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Baseado no comic Hellblaser, o protagonista desta película é Constantine, Jonh Constantine – um anti-herói que morreu uma vez (suicidio) e agora sofre de um cancro mortal nos pulmões – o que não o impede de fumar como uma chaminé do Inferno. E o Inferno é um local que Constantine conhece bem, já que é lá que TODOS os suicidas vão parar (neste ponto cheguei a pensar se o filme será patrocinado por alguma Igreja, mas resulta interessante e irónico assistir à aplicação de alguns dos dogmas da Igreja). E parece que os simpáticos demónios do submundo paralelo se fartaram do calor oprimente do Reino de Hades e decidem – surpresa – fazer umas excursões à Terra e já agora conquistar o planeta (excelente a visualização do inferno, um sítio não muito agradável e ventoso). Entrementes vamos sendo apresentados a uma galeria de personagens bizarras, entre demónios, anjos e “neutrais”, durante a corrida (hesitante no inicio é claro) de Constantine para salvar a rapariga e o planeta da vinda do filho do Diabo (a aparição e aspecto deste homem de branco é quase inenarrável). Interessante e muito forte a química entre os actores protagonistas, apesar de não chegar a existir o tradicional “gajo salva o mundo e fica com a gaja”.Sumariando, um filme interessante e entretido, com boas ideias e ritmo que torna credível um universo que filmado de outro modo seria no mínimo chunga. Aviso: vejam o filme até ao final dos créditos ou arriscam-se a perder uma surpresa!
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Batman - O Inicio

Por vezes, quando as espectativas são muitas, o espectador fica decepcionado. E tenho a certeza que "Batman - O Inicio" é um bom filme, mas sinceramente, esperava algo diferente. Certamente que quando rever o filme, dessa vez livre de preconceitos e espectativas, vou apreciá-lo mais, tal como aconteceu com "Spiderman" e "X-Men" (para quem ainda não tinha dado por isso, sou grande fã de BD e das suas - mais ou menos conseguidas - adaptações ao silverscreen.
Resumidamente, somos apresentados á tragédia de Bruce Wayne e a sua luta para trazer justiça às vitimas dos criminosos que pululam em Gotham City - a cidade mais corrupta do Mundo, aparentemente com apenas um policia honesto, o futuro comissário Gordon, confrontando através do seu alter-ego Batman inimigos muito mais poderosos e influentes que aquele zé-ninguém que assassinou o papá e a mamã Wayne à saida do teatro (Nota pessoal: prefiro aquela versão em que Bruce e os pais foram assistir a um filme sobre as aventuras de um justiceiro mascarado de negro - O Zorro). O toque feminino num elenco de homens é trazido por Katie Holmes, amiga de infância de Bruce. Actores como Michael Caine, Gary Oldman, Morgan Freeman, Liam Neeson dão o equilibrio a um filme assente na realidade, o que o afasta dos outros filmes da série Batman (principalmente os dois últimos), com vilões e situações histéricas. Esperemos que o próximo Batman, já livre de contar origens, se desenvolva mais no terreno da acção, mas sem abdicar de um argumento e actores crediveis.

O Melhor: O diálogo final com Gordon.
O Pior: A narrativa apresenta-se um pouco desconexa. Repetição de ideias e diálogos.


A Guerra dos Mundos

Nota pessoal: Aquilo que falei sobre espectativas também funciona ao contrário: Não estava á espera de nada de extraordinário neste filme, apenas uma ou duas cenas espectaculares e pronto! Mas estava felizmente enganado. Spielberg realizou um filme entretido, que se arrasta por vezes em cenas dispensáveis, apesar do excelente trabalho dos actores. E ao contrário do que é habitual num filme com Tom Cruise, não há perigo de overdose da imagem deste idolo de milhões (de dólares!).
Afinal o filme é de Spielberg. Ora isso é bom e mau. bom porque garante bons efeitos, situações excitantes e bons actores. E mau, porque temos excesso de "momentos familia", uma obcessão do realizador. É extraordinário, que apesar de ser baseado num livro tão conhecido, e de todos sabermos o que acontece a seguir, o cineasta consegui manter um excelente suspense e ritmo até à aparição dos ETs (estes não querem ir para casa, querem é ficar com a nossa...) e depois segue-se uma sequência extraordinária que remete para os minutos iniciais de "O Resgate do Soldado Ryan" (de Spielberg, obviamente) pelo realismo e ritmo alucinante.
Algumas coisas foram mudadas na adaptação, por exemplo, apenas os Ets são caiem do cé, as máquinas de destuição já estão enterradas há milénios. Mas continua a localizar a acção inicial nas redondezas de uma grande cidade, embora nos EUA do século XXI, uma cena passada no rio e a forma como os Ets são eliminados, e as falas do narrador (Morgan Freeman, num intervalo de arranjar o carburador para o Batmobil).(Se disse alguma asneira, perdoem-me mas já li o livro há uns tempos).

O Melhor: O suspense até à revelação e o ataque (realista) das máquinas tripodes.
O Pior: O excesso de atenção dada á relação familiar, que quebra o ritmo por várias vezes, e o "regresso a casa".
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"Star Wars. Episode 3: Revenge of the Sith" - A Banda Sonora Original

At last! Depois de tanto tempo de espera coloquei as minhas mãos numa cópia (legal!) da banda sonora para o último episódio da trilogia de prequelas. Obviamente, já conhecia a banda sonora em si (gracias Shareaza), mas o motivo pelo qual adquiri este CD e contribui para o "Fundo de Auxilio Internacional a George Lucas" foi o DVD bónus que acompanha a BSO, e que se intitula: Star Wars: A Musical Journey. E o que vêm lá perguntam os meus inúmeros fiéis leitores? Pois bem, inclui um trailer do jogo baseado na película. Ah! E o principal: 16 vídeos que utilizam filmagens, artwork e as músicas por John Williams para seis filmes da saga. Ainda não tive tempo para assistir a todos, mas o vídeo "A Hero Falls" que utiliza o tema "Battle of the Heroes" é simplesmente espectacular. Mais tarde espero incluir aqui no blog uma lista com a descrição de todos os segmentos. E antes de cada vídeo há uma pequena introdução do actor Ian McDiarmid (o Imperador). De referir ainda que as imagens impressas tanto no CD como no DVD são sensacionais, e que o booklet é um poster A4. Recomendado!
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Fãs de Peter Jackson, de um certo gorila gigante, e de filmes de acção e aventura acordem! Já está disponível na Net o trailer de King Kong, que nos apresenta algumas imagens extraordinárias. Porém sou forçado a concordar com uma opinião que li no CINEBLOG (http://cineblog.blogs.sapo.pt), realmente parece tudo excessivamente digital. Espero que a equipa que nos trouxe as maravilhas do Senhor dos Anéis não nos desiluda… Vejam aqui: www.moviemaze.de/media/trailer e procuram King Kong (na letra "K", hã!)

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Também no CINEBLOG fui apresentado a uma paródia suíça à trilogia de Peter Jackson: "The Ring Thing". Hilariante! Espero que tenha o êxito internacional suficiente para ser distribuído na pátria lusa. Espreitem o site oficial e vejam o trailer, um vídeo musical e wallpapers: http://www.ringthing.ch

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Ainda não vi "Batman Begins" mas estou a trabalhar nisso…very soon…
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Este blog é sobre cinema, mas existem poucas bandas com um som tão cinematográfico como este conjunto de Alcobaça que veio tocar ontem à noite (17 de Junho) a Olhão no âmbito das comemorações do dia da cidade, comemorado a 16 de Junho, feriado local. Um espectáculo equilibrado que, devido em grande parte à empatia do grupo com o público e uma exibição visual adequada, conseguiu criar facilmente um ambiente de descontracção ideal para desfrutar dos temas apresentados, que foram escolhidos do último álbum (AM/FM) em conjunto com alguns temas mais antigos dos álbuns anteriores. No final, já depois das despedidas, a assistência foi brindada pela segunda vez com o novo single dos Gift. Sem dúvida, momentos entretidos, que pareceram chegar ao fim muito rapidamente. Merecia um espectáculo de maior duração.
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Terminei de ler em .pdf mais este volume da saga de Harry Potter, e devo confessar que fiquei impressionado com a evolução registada desde "H. P. e a Pedra Filosofal". Um livro negro, que para criar um bom filme decerto vai ter que ser muito retalhado, devido ao excesso de informação. E o teaser trailer promete!
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Neste site é possivel encontar no endereço http://chud.com/news/3309 uma sequência de 100 filmes ( sem ordem de preferência) que mereciam mais reconhecimento público ou critico do que o obtido na altura da estreia, dando origem porém, a bastantes títulos de culto. Na lista estão incluídos películas como: Gattaca (1997, de Andrew Niccols), Equilibrium (2000, de Kurt Wimmer), Contact (1997, de Robert Zemeckis), Shadow of the Vampire (2000), Ed Wood (1994, de Tim Burton), Candyman (1992) e Gremlins 2 (1990, de Joe Dante). No mínimo, curioso, vale uma olhada.
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Se a semana passada dediquei espaço à maior revista portuguesa de cinema, hoje vou-me referir a uma revista do país de nuestros hermanos: Acción. Uma revista que já colecciono desde cerca de dois anos, e que ao contrário da maioria das revistas que vêm de Espanha, chega ás bancas portuguesas no mesmo mês a que se refere. Esse foi o principal motivo pelo qual deixei de comprar a Imagenes de Actualidad (comprei desde 1997 até este ano) que chega com cerca de três meses de atraso. Mas não posso lamentar a troca, visto que na minha opinião, a revista Acción tem evoluído apreciavelmente. Por exemplo: inclui um coleccionável mensal de história do cinema com oito páginas, previsto para cinquenta e seis entregas, actualmente na sexta. Um trabalho interessante e competente, sem demasiados preciosismos técnicos. Inclui ainda todos os meses dois posters A3 de películas actuais (este mês, em consonância com o destaque de capa, oferece dois posters de Batman Begins) e fichas coleccionáveis de fimes clássicos, actuais e actores. Na secção "El peliculo del mês" são dedicadas duas páginas a uma versão em BD satírico e mordaz dos blockbusters do momento. Como referi acima, este mês o destaque vai para o novo filme do Cavaleiro das Trevas e além de um matéria especial sobre o filme e actores, ainda três páginas sobre as origens de Batman. Ainda há espaço para incluir a rubrica "Mundo Fantástico Fantasía , ou seja as noticias mais recentes sobre o cinema de Terror, Gore e ficção Cientifica, e ainda espaço para novidades em cinema "para adultos". A outra produção norte-americana em destaque é o eminente A Guerra dos Mundos (The War of the Worlds) de Steven Spielberg. Em suma, uma revista profissional, sólida, sem pedantismos e com autores que amam cinema. Que acho que é o mais importante não é?
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Lucas falou sobre a possibilidade de a personagem de Bobba Fett, o famoso caçador de recompensas, entrar na série para televisão em imagem real sobre o universo StarWars (cronologicamente colocada entre os episódios 3 e 4) que está actualmente em desenvolvimento.
Mais info em:

http://www.theforce.net/
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Já que estamos em maré de postar links, ai vão mais uns quantos:

The Legend of Zorro
A sequela do filme protagonizado por Antonio Banderas, Catherine Zeta- Jones e realizado por Martin Campell, está prestes a chegar ao grande ecran reunindo os protagonistas e o homem do leme de A Máscara de Zorro, um filme divertido, com bons momentos de aventura. Este trailer já trás um ponto negativo contra ele: anda um miúdo (filho do Zorro) á solta pelo filme para ser salvo e dizer piadolas (alguém se lembra do Regresso da múmia?). Porquê? Alguém ai disse para atrair putos ao cinema e vender pipocas e refrigerantes? Não, decerto existe um motivo artistico para isso. Não?
http://www.jurassicpunk.com/movies/legendofzorro.shtml

War of the Worlds
Este é o trailer do filme de Spielberg (com Tom Cruise) e não aquele de uma produtora britânica independente que provavelmente meia duzia de pessoas vai ver. Se olharem bem podem ver o pezinho delicado de um dos marcianos que parece que querem destruir o mundo, ou isso...
Agora a sério, esta pelicula promete.
http://www.jurassicpunk.com/movies/waroftheworlds.shtml

SkyHigh
Se o seu filho tem superpoderes e não sabe o que fazer com eles e a escola do Professor Xavier para os Jovens Dotados já não aceitar inscrições é para aqui que deve mandar estudar o seu rebento que precisa de desenvolver e controlar as suas habilidades.
Pois é, uma escola repleta de jovens superpoderosos misturado com as habituais trivialidades colegiais e um inimigo mortal que quer....vingança!!
http://www.jurassicpunk.com/movies/skyhigh.shtml

The DaVinci Code
Para aqueles que como eu não conseguiram parar de ler este grgande romance apressem-se a ver neste link o teaser para o filme com estreia marcada para Maio de 2006. Não vão ver nenhuma imagem do filme, mas serão apresentados ao look da produção.
http://www.jurassicpunk.com/movies/davincicode.shtml
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Como prometido ai está o link para o teaser do quarto filme de Harry Potter. Acabei ontem de ler o volume 3 e comecei imediatamente a ler Harry Potter e o Cálice de Fogo (em .pdf claro - versão brasileira - , e só (!) já faltam ai quase 400 páginas...bem, a Ordem de Fénix tem mais de 700!!) para ver se acabo de ler antes de ver o filme no cinema, já que só li os outros três depois de ver o filme ( e continuo a achar os filmes superiores...)

Ai está, have fun:

http://www.jurassicpunk.com/movies/harrypotter4.shtml
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Foi com curiosidade que agarrei na edição de Junho da Premiere portuguesa (ano 6/ Número 68). A capa prometia: Destaque para a estreia este mês do mais recente Batman, a película realizada por Christopher Nolan (Memento, 2000) e Sin City (definido na capa como "O Filme de Culto do Ano". Não podia concordar mais, como já sabe quem leu a minha opinião anteriormente). Também era prometida uma entrevista exclusiva com Katie Holmes, o interesse amoroso de Bruce Wayne em "Batman - O Inicio", e uma compilação de "22 Sagas Imprescindíveis". E só posso dizer que este foi, pelo menos para mim, um dos melhores números da Premiere em muito tempo.No editorial, por José Vieira Mendes, uma breve reflexão sobre a nova cinefilia e a sua relação com as novas técnicas e tecnologias de fazer e ver cinema, e inevitavelmente, a marca deixada pela Saga Star Wars no mundo do cinema.A secção de críticas abre com chave de ouro: a crítica de Tiago Pimentel aquele que foi o filme mais esperado desde que quase três décadas atrás, o sonho e trabalho de um homem nos levou a uma galáxia muito, muito distante (Era inevitável usar esta frase. Processem-me!). Segundo T. Pimentel, o filme de George Lucas, "A Vingança dos Sith" pode ser definido como " (…) uma ópera trágica arrasadora (…)" cujos acontecimentos e relações são "(…) muito mais que o maniqueísmo que muitos querem impor. O Lado Negro é apenas o limite mais pesaroso do mais nobre sentimento do mundo. (…) foi o amor que mergulhou Anakin Skywalker no Lado Negro e (…) foi também o amor que o resgatou novamente. Que maior epopeia humana poderíamos pedir?". T. Pimentel atribui ***** (5 estrelas), ou seja, o grau de Magnífico, ao filme que fechou com chave de ouro a maior e mais influente saga do cinema moderno.Ainda a propósito do "Episódio III" um artigo da autoria de Luísa Alves que é, segundo a própria uma introdução a um estudo que está a desenvolver, com o nome de: "Uma Leitura Mágica de A Guerra das Estrelas". Interessantes os paralelos estabelecidos entre a Saga de Lucas e figuras como Fausto e S. Cipriano.
A revista dedica sete páginas ao capítulo da saga do Homem-morcego que promete fazer esquecer os quatro filmes anteriores baseados na figura de Batman. A equipa responsável pretendeu mesmo ignorar a continuidade dos filmes anteriores e começar do zero, influenciados por obras como a mini-série "Batman: Ano Um" e as graphic-novels "Asilo Arkham" e "A Piada Mortal". Veremos se a película marcada para estrear este 23 de Junho nos faz compreender o que move Batman na sua cruzada pessoal contra o crime, ou se pelo menos nos faz esquecer os mamilos nos uniformes emborrachados do Cavaleiro das Trevas e do Rapaz Prodígio naquela aberração intitulada " Batman & Robin" (ugh! Esses devem ser os uniformes - junto com o do Demolidor de Ben Aflleck - mais gays da história da adaptações de BD para o grande ecran).
Igualmente sete páginas foram utilizadas para um breve olhar sobre as qualidades e defeitos de vinte e duas sagas cinematográficas, assunto que certamente pede um livro inteiro para ser desenvolvido amplamente. Concordo inteiramente com F. Fernández e L. Salvado, quando referem sobre a saga Star Wars que o filme "a recuperar" é o Episódio II: O Ataque dos Clones, um filme de acção e espectáculo extraordinário, um dos meus favoritos.
Nos destaques em DVD encontramos a análise do DVD de "Team América" (o filme de acção protagonizado por marionetas na tradição da série de TV "Thunderbirds" que combatem o mal terrorista por todo o mundo, destruindo à boa maneira americana tudo o que fica pelo caminho, e ainda têm tempo para se envolverem em cenas de sexo explicito - entre marionetas!) e também de uma série que recordo da minha infância: Verão Azul - Caixa 1 (constituída por três DVD onde se repartem os primeiros 10 episódios de um total de 19) as vivências e aventuras de um grupo de jovens de férias numa comunidade piscatória e turística no Sul de Espanha.
Também na Premiere de Junho, na secção Cinefilia encontro um artigo que me deixou em ebulição:"Perdidos na RTP - Como a Televisão do Estado Destrói Uma das Melhores Séries do Mundo"Sei que "Lost" não é cinema, mas esta série de TV (tal como a outra série criada por J. J. Abrams: "Alias", conhecida na SIC como "A Vingadora") é muito mais cinematográfica que muitas películas que circulam pelos nossos ecrans e clubes de vídeo. Uma série fresca, recheada de situações e personagens intrigantes e não óbvias, tudo montado com um ritmo imbatível.Aconselho vivamente a leitura deste artigo, que certamente resume as frustrações de muitos fãs, nos quais me incluo, de uma série extraordinária. Além da referência ao desrespeito pelos horários e dias de exibição, descubro que "(…) a RTP está a cortar os pré-genéricos dos episódios (…)" eliminando desse modo " (…)fatias importantes de acção a uma série onde todos os pormenores fazem falta.". Shame on you, RTP, Shame on you…
Descobri na página 95 que já está online o trailer para a quarta entrega de Harry Potter: Harry Potter and The Goblet of Fire (Harry Potter e o Cálice de Fogo). Assim que puder coloco aqui um link. Até breve!
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DON'T PANIC!
Comecei a ler pela segunda vez (a primeira desisti por falta de tempo. Nem cheguei a passar do primeiro capítulo) a obra de Douglas Adams: "The Hitch-hickers Guide to the Galaxy", cuja adaptação cinematográfica estreou recentemente nos EUA. Foi precisamente saber que estava a ser adaptada ao grande ecran que me fez procurar informação na Net, e encontrei uma versão em ebook (o tal que abandonei) e alguns sites de fans desta aventura insólita em ambiente de Ficção Cientifica. Até agora estou a gostar muito do humor deste livro que é o primeiro de uma série de cinco. Mais noticias brevemente. Pelo menos o trailer promete.
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Por favor,deixem um comment. Estou a tentar descobrir se existe alguémque se dê ao trabalho de ler isto...Começo a perder a esperança...

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“Fahrenheit 9/11” e “Menos 9”

Eis que chegou esta sexta-feira (20 de Maio) a derradeira sessão do 1º ciclo de Cinema Olhão’05, e as fitas seleccionadas para o encerramento foram o polémico documentário de Michael Moore “Fahrenheit 9/11” e uma divertida curta portuguesa intitulada “Menos 9”.

Desta vez, os convidados foram três (perdoem-me, mas não anotei o nome de todos). O primeiro a usar da palavra foi o Sr. Augusto Calé, que recordou alguns momentos da história do primeiro Cineclube de Olhão, criado há cerca de cinco décadas. O convidado seguinte além de umas palavras sobre “Fahrenheit 9/11” comentou sobre o filme “Respiro” (exibido na semana anterior, devido a troca de bobinas) e as escolas cinematográficas que influenciaram o filme de Emanuele Crialese. Por fim, uma estudante do curso de Comunicação Social da UAlg fez uma breve descrição das técnicas utilizadas na montagem de “Menos 9”, nomeadamente a utilização de flashbacks e do som.

A curta-metragem de Rita Nunes, datada de 1997, é uma das produções portuguesas mais divertidas que já assisti. Com uma duração de 12 minutos, baseada no livro de contos “Crimes Exemplares” (inspirado em testemunhos de crimes reais), a realizadora consegui criar uma produção ritmada, que não apressada, mantendo o essencial de uma história constituída pela narração na primeira pessoa, e com recurso a flashbacks, de crimes, no mínimo, absurdos mas totalmente justificados. Por exemplo, a história de uma patroa atormentada por uma empregada gorda e que não para de falar. A solução? Fechou-lhe a boca com um garfo. Segundo a assassina a empregada não morreu da hemorragia. Rebentou com as palavras que não pode deitar para fora. Ou o jovem que estoicamente espera por um amigo na estação de comboios. O tempo passa, e nada. Uma hora depois chega ele, sem pressas, a sorrir. Obviamente, nada mais restava do que atirá-lo para debaixo de um comboio. Num registo adequado ao tom irónico da fita, sem pedantismos ou pretensões, estas confissões de assassinos, deviam ser um exemplo para outras produções nacionais.

O incendiário documentário que tentou derrubar George W. Bush do poder, procurando reunir uma colecção de factos comprometedores para ele e para a sua administração, é um documentário com ritmo, momentos divertidos e que nos faz reflectir sobre factos que nos são dados como a verdade, ao mesmo tempo que deixa a sensação que tudo pode não passar de coincidências ou manipulações para conduzir a linha de pensamento do espectador. E enquanto espectador, julgo que uma sequência que não contribui em nada para o filme é a da história da mãe que depois do filho morrer nas areias do Iraque muda radicalmente a sua posição em relação ao Exército e à guerra. O ponto onde Moore acerta em cheio é quando quase no final nos deixa uma citação da obra de George Orwell, “1984”, mais actual do que nunca. Em suma, um documentário em tom diferente dos habituais devido à sua posição assumidamente parcial, bem-humorado, e que se alonga um pouco mais (122 minutos no total) do que o material frágil em que se apoia lhe permite. E olhem que sou um apaixonado pelas chamadas teorias da conspiração.

Uma ultima palavra sobre este ciclo de cinema: sinto que posso dizer que esta iniciativa foi um passo muito importante para aumentar o nível cultural da cidade de Olhão, e como tal, mais iniciativas do género são necessárias e bem vindas.

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Finalmente, cerca de três décadas depois, o círculo está completo. Ou quase, porque foi anunciado a produção de duas séries de TV da franchise Star Wars, a continuação da micro-série animada Clone Wars e uma série em imagem real*, constituída por 100 episódios cronologicamente localizados entre este “Episódio III. A Vingança dos Sith” e o “Episódio IV. Uma Nova Esperança”.
Este “Episódio III” é sem dúvida - e justificadamente devido á natureza da história – o mais negro da saga e o mais emocionante também, ou não fosse esta a história da queda de um grande herói para o Mal. George Lucas conseguiu fazer a melhor prequela, socorrendo-se dos melhores efeitos especiais – abrindo as hostilidades com uma das mais impressionantes sequências especiais jamais vistas no grande ecran – e de um maior cuidado com o factor humano, dando maior relevância ao trabalho dos actores. Somos brindados com uma grande variedade de cenários, alguns já conhecidos como Coruscant, Tatooine e Alderaan (anteriormente apenas visto do espaço, no “Episódio IV”, momentos antes de ser aniquilado pela Estrela da Morte), e outras novidades como Utapau, Kashyyyk e Mustafar. Os fãs que odeiam Jar Jar Binks vão ficar desiludidos por este não sofrer uma morte violenta, sendo apenas relegado a um papel meramente decorativo. Assim, o protagonista dos momentos mais divertidos dentro de este conto negro é o pequeno e valoroso R2D2, logo no começo da história, a bordo da nave de Grievous. A principal nova personagem é o General Grievous, um ciborgue de uma raça incógnita, que curiosamente, decerto numa analogia com a respiração mecânica de Vader, sofre de ataques de tosse, reflectindo o seu aspecto orgânico, quase oculto pelo seu corpo mecânico, embora seja visível que os seus olhos são biológicos. Grievous é acompanhado pelos Magnadroides (acho que é esse o nome), droides equipados com bastões capazes de resistir à lâmina de sabres de luz. E falando em sabres de luz, julgo que nunca tiveram tanto tempo de ecran, devido ao grande número de duelos e combates com droides. Os mais atentos repararão que neste episódio, as pontas dos sabres são pontiagudas. Como já referi, em “A Vingança dos Sith” houve um maior cuidado com as interpretações, que transmitem uma maior força dramática a esta verdadeira tragédia, de um homem que sacrifica tudo o que de bom há em si, alinhando com o lado mais negro e putrefacto da Força – na figura de Palpatine – com o objectivo de conseguir mais poder, para salvar aqueles que ama. Mas o poder, como refere Palpatine, cria o medo de o perder, levando (acrescento eu) a acções de crueldade inimaginável para o manter. Assistimos a uma extraordinária mudança no registo da personagem do Imperador, que se entrega ás emoções descontroladas que levam ao Lado Negro. Talvez nalguns fugazes momentos Ian McDiarmid tenha exagerado, assim como nalguns instantes a personagem de Ewan McGregor perde a vivacidade. Todos os restantes actores desempenham convincentemente os seus papéis, até as personagens digitais, com um preocupado Yoda, desgastado por três anos de guerra.
Mais uma vez, ao contrário de alguns boatos postos a circular na Net, John Williams volta à frente da outra metade de um filme Star Wars: a banda sonora. Para este filme, Williams recorreu a temas construídos para os outros cinco capítulos da saga, integrando o filme numa peça coerente com os que antecederam e os que se seguem, criando ainda novos temas, como o ouvido na chegada de Grievous a Utapau (faixa 13 da banda sonora –“Grievous speaks to Lord Sidious”) ou o main theme do “Episódio III” a faixa 3 “Battle of the Heroes” que surge no duelo final. Obviamente, Williams recorreu a temas das prequelas anteriores, como o belíssimo love theme que no “Ataque dos Clones” definia a paixão de Anakin e Padmé.
Qualquer um dos filmes Star Wars reflectiu um cuidado extremo dos seus criadores para criar ambientes visuais e sonoros detalhados e credíveis (para uma space opera) e esta película não é excepção. Os artistas por trás deste filme criaram um mundo de detalhes que enriquece o cinema, como arte e como prazer.
A imagem que considero mais bela desde capítulo, é curiosamente uma de onde naves e lasers estão ausentes, é o grande plano de Padmé durante a cerimónia do seu funeral em Naboo, um plano simples, as flores no cabelo escuro, resumem com uma brutal simplicidade as consequências da busca do poder e o efeito nos inocentes. Mas é claro que não consigo esquecer as imagens da orgia espacial de naves e lasers com que este capitula se abre, nem a imagem final de serenidade e tristeza (a lembrar ao mesmo tempo “Uma Nova Esperança” e “O Império Contra-Ataca”) com que se encerra.
Um ponto muito positivo é a capacidade do autor para criar ligações com a trilogia clássica, detalhes deliciosos como #SPOILER ALERT!#ver uma Estrela da Morte em construção, supervisionada pelo Imperador, por Vader e por um rejuvenescido Tarkin (o comandante da estrela da Morte no “Episódio IV”), Bail Organa ordenar que a memória de C3PO seja apagada (afinal, ele foi criado por Vader na juventude), Yoda a instruir Kenobi que Qui-Gon Jin conseguiu voltar da morte, e que quando Kenobi estiver exilado em Tatooine vai treinar para obter a imortalidade na Força (está explicado porque o corpo de Qui-gon não desapareceu na sua morte, ao contrário de Kenobi no “Episódio IV” e Yoda no “Episódio VI”. Aprenderam com o espírito de Qui-Gon a técnica de se integrarem na Força.), ou um exército de Wookies em batalha, e o emocionante final com Luke em Tatooine, numa homenagem com direito ao pôr-do-sol duplo de “Episódio IV”. #SPOILER ALERT!#Porque como já foi referido, Star Wars é um grande filme de mais de doze horas, a saga de um pequeno escravo que é libertado, que se apaixona, que se entrega ao Lado Negro, espalha o terror pela Galáxia e que no final se redime eliminando o Imperador, restaurando o equilíbrio da Força e cumprindo uma velha profecia.
Sem dúvida alguma, um filme recomendável, a todos fãs ou não fãs. Aconselho que antes vejam os Episódios I e II, e depois de (re)verem o III, vejam os Episódios IV, V e VI. Muitas coisas vão ganhar novas nuances. Um dos mais surpreendentes filmes dos últimos anos, destas vez – acho que posso dizer isso – Lucas não desiludiu os fãs mais hardcore.
P.S. - Agora é só esperar pelo DVD para o rever mais umas “poucas” vezes! Ao contrário de fãs mais fundamentalistas, sempre julguei muito boa ideia o desenvolvimento da trilogia de prequelas, que penso não serem apenas um complemento, mas uma trilogia espectacular, e necessariamente diferente, por mérito próprio. Nota: Só não havia necessidade de Jar Jar Binks e companhia! E porquê os Ewoks? Porquê? Mas Lucas, estás perdoado!

* NOTA: Até ao momento (2015) a série de imagem real continua na prateleira por tempo indefinido...
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ATENÇÃO#SPOILER ALERT#: Se não viu ainda o filme, pare de ler aqui! Se desejar continuar e descobrir detalhes está por sua conta e risco! #Para ler as partes em branco, deve seleccionar o texto com o cursor#
Na atmosfera exterior do planeta Coruscant trava-se uma gigantesca batalha entre as naves da Republica e dos Separatistas. Dois cavaleiros Jedi conduzem os seus caças por entre o caos de lasers e naves em chamas. A sua missão é salvar o Chanceler Supremo da República das garras do General Grievous. Passaram três anos desde o início da Guerra dos Clones, e os heróicos Jedis que se lançaram nessa missão de salvamento são velhos conhecidos: Anakin Skywalker e Obi Wan Kenobi. Apesar de algumas dificuldades conseguem entrar na nave inimiga e com a ajuda do astrodroide R2d2 localizam rapidamente o Chanceler Palpatine embora o caminho até ele esteja recheado de obstáculos. E mais uma vez o pequeno R2D2 vai entrar em acção para ajudar Obi Wan e Anakin. Não demora muito para Anakin combater o Conde Dooku e executá-lo. Pouco depois são capturados por Grievous, um ciborgue poderoso mas de saúde débil. Durante a fuga a gigantesca nave começa a cair em direcção a Coruscant e só Anakin consegue pilotar os destroços até aterrá-los em segurança, salvando o Chanceler mas deixando escapar Grievous, que com a morte de Dooku é o novo líder dos Separatistas. Durante um encontro furtivo com Padmé, a sua esposa secreta, Anakin fica a saber que vai ser pai. Mais tarde Anakin tem um sonho premonitório sobre a morte de Padmé durante o parto. Esta situação preocupa-o deveras, visto que, antes da morte sua mãe, Anakin também foi atormentado por visões, que não conseguiu evitar que se tornassem realidade. Fica inquieto porque não é um Jedi poderoso o suficiente. Quer mais poder. Essa oportunidade surge quando o Palpatine o nomeia o seu representante oficial no Conselho dos Jedi. Os Jedi aceitam a nomeação, integrando-o no Conselho, embora sem lhe concederem o grau de Mestre. A vontade do Conselho é que Anakin espie Palpatine, o que enfurece o jovem Jedi. Palpatine parece estar a par das manobras e continua a semear no espírito de Anakin as sementes da dúvida, acusando os Jedi de planearem uma rebelião. Conta-lhe ainda a história de um Lorde Sith que consegui ser poderoso o suficiente para evitar a morte de quem desejasse. Um poder só alcançável pelo domínio do Lado Negro da Força, um conhecimento que não pode ser ensinado por nenhum Jedi. O conflito interior de Anakin aumenta. Yoda vai lutar contra os Separatistas no planeta dos Wookies e Obi Wan vai a Utapau para eliminar o General Grievous. Quando Palpatine se revela a Anakin este denuncia-o a Mace Windu que se dirige ao Senado para o deter. Palpatine rapidamente assassina os Jedis que o foram prender e em luta contra o poderoso Mace Windu utiliza os seus poderes do lado negro e revela o seu verdadeiro aspecto envelhecido e corrompido. Anakin, receando que com a morte do Sith se perca o conhecimento que pode salvar a vida de Padmé, trai e ataca Windu, momento aproveitado por Palpatine para aplicar o destrutivo golpe final no Mestre Jedi. Anakin jura então lealdade ao seu novo Mestre. Anakin agora é o Lorde Sith Darth Vader. A sua missão: comandar tropas para eliminar todos os Jedis que estão no Templo, e em seguida deverá sozinho aniquilar os líderes Separatistas reunidos em Mustafar. No templo Jedi ninguém é poupado, nem as crianças. O agora auto proclamado Imperador denuncia no Senado a “rebelião” dos Jedi e ordena ás tropas por toda a galáxia para assassinar todos os Jedis. Obi Wan, depois de destruir Grievous é atacado pelas tropas clone, assim como Yoda, que foge com auxílio de Chewbacca e outro Wookie. Estes dois Jedis aparentam ser os únicos sobreviventes da Ordem Jedi. Socorridos por Bail Organa, os sobreviventes decidem viajar de volta a Coruscant, para desactivar um sinal de emergência para eventualmente atrair Jedis a uma armadilha montada pelo Império Galáctico. São confrontados com a chacina dos Jedis e com a traição de Anakin. Novo plano: Yoda irá combater o Imperador e Kenobi localizará Darth Vader. Kenobi procura Padmé em busca de informações, mas esta recusa-se a acreditar que Anakin se tenha voltado para o Lado Negro. Vai a Mustafar encontrar-se com o marido e Obi Wan vai escondido a bordo da nave. Ao chegar ao planeta vulcânico, os amantes discutem e Vader sufoca Padmé. O confronto entre Darth Vader e Obi Wan Kenobi vai começar. No Senado, Yoda não consegue derrotar o Imperador e decide partir para exílio. No clímax da luta entre Kenobi e Vader, este ultimo, em consequência de um contra-ataque do seu antigo Mestre, cai perto da lava e o seu corpo é consumido pelas chamas. Kenobi parte com Padmé e C3PO a bordo da nave. Darth Vader é recolhido ainda vivo por Palpatine. E Vader começa a ser tratado e transformado num ciborgue encerrado numa armadura com suporte de vida. Padmé está a morrer, mas antes ainda vê nascer os seus gémeos: Luke e Leia. Quando a transformação de Vader está completa, e pergunta ao Imperador pela mulher, Palpatine diz-lhe que num acesso de fúria Vader a matou. Para satisfação de Palpatine a notícia da morte de Padmé veio aumentar o ódio de Vader. O funeral de Padmé é em Naboo, e como precaução é enterrada com uma falsa barriga de grávida. Yoda anuncia a Kenobi que existe um modo de comunicar com Qui-Gon Jin – que voltou do submundo e agora é uno com a força – e incube-o de treinar essa técnica de imortalidade. Os R2D2 e C3PO são entregues ao capitão Antilles, com a indicação de apagar a memória do droide de protocolo. Mais tarde, Vader acompanha o imperador na inspecção à construção de uma estação espacial circular gigantesca. Os gémeos são separados, Leia fica a cargo de Bail Organa no planeta Alderaan e Luke é entregue por Kenobi aos seus tios em Tatooine.#SPOILER ALERT!
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Devo desde já esclarecer que embora goste de assistir a filmes de terror, não sou conhecedor a fundo do género, nem vi as dezenas de clássicos que este género gerou. Confesso que tenho em casa uma versão Divx do Holocausto Canibal e ainda não tive a coragem (já lá vão dois ou três anos) de vê-lo de um ponta à outra. Esse até agora é a excepção, porque no geral os filmes de terror que assisto não me costumam criar…terror. Só apatia. Assutar, assustar, assustei-me com a cena do Tubarão (Jaws) em que surge uma cabeça humana em deterioração pela abertura no casco de um barco afundado, ou quando surge o ET no homevideo do filme Sinais. Prefiro o susto que não deriva de saltos em frente à câmara e musica aos berros quando um gato assusta a protagonista do filme. Vi poucos filmes da “Série sexta-feira 13” ou “Halloween” (ainda não tive oportunidade de ver os Originais), ou outros que são (foram) tão populares. Prefiro filmes inquietantes, como “Os Outros”. Um momento que me aterrorizou e me persegue ainda hoje, foi quando a personagem de Nicole Kidman descobre que as pessoas das fotos não estavam propriamente a dormir. E adoro filme que misturam terror, gore e humor como “Brain Dead” (já viram bem o que o Peter Jackson andava a fazer antes da trilogia dos anéis? P.S. – Este filme tem uma história: tive o prazer de o ver quando passou no canal 2 da RTP uns anos atrás, mas como uma pessoa tem que se levantar cedo, programei o vídeo. Má ideia. Calculo que não pude assistir a cerca de um quarto de hora de um filme com o qual estava a delirar. Maldita cassete!) 
Mas falando sobre o filme aqui em questão, “House of 1000 Corpses” (de Rob Zombie, sim esse Rob Zombie) foi uma agradável surpresa (em formato Divx). Zombie conseguiu criar um filme acessível aos não-maniacos pelo cinema do género, com um ambiente coerente e muito inquietante, com personagens interessantes, uma viagem pelo trabalho e obra de uma trupe de assassinos demenciais, cada um mais sinistro que o outro, numa família sem limites com direito a avozinho e fetos em frascos, monstros deformados e uma bela rapariga que rapidamente se revela more than meets the eye. Os jovens que servirão os propósitos inconcebíveis dos monstros humanos e são lentamente enredados num beco sem saída (não viram filmes de terror suficientes para desconfiarem de uma jovem que pede boleia de noite quando está a chover a cântaros nas vésperas do Halloween) são ingénuos e supostamente representam um tipo de sociedade abominado e adorado pela família de aberrações, que sem restrições dão asas à imaginação sobre os corpos das pobres vitimas que se refugiaram na “toca da aranha”. Espectacular a personagem do Capitão Spauldling (Sid Haig). A sequência sobre um boneco do Dr. Zaius em determinado orifício corporal é hilariante. Amiúde o filme tem inserções de imagens “caseiras” e programas de TV, que mostram os assassinos deliciando-se com o seu trabalho e até em confissões para a câmara. Resumindo, é um filme bem conseguido, com muito sangue, sustos, mas acima de tudo uma atmosfera em que o horror e a normalidade andam de mãos dadas. Já sabem, por muito que fujam são sempre apanhados, e aqui o happy ending pertence à família de lunáticos e ao seu Mundo no qual as suas vitimas tropeçam. 

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