviu para apresentação de personagens e locais. Mas pelo que vi, pouco de negativo existirá para apontar a este filme que narra a história de um jovem americano da comunidade latina (Santiago Munez, interpretado por Kuno Becker) que persegue o sonho de ser uma estrela do futebol e que parte sozinho para a pátria onde nasceu o desporto-rei, para lutar e alcançar um lugar ao sol, integrando-se na comunidade, conquistando pelo caminho uma atraente enfermeira e provando o seu valor contra diversas adversidades. Não será uma obra-prima, é razoável, não ofende a inteligência do espectador. No fundo é a típica história desportiva de superação pessoal, uma versão um pouco mais adulta e virada para o publico male e um pouco mais adulto que o alvo de “Bend it like Beckham”. Devido ao uso de esquemas de cores muito distintos e talvez um pouco óbvios e batidos [as cenas passadas em Inglaterra têm um tom azul que fazem lembrar um episódio do “CSI”(Las Vegas) e as cenas nos EUA parecem um episódio do “CSI Miami”] é simples distinguir entre diversas localizações. Inclui alguma música interessante, e principalmente boas sequências de jogos e treinos à chuva a chafurdar na lama, que trazem um toque de realismo à produção, produzindo uma película bem ambientada e com ritmo. Durante o filme é possível asssitir a diversos cameos de jogadores bem conhecidos, com é o caso de David Beckham, Raul Gonzalez ,Zinédine Zidane e Alan Shearer. E a saga de Santiago continua em "Goal!2" (very original, hã?), actualmente em fase de pós-produção, e volta a acompanhar Santiago que depois de ganhar experiência no Newcastle United é transferido para o Real Madrid. Asseguradas estão as presenças, além do elenco principal do anterior, Butragueño, Ronaldo, robinho, etc.


O melhor: As cenas em que se joga futebol.

O pior: Nada em especial, é um filme mediano.

Veredicto: Bom filme para passar um momento divertido, principalmente para quem é fã do jogo. Eu não sou, mas gostei do que vi.
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Está marcado para dia 27 de Fevereiro o lançamento em Portugal do DVD do filme "Serenity", a continuação das aventuras da tripulação mais irreverente e divertida da TV!
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Nesta altura pouco mais se sabe além do título da sequela de "The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe", mas está agendado para 2007 a estreia de "The Chronicles of Narnia: Prince Caspian" a adaptação do segundo livro da saga a ser publicado (em 1951, um ano depois do mesmo C.S. Lewis ter publicado "The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe"), mas que cronologicamente é o 4º livro das aventuras no universo de Narnia.

Eis a ordem pela qual foram publicados:

The Lion, the Witch, and the Wardrobe - 1950
Prince Caspian - 1951
The Voyage of the Dawn Treader - 1952
The Silver Chair - 1953
The Horse and His Boy - 1954
The Magician's Nephew - 1955
The Last Battle - 1956

E por ordem cronológica:

1 - The Magician's Nephew
2 - The Lion, the Witch, and the Wardrobe
3 - The Horse and His Boy
4 - Prince Caspian
5 - The Voyage of the Dawn Treader
6 - The Silver Chair
7 - The Last Battle


O enredo do filme pode ser resumido da seguinte forma (adaptado dos sites www.moria.co.nz e www.cinema.art.br):
Em Narnia séculos passaram-se desde o reinado de Peter, Edmund, Susan and Lucy. Caspian, o jovem príncipe herdeiro, ouviu histórias deles, do leão Aslan e de como animais falantes existiam em Narnia. Mas o tio de Caspian, Miraz, que governa em seu nome, desmente essas histórias e decide proclamar-se rei. Mas essas histórias de outrora são secretamente confirmadas pelo Dr. Corneluis, tutor de Caspian, que é obrigado a fugir com o jovem herdeiro quando a rainha dá á luz um novo filho, o que significa que Miraz está á vontade para matar Caspian, que deixou de ser necessário. Caspian encontra faunos, anões e animais falantes que o proclamam o seu rei. Encurralado numa cave, depois de o seu tio lhe declarar guerra, Caspian sopra a trompa mágica deixada por Susan. Quando isto acontece, Peter, Edmund, Susan e Lucy (para os quais só passou um ano de tempo na Terra) são transportados de novo para Narnia. Enquanto tentam alcançar Caspian para o auxiliar, em meio de uma guerra civil, Lucy é guiada pelo espírito de Aslan, que lhe pede que tome um curso de acção diferente do que os outros tencionam seguir.

Sobre este filme:
www.narniafans.com
www.imdb.com

Este livro já havia sido adaptado para Tv em 1989, sob o título "Prince Caspian and the Voyage of the Dawn Treader".

Sobre a Saga de Narnia:
www.narniafans.com/
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Simon
You are Simon, the young, brilliant doctor. Your

devotion to your sister drove you to part

with the world you knew. Raised on a

civilized planet, you are not used to coping

with the situation you have landed yourself

in - though you seem to be adapting well

enough to suggest robbing a hospital.


Which Firefly character are you?
brought to you by Quizilla


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Volcano High (Whasango) 2001 Coreia do Sul, realizado por: Tae-gyun Kim

Peguei na capa do DVD, li a sinopse e julguei que deveria ser divertido, tal como um anime japonês adaptado a imagem real (na capa está uma frase mais ou menos assim: “Tigre e o Dragão” encontra-se com “Matrix”), a história de um jovem com poderes sobre-humanos que depois de ser novamente expulso do colégio dá entrada noutro estabelecimento de ensino, mas os problemas começam de imediato. A procura de um Manuscrito Secreto, que dará poder ao seu possuidor, a guerra entre clubes rivais e claro, a inevitável paixoneta do protagonista pela rapariga mais bonita do colégio. Mas apesar de ter um ou outro momento mais interessante, no global é um filme desconexo e que falha por diversas vezes, a nível de argumento e ritmo, recorrendo a situações previsíveis e estereotipadas, música e montagem supostamente “modernaça”, e que ainda se arrasta no tempo desnecessariamente. Apesar de desde há alguns anos estar habituado a ver produtos audiovisuais asiáticos, houve alguns gags e situações que me passaram ao lado. Menos algumas personagens e situações inconsequentes melhorariam imenso a película. O que podia ter sido uma interessante power-fantasy, com adolescentes superpoderosos (quem nunca desejou – tal como na sequência inicial – projectar um professor a alta velocidade contra o quadro preto?) resultou num produto de consumo e esquecimento rápido, no entanto com bons efeitos especiais. Acabei de o ver há alguns minutos, e decidi escrever logo este comentário antes que me esquecesse.

O Pior: A duração, os buracos na história.Promete mais do que dá.

O Melhor: Os efeitos especiais, o visual da produção.

Veredicto: Sempre é melhor que ver um episódio dos Morangos com Açúcar. Bom para passar o tempo.


Mais info aqui.
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